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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A motivação da leitura


Os alunos criaram a própria concepção do mundo através da história contada pela autora Ingrid Bellinghausen

Por meio de histórias infantis a criança é conduzida a experimentar situações reais no imaginário por meio da fantasia. A leitura é um recurso que trabalha de dentro para fora, do simples para o complexo, onde a criança irá fazer escolhas e se informar sobre o mundo que a cerca.

Diante disso, os alunos tiveram a oportunidade de participar da 26ª Feira do livro de Passo Fundo. No dia da visita ouvimos e conversamos com a autora Ingrid Bellinghausen (autora de vários livros entre a Coleção O Mundinho).

Assim, trabalhou-se a história “O mundinho sem Bullyng”, em que trata do respeito às pessoas e as diferenças sejam elas quais forem a final cada um é especial do seu jeito. A partir disso, os alunos do 2º ano da escola trabalharam sobre a regência da professora da Escola de Ensino Fundamental Anna Willig, Haline Dal Alba.

“As crianças deveriam separar as coisas boas e aquelas que deixam o mundo triste. Depois descartam as coisas tristes e deixaram no Mundinho apenas as coisas que o deixa feliz... E cada aluno deixou sua marca no Mundinho comprometendo-se a fazer a sua parte para deixá-lo ainda mais feliz. É importante destacar que o professor tem o papel de criar situações ocasiões e lugares onde à criança possa ampliar e adquirir novas experiências pessoais e enriquecê-las por meio da leitura”, explicou Dal Alba.

Fonte: Diário da Manhã/ DM na Sala de Aula 29/11/2012

A presença da política

Um trabalho realizado em época de eleições despertou o gosto dos estudantes pelo assunto, um modo de pensar em sociedade


A turma do 3º ano do Ensino Fundamental da escola Circulo operário de Passo Fundo/RS trabalhou diferentes materiais publicados pelo Jornal Diário da Manhã durante a época de campanha eleitoral e eleições. Como resultado, a professora Simone Costa conseguiu familiarizar a importância da política em sala de aula.

O jornal em sala de aula auxilia a construir um espaço que muitas vezes a criança não possui em casa como: concretizar o ato de ler diariamente; estimular o desejo de ler e escrever; e enriquece com diferentes assuntos o dia a dia, além de desenvolver um ambiente alfabetizador.

“Em época de eleições, trabalhamos diferentes matérias publicadas no jornal Diário da Manhã. Propus à sala do terceiro ano do ensino fundamental que pensassem e registrassem o que fariam se eles fossem o diretor da escola. Posteriormente, pedi que expressassem o que fariam se eles fossem prefeito da cidade onde moram. Os resultados foram surpreendentes em relação a diversos fatores relacionados à escola e à cidade”, relatou a professora Simone.

Posteriormente, foi realizada uma eleição em sala de aula e as propostas dos candidatos saíram em um jornal, confeccionado pela própria turma. O trabalho com imagens (fotos) de jornal, em um primeiro momento, estimula o imaginário da criança e a faz realizar a leitura das imagens, para depois, explorar a leitura do todo.

Para a educadora, a diversidade de imagens no jornal incentiva as crianças a procurar e descobrir diferente ideias e interpretar, bem como, oportuniza comparar e contrastar, examinar a causa e efeito.

Fonte: Diário da Manhã / Programa DM na Sala de Aula 29/11/2012


Os valores contidos nas reportagens


Professora utiliza reportagem policial para trabalhar os valores 
morais e orientar as crianças com relação ao respeito ao outro
Cedida

Estudantes leem o jornalGAZETA DO OESTE durante atividade pedagógica
O jornal não serve apenas para leitura. Ele é também uma 
ferramenta útil para a conscientização e a educação da 
criança, do jovem e do leitor em geral.

A professora Francisca Maura do Nascimento, da Escola 

Municipal Professor Antônio da Graça Machado, em 
Mossoró, decidiu utilizar o jornal para trabalhar nas 
disciplinas de língua portuguesa e ensino religioso o 
tema valores, com os seus alunos do 3º ano.
A escola faz parte do programa Ler para Saber Mais, 

desenvolvido pelo jornal GAZETA DO OESTE.

Tomando como base a matéria "Traficantes são presos e 

polícia apreende cocaína, maconha e crack em Natal", 
publicada no jornal GAZETA DO OESTE, no dia 1º de 
novembro, a professora desenvolveu a atividade 
"Trabalhando valores", que teve como objetivos 
promover a discussão e identificar valores humanos 
no cotidiano e aprender a ler notícia e formar opiniões.

Para que os alunos pudessem participar da discussão, a 

professora Francisca Maura seguiu os seguintes passos: 
escolha de um trecho do jornal que identificasse uma 
ação que pudesse possibilitar a reflexão sobre o amor 
ao outro; em seguida, reproduziu para todos o trecho 
escolhido.

Para praticar a leitura dos alunos, pediu que eles lessem 

individualmente em silêncio, depois lessem em voz alta. 
Em seguida, ela fez algumas perguntas para que os 
estudantes identificassem título, data de publicação, 
local onde aconteceu etc.

Anteriormente, a professora já tinha elaborado 

algumas perguntas para que eles respondessem 
coletivamente, fazendo ligação com o conteúdo a 
ser trabalhado sobre respeitar o outro 
(para que eles compreendessem que 
não deviam mexer nas coisas dos colegas).

A atividade foi ficando mais complexa. Depois que 

eles responderam às perguntas, a professora Francisca 
Maura propôs a criação de uma frase de efeito sobre 
o trecho do jornal.

Aos poucos, a partir de questões gerais sobre o trecho 

lido, como: "Por que as pessoas, em especial os jovens, 
consomem drogas?", "Quais as consequências para quem 
vende drogas?", "O que fazer para não se envolver com 
crime?", as crianças foram percebendo que valores 
devem ser cultivados todos os dias.

Para finalizar a atividade, a professora montou um 

caça-palavras para as crianças pesquisarem algumas 
palavras relacionadas a valores morais e reproduziu a 
música "Natal todo dia", da banda Roupa Nova, para 
todos cantarem.

De acordo com a professora, a turma gostou muito da 

atividade desenvolvida. "Houve uma boa participação 
e interesse na aula, além da sensibilização para conviver 
em grupo com harmonia", 
disse.


Atividade feita com base na reportagem ao lado

-  Porque as pessoas, em especial os jovens, consomem 

Drogas?
-  Você sabe o mal que as drogas fazem ao nosso 

organismo?
-  No texto acima, a policia descobriu um esquema de tráfico, 

quais são as consequências para as pessoas que vendem droga? 
Isso é certo ou errado?
-  Os traficantes da reportagem são pessoas jovens? O que 

pode levar uma pessoa a entrar no crime? 
Será que elas sabem que isso é errado?
-  Você já ouviu falar em boca de fumo? Noiado?
-  O que podemos fazer para não se envolver com drogas?
-  Existe forma de ajudar a polícia a enfrentar o tráfico de 

drogas?

Fonte: Gazeta do Oeste 27/11/2012

5ª Mostra Cultural Vamos Ler acontece amanhã, dia 30 de novembro, no Teatro Pax, em Ponta Grossa/PR


A 5ª Mostra Cultural Vamos Ler acontece amanhã, dia 30 de novembro, no Teatro Pax, em Ponta Grossa-PR. Será um grande prazer para todos nós (equipe Vamos Ler/JM, alunos e professores das escolas participantes) ter a sua presença.  


Por motivos pessoais, o educador e palestrante Geraldo Peçanha não poderá estar presente, mas já providenciamos uma bela atração para fazer a abertura do evento. Confira a programação:


 Fonte: Projeto Cultural Vamos Ler

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Dica de livros para dowload



Dica de livros para download: EDUCAÇÃO E CULTURA MIDIÁTICA - Volumes 1 e 2, organizados por Lucila Pesce e Maria Olívia de Matos Oliveira. A obra foi publicada pela EDUNEB, em formato de e-book. 
Acesse em:  http://eduneb.uneb.br/download-2/

Reportagem com a menina do Diário de Classe ganha concurso de jornalismo da CNN

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Isadora Faber foi personagem da reportagem vencedora
do concurso CNN 2012 (Imagem: Reprodução)

Isadora Faber, a garota de 13 anos que criou uma página no Facebook para denunciar os problemas da escola onde estuda, não era conhecida quando a 8ª edição do Concurso Universitário de Jornalismo da CNN divulgou o tema deste ano: "Pessoas que fazem a diferença no Brasil". A história da menina, que não demorou a ganhar espaço na imprensa, foi tema da reportagem do estudante Thales Trench, da Universidade Federal de Santa Catarina, que ganhou o prêmio.

Em conversa com o Comunique-se, o estudante do terceiro semestre conta que a pauta quase caiu. "Queria contar uma história que ninguém conhecesse". Incentivado pelo professor Antonio Brasil, Trench insistiu na reportagem mesmo ao ver que diversos veículos já tinham abordado o assunto. O desafio era encontrar um recorte novo, o que o deixou pelo menos um mês trabalhando com o tema.

Foram pelo menos quatro viagens até a cidade em que Isadora mora. Acompanhado de colegas da universidade, o estudante conta que a maior dificuldade foi entrevistar a personagem. "O material passou por várias edições e temos mais imagens com a mãe porque a Isadora é bastante tímida".

Para quem quer participar do concurso no próximo ano, a dica de Trench é ser persistente. "É preciso pensar nos mínimos detalhes e gravar até ficar bom", explica. Outra dica é assistir as reportagens que já ganharam o prêmio e buscar algo diferente.
finalistas
Da esquerda para a direita: Paulo Pacheco, Thales Trench, 
professor Luiz Sonda e Fernando Humberto
O segundo colocado foi Paulo Pacheco, da Faculdade Cásper Líbero, com a matéria sobre a ONG Teto. O terceiro lugar foi ocupado pelo estudante Fernando Humberto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com a reportagem sobre Rogério, um ex-usuário de drogas que ajuda a mudar a vida dos moradores do Complexo de Manguinhos.
A banca que examinou o material é formada pela equipe de jurados formada por Carlos Nascimento, Mônica Waldvogel, Fabiana Scaranzi, Celso Freitas e uma equipe da CNN internacional, além de Shasta Darlington, correspondente internacional da CNN no Brasil.


Veja a matéria no YouTube:
Fonte: Comunique-se

Palestra encerra atividades com chave de ouro


Esta foi a afirmação mais ouvida entre os participantes do último encontro, deste ano, do Programa Educacional O Diário na Escola. Mais de 200 profissionais da área da educação estiveram presentes na palestra intitulada “O jornal na Prova Brasil” ministrada, na última quinta-feira, pelo Prof. Dr. Renilson José Menegassi.
O encontro teve como objetivo capacitar os professores, principalmente os que vão trabalhar com os quintos anos em 2013, a encontrarem no jornal impresso textos que possam ser utilizados de forma preparatória para a Prova Brasil – avaliação realizada a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Os profissionais estiveram atentos às dicas apresentadas, que vão ajuda-los não só a preparar os alunos para um bom desempenho na Prova Brasil, mas também a melhorar o método de leitura e interpretação dos textos.
Menegassi destacou que o impresso além de ser um excelente veículo de comunicação é uma fonte riquíssima de trabalho, “o jornal é um recibo de cidadania, proporciona não só o acesso a informação, mas ao conhecimento, o que proporciona o crescimento da sociedade.”
No impresso é possível encontrar todos os gêneros que são exigidos a serem trabalhos pelo Ministério da Educação (MEC).
Profissionais da educação de Maringá e também da região estiveram presentes no encontro
Na realização da Prova Brasil, para ter um bom resultado, o aluno precisa voltar ao texto para conseguir responder as questões. Praticar esse método na sala de aula foi uma das sugestões do palestrante, que inclusive demonstrou diversos exemplos de como fazer isso na prática.
“O encontro de hoje foi maravilhoso, o Renilson abriu a palestra já deixando claro como o jornal pode ser utilizado na sala de aula e a riqueza de conteúdos que esse material tem”, afirma a assessora pedagógica de Língua Portuguesa da Secretaria de Educação de Maringá, Raquel Lipe de Oliveira Marchioli.
Renilson avalia que o resultado do encontro pedagógica foi mais que positivo, “não só fechou o ciclo de atividades do ano do projeto, como também lançou aos docentes novas luzes, diria até indagações e inquietações, sobre o ensino de leitura em sala de aula, levando ao desenvolvimento de leitores críticos, consequentemente, cidadãos muito mais íntegros e éticos, para uma sociedade mais justa. Dessa forma, a experiência permite a mim e aos professores repensarmos nossas práticas, deixando a todos com vontade de aprender mais.”
Durante todo o ano de 2012 o Diário na Escola realizou encontros pedagógicos e cursos de capacitação aos profissionais da educação e oficinas didáticas aos alunos, foram atendidas aproximadamente 10 mil crianças e adolescentes, em Maringá e 19 municípios da região.
O coordenador do Programa, Ricardo Augusto Pastoreli, destaca o sucesso de mais um ano de muito trabalho. “Encerramos mais uma etapa do Diário na Escola com a certeza de que todas as ações planejadas foram cumpridas com êxito. Nossa intenção é fazer com que os alunos e os professores utilizem os textos jornalísticos como instrumentos essenciais para as práticas de leitura, escrita e análise linguística, com foco na cidadania.”
A assessora, Raquel Marchioli, ainda agradece à toda equipe do Programa pela excelente parceria, “o trabalho com o Diário este ano teve grande avanço nas escolas, o Ricardo se preocupou em preparar encontros e capacitações que visaram atender exclusivamente as necessidades dos professores da rede municipal de Maringá.”
“Fiquei muito impressionado com a lisura de toda a condução e a seriedade com que o trabalho é conduzido, apresentado e levado até às escolas”, afirma Menegassi.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Students and the News: An Update




Usar jornal na sala de aula pode parecer uma ideia antiga, mas ela pode tomar novos rumos dependendo da criatividade dos projetos. Veja abaixo, alguns exemplos de países que estão fazendo a diferença com o uso de jornais, citados pela Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA) que, no ano passado, concedeu ao Brasil o primeiro e o segundo lugares para os melhores programas de jornal e educação do mundo, para os programas Ler e Pensar (Gazeta do Povo/PR) e A Gazeta na Sala de Aula (A Gazeta/ES). O texto está em inglês, como divulgado originalmente!

Using newspapers in class is an old idea that’s getting a new shine around the world in programmes assisted by the World Association of Newspapers and News Publishers (WAN-IFRA), which is promoting news literacy and helping students better understand how news is made and why. 

Here are some of the most recent actions:

Botswana – Forty Botswana teachers worked with WAN-IFRA trainers from South Africa to learn the basics of using newspapers in class, as Botswana this month became the latest African country to introduce News in Education (NIE), an international programme to increase children’s academic skills by using the newspaper as a teaching tool for all kinds of subjects. Participants in WAN-IFRA’s Women in News programme helped persuade the Ministry of Education to support the approach. More on the Botswana training can be found at http://www.wan-ifra.org/node/58761

Ireland – Controversial issues including gay marriage, and societal problems such as binge drinking and obesity, were the subjects tackled by students during a Press Pass Week organised by National Newspapers of Ireland in September. Newspaper articles about these subjects, as well as photojournalism and sports and entertainment content, were compiled into a glossy magazine for the students to use during the week.  The students could also enter a national competition to honour their own writing and visual journalism.  The project started with a session in Dublin featuring advice from WAN-IFRA experts from around the world. More on Press Pass Week can be found at http://www.wan-ifra.org/node/44124

Denmark – A new guide introduces 13- to 16-year-olds to the printed newspaper by offering lively graphics and descriptions, plus an array of activities to further explore news in print. Authors Gitte Martens Poulsen and Aslak Gottlieb were supported by the country’s newspaper association and the organization for teachers of Danish literature. More on the guide can be found at http://www.wan-ifra.org/node/67959

“We are delighted to see the continued strength and usefulness of the printed newspaper for education as well as leadership by newspaper companies and associations in understanding the digital information arena,” said Aralynn McMane, executive director for youth engagement and news literacy at WAN-IFRA.

Projects in several countries help students navigate digital platforms and offerings.

Norway – The Norwegian Media Businesses’ Association became the first organization to contribute to a new national media literacy programme with a programme that combines teaching of traditional journalistic values with creative use of digital space. The project, “Digital School Magazine,” offers 13-year-olds and their teachers detailed guidance on how to get started. More than 60 schools are participating, including three of every five schools in Oslo. More on the project can be found at http://www.wan-ifra.org/node/67815

United States – A new, award-winning guide from the Newspaper Association of America provides guidance for using social media in student news operations.http://www.wan-ifra.org/node/44096

Other multiplatform NIE and news literacy programmes received international acclaim earlier this year:

Understanding money – The Philippine Daily Inquirer worked with two local banks in a six week programme to teach youth about how to manage money in a project that won WAN-IFRA’s top NIE World Young Reader Prize for 2012.

A community effort – Declining reading scores prompted Südwest-Presse in Germany to work creatively with individuals and businesses in the community to assure training of teachers and a supply of newspapers in the community’s classrooms. The project earned a WAN-IFRA special mention award.

Starting very young  – Pre-school programmes are also making good use of the printed newspapers, as evidenced by a WAN-IFRA Enduring Excellence winner, SHZ in Germany, which has run the Zikita programme, a kindergarten NIE programme, since 2009. A video about the project can be viewed athttp://www.youtube.com/watch?v=fSfS-cMC8cg

More about these and other 2012 World Young Reader Prizes winners can be found at http://www.wan-ifra.org/node/58916

Jornal na sala de aula reforça conhecimentos dos estudantes




















A necessidade de dominar a língua portuguesa para melhorar
a interação entre as pessoas torna a disciplina muito 
importante na Escola Municipal Genildo Miranda. 
Localizada na área rural de Mossoró, Rio Grande do Norte,
a instituição tem 146 estudantes matriculados em turmas do
sexto ao nono ano do ensino fundamental.

“O domínio da língua materna é de fundamental importância

para a comunicação e interação entre as pessoas”, diz a 
professora Elisabeth Marques, coordenadora pedagógica 
da unidade de ensino. “Nesse sentido, nossa escola investe
em atividades de leitura, compreensão e produção de textos.”

Com experiência de 26 anos de magistério, 21 dos 

quais na sala de aula, como professora polivalente em turmas 
do primeiro ao quinto ano e da educação infantil, Elisabeth 
tem especialização em linguagens e educação. Ela explica 
que a escola dá ênfase à leitura. Tanto que, este ano, 
desenvolveu o projeto Leitura e Escrita, um Compromisso 
de Todas as Disciplinas. Durante as aulas, os estudantes 
participam de diferentes atividades, com livro didático e 
caderno e também com computadores, no laboratório 
de informática.

Na mesma escola, a professora Jeane Mendes Pinheiro 

usa jornais nas aulas. 
Segundo ela, além de tornar as aulas de língua portuguesa 
mais descontraídas, os periódicos contribuem para a 
aprendizagem, pois contemplam vários gêneros textuais.
“Os resultados são os melhores possíveis”, diz Jeane, 
que leciona a turmas do sexto ao nono ano.

Sempre que ensina um conteúdo, Jeane leva jornais à 

sala de aula para que os estudantes façam leitura espontânea. 
Ao verificar que todos estão envolvidos no processo, ela pede 
que identifiquem temas relacionados aos conhecimentos 
gramaticais inseridos na leitura. “Eles vão reconhecendo
as classes gramaticais de forma bem interessante, seja 
um substantivo, um adjetivo, um pronome”, destaca. 
“E a aprendizagem vai ocorrendo naturalmente. 
Os jornais oferecem informações que enriquecem os 
conhecimentos dos alunos e os tornam leitores proficientes.”

Formada em letras, com experiência de dez anos no 

magistério, a professora também usa nas aulas recursos 
como debates, rodas de leitura e produção de textos.

Livro — De acordo com o diretor da escola, Luciano 

Ricardo Lima, os professores sempre aplicam novas
metodologias para alcançar bons resultados na 
aprendizagem dos alunos. Assim, textos e histórias
em quadrinhos produzidos pelos estudantes serão 
transformados em um livro, que fará parte do acervo 
da biblioteca da instituição. Há nove anos na direção 
dessa escola, Lima é formado em letras, com 
especialização em gestão escolar.

Fonte: MEC - Fátima Schenini (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=18259:

jornal-na-sala-de-aula-reforca-conhecimentos-dos-estudantes&catid=222

Secretaria lança gibi da Turma da Mônica para combater preconceito contra soropositivos


Igor e Vitória são as personagens soropositivas da Turma da Mônica que vão ajudar a Secretaria da Criança e a de Educação a combaterem, nas escolas públicas, a discriminação e o preconceito contra crianças e adolescentes portadoras do vírus do HIV. A revista em quadrinhos intitulada Amiguinhos da Vida será lançada na escola modelo Centro de Educação Infantil 02, na região administrativa de Brazlândia/DF, no dia 29 de novembro, às 10h.
"O projeto é uma forma de estimularmos a leitura e o diálogo entre professores, pais e filhos e, por intermédio da escola, combatermos a desinformação, o preconceito e a discriminação que ainda persiste no convívio social e escolar de crianças afetadas pela Aids", afirma a secretária da Criança, Rejane Pitanga.
O lançamento contará com a participação do cartunista Mauricio de Sousa; da secretária da Criança, Rejane Pitanga; e do secretário da Educação, Denilson da Costa; da dona da Rede de Laboratórios Sabin, Janete Vaz; da Presidente de Honra da Associação Amiguinhos da Vida, Maria do Carmo Manfredini (mãe de Renato Russo) e do presidente, Chistiano Ramos; o embaixador da Austrália, Brett Hackett; a deputada federal e presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, Erika Kokay; além de outros políticos, empresários locais e representantes de entidades de defesa dos direitos humanos.

O projeto - O projeto, que envolve desde a distribuição do gibi aos estudantes e a seus pais até a capacitação de coordenadores educacionais para que possam instruir o educador a usar o quadrinho de forma pedagógica a fim de evitar ou de corrigir situações de preconceito, é uma parceria da Secretaria da Criança com a Organização Não Governamental (ONG) Associação dos Amigos da Vida e a Embaixada da Austrália com patrocínio da Petrobras e do Governo Federal e o apoio da Sociedade Brasileira de Infectologia.
Na primeira etapa do projeto, a Secretaria da Criança vai usar a revista em quadrinhos como antídoto contra esse tipo de discriminação e preconceito em três regionais da Secretaria da Educação: Núcleo Bandeirante, Plano Piloto e Taguatinga. Em seguida, vai ampliar para toda a rede de educação pública do DF. Atualmente, segundo dados da Associação Amigos da Vida, há 280 crianças soropositivas na capital federal com registro no Sistema Público de Saúde, que adquiriram a doença por meio de transmissão vertical – ou seja, durante a gestação da mãe.
O foco da campanha será as crianças assistidas pela Secretaria da Criança e da Secretaria de Educação. No lançamento, a ONG Associação Amigos da Vida vai apresentar um vídeo com declarações sobre o problema e sobre o gibi da secretária da Criança, Rejane Pitanga, o cartunista Mauricio de Sousa e deputados federais, senadores, embaixadores e outras autoridades.

Linguagem e pedagogia - A revista não é para fazer a prevenção. Ela é um instrumento de combate ao preconceito e à discriminação. Tem uma linguagem que, apesar de ser voltada para a criança e o adolescente, atinge adultos. O conteúdo aborda eixos temáticos importantes, como, por exemplo, as formas de infecção da Aids, o que é o vírus, como conviver com crianças soropositivas, e o mais importante, o impacto social causado pela patologia.
Igor e Vitória são crianças saudáveis que levam uma vida normal, porém, são portadoras do vírus HIV. Na brincadeira, Igor se machuca numa queda e, a partir deste acidente, a revista trabalha o problema do preconceito e da discriminação e mostra que as crianças soropositivas podem brincar tranquilamente com crianças normais sem riscos.
O quadrinho ensina que não é pelo fato de Igor ter caído, se machucado e saído sangue que ele estará pondo em risco a saúde das crianças que brincam com ele. "O portador do HIV você pode dividir tudo, só não pode dividir sexo sem camisinha nem objetos perfurocortantes. O resto pode fazer tudo", disse Cristiano.

Magic Johnson - No quadrinho, Mauricio de Sousa usa o exemplo do ex-basquetebolista norte-americano, Magic Johnson, considerado o maior armador de todos os tempos do National Basketball Association (NBA) que encerrou a carreira precocemente, aos 43 anos, porque ninguém queria jogar com pelo fato de ele ter se descoberto portador do HIV. Por causa disso ele criou a Fundação Magic Johnson.
O cartunista Mauricio de Sousa avalia que o preconceito ainda existe e que é necessário focar na disseminação da informação o mais cedo possível. "Uma criança portadora do HIV/Aids, por exemplo, não tem culpa de ter contraído o vírus e é vista com receio pelos próprios coleguinhas e seus pais. Por essa razão precisamos já promover sua inclusão junto aos seus colegas na escola. Serão adultos melhores", diz o cartunista.

Serviço:
Dia 29 de novembro de 2012
Local: Centro de Educação Infantil 02 de Brazlândia/DF - Entrequadra 45/55 - Expansão da Vila São José
Horário: 10h

Fonte: Secretaria de Estado da Criança do Distrito Federal

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Diretoria da ANJ recebe Aluísio Mercadante em almoço de confraternização e apresenta Programa Jornal e Educação

Café dá as boas vindas ao ministro e apresenta o Programa Jornal e Educação e sua sintonia com o MEC
No último dia 22 de novembro a diretoria da Associação Nacional de Jornais recebeu o ministro da Educação, Aluísio Mercadante, para um almoço de confraternização. Na ocasião, o ministro falou sobre o que considera as principais pautas do MEC e o presidente da ANJ, Carlos Lindemberg Filho, Café, falou que a ANJ pode contribuir com a educação brasileira e ser parceira do ministério a partir de seu Programa Jornal e Educação - PJE.


Ana Gabriela apresenta materiais do Ler e Pensar
Para ilustrar o PJE, foi escolhido o case do Programa Ler e Pensar, da Gazeta do Povo (PR), considerado melhor programa de jornal e educação do mundo pela Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA) em 2011. A apresentação foi feita por Ana Gabriela Borges, do Instituto GRPCOM, que junto com a coordenadora do PJE, Cristiane Parente, preparou uma apresentação especial para o ministro.

Ministro Mercadante destaca programas do governo e importância dos jornais
Mercadante falou sobre a importância de uma cobertura qualificada sobre o tema Educação e a leitura dos jornais entre os jovens, para que estejam bem informados, destacando nesse ponto o tema da redação do ENEM, que foi tirado de uma matéria de jornal. Ele também destacou a importância dos programas Brasil Carinhoso e do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Hoje no Brasil há 10 milhões de crianças na idade de alfabetizar-se e 360 mil professores alfabetizadores.


Outra programa citado por Mercadante como importante para o desenvolvimento da educação no Brasil foi o Mais Educação e as escolas em tempo integral. Por outro lado, ele reconhece que o Ensino Médio está com uma deficiência de 170 mil professores em matemática, física e química que precisa ser rapidamente sanada. Um dos instrumentos sãos os tablets, que estão ajudando-os a preparar as aulas e a colocá-las nas louzas digitais, facilitando a compreensão do aluno.
Tonnet apresenta proposta de
parceria entre MEC e PJE/ANJ


Outra deficiência do Ensino Médio seria a falta de integração entre a grande quantidade de matérias que existe nesse período escolar. Para o ministro, é importante estudar uma maneira de integrá-las em áreas de estudo, para que façam sentido para os alunos. E o MEC está estudando essa possibilidade, além de aumentar a carga horária do Ensino Médio, integrando-o ao Pronatec, Senai, Institutos Federais, etc


O programa Ciências Sem Fronteiras, direcionado a estudantes do ensino superior, também foi citado como Mercadante como uma enorme contribuição do governo à formação qualificada dos profissionais brasileiros. segundo o ministro, já no primeiro edital houve 20 milhões de acessos ao portal do programa, que permite intercâmbio de universitários brasileiros com várias universidades do mundo inteiro custeados pelo governo brasileiro.

Após as apresentações, os diretores da ANJ trocaram ideias com Mercadante sobre a viabilidade de possíveis parcerias em prol da educação, desenvolvimento da leitura e escrita e formação de cidadãos mais críticos. Para Mercadante, o PJE pode ser uma ação a ser disseminada em todo país em parceria com o MEC.

Cristiane Parente

Por uma nova forma de ensinar

Idealizador da Escola da Ponte critica maneira como tecnologia é usada em sala e chama de "miserável" formação de professor no Brasil


Eduardo Vanini/ O Globo (RJ) - Não existe um modelo padrão de ensino. Cada escola deve se organizar para atender a seus alunos. Quem defende a ideia é o educador José Pacheco que, por mais de 30 anos, dirigiu a inovadora Escola da Ponte, em Portugal, onde o aprendizado é pautado pela confiança entre estudante e professor: não há salas de aula tradicionais, grade curricular ou provas. Os bons resultados da instituição dão a Pacheco autoridade para questionar o método de ensino atual. Na era das redes sociais, ele defende o compartilhamento do conteúdo escolar pelos alunos, levando a uma construção coletiva do saber. O educador também classifica como “miserável” a formação dos professores no Brasil.
— Nada acontece de diferente quando a teoria antecede a prática. É preciso uma ruptura com os modelos convencionais, em busca de uma nova escola, que se organize em torno dos valores que unem as pessoas atendidas. A escola não é um edifício, mas um espaço social — comenta o português, que participará do Conecta, evento sobre novas tecnologias e educação, que ocorre quarta e quinta-feira, no Rio.

Pacheco é um dos idealizadores da Escola da Ponte, na pequena Vila das Aves, a 30 quilômetros do Porto. Na instituição, os alunos se agrupam de acordo com sua área de interesse. Não há divisão por séries. Monitorados por professores, o estudante faz seu plano de metas baseado no conteúdo sugerido pelo Ministério da Educação. A metodologia ganhou fama global. Encantado, o escritor e educador Rubem Alves escreveu trabalhos como “A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir” (2003). Cerca de cem instituições no Brasil mudaram para, de certa forma, seguir o exemplo.

O próprio Pacheco está envolvido numa iniciativa que segue essas premissas, em Cotia (SP). Com 440 alunos, cujas famílias têm rendas de até três salários mínimos, o Projeto Âncora serve ao pré-escolar e ao ensino fundamental, sem turmas definidas. O aprendizado se dá conforme o interesse dos alunos, que assimilam o conteúdo e o compartilham no ambiente escolar.

— É um trabalho de formiguinha. Na implantação do projeto, rejeitamos tudo que não interessa. Aulas e séries são um obstáculo para o crescimento humano — diz ele.

Os resultados, segundo Pacheco, são animadores. Alunos marcados pela exclusão recebem atenção que nunca tiveram. Em seis meses, crianças analfabetas aprenderam a ler, e os professores embarcaram na novidade.

Mas o educador se mostra preocupado com o quadro geral do ensino no Brasil e no mundo. Na opinião dele, os métodos em voga estão obsoletos desde o fim do século XIX.

— Basta dizer que, no Brasil, esse tipo de educação dá origem a 24 milhões de analfabetos funcionais. Não adianta ser a sexta economia do mundo, quando se ocupa os últimos lugares em rankings de educação — critica Pacheco, para quem o despreparo das escolas fica latente diante de questões atuais como o bullying. — Muitas escolas suspendem ou expulsam alunos, instalam câmeras de segurança. Deveriam ser adotadas novas formas de diálogo.

Para resolver esse problema, diz ele, é essencial investir na formação de educadores:
A formação de professores no Brasil, não hesito em dizer, é miserável. Parte de princípios errados, como aquele de que a teoria pode anteceder a prática. Não adianta colocar jovens na faculdade e enchê-los com teorias ultrapassadas. Eles perpetuarão esse modelo.

Pacheco diz que a renovação deve englobar a forma como as recentes tecnologias são aplicadas no ensino. Em tempo de redes sociais, não basta apenas introduzir computadores e mudar o velho quadro-negro pelo monitor digital.

— Mesmo nos EUA e na Europa, o modelo convencional de educação continua. As novas tecnologias contribuem para a mesmice, quando deveriam proporcionar o compartilhamento de conteúdo entre os alunos. Se as escolas entenderem isso, podem migrar de um modelo em que os estudantes são como papagaios repetindo a lição para um ambiente onde ocorra, de fato, a construção do saber — diz o educador. 

Os jovens precisam ser incentivados a reconstruir uma sociedade doente e usar as tecnologias para fazer isso criticamente. Noto que essas ferramentas contribuem para que os alunos se tornem solitários. Isso é uma regressão.

Fonte: O Globo (RJ) 26/11/2012 http://oglobo.globo.com/educacao/por-uma-nova-forma-de-ensinar-6766027#ixzz2DKhSl2W8


Coleção Grandes Educadores, do MEC, à disposição dos educadores


Paulo Freire, Anísio Teixeira, Jean Piaget e Antônio Gramsci, dentre outros, fazem parte da Coleção Educadores, ao alcance de todos os interessados no portal Domínio Público do Ministério da Educação. Ao todo, a coleção reúne 31 autores brasileiros, 30 pensadores estrangeiros e um livro com os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.
Professores e estudantes de pedagogia e de cursos de licenciatura encontram um ensaio sobre cada autor, a trajetória da produção intelectual na área, uma seleção de textos. Cada publicação tem, em média, 150 páginas. Preparada pelo MEC desde 2006, a coleção integra as iniciativas do governo federal de qualificar a formação inicial e continuada de professores da educação básica pública.
Clique aqui e acesse o material. 
Fonte: RevistaPontoCom (http://www.revistapontocom.org.br/materias/colecao-educadores) 

"Pegada Cultural" estreia na TV-UNICAMP

TV Unicamp estreia novo programa apresentado pelo professor e pesquisador Ezequiel Theodoro da Silva: Pegada Cultural


"No intuito de expandir ainda mais o universo de discussões a respeito da arte-cultura, a TV Unicamp, através do seu Diretor, Eduardo Paiva, coloca no ar, a partir desta segunda feira, 26 de novembro, o seu novo programa "Pegada Cultural". O intuito do canal universitário é oferecer aos telespectadores não apenas alternativas de fruição artística, mas também criar um espaço projetar produções que muitas vezes não chegam ao conhecimento do público. 


O programa "Pegada Cultural" tem o objetivo de tematizar a arte-cultura em Campinas e região, focando principalmente os artistas e as produções oriundas da Unicamp. O roteiro e a apresentação ficam por conta de Ezequiel Theodoro da Silva, professor colaborador voluntário da Faculdade de Educação e ex-Secretário de Educação e de Cultura, Esportes e Turismo de Campinas.

A estrutura do programa prevê, fundamentalmente, a presença de um personagem (artista) que narra a sua experiência, analisa/aprofunda aspectos relacionados ao tipo de arte que pratica e mostra um pouco do que sabe fazer. Por vezes, outras vozes são chamadas para falar dessa personagem e tecer considerações sobre o seu trabalho; quando possível, a voz complementar também revela os seus dons artísticos pela performance. O programa ainda prevê uma ampla discussão as respeito das condições sociais e infraestruturais para que a arte-cultura possa acontecer de maneira objetiva e concreta junto aos diferentes públicos.

PRIMEIRO PROGRAMA

MÚSICA - FERNANDO BAETA VASSUPREM, violonista formado pela Unicamp e professor de música em Campinas. Nascido em Viçosa-MG em 29/12/77. Filho mais velho de professor universitário bem conceituado da UFV (Universidade Federal de Viçosa), e de mãe professora particular. Dos 4 aos 8 anos morou nos EUA, onde foi alfabetizado.  Aos 9 ingressou no conservatório de Violão Erudito. 
Na sala de seu primeiro professor havia um poster com duas guitarras arrojadas e a digitação de algumas escalas. A sua fascinação por essa imagem era prenúncio de sua escolha futura.
Aos 11 ganhou a sua primeira guitarra, aos 13 tocava em bandas de rock locais, aos 15 decidiu que seria um profissional da guitarra, e iniciava uma disciplina diária de prática. Aos 18 ingressou no Curso de Música Popular da Unicamp, aonde adquiriu conhecimentos gerais sobre música brasileira, jazz, orquestração, harmonia, improvisação, além de amizade com músicos com o mesmo apetite pelo conhecimento artístico. Ao se formar, já atuava regularmente na noite campineira, mas uma tendinite freou as suas expectativas por três anos. Esta crise o levou a uma busca incessante dos motivos pelos quais não podia simplesmente ser um músico como qualquer outro. Desde então vem se aliando com pessoas e circunstâncias que valorizam um trabalho artístico voltado à elevação da consciência humana., como é o caso da Banda Ungambikkula de Campinas".

FICHA TÉCNICA

Produção - Célia Piglione e Maísa Calazans 
Roteiro e apresentação - Ezequiel Theodoro da Silva 
Computação Gráfica - Adalgisa Rodrigues e Luciane Gardesani 
Iluminação - Nelson Fernandes 
Trilha sonora - Fernando Baeta Vassuprem 
Edição e finalização - Regis Bueno 
Direção da TV Unicamp - Eduardo Paiva

GRADE DE APRESENTAÇÃO SEMANAL - CANAL UNIVERSITÁRIO (10)

26-novembro, segunda feira - 19:45 h
28-novembro, quarta feira    - 17:45 h
30 novembro, sexta feira      -  01:45 h

Obs - O vídeo também pode ser assistido através do portal da TV-UNICAMP, pelo link - http://cameraweb.ccuec.unicamp.br/video/7H8AY7Y7KOD5/

PRÓXIMOS PROGRAMAS

Dança - com Luyz Baldijão
Teatro - construção do Teatro da Unicamp e a problemática dos espaços teatrais de Campinas Professor/Artista - com o Professor Sérgio Leite, ex-Diretor da Faculdade de Educação, e tecladista do Grupo Musical Temalanço, com mais de 40 anos de existência. 

Fonte: Blog Leitura Crítica

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Começa a seleção dos projetos vencedores do 3º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade


O 3º Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade recebeu 306 projetos, de 25 estados brasileiros. Dentre eles, 51% vieram da região Sudeste, seguida pela Sul (22%), Nordeste (14%), Norte (8%) e Centro-Oeste (5%). O site, a biblioteca virtual e o blog do Prêmio tiveram mais de 33 mil acessos. Os 10 vencedores serão anunciados em dezembro no site http://www.ecofuturo.org.br/premioecofuturo


Sob a coordenação da educadora Maria Betânia Ferreira, também responsável pela produção das orientações, as juradas Ana Maria Barros Pinto (jornalista e educadora que integra a Association for World Education), Arianne Brianezzi (educadora e especialista em vivências com a natureza), Rita Mendonça (bióloga e socióloga, fundadora e gestora do Instituto Romã) e Beth Negrini (educadora e gestora da Associação Mais Gente) estão se reunindo para pinçar os 10 projetos vencedores do Prêmio. 

O grupo de jurados conta, ainda, com duas participações muito especiais: o escritor Ignácio de Loyola Brandão e Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente. O critério será o brilho. “Se a gente quer despertar interesse e disposição para seguir exemplo, nada é melhor do que uma história bem contada”, diz Maria Betânia.

As inscrições para o Prêmio encerraram no dia 15 de outubro, mas o trabalho de educar para a sustentabilidade não termina. Por isso, nossos materiais de referência continuam na nossa biblioteca virtual. Acesse o site http://www.ecofuturo.org.br/premio e descubra como inspirar seus alunos a criar ferramentas para transformar sua comunidade hoje e o mundo de todo mundo no futuro.

Fonte: Ecofuturo
 



Seminário "Educadores: Educados ou não?"


Programa Lendo e Relendo, desenvolvido pelo jornal Correio Lageano, de Lages/SC, promove seminário "Educadores educados ou não?"

 
O Seminário Educando Educadores justifica-se em virtude da velocidade de mudanças ocorridas no meio social e, consequentemente, nas políticas públicas para a educação, agregando ao espaço educacional, informalmente, responsabilidades não condizentes com o papel dos educadores, como por exemplo, a aplicação de ações que cubram a educação não ocorrida nos lares e, formalmente, através da demanda apresentada pelos princípios da educação inclusiva e da atuação nas redes sociais que gerenciam a proteção de crianças e adolescentes. Esse fenômeno confronta a capacidade técnica dos profissionais e o devido preparo dos mesmos para o exercício das tarefas pedagógicas e das relações com alunos, pais e a comunidade em geral.
 
Clécio Carlos Gomes (CRP 12/01350) é bacharel em Psicopatologia, especializado em Psicopatologia, Psicologia Clínica e em Terapia Sexual pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Foi aluno especial do curso de Mestrado em Ciências Médicas (UFSC).
Tem 19 anos de experiência em clínica, com enfoque no tratamento dos comportamentos e dos transtornos sexuais. Professor universitário para os cursos de graduação e pós-graduação na área da Psicologia. Escritor e conferencista em nível nacional e internacional.

Como participar:
Enviar para o email: lendoerelendo@institutojpb.org.br os seguintes dados:
Assunto: Inscrição
Escola/Entidade/Universidade
Nome completo
RG
Data de nascimento
Naturalidade

*Em caso de escola:
Enviar uma lista única dos professores que irão participar com todos estes dados.

Jovens calculam o preço dos produtos a partir de propagandas


Credito:  Divulgação
No encerramento das atividades do Dia da Consciência Negra foram realizadas diversas apresentações relacionadas à cultura afro-brasileira
A professora de Matemática do Colégio Estadual Eurico Batista Rosas, em Carambeí, Marisete Kops, utilizou as propagandas publicadas nas edições de sexta-feira do Jornal da Manhã para conduzir um estudo sobre as oscilações de preços no mercado, mais especificamente do setor automobilístico. O recurso foi testado nas aulas do Sétimo Ano em cálculos de porcentagem, compras (a vista e a prazo) e para a construção de situações-problemas. “Este processo mostrou aos alunos a importância dos cálculos operacionais da matemática no cotidiano das pessoas, principalmente na aquisição de produtos à vista”, coloca Marisete.
Os estudantes identificaram as diversas ofertas de produtos e aproveitaram essa análise para uma outra atividade: eles fizeram o levantamento dos preços da feijoada que aconteceu no encerramento das atividades do Dia da Consciência Negra, na última quarta-feira (21).
A Programação da Consciência Negra acontece para conscientizar sobre a contribuição da cultura africana na formação da identidade brasileira. Para atingir este objetivo, todos os professores se uniram na realização de diversas atividades durante o segundo semestre letivo. “Todas as disciplinas trabalharam com a ideia de diversidade nacional, mostrando que a cultura africana colaborou para a construção da nossa identidade”, coloca a professora de História, Daniela Moscato.
Os estudantes aprenderam e discutiram sobre a Lei de Cotas nas universidades e o preconceito; aprenderam mais sobre religião, alimentação típica africana e sobre os ritmos e danças. O novo aprendizado foi colocado em cordéis que estão expostos em varais no Colégio. “Através dessas atividades concluímos o quanto é importante um trabalho de resgate e conhecimento da cultura afro-brasileira, assunto que, por tanto tempo, não esteve presente nos currículos escolares”, aponta Daniela.

Fonte: Jornal da Manhã 23/11/2012 Talita Moretto