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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Educação no convívio social: uma questão de valor

Veja a sugestão de atividade desenvolvida pela professora Delizete da Costa Lahass, do município de Domingos Martins/ES. Ela faz parte do projeto A Gazeta na Sala de Aula, desenvolvido pelo jornal A Gazeta (ES).

Objetivos:
· Mostrar o porquê da existência de regras no convívio social.
· Refletir sobre ações positivas e negativas na vida pessoal e social do ser humano.
· Estimular a cordialidade entre as pessoas.
· Mostrar a importância dos valores que são passados pela família, escola e sociedade.
· Estabelecer relações de respeito entre as pessoas.

Desenvolvimento:
· Exploração e discussão sobre a matéria “A cada degrau um pedido de gentileza”, publicada no jornal A Gazeta no dia 08/08/10.
· Listagem dos valores e levantamento de situações relacionadas ao tema.
· Produção de palavras e frases cordiais para confecção de cartaz.
· Produção de mensagens “Recadinho do coração”, para funcionários, alunos e professores.
· Análise das mensagens recebidas.
· Palestra sobre Valores.
· Confecção do “Mapa do coração” com o nome das pessoas que mais gostam.

Comentário:
“A atividade contribuiu para promover a cordialidade entre as pessoas que frequentam e trabalham na instituição. Motivou alunos, profissionais, família e a comunidade, contribuindo para o desenvolvimento da leitura e escrita”.

Professora: Delizete da Costa Lahass
Escola: APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Domingos Martins
Município: Domingos Martins

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Educação em tempo integral pretende melhorar desempenho

O ministro da Educação. Fernando Haddad, se comprometeu a implementar o tempo integral no ensino médio, combinando atividades curriculares com aprendizado profissionalizante.

Para tanto, 7% do Produto Interno Bruto (PIB) será aplicado na educação, um aumento significativo, uma vez que o investimento hoje é de apenas 5,2%, cerca de R$ 70 bilhões.

Nos países desenvolvidos, os alunos permanecem na escola em média oito horas por dia, enquanto no Brasil, o período é de apenas quatro horas e meia. Pesquisas indicam que ao chegar em casa, os estudantes brasileiros passam o mesmo tempo diante da TV e/ou do computador, e só leem 7,2 livros por ano, dos quais 5,5 são didáticos ou indicados pela escola, ou seja, apenas 1,7 livro por escolha própria.

O levantamento aponta, também, que 46% dos estudantes não frequentam bibliotecas. Outro dado importante é que existe no Brasil cerca de 14 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais.
Avaliação: No Programa Internacional de Avaliação de Alunos 2009 (Pisa), aplicado em 65 países, o Brasil ocupou a 53º colocação. A escala varia de 1 a 800 pontos, e o País atingiu apenas 401.

No quesito leitura, 49% dos estudantes avaliados obtiveram a nota mínima, desempenho que foi repetido também por 69% dos alunos em matemática e por 54% em ciências. O Pisa é aplicado em estudantes de 15 anos de idade.

Fonte: Estado de Minas (MG) e Blog O POVO Educação

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Buscador infantil brasileiro bloqueia conteúdo inadequeado

Por Douglas Ciriaco - Portal Terra
A princípio, a única diferença do Zuggi para outros buscadores é o seu visual inusitado, mas que provavelmente vai agradar ao público alvo. O site é voltado para crianças e está repleto imagens que remetem à infância e cores chamativas.

Mas seu principal atrativo é a proteção. Enquanto uma criança navega pelo Zuggi, está protegida de conteúdos inadequados. A página conta também com mecanismos para que os próprios usuários indiquem sites inapropriados para os pequenos.

Além das buscas tradicionais, o Zuggi também vasculha a web atrás de imagens e notícias, e todo o conteúdo é acessado em um quadro dentro da própria página. Isto significa que você não sai do Zuggi mesmo quando acessa outras páginas.

O apelo visual é bastante grande, o que talvez torne mais fácil a navegação para as crianças.

Além das buscas, a página conta com atalho para inúmeros jogos educativos e em breve ganhará espaço para cadastro de usuários.

É uma excelente iniciativa e que deve fazer muito sucesso entre a criançada. O buscador está disponível no endereço www.zuggy.com.br.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Redes Sociais - esse é o tema do Concurso Nacional de Jornais Escolares promovido pelo programa português Público na Escola

O programa Público na Escola, do jornal O Público, de Portugal, promove anualmente um concurso de jornais escolares no país. Este ano, o tema será Redes Sociais. Quer saber quais os temas que já foram selecionados desde 2001, quando começou o concurso? Dá uma olhada:
  • Que aprender? Que ensinar? (2000/01)
  • Para que serve a União Europeia? (2001/02)
  • O jornal: que futuro? (2002/03)
  • Que fazer para proteger o ambiente? (2003/04)
  • Como educar para a saúde? (2004/05)
  • Como educar para o consumo? (2005/06)
  • Ler na escola e no mundo do séc. XXI Como? Quando? Onde? Porquê? (2006/07)
  • Que fazer com as novas tecnologias? (2007/08)
  • Por que é que a política também é para nós? (2008/09)
  • O que é uma república? (2009/10)
Veja abaixo a divulgação do concurso no site oficial do programa:
"Entre o que poderá servir para caracterizar o espírito do tempo, não é despropositado referir a lista de palavras mais vezes consultadas no motor de busca Google. O ano de 2010, segundo informa o Google Zeitgeist, o serviço do Google que mostra as palavras mais pesquisadas em cada país, tornou evidente o enorme interesse dos internautas pelas redes sociais. Em Portugal, assim como em muitos outros países, elas encontram-se no topo da lista de palavras mais populares.

As redes sociais têm vantagens e inconvenientes. Rentabilizar as primeiras e eliminar ou atenuar os efeitos dos segundos é um sério desafio – também educativo – que se deve colocar a quem nelas participa. Antes, todavia, é preciso conhecer melhor cada rede social, identificar os riscos que verdadeiramente se colocam, particularmente aos seus membros mais vulneráveis, e perceber de que modo o seu uso pode ser benéfico para a comunidade escolar e o trabalho educativo.

É esse trabalho que o PÚBLICO na Escola quer estimular no presente ano lectivo, razão por que As Redes Sociais são o tema do Concurso Nacional de Jornais Escolares de 2010/11".

Fonte: Eduardo Jorge Madureira - Coordenador do Público na Escola

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Parceria Votorantim pela Educação

Experiências do Projeto foram destaque durante Encontro de Lideranças da Mobilização, que aconteceu em Sâo bernardo do Campo, em dezembro.

As boas práticas de Mobilização Social pela Educação desenvolvidas pelo Instituto Votorantim no âmbito do Projeto Parceria Votorantim pela Educação tiveram destaque entre as exposições realizadas durante o Encontro de Lideranças da Mobilização, evento realizado em São Bernardo do Campo (SP), em dezembro de 2010.

Conduzida pela representante do Instituto Votorantim, Amanda Aragão, a exposição referente ao Projeto integrou as apresentações realizadas durante a segunda mesa de debates do Encontro. As “Estratégias e ações das empresas para mobilizar seus públicos” foi o tema explorado durante esta atividade.

Amanda Aragão explicou a motivação do Instituto em participar e colaborar com o MEC na expansão da Mobilização Social pela Educação. Pontuou, ainda, os itens norteadores do projeto Parceria Votorantim pela Educação:

  • Educação como compromisso de todos
  • Lógica da cooperação X Lógica da doação
  • Foco na qualidade da educação, considerando abordagem territorial
  • Alinhamento a políticas públicas (PDE), com inovação e metodologia
  • Empoderamento das comunidades: controle social

Amanda também explicou que a empresa conta com os ativos da capilaridade geográfica de sua atuação em 39 municípios localizados em todas a regiões brasileiras e do compromisso social de seus funcionários para alimentar sua capacidade e mobilização.

Expôs, ainda, que o Projeto Parceria Votorantim pela Educação visa contribuir para a melhoria da qualidade da educação pública, por meio da mobilização social e do apoio à gestão pública, para identificação de oportunidades concretas de desenvolvimento da educação pública local. Além de explicar a forma de trabalho do Instituto no âmbito da Mobilização Social pela Educação, enumerou os setores da sociedade envolvidos no Projeto Parceria Votorantim pela Educação.

Destacou, ainda, os parceiros institucionais como o Ministério da Educação, as Secretarias Municipais de Educação, o Movimento Todos Pela Educação e o Canal Futura que atuam de maneira conjunta no desenvolvimento de ações que buscam incentivar a interação família-escola e a melhoria da qualidade da educação oferecida na escolas públicas do País.

A formação dos mobilizadores promovida pelo Instituto Paulo Freire foi outra parceria destacada por Amanda Aragão que ressaltou, ainda, o apoio de representantes do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE).

Especificamente sobre as práticas do projeto, explicou como os funcionários, as comunidades e as famílias são mobilizados. Para desenvolvimento dessas práticas, destacou, ainda, o empenho dos membros da equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto.

Amanda também indicou o Blog Educação da Votorantim para a busca de informações detalhadas sobre o projeto.

Fonte: Blog da Mobilização - 03/01/2011

CLEMi abre inscrições para 22ª Semana de Imprensa e Mídia nas Escolas, na França

O CLEMI, Centro de Ligação do Ensino e Meios de Informação, órgão francês ligado ao Ministério da Educação, já abriu a convocatória para a 22ª Semana de Imprensa e Mídia nas Escolas. O tema deste ano será: Quem faz a informação?

No ano passado (2010) a 21ª Semana de Imprensa e Mídia nas Escolas teve a participação de 4.545.371 alunos do maternal à universidade, 15.000 estabelecimentos mobilizados,
332.079 professores e 16.592 estabelecimentos escolares, além de 1.831 tipos e títulos de mídia.

Abaixo, algumas informações, em francês, retiradas do site oficial.

Semaine de la presse et des médias dans l'école
La Semaine de la presse et des médias dans l’école® permet depuis vingt ans aux élèves de mieux connaître l’univers des médias et comprendre ses enjeux culturels et démocratiques. Elle est organisée par le Clemi (Centre de liaison de l'enseignement et des médias d'informations).

Objectifs de la Semaine de la presse et des médias dans l’école
Chaque année, au printemps, les enseignants de tous niveaux et de toutes disciplines sont invités à participer à la Semaine de la presse et des médias dans l’école®. Cette activité d’éducation civique a pour but d’aider les élèves, de la maternelle aux classes préparatoires à :
comprendre le système des médias
former leur jugement critique
développer leur goût pour l’actualité et à forger leur identité de citoyen
Inscriptions
Les inscriptions des établissements scolaires à la 22e Semaine de la presse et des médias dans l’école® ont lieu du jeudi 6 janvier 2011 au samedi 5 février 2011.L’inscription se déroule sur www.clemi.org
Une seule inscription par établissement est prise en compte.

Thème de la 22e édition de la Semaine de la presse et des médias dans l’école
Le thème de la 22e Semaine de la presse et des médias dans l’école® est : "Qui fait l’info ?".
Il permet de s’interroger sur :
les questions liées aux sources de l’information
au statut et à la déontologie des journalistes
à la différence entre communication et information.

Des ressources pour préparer la Semaine - Le Clemi met à disposition des enseignants un ensemble de ressources et d’informations pour les aider à organiser et préparer la Semaine de la presse et des médias dans l’école. Ils peuvent trouver entre autres sur le site de l’opération : des fiches pédagogiques des informations de dernière minute des coordonnées de tous les médias inscrits des annuaires, des guides pour vous aider à préparer vos animations des propositions d’interventions de journalistes et les opérations organisées pour la 22e édition des archives.

Le Clemi pour une pratique citoyenne des médias
Le Clemi (Centre de liaison de l'enseignement et des médias d'informations) a pour mission de promouvoir, notamment par des actions de formation, l’utilisation pluraliste des moyens d’information dans l’enseignement afin de favoriser une meilleure compréhension par les élèves du monde qui les entoure tout en développant leur sens critique.

Fonte: CLEMI ClemiCentre de liaison de l'enseignement et des médias d'informations - www.clemi.org/ e blog culturamidiaeducacao.blogspot.com

Ensino Médio com tempo integral

A proposta do ministro da Educação de acoplar o Ensino Técnico ao ensino médio, como forma de ampliar o tempo em sala de aula e oferecer uma profissão a quem não chega à faculdade, foi aplaudida por especialistas. O desafio maior, no entanto, é dotar a rede de ensino de mais professores e equipar as Escolas para transformar o projeto em realidade.

Ao anunciar a meta de implantar o ensino médio em tempo integral aliado ao Ensino Técnico, o Ministério da Educação agradou especialistas, mas causou expectativa pela complexidade de aplicação da proposta.

A ideia de o aluno cursar o ensino médio em um turno e fazer o técnico em outro requer formação de professores, parcerias com governos e prefeituras e altos investimentos em infraestrutura nas Escolas.

Mantido no cargo, o ministro Fernando Haddad afirmou ontem, em entrevista ao Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha, que apresentou o projeto à presidente Dilma Rousseff e que ela deu sinal verde para o encaminhamento da proposta à equipe econômica.

Na avaliação do ministro, apesar da ampliação do número de Escolas técnicas federais no governo Lula, houve no período pequeno avanço na integração do ensino médio com o Técnico:– O ensino médio precisa de uma injeção de ânimo muito forte – afirmou à Rádio Gaúcha.

Não há definição de custo estimado nem como seria a aplicação da medida. Haddad disse que, além das 354 Escolas técnicas federais, poderiam participar do projeto 500 Escolas do Sistema S (Senac, Senai, Sesc etc) e 500 do programa Brasil Profissionalizado (200 a serem criadas).

A carga horária complementar seria composta por disciplinas relacionadas ao curso escolhido mais atividades de esporte e cultura.

O Ensino Técnico é restrito no país devido à falta de vagas para todos os interessados. Enquanto 8,3 milhões cursam o ensino médio, apenas 861 mil (10,3%) fazem o profissionalizante. Dos que estão no nível técnico, 60% só começaram depois de terminar oensino médio.

O governo terá um grande desafio pela frente. Atualmente, em média, cada Escola federal oferece 1,2 mil vagas, número que é insuficiente. Em algumas unidades, a concorrência é tão acirrada para alguns cursos como para vestibulares federais.

Os principais obstáculos apontados por especialistas e autoridades são a formação dos docentes e os investimentos necessários para dotar as Escolas com laboratórios, equipamentos e computadores.

Especialista em Educação, a professora Helena Sporleder Côrtes, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), destaca a ideia, mas antevê dificuldades de implementação:
– Melhorar a formação do quadro técnico e ampliar o conhecimento humanístico é uma ideia positiva, mas é preciso um estudo de viabilidade. Definir algo por meio de legislação é fácil, mas quem seriam os professores e quais Escolas ofereceriam e onde?

Fernando Becker, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e pesquisador da área de Educação, faz os mesmos questionamentos sobre a implementação da proposta, mas avalia que, se vingar, ela pode representar uma alternativa a quem tem dificuldade para entrar na universidade.

Além disso, o estudante teria a chance de tomar gosto pelos estudos ao partir, desde o início do ensino médio, para um curso técnico na área que pretende atuar.
– Dois turnos no ensino médio podem representar um aumento da evasão, porque os que trabalham por necessidade teriam de dedicar mais tempo aos estudos. Por outro lado, a proposta garantiria uma profissionalização precoce, que pode ajudar a conquistar emprego. Para evitar a evasão, o governo poderia trabalhar massivamente com bolsas. É plenamente aceitável, e se justifica pela falta de gente com formação – analisa Becker.

Projeto
- MEC quer implantar o ensino médio em tempo integral
- A ideia é que o aluno curse o ensino médio em um turno e faça o curso técnico em outro
- As duas modalidades poderiam ser cursadas na mesma Escola ou em duas instituições
- Além das Escolas técnicas federais, poderiam participar 500 Escolas do Sistema S (Senac, Senai, Sesc etc) e 500 do programa Brasil Profissionalizado (200 a serem criadas)
- O Brasil tem 354 Escolas técnicas federais, com 348 mil matrículas. A meta é inaugurar mais 46 até o fim do ano
- Até o fim do ano que vem, o número dematrículas deve saltar para 600 mil

Como é hoje
- O Ensino Técnico é restrito. Enquanto 8,3 milhões cursam o ensino médio, apenas 861 mil fazem o profissionalizante, o equivalente a 10,3%.

Nos últimos oito anos, no governo Lula, foram investidos R$ 979 milhões na expansão da rede de Ensino Técnico, o que resultou no aumento de 140 para 354 Escolas técnicas.

Quando consegue chegar a essa modalidade de ensino, a maioria dos alunos só faz o curso técnico após concluir o ensino médio.

Do total de 861 mil alunos do Ensino Profissionalizante, 60% só começaram depois de terminar o ensino médio. Nas Escolas particulares, a medida proposta pelo MEC já é aplicada. Os alunos podem fazer oensino médio em um turno e o Técnico em outro, se optarem por essa possibilidade.

Fonte: Zero Hora (RS)/ Texto: Maicon Bocko

Gasto por aluno no setor público vai subir 22%

Valor mínimo previsto pelo governo para ser investido em cada aluno durante 2011 será cerca de R$ 300 maior que o de 2010

O valor mínimo previsto pelo governo para ser investido em cada aluno durante 2011 será cerca de R$ 300 maior que o de 2010. A quantia passa de R$ 1.414,85 para R$ 1.722,05, de acordo com portaria ministerial da Educação e da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União.

Os recursos provém do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que deve ter receita de R$ 94,48 bilhões em 2011 -- alta de 13,7% sobre 2010.

A contribuição dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios deve atingir R$ 86,68 bilhões. A complementação da União ao Fundeb corresponde a 10% desse montante, ou seja, R$ 8,66 bilhões.

Desse total, R$ 7,8 bilhões serão repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) a nove Estados que não devem atingir o valor mínimo anual por alunocom sua própria arrecadação: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Outros R$ 866 milhões estão reservados para completar o pagamento do piso salarial de professores e programas de qualidade da Educação.

Fonte: Valor Econômico (SP) - 05/01/2011

Metodista recebe inscrições para Mestrado em Educação

A Universidade Metodista de São Paulo recebe inscrições, até 30 de janeiro, para o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação, na área de Concentração de Educação, na linha de pesquisa de Políticas e Gestão Educacionais. O processo de seleção ocorre entre os dias 1 e 3 de fevereiro, no Campus Vergueiro (Av. Senador Vergueiro, 1301, Jardim do Mar, São Bernardo do Campo- SP).

Os interessados devem procurar a Coordenação de Processos Acadêmicos de Pós-Graduação, Sala 303, 3º andar, Edifício Capa, no Campus Rudge Ramos da Metodista (Rua Planalto, 106, Rudge Ramos, São Bernardo do Campo- SP). Para quem reside fora de São Paulo, a inscrição pode ser feita por correspondência registrada via Sedex ou por procuração, conforme
modelo.

Os candidatos farão a prova escrita e participarão de um exame de proficiência de língua estrangeira, avaliação do Curriculum Vitae e entrevista. O resultado será divulgado no dia 4 de fevereiro e será disponibilizado no Portal da Metodista.

Os aprovados terão os dias 11 e 12 para efetuarem a matrícula na Coordenação de Processos Acadêmicos de Pós-Graduação. Aqueles que não realizarem a matrícula serão considerados desistentes.

Para mais informações e conferir todos os documentos necessários para concorrer a uma vaga, veja o Edital de seleção para o Programa de Pós-Graduação em Educação.

Fonte: Ass. Imprensa da Metodista

Participantes do Programa Algar Transforma fecham ano com produções autorais

Como finalização do Programa Algar Transforma no ano de 2010 e uma forma de demonstrar e registrar alguns dos resultados obtidos, os participantes do Programa produziram um jornal, uma revista e um vídeo, todos apresentados oficialmente no dia 8 de dezembro, no Seminário Final de Educação do Instituto Algar (de Minas Gerais).

Para a realização desses trabalhos, os meninos e meninas botaram a mão na massa durante todo o ano. Eles foram estimulados a conhecer, pensar e refletir sobre sua comunidade e também a se expressar, “colocando para fora” sua visão, suas reflexões e seus sentimentos sobre quem são, o que fazem, onde moram.Um dos trabalhos que mais motivaram as crianças foi a Revista Programa Algar Transforma, produzida integralmente por elas, desde as fotos até os textos e a seleção deles.

“O processo para a produção dessa revista contribuiu muito para o desenvolvimento dos participantes, no que tange aos aspectos cognitivos, de convivência, da criatividade, da inventividade e da expressão, além da ampliação de seu universo cultural, bem como o (re)conhecimento e a valorização da comunidade em que vivem”, afirma Ana Carolina Ferreira, responsável pela assessoria educacional do Programa Algar Transforma.

De acordo com Henrique Duarte, um dos educadores sociais do Programa e responsável pela edição e diagramação da revista, o trabalho foi muito satisfatório. “Há um sentimento de realização pessoal muito gratificante vindo deles, já que muitos nunca tinham entrevistado ninguém e muito menos operado uma câmera semi-profissional em suas vidas. Tudo isso sem contar o prazer de trabalhar por um produto em comum, uma revista totalmente autoral. Avalio que os resultados alcançados, tanto os concretos quanto os imateriais, foram bem positivos”, avalia Henrique.

Para ler a Revista Programa Algar Transforma, clique aqui.
Clique aqui e leia o Jornal Teen, também produzido pelos participantes do Programa Algar Transforma, em que eles contam novidades sobre a comunidade em que vivem, fazem charadas, contam piadas e até dão opinião sobre filmes, músicas e grupos artísticos.

Fonte: Instituto Algar

Escolas têm mais internet que biblioteca

Enquanto o investimento feito pelo governo federal em informática possibilita que quase 95% dos alunos de ensino médio estejam em escolas com computadores e acesso à internet, a oferta de laboratórios de ciências e bibliotecas para esses mesmos estudantes é bem menor: 57% e 73,2%, respectivamente.

Os dados constam do Censo Escolar 2010, divulgado pelo Ministério da Educação.

O sistema de internet nas escolas cresceu rapidamente por causa de uma obrigação contratual das operadoras de telefonia que, para renovar a concessão, tiveram de se comprometer a instalar a banda larga em todas as escolas do País.

Já os laboratórios de ciências e as bibliotecas, que são mais simples e baratos, mas dependem exclusivamente de recursos do MEC, andam a passos bem mais lentos.

Dados – Nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º), apenas 30,4% possuem bibliotecas e 7,6%, laboratórios. Nos anos finais (6º ao 9º ano), 60% das escolas têm bibliotecas e 32,6% possuem laboratório. No ensino médio, o índice é de 73,2 para biblioteca e 57% para os laboratórios.

Fonte: O Estado de S. Paulo (SP) - 04/01/2011

Censo registra menos 1 milhão de alunos

O número de alunos matriculados na educação básica n0 ano de 2010 diminuiu 1,9% em relação a 2009. O Censo Escolar divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (lnep) registrou 51,5 milhões de matrículas nas escolas públicas e particulares em 2010.

Em 2009 foram 52,5 milhões. Segundo o Inep, a queda não está relacionada à evasão escolar, mas, principalmente, à melhoria do fluxo educacional: com menos repetências, haveria menos matrículas. Tradicionalmente em queda, o ensino médio apresentou aumento na comparação com 2009, com mais 20 mil matrículas.

O resultado mostra ainda como a educação pública vai se afunilando nas séries finais. Do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, foram registradas 13,4 milhões de matrículas. Já no ensino médio, o número de estudantes foi de 7,1 milhões.

Fonte: Blog O POVO Educação

Ensino integral avança no Brasil

Levantamento divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) aponta que o número de alunos de escolas públicas com período integral cresceu 16% em um ano.

Mesmo com o aumento, só 6% dos alunos têm hoje ao menos sete horas diárias de jornada, diante das tradicionais quatro horas. O Plano Nacional de Educação 2011-2020, enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional, prevê que este índice suba 50% até 2020.

O Chile, melhor país sul-americano em exames internacionais, já tem a maioria dos alunos do ensino médio em jornada ampliada.

O MEC avaliou como positiva a evolução apresentada no Censo Escolar 2010. Segundo a pasta, essa modalidade cresce devido a incentivos financeiros às escolas com jornada maior.

Fonte: Folha de S. Paulo (SP) - 07/01/2011

Escola para Crianças Surdas Rio Branco em Higienópolis

O Colégio Rio Branco, Unidade Higienópolis, passa a oferecer, a partir do ano letivo de 2011, uma unidade da Escola para Crianças Surdas, abrindo uma primeira turma de Maternal.

A novidade é uma decisão da Fundação de Rotarianos de São Paulo, mantenedora da escola, com o intuito de ampliar o bem-sucedido trabalho inicialmente realizado na unidade Granja Vianna, que promove a inclusão educacional de surdos ao oferecer a extensão dos estudos em classes regulares dos alunos da Escola para Crianças Surdas Rio Branco, a partir do 5º ano.

ECS Rio Branco

A Escola para Crianças Surdas Rio Branco dedica-se, há 33 anos, ao desenvolvimento de crianças surdas desde os primeiros anos de vida, promovendo o respeito à diversidade sociocultural e linguística e a inclusão da minoria surda na sociedade. Conta com uma estrutura especializada que, da Educação Infantil ao 5º ano do Ensino Fundamental, utiliza recursos pedagógicos e técnicos avançados.

A instituição, valorizando a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e a Cultura Surda, integra alunos, professores, colaboradores e a família, buscando, continuamente, benchmarking, nacional e internacional, o que garante à escola uma posição de destaque e referência no cenário da educação para surdos.

O Colégio Rio Branco e a Escola para Crianças Surdas Rio Branco são mantidos pela Fundação de Rotarianos de São Paulo (FRSP) e compartilham a missão de, servir com excelência, por meio da educação, formando cidadãos éticos, solidários e competentes.

Fundação de Rotarianos de São Paulo

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Todos Pela Educação comenta novo PNE

Diretora-execuitva e conselheiro do movimento analisam o conteúdo do documento

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quarta-feira (15), o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020, e o Todos Pela Educação traz seu posicionamento sobre o conteúdo do documento. O texto ainda deverá passar pela avaliação dos parlamentares no Congresso para, então, servir como diretriz para todas as políticas públicas educacionais do País.

De acordo com Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento, o Plano dá "grande ênfase à Educação Básica", o que é fundamental para que toda criança e jovem tenha direito a um aprendizado com qualidade. "Se este Plano for cumprido, o País vai entrar em outro patamar na Educação. O texto está na direção correta."

"Alguns dos pontos positivos do texto são a preocupação em diminuir as desigualdades educacionais no País e, ao mesmo tempo, em elevar a qualidade da Educação; a valorização do magistério; e uma possibilidade de maior participação da sociedade para a garantia do direito ao ensino de qualidade, por trazer poucas metas e um texto objetivo e de fácil entendimento", aponta.

No entanto, adverte Priscila, falta ao texto destacar quais as consequências pelo não cumprimento das metas estratégicas. "O plano ainda carece de pontuar a responsabilização das ações na Educação. Em três estratégias específicas há a priorização de transferências voluntárias de recursos para estados e municípios que cumprirem metas. Mas essa responsabilização não ocorre para o PNE como um todo", explica.

Veja abaixo os destaques do movimento sobre o PNE 2011-2020:

Definição de currículo
"A estratégia 2.12 determina que as expectativas de aprendizagem para todos os anos do Ensino Fundamental estejam definidas até dezembro de 2012. Esse ponto é foco da Bandeira 1 do Todos Pela Educação, que trata do currículo. Toda criança e jovem do País deve ter o direito a certas habilidades e competências – e isso precisa ser especificado", diz Priscila

Alfabetização até os 8 anos
A meta 5 do PNE é exatamente a Meta 2 do Todos Pela Educação, e determina que toda criança seja alfabetizada até os 8 anos de idade. "Essa alfabetização é precondição para garantir o aprendizado em todas as séries", aponta Priscila. Uma das estratégias que compõem esta meta é a criação e aplicação de um exame específico para aferir a alfabetização das crianças.

O Todos Pela Educação em parceria com o Inep [Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Cesgranrio e o Instituto Paulo Montenegro contribui para a efetivação desta estratégia.

"No início do ano que vem será aplicado um exame, adaptando a escala do Saeb, para verificar como está a alfabetização no País das crianças de 8 anos. Esta experiência pode servir como incubadora para a nova avaliação que o Inep deverá conduzir", afirma Priscila.

Valorização do Professor
Uma tônica do texto é a valorização dos profissionais da Educação. "Este ponto é muito importante, porque não existe Educação de qualidade sem professores de qualidade. É um eixo fundamental para qualquer avanço na qualidade da Educação para todos", aponta o conselheiro do movimento, Mozart Neves Ramos.

A elevação do piso salarial do professor e uma carreira capaz de atrair os bons profissionais do Brasil, além de constarem no texto do PNE, fazem parte da Bandeira 2 do Todos Pela Educação. O movimento também defende a revisão curricular dos cursos de formação de professores – o que também está contido no anexo de metas do plano.

Universalização do acesso à escola
As metas 1, 2 e 3 do novo PNE tratam da universalização do acesso à escola de 4 a 17 anos, tema da Meta 1 do Todos Pela Educação.

No País, 91,9% das crianças e jovens de 4 a 17 anos frequentam instituições de ensino, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009.

Qualidade da Educação
A meta 7 do PNE 2011-2020 estabelece uma meta de aumento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede o aprendizado e o fluxo de estudantes na Educação do País. Com isso, trata também das Metas 3 e 4 do movimento – sobre qualidade da aprendizagem e conclusão dos estudos na idade adequada.

Para o movimento faltou ao plano uma estratégia para melhorar a comunicação dos resultados do Ideb. Os professores e gestores precisam ter ferramentas para se apropriarem do índice e reverter esse conhecimento em melhorias para a Educação.

Ampliação da jornada escolar
O movimento defende, em sua Bandeira 5, o aumento da exposição do estudante à aprendizagem e este tema é tratado na meta 6 do plano, que diz que a Educação em tempo integral deverá atingir 50% das escolas públicas.

"É preciso apenas fazer uma ressalva neste ponto do PNE. É importante que esta ampliação de turno esteja sob os princípios da superação das desigualdades educacionais e da melhoria da qualidade do ensino", pondera Priscila.

Fortalecimento da cooperação entre a União, estados e municípios
“O texto do PNE destaca o regime de colaboração entre os entes federados e fortalece a ideia de que não é possível melhorar a Educação sem uma ação articulada em todos os níveis de poder responsáveis pela oferta do ensino e pela formação do magistério”, afirma Mozart.

Financiamento
A Meta 5 do movimento determina que o investimento em Educação seja ampliado e bem gerido. A questão foi contemplada no PNE, que estabelece que, até 2020, o investimento em Educação atinja 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa meta de investimento poderá ser revista ao longo da década – e aumentada, caso necessário.

Neste ponto há uma preocupação do movimento: "Seria interessante saber o quanto desse montante de recursos deverá ser utilizado na Educação Básica", diz Mozart.

Baixe o PNE 2011-2020 aqui

Confira as metas do novo Plano

Fonte: Todos pela Educação


terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Haddad homologa novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental

Ministro da Educação Fernando Haddad homologou as novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental.

Segundo Cesar Callegari, que foi um dos relatores, o parecer CNE/CEB nº. 11 de 2010 publicado no D.O.U. em 9/12/2010 e a Resolução CNE/CEB nº. 7/2010 oferecem orientações curriculares atualizadas que contribuem para a melhoria da qualidade da educação oferecida aos 34 milhões de alunos que frequentam o ensino fundamental.

Entre as novidades, a diretriz para que a alfabetização e o letramento sejam assegurados a todas as crianças até os 8 anos de idade. "Professores, escolas, famílias e autoridades devem oferecer os meios necessários e suficientes para que nenhuma criança seja retida por insuficiência de aprendizagem, especialmente nos 3 primeiros anos que devem ser concebidos como um bloco pedagógico não passível de interrupção. Contudo, o progresso contínuo dos alunos não pode ser transformado em "aprovação automática" e o combate à repetência não pode significar descompromisso com o ensino e com a aprendizagem", afirma Callegari.

Os conceitos, concepções e orientações curriculares contidos nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais foram fruto de discussões em audiências públicas nacionais, apoio dos dirigentes e técnicos do MEC e da Câmara de Educação Básica do CNE, entre outros.

Fonte: Cesar Callegari

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A Gazeta lança nova página web e anuncia novidade com grande destaque na capa

Como parte de uma série de mudanças programadas, o jornal A Gazeta, no Espírito Santo, lança hoje sua nova página na web. Com muito mais informações, com novo projeto gráfico e com conteúdo atualizado ao longo do dia, a página faz parte do portal Gazeta Online e é lançada num momento especial: o portal acaba de atingir 1,5 milhão de usuários únicos por mês.
"O site será a maior referência sobre tudo o que acontece no Espírito Santo, com o noticiário publicado pelo jornal impresso atualizado pelos jornalistas da Redação Multimídia da Rede Gazeta”, afirma o diretor de Conteúdo, Antonio Carlos Leite.

E as inovações não se aplicam somente ao produto. O jornal anuncia o lançamento do seu site com grande destaque em sua primeira página.

“Essa ação deixa bem claro o caráter multiplataforma do jornal, mostrando os recursos e possibilidades de um produto completo, versátil e inteligente”, ressalta a gerente de marketing da mídia impressa, Flávia Tristão.

O lançamento da nova página também faz parte de um projeto amplo – iniciado com o Classificadões – de estar ao seu lado do leitor onde ele estiver, quando quiser e da maneira como preferir acessar a informação. O Classificadões deixou de ser do jornal A Gazeta e passou a ter marca própria. Com o slogan “A toda hora, em todo o lugar”, foi desenvolvido com o objetivo de disponibilizar o produto/serviço em diversas plataformas de comunicação, visando alcançar o maior número de pessoas.

Desde o dia 31 de outubro, o leitor tem a oportunidade de comprar um anúncio e tê-lo exposto em A Gazeta, Notícia Agora, na internet, no tablet (computador pessoal com formato de tablete ou prancheta) e nas redes sociais. O Classificadões traz uma forma mais moderna de organizar os anúncios, com visual diferenciado para facilitar a exposição e a busca do que é de interesse do anunciante e do leitor.

“Não pararemos por aqui. O jornal impresso ganhará novas seções. E a versão digital vai evoluir para ser acessada em todas as plataformas tecnológicas”, promete o diretor de Conteúdo.


Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Jornal O POVO relança coluna do programa O POVO na Educação

Além do blog (http://blog.opovo.com.br/educacao/), O POVO na Educação, desenvolvido pelo jornal O POVO, de Fortaleza/CE, relançou a coluna quinzenal do programa a partir da contribuição dos educadores que têm trabalhado com jornal em suas aulas. Veja abaixo o conteúdo de uma das colunas:


Guabiras, ilustrador do jornal O POVO, participa das oficinas

História em quadrinhos

Sempre é possível fazer com que nas aulas de língua portuguesa, a leitura e escrita se tornem duas práticas interessantes para os alunos, e quando se trata de escrever. O professor precisa incentivar ao máximo a turma, para que todos possam ter o costume de produzir bons textos. Foi o que fez o Professor Jean Paulo, da Escola de Ensino Fundamental São José, localizada no bairro de Coqueiros, município de Horizonte – CE.

Jean propôs uma aula bem diferente para os seus alunos do 7º ano, tendo a intenção de explorar a criatividade e a produção de ideias, fazendo com que várias produções textuais, de temas diversos, fossem produzidas. Essa será a proposta da coluna do O POVO na Educação de hoje.
Confira no passo a passo, o que você professor, ganha, ao propor para os alunos uma produção textual, tendo como base as tirinhas de jornal encontradas no O POVO.

FINALIZAÇÃO
Os alunos trabalham interagindo no passo a passo.

É necessário que o educador tranquilize a turma, dizendo que quanto mais produções textuais desse tipo, forem realizadas, melhores ficarão, pois é uma prática que todos podem ter o domínio, basta ter perseverança. É importante lembrar que nas equipes, os que tiverem mais facilidade para o formato do desenho, podem ajudar a outros que não ainda não tem tanta prática.

CONTEÚDO
Leitura e Produção Textual

Objetivos

Incentivar a prática da leitura e da escrita;

Dinamizar a produção textual em sala de aula;

Materiais necessários:

Histórias em quadrinhos (tirinhas de jornal) do O POVO
Pincel atômico
Lousa
Folha de papel ofício tamanho A4
Lápis
Borracha
Canetinhas coloridas
Lápis de cor Desenvolvimento

1º PASSO

Para a realização dessa aula, o professor precisa ter vários exemplos de histórias em quadrinhos, para que a turma leia e tenham inspiração naquilo que irão produzir. A seleção das tirinhas de jornal precisa acontecer bem antes da aula, e deve ser de acordo com a faixa etária dos alunos. Lembrando que para um bom desenvolvimento do trabalho é preciso que a turma seja dividida em equipes, formadas no máximo por quatro alunos.

2º PASSO

Nesse momento, o professor dará um tempo para as equipes visualizarem todas as tirinhas de jornal, e se divertirem com as histórias que foram escritas, pois, é de inteira importância que todas as leituras em quadrinhos, entregues aos alunos nas equipes sejam visualizadas. Logo em seguida, quando todos já estiverem concluído , é hora de socializar a leitura que tiveram com os demais membros da turma, cada equipe escolherá uma história em quadrinhos e apresentará para o conhecimento dos demais.

3° PASSO

Posteriormente é apresentada as características existentes nas histórias, suas particularidades, e que elementos precisam ter , para que uma produção textual desse tipo seja completa.

4° PASSO

Apresente aos alunos, o formato dos desenhos, as expressões, emoções e sentimentos que são encontrados nos personagens, e que são transmitidos através das gravuras. Explique para eles que a parte textual deve ser colocada em balões, indicando a fala dos personagens, e que os quadrados, são os locais que ficam armazenados os desenhos indicando uma passagem de tempo, ou seja, uma sequência a ser realizada.

5º PASSO

Chegou a hora dos alunos, produzirem suas próprias tirinhas de jornal. Para facilitar a produção, oriente aos participantes da atividade que corte ao meio, no formato vertical a folha de ofício tamanho A4, e em seguida com o lápis risque dois traços também verticais, resultando assim em três quadrados, ficará dessa forma uma tirinha, facilitando a produção dos desenhos e da escrita nos balões.

6º PASSO

As histórias em quadrinhos precisam ter um tema, o professor pode deixar a turma livre para escolha, fazendo com que dessa maneira, os alunos fiquem confortáveis facilitando muito mais a produção textual, juntamente com os desenhos.

Para acompanhar as colunas basta acessar o link: www.opovo.com.br/colunas/opovonaeducacao/

El Mundo dá AULA quando se fala em projetos de jornal e educação

“Quem quer se manter no futuro tem que trabalhar com crianças e adolescentes. Se não se trabalha com eles, se não há projetos para eles, não há futuro.” A frase de Miguel Gómez Vázquez (foto abaixo), redator-chefe do jornal espanhol El Mundo e responsável pelo projeto de Jornal e Educação, AULA, dá a dimensão da importância que esse público tem para o grupo.

O AULA começou a ser desenhado em 1999, quando o diretor Pedro J. Ramirez resolveu dar um passo ousado para contornar o cenário ruim de leitura de jornais na Espanha. Enquanto a Finlândia tinha 436 leitores de jornal por 1000, a Espanha tinha apenas 102. Diante daquela realidade, a direção do jornal resolveu criar um programa que estimulasse a formação de jovens leitores. Um grupo buscou sindicatos, colégios e ministérios e por seis meses estudou o mercado e como poderia unir as demandas da educação às suas possibilidades.

Em 2001 o programa começou já grande e impressionou até mesmo a Associação Mundial de Jornais – WAN, de quem recebeu um prêmio anos depois em reconhecimento à sua ousadia. Unicef e SND também premiaram AULA por sua contribuição à educação e a qualidade de seus infográficos. Vários jornais do mundo buscaram e até hoje buscam El Mundo para conhecer melhor o projeto, cujo público é composto de adolescentes de 14 a 18 anos.

Para Miguel Gómez Vázquez quando se investe num programa de Jornal e Educação se consegue não apenas novos leitores, mas leitores fiéis, cidadãos mais informados e uma cidade com melhores índices de leitura. O erro pra ele, no caso da Espanha, é que cada jornal trabalhe de forma individual. “Se os maiores jornais espanhóis se unissem, poderíamos ter o mesmo programa, distribuindo jornais para todas as escolas do país e ainda possibilitando que os jovens pudessem fazer comparações entre os jornais, aprimorando sua leitura crítica e percebendo até mesmo as diferenças de posições políticas de cada veículo. Teríamos muito mais ganhos”, afirma.

Custos e Operacionalização
O projeto AULA custa cerca de 1,5 milhões de euros/ano, bancados por patrocinadores locais e nacionais como banco Santander, Banesto, Unicaja, Iberdrola, Caixa Galicia, entre outros. Cabe ao jornal manter a equipe composta por cerca de seis pessoas, entre jornalistas e designers, para criar o conteúdo do suplemento e do site.

A conta é simples. O exemplar da banca custa 1,20 euros e o do programa, 0,60. Soma-se o que os patrocinadores dão por ano, divide-se por 0,60 e sabe-se quanto jornal poderá ser distribuído nas escolas. Se um patrocinador local sai do programa, as escolas daquela província deixam de receber o jornal.

Além do exemplar do El Mundo distribuído diariamente (segunda a sexta) nas escolas, numa proporção de um exemplar para cada grupo de cinco alunos, o jornal também distribuía diariamente o Suplemento AULA, com oito páginas, sendo que havia um tema para cada dia da semana (até 2008).

Fonte: Jornal ANJ/ Cristiane Parente - Dezembro 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Programa Vamos Ler, de Ponta Grossa/PR, premia alunos e professores

O 1º Concurso Cultural Vamos Ler do Jornal da Manhã, de Ponta Grossa/PR já tem os vencedores.

Na Categoria Professores - Como utilizar o jornal na educação os vencedores foram:
1º Lugar: Professora Elza Beatriz Gelinski Escola Estadual Profº Edison Pietrobelli Ponta Grossa
2º Lugar: Professora Patrícia Regina Kloster Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen Ponta Grossa
3º Lugar: Professora Simone de Fátima Colman Martins Colégio Sagrada Família Ponta Grossa


Conheça as atividades vencedoras clicando aqui: ConcursoCultural_Ganhadores_CategoriaProfessores

Na categoria Alunos - Como está o meio ambiente, os vencedores foram:
1º Lugar: Lucas Daniel Oliveira da Silva 5ª série Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen Ponta Grossa
2º Lugar: Giulia Bowens 4ª série Colégio Sagrada Família (Sede Centro) Ponta Grossa
3º Lugar: Francielle Nocêra Viechineski 5ª série Colégio Sagrada Família (Sede Uvaranas) Ponta Grossa


Conheça os textos vencedores clicando aqui:
ConcursoCultural_Ganhadores_CategoriaAlunos