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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

"Recilendo" une leitura e reciclagem na escola


Professora de PG idealiza projeto que estimula a troca de latinhas de alumínio por obras literárias. Trabalho está mobilizando todos os estudantes e seus familiares


Credito: Josiane de Matos
Os garotos conferem o número de latinhas arrecadas
com o projeto (
Credito: Josiane de Matos)
Os alunos do 5º ano ‘B’ da Escola Municipal Pref. Eng. Cyro Martins estão desenvolvendo o projeto ‘Recilendo’, que consiste na troca de lixo reciclável por livros. A idealizadora do projeto, professora Josiane de Matos, coloca que a intenção é mobilizar a todos da escola para a importância da leitura e da preservação ambiental, e incentivar a reciclagem na escola e em casa.

A ação acontece nas sextas-feiras, no saguão da instituição. Os estudantes escolhem um dos títulos disponíveis e trocam por trinta latinhas. O valor arrecadado com a venda do material coletado é utilizado na compra de novos livros. “Através dessa troca, procuramos mobilizar e ampliar conceitos de cidadania, do consumo consciente, bem como a importância da reciclagem e do descarte apropriado de produtos. ‘Recilendo’ é a troca de lixo por conhecimentos”, enfatiza Josiane.

O artigo de opinião “A questão do lixo”, de Isonel Meneguzzo (membro do Conselho da Comunidade do Jornal da Manhã), publicado dia 30 de julho, complementou o trabalho que está sendo realizado pelas crianças. “A questão ambiental deve ser repensada e é de nossa responsabilidade, não só de nossos governantes. Pequenas ações, como a separação de objetos recicláveis, diminui o impacto no meio ambiente”, lembra a professora.

Fonte: Jornal da Manhã (Ponta Grossa/PR - 27/08/2013)

Meio ambiente é tema abordado em HQs

As professoras Maria Joaquina do Pilar Domingues e Sandra Mara Schechtel, da Escola Municipal Catarina Miró (PR), utilizaram as histórias em quadrinhos publicadas no caderno MIX do JM para incentivar os alunos do 5º ano a criarem as suas próprias HQs. O tema sugerido para a produção foi meio ambiente. 

As professoras trabalharam os discursos direto e indireto, os balões utilizados para falas e expressões e leram com as turmas o texto sobre a Gralha Azul.

A maior dificuldade das crianças foi resumir tudo o que precisavam contar em poucos quadros, no entanto, todos gostaram da atividade e produziram muitas histórias sobre o pássaro e em defesa da natureza. 

Confiram:



Fonte: Jornal da Manhã (Ponta Grossa/PR) - 28/08/2013

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

VIAPAR realiza oficina na Fundação Isis Bruder

A VIAPAR subsidia cerca de 800 alunos do Diário na Escola que tem a oportunidade de produzir atividades com o jornal semanalmente. Entre as instituições beneficiadas está a Fundação Isis Bruder, com as unidades Vó Tita e Champagnat.
“O jornal é muito legal, eu nunca tinha lido um. Tem coisas tão interessantes, mas o que eu mais gostei foi a foto bem grande na capa e as palavras cruzadas. Vai ser bom trabalhar com o jornal porque a gente faz a leitura, o que nos deixa mais inteligente!”, destaca o aluno da Fundação, Kian Matthew, de nove anos.
Neste mês, as crianças atendidas pela unidade Vó Tita receberam a Oficina de Trânsito da VIAPAR, na qual foi apresentada uma palestra sobre segurança no trânsito, vídeos relacionados ao assunto e distribuição de brindes.
As crianças ainda conheceram as cidades com o trânsito mais e menos seguro, Londres e Índia, respectivamente. As instruções sobre como o pedestre deve andar com segurança na calçada e os diferentes tipos de uso do cinto de segurança, também foram muito válidas.
A oficineira da VIAPAR, Bruna Santos, enfatiza que a experiência na Fundação Isis Bruder foi muito produtiva. “Os alunos foram participativos, e as crianças são nossos multiplicadores no trânsito,  por isso é importante trabalhar a conscientização desde já. Elas que vão cobrar as atitudes corretas do pai, mãe e avós. Além do mais, elas serão nossos condutores no futuro”.
No jornal é possível ver diferentes notícias sobre acidentes de trânsito. Depois do que foi ensinado na oficina da VIAPAR, as crianças terão conhecimento das infrações cometidas e vão compreender de melhor forma os textos publicados, podendo, inclusive, produzir atividades sobre as atitudes erradas no trânsito que levaram à ocorrência do acidente apresentado em alguma matéria.
“O jornal é extremamente válido no nosso dia-a-dia, proporciona às crianças uma nova cultura, algo que eles não tem acesso fora da Fundação. Aliar esse material à educação no trânsito é um despertar muito importante para nossos alunos”, conta a educadora, Marivalda Pereira de Souza.
A gestora da Fundação, Terezinha Naiverth Sezini, destaca que o objetivo da instituição é fazer com que a criança e o adolescente tenham ciência dos seus direitos e deveres. “A informação presente no jornal será decisiva na construção desse cidadão com um perfil mais crítico, não se deixando ser manipulado pela sociedade”.
A Fundação
Instituída em junho de 2001 a Fundação Isis Bruder atende mensalmente mais de 600 crianças, adolescentes, jovens e adultos, com projetos nas áreas de apoio socioeducativo, sociofamiliar, educação, esporte, inclusão digital, entre outros. Atualmente, cerca de 15 voluntários auxiliam no desenvolvimento das oficinas.
As unidades Vó Tita e a Champagnat atendem as faixas etárias de seis à 15 anos, já a unidade Renovo, além das oficinas com as crianças, oferece cursos de trabalhos manuais para adultos, em especial, para as mulheres que são moradoras do Conjunto Santa Felicidade.
A instituição também disponibiliza cursos para jovens que queiram ingressar no mercado de trabalho através do projeto Jovem Aprendiz.
Seja um parceiro da Fundação Isis Bruder e faça a diferença! Você pode ser um voluntário e atuar diretamente nas unidades, um contribuinte mensal para o desenvolvimento dos projetos, ou uma empresa parceira, assim sua contribuição irá melhorar o futuro das crianças e adolescentes da nossa cidade. Para maiores informações entre em contato pelo telefone (44) 3026-1517.
Fonte: Blog O Diário na Escola - Jornal O Diário do Norte de Maringá (http://blogs.odiario.com/odiarionaescola/2013/08/26/viapar-realiza-oficina-na-fundacao-isis-bruder/)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Jovens refletem sobre a existência de cotas


Professoras resgatam a história da chegada dos afrodescendentes no Brasil para ajudar os alunos a entenderem o sistema de vagas nas universidades brasileiras


Credito: Karina Barbosa

A política de cotas nas universidades do Brasil é um tema bastante presente na mídia. A publicação do artigo de opinião “Políticas de Cotas”, de Luís Fernando Sgarbossa do Conselho da Comunidade do Jornal da Manhã, levou a discussão para a turma do 5º ano ‘B’ da Escola Municipal São Jorge, em Ponta Grossa. A reflexão conduzida pelas professoras Meri Neide Galvão e Karina Martins Barbosa relacionou a criação de cotas para afrodescendentes com o contexto histórico de colonização do Brasil.
Depois de entender o objetivo das cotas, os alunos realizaram uma pesquisa para conhecer como foi a chegada dos africanos no país. Eles utilizaram como fontes textos históricos, obras de artes e mapas para localizar os principais países de partida desse povo. A atividade contemplou História, Geografia, Arte e Língua Portuguesa.
O Art. 1º da Declaração dos Direitos do homem e do Cidadão - “Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum” (disponível em www.direitoshumanos.usp.br), criada em 1793, também foi objeto de estudo. “Fizemos os alunos refletirem se o artigo foi cumprido aqui no Brasil ou não, surgindo questionamentos sobre a discriminação social e racial”, comentam as professoras.
Com as informações pesquisadas, os estudantes montaram cartazes para expor as principais contribuições dos afrodescendentes na formação cultural brasileira, como no vocabulário, na culinária, nas manifestações artísticas e religiosas.
De acordo com Meri e Karina, os estudantes conseguiram entender esse pedaço da história do Brasil e compreender o porquê da existência da política de cotas. O tema “cidadania” esteve presente em todos os momentos do trabalho. 
Alunos manifestam a sua opinião
Os alunos finalizaram o trabalho com a produção de textos sobre a política de cotas nas universidades e o papel dos afrodescendentes na construção social e econômica brasileira, procurando estabelecer uma relação entre as duas situações. Conheça a opinião da jovem Hayendra Demétrio Batista Ferreira a respeito do assunto:
“Eu estudei sobre política de cotas e achei justo deixarem vagas nas universidades para afrodescendentes, indígenas e alunos de escolas públicas. Os africanos foram muito importantes para a economia brasileira na época do Brasil Colônia, pois eles deixaram nosso país rico. Graças a eles, hoje temos comidas que adoramos; não só comida, como várias coisas. Hoje, nós sabemos que todo homem nasce com todos os direitos, mas que nem sempre foi assim no Brasil. Antes eles viviam escravos e eram vendidos como mercadoria, e agora a política de cotas está aí para cumprir e pagar esta dúvida com os afrodescendentes. As cotas ajudam a diminuir o que os africanos sofreram no Brasil”.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Professora incentiva a participação dos pais


Alunos fazem a leitura do JM com os familiares e conversam sobre os aspectos que mais chamam a atenção nos fatos. Atividade proporciona ricos debates na escola


Credito: Angelita Borgo
Jovens prestam atenção nos detalhes dos fatos noticiados
pelo jornal (Foto
: Angelita Borgo)
Na Escola Municipal Prof. Ana de Barros Holzmann (PR), os jovens do 5º ano ‘C’ estão sendo incentivados, através de atividades organizadas pela professora Angelita Borgo, a fazer a leitura do Jornal da Manhã com seus familiares. A primeira tarefa foi no dia 06 de agosto, quando a professora pediu que lessem uma notícia com os pais e anotassem tudo o que chamava a atenção no texto. As opiniões foram compartilhadas na turma através de um debate organizado em sala de aula.

As duas notícias mais lidas em casa foram: “Gripe causa morte de jovem atleta” e “Morte de criança comove população”. “Os alunos e familiares ficaram chocados com a morte de uma menina de apenas 14 anos por causa da gripe e também com o fato de uma criança ter morrido porque estava no banco de trás do carro sem o cinto de segurança. Os próprios pais chamaram a atenção dos filhos para o ocorrido e alguns alunos comentaram que pessoas responsáveis não deixam seus filhos andarem de carro sem a devida proteção”, conta Angelita.

Um episódio curioso, comentado pela professora, aconteceu na casa de um dos alunos. O garoto contou que leu o jornal na presença do pai, da mãe e do irmão de um ano. “Eu, brincando, perguntei o que chamou a atenção da criança. O menino disse que o bebê apontou para a imagem da Galinha Pintadinha, no caderno C. Foi muito divertido, pois até o pequenino encontrou o que o atraísse”, conta entusiasmada com os resultados.

Angelita percebeu que a maioria dos alunos havia, de fato, feito a leitura das notícias mencionadas porque souberam argumentar sobre os assuntos abordados.

Na turma do 5º ano ‘D’ a professora Céres França realizou uma atividade parecida. “Trabalhei a leitura e interpretação da capa, para a identificação das notícias nos cadernos. Depois, os alunos levaram o exemplar para casa, escolheram uma notícia, leram com os pais e fizeram um resumo da mesma”, comenta. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Professores de Marialva recebem capacitação do Diário na Escola

Na última quinta-feira (01/08) os professores dos 4º e 5º anos da rede municipal de educação de Marialva/PR participaram, na Casa da Cultura da cidade, do encontro pedagógico intitulado “Artigo de Opinião: um espaço de argumentação no jornal” promovido pelo Diário na Escola e ministrado pela professora doutouranda, Adélli Bazza.
Loiva Lopes, coordenadora do Programa ressaltou a importância de priorizar o estudo dos gêneros textuais veiculados no jornal e sua aplicabilidade em sala de aula. “Toda a programação desse ano foi pensada de forma a atendermos a demanda dos professores nessa área”. Sabemos que se trata de uma prática pedagógica nova, é de fundamental importância que eles recebam os subsídios que necessitam para realizar um bom trabalho.
“Os cursos oferecidos pelo Diário na Escola têm atendido as nossas aflições e nos dado caminhos para esclarecer dúvidas sobre as tipologias textuais. Inclusive, aponta as formas de abordar os assuntos em sala de aula de uma forma prazerosa, levando nossos alunos a reais condições de aprendizagem”, afirma a professora Andréia dos Santos Gallo.
A educadora, Amanda Regina Miranda Manha, conta que o encontro foi proveitoso para sanar as dúvidas sobre esse gênero textual que deve ser trabalhado em sala. “Me senti aliviada ao saber que posso ensinar conteúdos textuais de uma forma mais fácil, de acordo com a faixa etária de cada criança”.
Segundo Adélli, o trabalho com o artigo de opinião é muito interessante, pois ajuda os professores a desenvolver e aplicar a habilidade de diferenciar fatos de comentários. “A interação entre educadores de séries diferentes ajuda a perceber as dificuldades dos alunos em cada fase do aprendizado. Espero que essa percepção ajude a desenvolver o trabalho de forma direcionada à necessidade de cada turma”.
Depois de todo o conteúdo teórico ter sido apresentado, as participantes receberam o desafio de realizar atividades práticas sobre artigo de opinião: 1º – escolher um texto do jornal que motive o tema; 2º – definir a finalidade; 3º – sugerir questões que levem ao reconhecimento do gênero e 4º – elaborar uma proposta escrita. Assim, foi apresentado de forma prática a melhor forma para ser desenvolvido o trabalho com os alunos.
“O principal ponto do encontro foi o fechamento com a oficina, nos dando a chance de aprender estratégias de ensino para serem aplicadas em sala”, destaca a professora, Gislaine Regina Camargo.
Silvana Renata Crevelaro, que também é professora, conta que o encontro foi muito válido. “Aprendi vários passos que vão me ajudar a iniciar a produção com meus alunos. Além do mais, tudo o que foi apresentado vem acrescentar ao meu conhecimento, me ajudando a crescer profissionalmente. A ministrante Adélli, com uma ótima explicação, passou o conteúdo de maneira fácil e prática”.
Para Sandra Grudtner Garcia, assessora pedagógica de língua portuguesa de Marialva, a busca pela qualificação profissional está cada vez mais presente na vida dos professores. “Os cursos de extensão, palestras, oficinas e outros momentos de reflexão proporcionam ao educador, maior segurança em sua prática pedagógica. A oficina de texto desenvolvida pela professora Adélli Bazza foi de ótima qualidade e com certeza muito ajudará no trabalho dos nossos professores”.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Mural de trabalhos

A Escola Municipal São Francisco de Assis, de Sarandi, recebe o jornal toda semana para desenvolver trabalhos em sala de aula. Em uma das propostas, a professora Lourdes Cabral, solicitou aos alunos a leitura do impresso, a escolha de uma matéria e em seguida uma produção textual expressando a opinião sobre a notícia lida. A aluna do 5º ano B, Louise Shetfany Pardim, escreveu sobre a matéria que tinha como manchete “O gigante não pára de crescer”. Confira:



Fonte: Blog O Diário na Escola (http://blogs.odiario.com/odiarionaescola/2013/08/08/mural-de-trabalhos-47/)

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Crianças debatem sobre política e atos sociais


Credito: Marisa dos Santos FoppaCredito: Marisa dos Santos Foppa
Professora Beatriz auxilia grupo de alunos durante o debate
Durante o primeiro semestre de 2013, a turma do 5º ano ‘A’ da Escola Municipal Fioravante Slaviero acompanhou e discutiu as principais notícias publicadas pelo Jornal da Manhã. As leituras aconteceram em grupo, para haver interação entre os alunos, e foram mediadas pelas professoras Beatriz Chiconato e Marisa Gomes dos Santos Foppa. “Acreditamos que na família, na vida profissional e social é preciso saber se expressar, consultar, questionar, fazer planos, tomar decisões, estabelecer compromissos e compartilhar tarefas”, justifica Beatriz.

O maior interesse dos alunos foram pelas informações a respeito das manifestações que ocorreram no Brasil e em Ponta Grossa e sobre o caso da vereadora Ana Maria. As professoras organizaram seminários para discutir os dois assuntos com as crianças. “Iniciamos a nossa abordagem junto aos alunos explicando a função de cada estância do poder público para a melhoria da vida dos cidadãos”, conta Marisa. As palavras Ética e Moral foram levadas para a discussão para que os jovens entendessem o conceito e a presença de cada uma na sociedade e no seu cotidiano.

A Democracia também foi bastante discutida durante o seminário, quando os alunos concluíram que esta não é apenas a liberdade de ‘poder’, mas que é necessário haver ética por parte dos representantes do poder público, e compreenderam a importância do voto consciente durante a escolha dos candidatos.

“Todos os estudos apontam que é o aluno quem constroi seu conhecimento, para tanto, devemos ter uma atitude mediadora entre o objeto do conhecimento e o aluno, incitando-o a agir ativamente e analiticamente nesse processo de relações reais, no qual o objeto está inserido. Com isso, pretendemos com essa atividade a criação de situações que despertem o interesse do aluno para a ação”, afirma Beatriz.

Pais conversam sobre política
As professoras organizaram seminários para explicar às crianças as funções do poder público, motivadas não somente pelas notícias em destaque na mídia, mas também pela opinião dos familiares a respeito. “Os alunos revelaram que, em casa, os pais também estavam conversando sobre essas questões polêmicas e que os mesmos comentaram que alguns políticos, em nossa cidade, apresentaram uma conduta muito negativa e que, por ainda não existir punição, a grande maioria desses políticos insiste em acreditar na impunidade dos seus atos”, comenta Marisa. Esse tipo de conversa é importante para que os jovens compreendam qual o seu papel de cidadão, afinal, alguns deles poderão ocupar cargos políticos futuramente. 
Fonte: Jornal da Manhã (PR) 31/07/2013

Alunos refletem sobre carências em sua vila



As professoras Rosangela Vitorino e Laureci Trzaskos de Souza, da Escola Municipal Felício Francisquiny, aproveitaram as notícias publicadas no Jornal da Manhã para conversar com os alunos do 5º ano sobre os problemas enfrentados pelos municípios dos Campos Gerais. Matérias sobre precariedade na saúde, violência e transporte público foram relacionadas com os protestos ocorridos recentemente em todo o Brasil e com as carências que existem nas vilas onde as crianças moram. Todos manifestaram suas opiniões em depoimentos, textos e paródias.

Com a notícia “Violência bate recorde nas cidades da região”, publicada dia 06 de junho, foi trabalhado a interpretação de mapas, com a identificação de Estados e capitais e dos pontos onde acontecem as principais violências na região. No dia 20, os jovens conheceram o fato: “Marcelo anuncia reforço de médicos para a saúde básica”, o que os fez questionarem sobre a inutilidade de um posto de saúde localizado no Jardim Planalto, fechado há mais de cinco anos. Por fim, a partir da notícia “Justiça considera abusiva greve no transporte de PG”, do dia 27, as professoras ajudaram os estudantes a elencarem as carências existentes nos bairros em que moram, ouvindo, inclusive, a opinião dos familiares.

Com os dados coletados, foram elaborados gráficos e tabelas e produzidos textos com o tema: Por que minha vila merece um posto de saúde?

“Consideramos os resultados surpreendentes, pois conseguimos despertar o interesse dos alunos pelos assuntos”, afirmam as professoras. As pesquisas e discussões realizadas irão compor um jornal escolar que está em fase de produção. 

Estudantes opinam sobre governos
Na Escola Municipal Idália Góes, a professora do 5º ano ‘A’, Isabelly Zamiliam Nascimento, utilizou a manchete do dia 04 de julho do JM: “Pesquisa dá 67% de aprovação para Beto e 57% para Marcelo”, para desenvolver a interpretação e o raciocínio critico dos alunos. Os jovens ouviram a opinião de seus pais a respeito do assunto e, com as respostas, construíram gráficos similares ao da pesquisa divulgada. “As crianças demonstraram bastante interesse pela atividade, resultando em uma discussão construtiva”, afirma Isabelly.

Jovem reclama da ausência de posto de saúde no bairro
O aluno do 5º ano da EMEF Felício Francisquiny, o jovem João, conta que mora no Jardim Planalto já faz muito tempo e que gosta muito de lá, porém, a vila está carente de muitas coisas, inclusive de um posto de saúde. “Na nossa vila moram muitas pessoas idosas e crianças, e sempre que precisam de médico, tem que ir procurar em outra vila e sair muito cedo de casa. Mas algumas pessoas não têm condições e nem meio de transporte para sair daqui. Por isso, eu acho que nossa vila precisa de um posto de saúde urgentemente, para assim poder atender a nossa população com dignidade”, pede o jovem.

Fonte: Jornal da Manhã (PR) 01/08/2013

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Jornal auxilia na montagem de fábulas

A partir de recorte de letras e gravuras, alunos da Escola
Estadual Erico Veríssimo, de Erechim, confeccionam nome
e a moral da história


Durante o mês de junho, os estudantes da turma 52, da Escola Estadual de Ensino Médio Érico Veríssimo, de Erechim, conduzidos pela professora Viviane Paula Bissolotti Malacarne, trabalharam e exploraram o gênero textual fábulas. Num primeiro momento a professora conceituou fábula como uma narrativa alegórica em forma de prosa ou verso, onde os personagens são, geralmente, animais com características humanas, e sustentam um 
diálogo, cujo desenlace reflete uma lição de moral.

No decorrer das atividades, os estudantes tiveram contato com várias fábulas. Através da leitura e com auxílio de exemplares de edições do Jornal Diário da Manhã, que é parceiro da escola, eles foram desafiados a constituir, a partir do recorte de letras e gravuras, a montagem do nome da fábula e a moral da história.

De acordo com a professora, os alunos envolveram-se com grande participação e entusiasmo.





Jornalista Por Um Dia
Concurso recebe inscrições a partir de agosto
O Concurso Jornalista Por Um Dia, que nesta edição tem como tema ‘Trânsito – Educando para um futuro mais seguro’, recebe inscrições a  partir de 1º de agosto e até o dia 13 de setembro. Poderão participar do  concurso estudantes da Educação Infantil até o Ensino Médio de  escolas de Erechim e demais municípios da região Alto Uruguai. 

O certame é dividido em quatro categorias: I – Educação Infantil – Desenho, II – 1º a 3º anos – Frase, III – 4º ano a 8ª série – Produção Textual e IV – Ensino Médio – Crônica. Os trabalhos deverão ser inscritos na sede do Jornal Diário da Manhã de Erechim, na Rua 
Clementina Rossi, 56 (próximo ao Fórum da Comarca de Erechim). Os selecionados de cada categoria terão seus trabalhos publicados com destaque no Jornal Diário da Manhã e participarão da rotina diária dos profissionais, sendo jornalistas por um dia no período de 
7 a 10 de outubro de 2013.

Fonte: http://www.diariodamanha.com/noticias.asp?a=view&id=53397
13/07/2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

Escolas de Vitória da Conquista realizam atividades com o jornal

estudantes de Vitória da Conquista


Parceiras do A TARDE Educação, as escolas de Vitória da Conquista/BA estão desenvolvendo inúmeras atividades com o jornal  A TARDE em sala de aula. Projetos que abordam  família,contos, tirinhas e inclusão social foram algumas das atividades nas aulas no ano passado e que continuam sendo desenvolvidas nesse ano.

No município, a 527 km de Salvador, o Programa A TARDE Educação é  executado em três etapas desde o ano de 2011. Na primeira etapa, denominada “Onde procurar?”, os professores entregam o jornal para que os alunos possam pegá-lo e observar os assuntos, identificando qual tem o maior destaque. Os  estudantes pesquisam informações sobre campeonatos, filmes, final de semana, notícias sobre Vitória da Conquista, cultura, entre outros. 

Na segunda etapa, são apresentados três tipos de textos: notícia, carta do leitor e reportagem. Em seguida, os alunos realizam a  leitura dos mesmos e identificam as diferenças entre os textos. Já na terceira etapa, é proposta a leitura de outras reportagens que os alunos têm maior interesse. 

alunos com jornal
Estudantes da Escola Municipal Aguiar estão montando o jornal mural

Para Rosemary Sampaio, professora da Escola Municipal Padre Aguiar, o jornal possui uma linguagem formal e os alunos, por não terem um contato direto com ele, acabaram não demonstrando tanto interesse no primeiro momento. “No começo os estudantes não tinham tanta aproximação com o jornal, mas, depois de explicar como é feita a produção do jornal e tê-lo apresentado concretamente para a turma, eles se mostraram interessados”, disse Sampaio.

O jornal é um portador de diferentes gêneros. Sampaio explica aos alunos os tipos de gêneros como: opinativo, editorial, carta do leitor, etc. A questão dos gêneros é trabalhada com os alunos do ciclo II, que são séries mais avançadas. Os alunos da Educação Infantil e da Alfabetização trabalham com o jornal avaliando outros aspectos. “Trabalhei com notícias, reportagens, dicas culturais, classificados, mostrei os vários cadernos e utilizei as notícias para fazer um trabalho de conscientização sobre alguns assuntos da realidade”, argumenta Sampaio.

O Programa conseguiu aumentar o interesse dos pais e alguns começaram a pedir o jornal para ser utilizado em casa. Toda a comunidade escolar foi contagiada pelo gosto de ler jornal. Até o porteiro teve interesse em começar a ler e hoje, quando o jornal chega na escola, ele é o primeiro a pegá-lo. Os outros professores também começaram a trabalhar com o jornal nas aulas.

A importância maior do Programa é a aprendizagem dos alunos, porém nas escolas de Vitória da Conquista não foram só os alunos que aprenderam os professores e a comunidade também

Fonte: A Tarde Educação/Cátia Lima

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Jornal na Sala de Aula promove oficina


Cerca de 40 professores do Ensino Fundamental e Médio das redes pública e particular se reuniram na manhã do sábado no campus 1 da Feevale para mais uma oficina do Jornal na Sala de Aula.

Durante o encontro, a palestrante e professora Micheline Kruger Neumann, da Escola de Aplicação da Feevale, apresentou alternativas pedagógicas criativas que aliam o uso do jornal e fatos cotidianos ao estudo das Ciências Cívicas, Químicas e Biológicas. "O objetivo deste encontro é estimular os docentes a criarem propostas inovadoras que aliem diferentes áreas do conhecimento aos fatos que lemos do jornal".

Entre os exemplos, a matéria sobre a dengue no município, usada para falar sobre cuidados e localização dos bairros de Novo Hamburgo.

Fonte: Jornal na Sala de Aula/ Jornal NH, VS, DC e JG

quarta-feira, 10 de julho de 2013

As tiras da Mafalda: conteúdos de Geografia em quadrinhos




O colega Gabriel, do Blog de Geografia, tem trabalhado em sala com as tirinhas da Mafalda. Compartilhamos abaixo o post dele sobre o tema. 

As tiras da Mafalda: conteúdos de Geografia em quadrinhos
A área de Geografia do CEPAE  - Centro de Ensino  e Pesquisa Aplicada à Educação, está disponibilizando As tiras da Mafalda: conteúdos de Geografia na linguagem de quadrinhos, a toda comunidade estudantil e também aos professores de Geografia das várias escolas e também a professores de outras disciplinas. 
Você pode salvar o trabalho em pdf no seu computador através dos links abaixo:

Tiras da Mafalda parte 1
Tiras da Mafalda parte 2
Tiras da Mafalda parte 3
Tiras da Mafalda parte 4
Tiras da Mafalda parte 5
Tiras da Mafalda parte 6
Tiras da Mafalda parte 7

"As tiras de quadrinhos do livro Toda Mafalda, foram digitalizadas e também agrupadas de acordo com diversas temáticas geográficas, como: astronomia, cartografia, globalização, geopolítica, ambiente, lugar, população, cidade, migração, paisagem, território, economia, dentre outros".

terça-feira, 9 de julho de 2013

Alunos opinam sobre administração pública


Credito: Maiara Serenato
Os jovens fizeram desenhos e poemas mostrando também os aspectos positivos do Brasil
Na Escola Municipal Frei Elias Zulian, a professora Maiara Serenato levantou uma discussão a respeito dos protestos realizados na Câmara Municipal de Ponta Grossa/PR contra o arquivamento do caso da vereadora Ana Maria (*). 

As matérias “Pressão popular derruba pedido de arquivamento” e “Ato exige cassação de Ana Maria”, publicadas dia 25 de junho no Jornal da Manhã, motivaram a conversa. 

“Expliquei para a turma que o dinheiro arrecadado nos impostos vai para as escolas, para a saúde, para o esporte, entre outros fins. Então, formei grupos e pedi que discutissem sobre os aspectos negativos presentes na administração pública no Brasil”, explica Maiara. As opiniões dos grupos foram colocadas em cartazes que estão expostos na escola.

“Percebi que os alunos ampliaram seus conhecimentos em relação à atuação dos políticos no Brasil. Muitos acreditam que os governantes não administram bem o nosso dinheiro, pois muitas pessoas não têm acesso a hospitais de qualidade e não há investimento em educação”, coloca.

(*) A vereadora Ana Maria foi protagonista do escândalo que ficou conhecido como falso sequestro.

Trabalho valoriza o gênero textual charge

A professora Nelci Aparecida Ruth realizou um trabalho de análise de imagens com a turma do 5º ano ‘A’ da Escola Municipal Frei Elias Zulian (PR). 

Inicialmente, todos observaram as fotografias que estavam na edição de 25 de junho do Jornal da Manhã, de Ponta Grossa/PR. Em seguida, a atenção voltou-se para a charge publicada no “Espaço Público”. 

Os jovens opinaram sobre o assunto retratado na ilustração de humor e produziram as suas charges. As criações estão expostas em mural, na sala de aula.

Fonte: Jornal da Manhã/ Projeto Cultural Vamos Ler 09/07/2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Jovens de Paraty fazem cobertura jornalística da Flip 2013


A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) só começa na quarta-feira, dia 3, mas as ruas da cidade já foram tomadas por cerca de 50 estudantes que fazem a cobertura jornalística da festa. Eles integram a FlipZona, braço educativo da Flip voltado ao público adolescente e que neste ano recebe, pela segunda vez, a parceria do Estado.
Jovens de Paraty participam de oficina de produção de textos e de materiais audiovisuais
O repórter Paulo Saldaña, do caderno Metrópole (Estado de S. Paulo), acompanha os participantes da pauta à edição dos textos. Os próprios estudantes, todos moradores da Paraty, correm atrás das notícias, descobrem os bastidores da preparação do evento, histórias e personagens da cidade, que fica no litoral do Rio, próximo ao limite com São Paulo.
Além de ser um trabalho educativo para quem participa, a ideia é proporcionar aos leitores uma visão privilegiada: de quem vive na cidade. Depois de percorrerem as famosas ruas de pedras de Paraty, os jovens repórteres voltam à redação da Central FlipZona: um casarão no Centro Histórico, pertinho da Igreja de Santa Rita, cartão-postal de cidade.
As reportagens da equipe, com textos, fotos e vídeos, já começaram a ser publicadas no blog flipzona.org.br. A cobertura segue até domingo, último dia da festa. Pelas redes sociais do Estadão.edu também será possível ver alguns dos destaques da cobertura.
Coordenada pelo educador Daniel Ferenczi, que trabalha com os jovens ao longo de todo ano, a FlipZona chega em 2013 ao 5.º ano de atividades. O projeto é tocada pela Casa Azul, ONG responsável pela festa de Paraty, e integra o Núcleo de Educação e Cultura (NEC). A Flipinha, direcionada para as crianças, também é realizado pelo NEC.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Transporte público é pautado em sala de aula



A professora da Escola Municipal Vereador Orival Carneiro Martins, Gislaine Lieber, utilizou as matérias sobre o problema no transporte público em Ponta Grossa - publicadas pelo Jornal da Manhã nos dias 26, 27 e 28 de junho - para auxiliar os alunos do 5º ano ‘B’ a compreenderem as reivindicações dos trabalhadores da Viação Campos gerais (VCG). Ela também aproveitou os valores apresentados nas notícias para realizar cálculos de porcentagem a partir do salário atual dos empregados.

Gislaine comenta que os jovens se sentiram motivados ao empregar a matemática em situações reais. “Todos se apropriaram com mais facilidade do conteúdo disciplinar e ficaram satisfeitos em descobrir de quanto seria (em Real) o valor solicitado pelos motoristas e cobradores e quantos ônibus estariam disponíveis nos horários de pico em seus bairros”, revela.

“A utilização do jornal em sala de aula possibilitou-me integrar as disciplinas de forma espontânea e prazerosa. O cálculo da porcentagem, um conteúdo muitas vezes desinteressante e complicado para os alunos, transformou-se em uma atividade atraente e divertida”, incentiva Gislaine.

O assunto também foi discutido em família, já que a maioria dos pais utiliza este tipo de transporte e, para a professora, discutir temas de utilidade pública promove a valorização e a participação da família na educação.

PIRÂMIDE ALIMENTAR
Jovens aprendem o valor nutricional dos alimentos
A matéria “Estudantes analisam o valor da cesta básica”, publicada dia 28 de junho nesta página, foi discutida na turma do 5º ano ‘D’ da Escola Municipal Vereador Orival Carneiro Martins. A professora Gisele de Fátima Ott Ranzani aproveitou o assunto para falar sobre a necessidade de balancear os alimentos da Pirâmide Alimentar. “Analisamos a importância dos alimentos para o organismo e, com base na pirâmide, percebemos que muitos não são consumidos devido ao seu custo elevado”, revela Gisele. Ela pediu que as crianças registrassem os alimentos que consomem e construíssem as suas pirâmides, utilizando os anúncios dos supermercados.
Com isso, todos concluíram que é necessário aproveitar os alimentos ricos em nutrientes e diminuir o consumo dos que não trazem benefícios ao organismo, evitando gastos desnecessários nas compras.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Crianças discutem uso de tablets na educação

Credito: Joice Sedovski
Alunos refletem sobre internet e celulares a partir de matérias do JM/ Credito: Joice Sedovski
A notícia “Tablets em sala de aula melhoram aprendizado”, publicada dia 26 de junho pelo Jornal da Manhã, foi alvo de muitos questionamentos na turma do 5º ano da Escola Municipal Professora Judith Macedo Silveira. Coube à professora Joice Sedovski explicar aos alunos o que era o Programa Sala de Aula Conectada (www.gestaoescolar.diaadia.pr.gov.br) e conversar sobre a presença da tecnologia na sociedade e também na educação.

“Nós, professores, devemos estar preparados para responder a este tipo de questionamento, pois, ultimamente, ouve-se muito falar sobre a importância de se utilizar recursos tecnológicos escola, já que fora dela os alunos estão utilizando a internet, os jogos, as redes sociais. Percebemos que as crianças já estão habituadas a uma sociedade em que a tecnologia está presente”, coloca Joice.

O movimento “Dia sem Celular” – manifesto que convoca a população a aderir à Lei do Silêncio, por um dia todo, sem o uso de celular -, complementou as discussões da turma. Joice conta que todos alegaram que o celular é indispensável, mais do que qualquer outro aparelho eletrônico. “Consideram que é difícil ficar sem ele, mesmo um dia só, e que apesar de tantas reclamações da ineficiência das operadoras, o uso do aparelho é de extrema importância para muitos”, conta.

Para auxiliar nas discussões, todos foram à sala de informática da escola pesquisar mais a respeito dos dois assuntos e, assim, conseguir formar melhor a sua opinião.

Alunos fazem cartuns sobre mau tempo em Ponta Grossa


A professora do 5º ano ‘A’ da Escola Municipal Professora Zair Santos Nascimento, Priscilla Samoroski, desenvolveu uma atividade diferenciada para explicar os gêneros textuais charge, cartum e história em quadrinhos, estimulando que os alunos debatessem e representassem o que estavam entendendo sobre as notícias a respeito da chuva incessante - das últimas semanas - nos Campos Gerais, e que estão afetando diretamente os agricultores de toda a região.

O tema surgiu com a matéria “Chuvas trazem perdas à agricultura”, publicada dia 27 de junho no Jornal da Manhã. “Fizemos a leitura da notícia e, em grupos, os alunos discutiram sobre os problemas e as possíveis soluções para amenizar esses transtornos causados pela chuva. Depois, conversamos sobre os personagens da notícia, o que aconteceu, onde aconteceu, sobre o assunto relatado, e cada grupo criou o seu cartum, baseado no fato”, explica Priscilla.


Através de desenhos, as crianças procuraram mostrar transtornos que a chuva vem trazendo para a população, como as enchentes, os buracos surgidos nas ruas, a destruição de pontes e estradas.


A professora comenta que os alunos mostraram bastante interesse em desenvolver essa atividade, pois as notícia revelava um episódio atual tanto na cidade de Ponta Grossa quanto nas cidades vizinhas, e está em todos os noticiários.
O trabalho também contribuiu para a interpretação textual e no reconhecimento das linguagens verbal e não verbal. 


Fonte: http://jmnews.com.br/noticias/vamos%20ler/21,35488,04,07,alunos-fazem-cartuns-sobre-mau-tempo-em-ponta-grossa.shtml 04/07/2013 Talita Moretto

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Crianças debatem os manifestos populares


Credito: Patrícia dos Santos BobekCredito: Patrícia dos Santos Bobek
Em sala de aula, jovens escrevem sobre as notícias de sua cidade
Há pouco mais de um mês participando do programa “Vamos Ler”, as turmas do 5º ano da Escola Municipal Prefeito Amadeu Puppi tiveram a oportunidade de entender os motivos dos manifestos populares em conversa articulada pelas professoras Patrícia dos Santos Bobek e Fabíola Ferraz Emílio Stadler, a partir das notícias publicadas no Jornal da Manhã no mês de junho.

As professoras escolheram as matérias que abordavam as manifestações na cidade de Ponta Grossa para dialogar com as crianças e saber o que elas entendiam sobre a mobilização e qual opinião tinha a respeito. 
Esta foi uma estratégia para despertar o interesse pela leitura de jornal, desenvolver o senso crítico dos estudantes e ajudá-los a observar as ideias principais de uma matéria jornalística.

Depois da conversa, as professoras estimularam que os jovens também escrevessem sobre outros assuntos que estavam na mídia, de acordo com o interesse de cada um. A redução da tarifa de ônibus, saúde, manifestações e a Copa das Confederações foram os temas privilegiados pelos estudantes.
De acordo com as professoras, “todos estavam entusiasmadas em escrever sobre a sua opinião sobre as notícias do jornal”.