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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

10 dicas e 13 motivos para usar celular na aula


Apesar de ainda haver alguma resistência aqui ou ali, os governos de todo o mundo estão cada vez mais atentos sobre a necessidade de se colocar as tecnologias móveis, como celulares e tablets, a serviço da educação. Mas como só vontade não garante bons resultados, a Unesco publicou um guiacom 10 recomendações políticas em que tenta ajudar governos a implantarem esses recursos nas salas de aula. E aos que ainda não estão 100% convencidos dos benefícios de um uso integrado da tecnologia com os objetivos pedagógicos, o guia, apresentado em Paris na semana passada durante a Mobile Learning Week, traz ainda 13 bons motivos para ter esse aliado na educação.

“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar. A questão do acesso já havia sido mais ou menos resolvida; o problema agora era dar significado a esse uso. Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.
crédito burak çakmak / Fotolia
Até por isso, o documento começa com uma orientação que parece simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em sala de aula. Isso pode querer dizer tanto criar políticas da estaca zero ou ainda atualizar políticas que foram criadas no momento em que as tecnologias móveis ainda não eram tão acessíveis. “As diretrizes políticas relacionadas ao aprendizado móvel que forem criadas devem estar em harmonia com as que já existirem no campo das TIC”, afirma a Unesco no documento.
Na sequência, o guia traz à luz a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. “No Brasil, os professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas oportunidades educacionais se percam, especialmente no ensino médio, época em que o aluno já está ligado e nas redes”, completa ela.
Outras recomendações presentes no documento dizem respeito à criação de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel, dentre eles ampliar o alcance e a equidade da educação e facilitar o aprendizado personalizado.
Confira, a seguir, um infográfico com as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula.

Pesquisa mostra importância de HQs no aprendizado sobre saúde

As histórias em quadrinhos são muito eficazes no aprendizado das crianças sobre questões de saúde. A conclusão é da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp, que realizou um estudo para avaliar o potencial deste método no esclarecimento e informação de jovens sobre os distúrbios do sono. Segundo a autora da tese Eleida Camargo, que é designer e doutora em ciências, apesar de a pesquisa ter sido feita sobre um tema específico, é bem provável que seus resultados possam também valer para outros assuntos da área da saúde. “Escolhemos os distúrbios do sono, mas poderíamos ter feito sobre diabetes, hipertensão, etc. Por aproximação, podemos dizer que essa técnica funcionaria para outras áreas”, esclarece.


O objetivo do estudo era elaborar histórias em quadrinhos sobre os distúrbios do sono mais comuns e testar o quanto elas poderiam informar corretamente as crianças. Foram considerados 548 alunos de 6 a 10 anos de escolas públicas e privadas. Em primeiro lugar, foi feito um levantamento dos prontuários médicos do Ambulatório de Neurosono da Unifesp para que fossem identificados os principais distúrbios de sono e o nível de informação que os pacientes tinham sobre as doenças. Baseado nisso, foram eleitos quatro problemas principais, que se revelaram prevalentes e/ou pouco conhecidos dos pacientes: ronco, higiene do sono (que são as medidas que levam a um sono tranquilo e saudável), apneia obstrutiva do sono e síndrome das pernas inquietas. “A partir disso, desenvolvemos personagens para as histórias. Nos preocupamos em aplicar características inerentes às crianças que têm esses distúrbios. Por exemplo, a personagem que tem apneia obstrutiva é pequena, porque essa é uma das consequências do problema, a criança não cresce como deveria”, explica a autora. Por fim, de três historinhas desenvolvidas pelo estudo, uma foi testada nos escolares.

O método consistiu em visitar as crianças nas escolas e entregar a elas um questionário com três questões relacionadas ao ronco e higiene do sono. Em seguida, os alunos leram uma história em quadrinhos sobre o tema e, na sequência, responderam novamente ao mesmo questionário. As respostas dadas antes e depois da leitura foram então comparadas, e observou-se que:
- Em relação ao hábito de tomar leite morno antes de dormir, que é uma conduta indicada para o sono saudável, 66,8% das crianças considerava que a prática é saudável antes de ler a história. Após a leitura, esse número cresceu para 84,5%.
- Quanto ao ronco, 57,9% achava, antes da leitura, que o hábito é normal e, após, apenas 37,3% fizeram essa afirmação.
- 39,6% das crianças acreditava que o ronco poderia ser um sintoma, ou seja, sinal de que algo está errado na saúde. Depois de ler a história em quadrinhos, esse percentual cresceu para 61,4%.
- Antes da leitura, 42,1% considerou que todo mundo ronca, e 23,4% disseram que roncar não é educado. Depois dela, somente 25,6% assinalou que todos roncam, e 19% considerou a prática como falta de educação.
- Não foram identificadas distinções entre gênero e condição socioeconômica no que diz respeito à compreensão do conteúdo dos quadrinhos.

“Constatou-se que houve diferença significante entre as respostas corretas, antes e depois da leitura, o que pode indicar a eficácia dessa ação de educação em saúde”, afirma Eleida.
Quadrinhos: mais eficazes que leitura?

“Na área de educação e saúde, é muito mais eficaz a comunicação que considera o público. Muito do material é desenvolvido em forma de panfletos por médicos e profissionais da área de saúde em geral, que não são comunicadores. Por isso, há um predomínio da visão do especialista sobre o repertório do paciente. No caso dos pacientes pediátricos, a história em quadrinhos tende a ter eficácia superior a uma estratégia tradicional de leitura do texto, pois ela é muito mais sedutora para este público”, argumenta Eleida, que defende a adoção deste recurso na educação infantil. “Eu indico não só o uso dos quadrinhos, mas também de outras estratégias lúdicas, como contador de histórias e brinquedos. Toda estratégia multissensorial tende a ser mais eficaz do que apenas um apelo. Os quadrinhos envolvem percepção visual e o texto em si, e, independente do tema que tratam, essa relação de imagem e texto ajuda muito na compreensão do conteúdo e estimula a criança a ler mais”, discorre.

Segundo a especialista, apesar da pouca pesquisa na área, a importância das histórias em quadrinhos no aprendizado infantil já é bastante reconhecida pelo poder público. Ela diz que há anos existe um incentivo do Governo Federal para que se aumente o acervo de histórias em quadrinhos em bibliotecas públicas, bem como um reconhecimento dos próprios professores, que usam a técnica em sala de aula.

Mais sobre os distúrbios do sono
A pesquisadora enfatiza que é importante conhecer os sinais dos distúrbios para que o diagnóstico seja feito de modo rápido e preciso. “A apneia obstrutiva é considerada um distúrbio do sono grave e traz muitas consequências, especialmente para a criança. Se isso persiste, essas deformidades são irreversíveis. O tratamento na fase adulta, muitas vezes, só pode ser cirúrgico”, alerta a especialista, advertindo que a operação é de grandes proporções, uma vez que interfere diretamente na ossatura da boca. “É fundamental ampliar as possibilidades de tratamentos menos invasivos e mais eficazes, principalmente na fase escolar, entre os 6 e 10 anos de idade”, diz Eleida, referindo-se também aos tratamentos medicamentosos.

Higiene do sono: as indicações para
 se ter um sono saudável incluem não fazer exercícios físicos ou ingerir cafeína (presente no café, chá, chocolate, guaraná, entre outros) por, pelo menos, duas horas antes de dormir, não comer muito antes do sono, beber leite morno (sem chocolate) antes de ir para a cama e diminuir a luminosidade do quarto.
  
Apneia obstrutiva: são pequenas paradas respiratórias que acontecem durante toda a noite sem que a pessoa perceba. Dentre os prejuízos estão irritabilidade pela manhã, no caso das crianças, e sonolência, no caso dos adultos, dificuldade de memorização, déficit cognitivo e consequente piora no aproveitamento escolar, crescimento não adequado, uma vez que o hormônio do crescimento não é liberado plenamente quando não se chega ao estado de sono profundo, e deformidades craniofaciais, que trazem prejuízos fonoaudiólogos e ortodônticos.

Síndrome das pernas inquietas: é a necessidade de movimentar as pernas causada por uma sensação de formigamento, agulhada ou dor incômoda no momento de repouso. Nos adultos, é mais comum na hora de dormir, o que obriga o paciente a levantar e fazer caminhadas até que a dor passe (por isso, pode ser confundida com insônia). Nas crianças, geralmente se manifesta pela manhã, e, no caso do aluno que estuda neste horário, não raro é confundida com hiperatividade, uma vez que ele não consegue ficar sentada durante a aula.

O problema pode ser hereditário ou estar ligado à falta de ferro no sangue – tanto que é comum nas mulheres grávidas e em período menstrual, situações em que há uma redução deste componente no organismo. Justamente por ser frequentemente confundida com outros problemas, a condição tem de ser investigada junto a um especialista para que o tratamento seja adequado.

Bullying



O bullying é uma agressão 
física ou psicológica
Que acontece em área de trabalho ou escola
O grandão usa sua força para
derrubar o pequenino
O quietinho da sala de aula,
sempre muito tímido.
Preconceito com os negros
Sem nada os terem feito.
Preconceito com os deficientes
Pensando que são diferentes.
O chamado “nerd” é excluído
Que a não fazer o errado é instruído.
Com dificuldade de comunicação,
Tenta suportar a rejeição.
Os gordinhos agredidos se revoltam
Tentando procurar a resposta
Para que tanta humilhação?
No futuro os vingarão.
O valentão apenas repete
Agredido em casa, acha que o outro merece.
Sem receber amor e compreensão
Aprende que ódio é o que 
se deve ter no coração.
O bullying é razão de suicídio
Daqueles que pareciam viver num presídio.
Tentam buscar a paz em um ato egoísta
Por não suportarem mais o dia a dia.
Para que tanto ódio?
Para com o seu próximo
Aprenda a respeitar
E assim vivenciar.
Pais e mães criem seus filhos com amor
E não com um cinturão que os causem dor
O respeito começa em casa
Para que saibam respeitar na praça.
Não julgues pela aparência 
quem acaba de ver
Pois o que vê é o que aparenta ser 
Ame o seu próximo como ama a ti mesmo
Como Jesus nos amou, 
um amor sem preconceito.
Respeite e será respeitado
Não excluía quem está sendo rejeitado
Ensine o valentão a viver 
em paz com os irmãos
Apenas com o que há de bom no coração.
E se você está sofrendo rejeição
Procure ajuda e compreensão
Não aguente calado
Contribuía para que isso seja mudado.
Inimigos virando amigos
Veja só que gesto bonito
O que derrubava o pequenino
Hoje é seu melhor amigo.

Lara Maria Guedes - Correspondente O POVO do Colégio 7 de Setembro (Programa O Povo na Educação)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Inesc e Fundação Abrinq propõem agenda propositiva para crianças e adolescentes em 2013

Nos dias 28/02 e 01/03, no Hotel Naoum Express, em Brasília, o Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) e a Fundação Abrinq promovem a Oficina "Agenda Propositiva para Crianças e Adolescentes 2013", que reunirá cerca de 40 instituições da sociedade civil. 

ideia do evento é organizar estratégias de comunicação, mobilização e incidência política em torno das proposições legislativas que tramitam no Congresso Nacional, envolvendo a sociedade civil organizada. Por isso, serão apresentados durante a oficina, dois estudos. Um envolvendo as propostas legislativas da Câmara dos Deputados e Senado Federal; outro, contemplando o Orçamento Criança e Adolescente (OCA).


A abertura do evento deve contar com a participação da Secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República, Angélica Goulart. Ainda no primeiro dia, a Oficina recebe o embaixador do Canadá no Brasil, Jamal Khokar e o advogado e coordenador do programa Ação na Justiça da ONG Ação Educativa, Salomão Ximenes, que apresentará o estudo sobre as proposições legislativas. 


Já no segundo dia, o encontro contará com a presença de Francisco José Sadeck Filho, mestre em políticas públicas pela UERJ, que apresentará  pesquisa sobre o Orçamento Criança e Adolescente.

De acordo com Heloísa Oliveira, administradora executiva da Fundação Abrinq, não se pode desistir da reeducação e ressocialização dos adolescentes autores de ato infracional, acreditando que a simples redução da idade penal solucionará o problema da violência. “Não podemos nos agarrar às soluções simplistas, posto que problemas complexos necessitam de soluções sistemáticas. Por isso, é preciso que se implementempolíticas públicas intersetoriais efetivas voltadas à criança e ao adolescente”, completa.


Serviço:
Datas: 28/2 e 1/3
Local: Naoum Express Brasília - SHS
Endereço: Quadra 3 – Bloco J – Brasília (DF)
Horário: 9h às 18h

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Prensa Escuela tuvo su lección inaugural


Con la conferencia “Lectura, información y escuela: una relación necesaria”, Prensa Escuela (Programa del periódico El Colombiano, de Colombia) inauguró 2013, un año que se espera ofrezca múltiples oportunidades de formación para docentes y estudiantes.

El bibliotecólogo y magíster en Estudios Políticos de la Universidad de Antioquia, Didier Álvarez Zapata, expuso a más de 100 docentes y directivos docentes sus posturas sobre la importancia del uso de la información en el proceso de formación de los niños y jóvenes.
Álvarez empezó invitando a las personas a enamorarse de la palabra, a habitar el reino que es esta y que necesitamos. “La palabra es el reino de los hombres. No todos los docentes son maestros pero todos tienen la posibilidad de transformar el mundo”. Y agregó: “Hay que hacer una reivindicación respetuosa y amorosa del lenguaje porque él nos contiene”.

LECTURA Y ESCRITURA PARA UNA MEJOR CIUDADANÍA

“La lectura permite la práctica de una mejor ciudadanía”, afirmó Didier Álvarez. Los cuestionamientos sobre por qué se promueve tanto la lectura y no la escritura en la sociedad apuntaron al ámbito político: “Pareciera que son unos pocos los que tienen el derecho de escribir. Cuando la palabra se ‘elitiza’, se convierte en una forma de opresión y de insulto”.
Se necesita rescatar la cultura escrita que está presente en todo: en lo audiovisual, en lo digital, en todos los campos. “Tenemos que rescatar el mundo de la escritura como derecho y no como obligación porque esta cumple una función relacional y comunicacional”.
La lectura y la escritura tienen tres dimensiones esenciales:
  • Dimensión cultural: la lectura y la escritura.
  • Dimensión práctica: el leer y el escribir.
  • Dimensión política: la alfabetización.
La lectura y la escritura, que son el capital simbólico del mundo, abren diversas posibilidades a las personas en tanto sus sentidos están dispuestos intelectualmente para informarse, para entender su entorno y hacer valer sus derechos y deberes, dijo Didier, quien citó a diversos teóricos para fortalecer sus ideas.

LA NECESIDAD DE PRENSA ESCUELA

La alfabetización y Prensa Escuela buscan que las personas, sin importar su edad, recuperen la memoria y la voz por medio de la lectura y la escritura, el criterio bien guiado por medios de comunicación responsables que informen… y es que “ninguna sociedad ha vivido sin información”.
“Prensa Escuela es una iniciativa habilitante para que las personas, por medio de la lectura y la escritura, se informen sobre lo que pasa en el mundo pero el hogar debe seguir siendo la primera escuela”, concluyó Didier, con una sonrisa en el rostro.

LA FRASE

“Persistir es una forma de vivir”, afirmó Didier Álvarez Zapata, invitando a los maestros a no dejar de trabajar con la prensa como recurso didáctico frente a las dificultades que se les presenten.

LOS ASISTENTES SE MANIFESTARON SOBRE LOS ESPACIOS DE CAPACITACIÓN Y REFLEXIÓN DE PRENSA ESCUELA

Rubén Darío Ramírez, docente de Lengua Castellana del grado 11°. Colegio Calasanz.
“Estos espacios y Prensa Escuela son una oportunidad para reconocernos en nuestra labor profesional. Nos estamos llenando de nuevas estrategias para llegar a los estudiantes. Ellos son quienes ven el ejemplo en nuestra palabra y la palabra lo es todo. En ella está la existencia y el amor por lo que hacemos. La palabra es el sentido de la vida”.
Esther Lucía Duque Restrepo, docente de Ciencias Naturales de 7° a 11°. Institución Educativa Ángela Restrepo Moreno de San Antonio de Prado.
“He trabajado la investigación en ciencias naturales con mis estudiantes y me parece esencial que los muchachos escriban. No importa la asignatura o el proyecto, les insisto que hay que escribir y leer. Es la primera vez que vengo a un espacio de Prensa Escuela y creo que esta es una oportunidad maravillosa para los docentes y los estudiantes”.
Encuentra en este enlace una galería del evento:
Por: Andrés Felipe Salgado Céspedes, aprendiz del Área de Comunicaciones y Relaciones Públicas EL COLOMBIANO.
Fotografías: Manuela Palacio Hernández de EL COLOMBIANO.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

De 6 a 8 de março Brasília recebe especialistas nacionais e internacionais para discutir Infância e Comunicação



Entre 6 e 8 de março cerca de 250 convidados nacionais e internacionais estão em Brasília no Seminário Internacional Infância e Comunicação - Direitos, Democracia e Desenvolvimento, organizado pela ong ANDI Comunicação e Direitos em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPDCA), a Secretaria de Direitos Humanos (SDH) e a Secretaria Nacional de Justiça (SNJ), do Ministério da Justiça (MJ); e o Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), além de contar com o patrocínio da Petrobras e apoio da Fundação Ford.  

O evento faz parte do projeto de cooperação técnica Liberdade de Expressão, Educação para Mídia, Comunicação e os Direitos da Criança e do Adolescente, desenvolvido pela SNJ, com a Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores e a UNESCO. 

Entre os tópicos a serem discutidos estão as diferentes formas pelas quais os meios de informação e comunicação impactam os processos de desenvolvimento – tanto do ponto de vista da inclusão social quanto da sustentabilidade – , marcos legais referentes ao setor, classificação indicativa, qualidade da mídia para crianças e adolescentes e participação desse público, responsabilidade social empresarial e educação para a mídia.

Programação das principais palestras e debates

Dia 06/03 

14h30
Mesa de abertura institucional
Cenise Monte Vicente (Presidente da ANDI - Comunicação e Direitos), 
Alexandre Schuh (coordenador de Relações Comunitárias da Petrobras), 
Mauro Porto (assessor de Programa da Fundação Ford), 
Gary Stahl (representante do UNICEF no Brasil), 
Wanderlino Nogueira (membro do Comitê dos Direitos da Criança da ONU), 
Aurélio Virgilio Veiga Rios (procurador federal dos direitos do cidadão da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão – PFDC) 
Com a presença de José Eduardo Cardozo (ministro da Justiça – Ministério da Justiça), 
Maria do Rosário (ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR) e de representante do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda)

16h30
Talk show: A Mídia como Ferramenta de Inclusão Social
  • Edison Lanza (diretor da CAInfo – Uruguai)
  • Aida Doggui Moreno (coordenadora do Movimento Byrsa – Tunísia)
  • Cecilia von Feilitzen (coordenadora científica da International Clearinghouse on Youth, Children and Media – Suécia)
  • Guillermo Mastrini (professor da Universidade de Buenos Aires e coordenador da pesquisa “Jornalistas e Magnatas” – Argentina)
  • Guilherme Canela (assessor de Comunicação e Informação para o Mercosul e Chile – UNESCO)
  • Mediação: Warren Feek (diretor de The Communication Initiative – Canadá)

Dia 07/03

8h30
Classificação Indicativa: Fortalecendo Padrões Democráticos na Garantia dos Direitos da Infância
  • Frank William La Rue (relator das Nações Unidas para a Liberdade de Opinião e Expressão – Guatemala)
  • Paulo Abrão (titular da Secretaria Nacional de Justiça do Ministério da Justiça – Brasil)
  • Marta Mauras (vice-presidente do Comitê da ONU sobre os Direitos da Criança – Chile)
  • Problematização: María Dolores Souza (integrante do Conselho Nacional de Televisão – Chile)
  • Mediação: Mauro Porto (oficial de Programas para Direitos e Acesso à Mídia da Fundação Ford – Brasil)
10h30
Debate com a plateia
  • Interação da plateia com 3 especialistas e debatedor
  • Mediação: Mauro Porto (oficial de Programas para Direitos e Acesso à Mídia da Fundação Ford – Brasil)
14h
Sala 1: GT 1 – Educação para a Mídia: o Papel da Escola, das Empresas de Comunicação e da Sociedade Civil
  • Divina Frau-Meigs (assessora do Conselho da Europa e da Unesco e professora de Estudos Americanos e Sociologia da Mídia na Universidade da Sorbonne Nouvelle – França)
  • Mike McCluskey (ex-diretor executivo da Rádio Austrália da Radio Australia – Australia Broadcasting Corporation)
  • Ismar Soares (coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e supervisor do Projeto Mídias na Educação – Brasil)
  • Rosa Maria Alfaro (presidente do Conselho Consultivo de Rádio e Televisão – ConcorTV; fundadora da Associação Calandria de Comunicadores Sociais – Peru)
  • Mediação: Mônica Gardelli Franco (diretora de Formação de Conteúdos Educacionais do Ministério da Educação – Brasil)
14h
Sala 2: GT 2 – Os Desafios das Novas Mídias: Inclusão Digital e Proteção da Infância
  • Cristina Ponte (professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – Portugal)
  • Alexandre Barbosa (gerente do Centro de Estudos sobre as TICs do Comitê Gestor da Internet – Brasil)
  • César Bonannote (pesquisador e professor da Universidade de Buenos Aires - Argentina)
  • Susie Hargraeves (presidente  da IWF - Internet Watch Foundation – Reino Unido)
  • Mediação: Rodrigo Nejm (diretor de Prevenção da Safernet – Brasil)
14h
Sala 3: GT 3 – Convergências de Plataforma: Inovações e Oportunidades para os Países Emergentes
  • Sue Goldstein (diretora de Programa do Soul City Institute for Health and Development Communication – África do Sul)
  • Jorge Baxter (diretor de Educação Global do Sesame Workshop – EUA)
  • André Barbosa Filho (superintendente de Suporte da EBC – Empresa Brasil de Comunicação – Brasil)
  • Brian O'Neill (diretor do Instituto de Tecnologia de Dublin/EU Kids Online – Irlanda)
  • Mediação: James Görgen (assessor especial do Ministério das Comunicações – Brasil)

Dia 08/03


8h30
Qualidade da Informação e Autorregulação: Desafios para o Século XXI
  • Chris Elliott (ombudsman do jornal The Guardian - Reino Unido)
  • Suzana Singer (ombudsman do jornal Folha de S.Paulo - Brasil)
  • Luiz Carlos Azedo (Jornalista do Correio Braziliense - Brasil)
  • Eugenio Bucci (Jornalista; colunista da revista Época - Brasil)
  • Fatima Pacheco Jordão (diretora do Instituto Patrícia Galvão - Brasil)
  • Luiz Gustavo Pacete (Repórter Sem Fronteiras - Brasil)
  • Representante da ANJ - Associação Nacional de Jornais - Brasil
  • Mediação: Ricardo Corredor (diretor executivo da FNPI - Fundação Nuevo Periodismo Iberoaméricano - Colômbia)
10h30
Debate com a plateia
Interação da plateia com os palestrantes.
  • Mediação: Ricardo Corredor (diretor executivo da FNPI – Fundação Nuevo Periodismo Iberoamericano - Colômbia) 
14h
Sala 1: GT 4 – Publicidade Dirigida à Infância: Desenvolvimento Sustentável e Padrões de Consumo
  • Shahriar Coupal (diretor de Política e Prática de Propaganda da Advertising Standards Authority – Reino Unido)
  • Clóvis de Barros Filho (professor da Universidade de São Paulo e Membro do Conselho do Instituto Alana – Brasil)
  • Jaime Delgado (deputado do Parlamento Nacional – Peru)
  • Susan Linn (diretora da Campanha por uma Infância Livre de Consumo – Estados Unidos)
  • Mediação: Tamara Amoroso Gonçalves (Coordenadora Geral de Consultoria Técnica e Processos Administrativos do Ministério da Justiça – Brasil
14h
Sala 2: GT 5 – Cobertura Jornalística: Boas Práticas na Garantia de Direitos
  • Marcelo Canellas (repórter especial da Rede Globo de Televisão – Brasil)
  • Ximena Norato (diretora da PANDI - Agencia de Comunicaciones Periodismo Aliado de la Niñez – Colômbia)
  • Miriam Larco Sicheri (integrante do Conselho Consultivo de Rádio e Televisão – ConcorTV – Peru)
  • Leonardo Cavalcanti (editor do caderno Brasil do jornal Correio Braziliense – Brasil)
  • Mediação: Marcio Schiavo (vice-presidente do Conselho da ANDI, presidente da Comunicarte e diretor do Population Media Center – Brasil)
14h
Sala 3: GT 6 - Mídia de Qualidade e Participação de Crianças e Adolescentes
  • Leon Willems (diretor da Free Press Unlimited e Presidente do GFMD – Global Forum for Média Development – Holanda)
  • Rebeca Cueva (diretora da ACNNA – Agencia de Comunicación de Niñas, Niños y Adolescentes – Equador)
  • William Bird (diretor do Media Monitoring Project – África do Sul)
  • Adelaida Trujillo (diretora do Compromisso por uma TV de Qualidade para a Infância e diretora da Citurna Producciones e da CILA – Colômbia)
  • Alex Pamplona (representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores no Conselho Nacional da Juventude - Conjuve e mobilizador na região Norte – Brasil)
  • Mediação: Angélica Moura Goulart (secretária Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, da Secretaria de Direitos Humanos – Brasil)
Fonte e mais informações: http://infanciaecomunicacao.andi.org.br

UFU realiza I Semana da Educomunicação

A I Semana da Educomunicação da Universidade Federal de Uberlândia será de 25 a 28 de fevereiro, das 19h às 21h, no Anfiteatro 5O do Campus Santa Mônica da UFU. 

As inscrições devem ser realizadas pelo site www.petcnxed.prograd.ufu.br. Haverá emissão de certificado.


Professora cria Jornal Escolar Online “Imprensa Aprendiz”


O Jornal Escolar IMPRENSA APRENDIZ foi criado pela professora de Matemática, Sandra Mara Maciel,  para valorizar e divulgar as produções dos estudantes do Colégio Estadual Professora Linda Salamuni Bacila, em Ponta Grossa, no Paraná 
Imprensa-Aprendiz
“Somos uma equipe de “aprendizes de imprensa” e aqui você vai encontrar um pouco de tudo que possa te interessar… produções textuais e figurativas, notícias, desafios, fotos, vídeos, comentários, recadinhos, classificados, humor, atualidades, novidades, informes escolares e de cursos, concursos, assuntos variados e muito mais! Tudo elaborado ou pesquisado por “corujinhas” e estudantes da região do bairro Boa Vista (Ponta Grossa-PR). Enfim, aqui a notícia pode ser VOCÊ!” – está escrito no texto de apresentação do blog “Imprensa Aprendiz” que acaba de nascer e já está recheado de produções.
O Jornal Escolar Online “Imprensa Aprendiz” é a extensão do projeto “Função Coruja – FUJA”, criado pela professora Sandra em 2012 como forma de valorizar e mostrar as produções dos “corujinhas”, como ela chama os jovens talentosos do Colégio Linda Bacila. Daí o motivo de uma coruja ser escolhida para ser o símbolo do trabalho.
Com o FUJA Sandra conquistou o primeiro lugar no 2º Concurso Cultural Vamos Ler como “Melhor Atividade com o Jornal na Escola” que motivou a Participação Social dos alunos. “Este prêmio foi o motivo para a mudança, pois conquistas merecem destaque e Imprensa Aprendiz é o nome que iremos carregar para nossas futuras conquistas. Somos “jovens” repórteres que queremos contar para todos o que acontece em nossa escola, em nossa comunidade e em nossa cidade. Somos leitores e produtores de informação”, diz Sandra.
Trata-se de um Jornal Escolar que começou no mural e migrou para o ambiente online atingindo um número muito maior de leitores. Em breve, também haverá a versão impressa, no formato de um boletim bimestral. Ou seja, o Imprensa Aprendiz é um Jornal Mural, um Informativo Periódico Impresso e um “Jornal Online – Feito por Estudantes para Estudantes”.
Gostaram da ideia? Acompanhem o trabalho do “Imprensa Aprendiz”  e inspirem-se:

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Profº Ismar Soares, da USP, faz parte da equipe que prepara texto base do Diretório de Comunicação da CNBB


O professor Ismar de Oliveira Soares e a doutoranda Helena Corazza faz parte da equipe que prepara o texto base do Diretório de Comunicação da CNBB.
DiretorioCNBB08022013
Começou nesta sexta-feira (08/02), na Central Paulinas, em São Paulo, a reunião da equipe de assessores que está produzindo o texto-base do Diretório de Comunicação da CNBB, a ser discutido na Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, de 10 a 19 de abril deste ano, em Aparecida (SP). Depois de várias reuniões no ano passado, a equipe redigiu a primeira versão do texto, que foi enviada aos bispos de todo o Brasil para análise e aportes.
Nesta primeira reunião de 2013, que seguirá até domingo (10/02), a equipe está analisando todas as contribuições recebidas, tanto dos bispos como de outros setores e pastorais da CNBB. A proposta é enriquecer o texto com essas contribuições e enviá-lo ao episcopado brasileiro pelo menos 15 dias antes do início da Assembleia Geral.
Sob coordenação de dom Dimas Lara Barbosa, responsável pelo Setor de Comunicação Social da CNBB, e da Ir. Élide Fogolari, Assessora de Comunicação da CNBB, estão reunidos os seguintes membros da equipe: dom Luiz Mancilla Vilela - Arcebispo de Vitória (ES), dom João Bosco Barbosa de Souza - bispo de União da Vitória (PR), Pe. Clovis Andrade de Melo, Pe. Gildásio Mendes, Pe. Manuel Quinta, Pe. Gregório Lutz, Ir. Helena Corazza, Ir. Joana Puntel, Maria da Luz Feernandes, Rosane Borges, Ismar de Oliveira Soares e Elson Faxina.
Fonte: CNBB

Projetos Mais Educomunicação foi contemplado com edital do Instituto C&A



Projeto Mais Educomunicação, proposto pela Viração Educomunicação e Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores (Renajoc), foi um dos contemplados com o edital do programa Redes e Alianças do Instituto C&A, que esteve aberto entre 5 de novembro e 20 de dezembro de 2012, tendo acolhido 167 inscrições vindas de instituições de 20 Estados e do Distrito Federal.
Por meio do edital, foram selecionados projetos elaborados por redes, coletivos de instituições, movimentos, grupos de trabalho, fóruns e coalizões, geridos e desenvolvidos coletivamente por instituições sociais articuladas entre si. Tal composição é chamada pelo Instituto C&A de “projeto de rede”. O conceito de rede, por sua vez, é entendido como um padrão organizacional produzido por dinâmicas de conectividade, no qual agentes autônomos (pessoas e/ou instituições) se interligam de forma horizontal para cooperar.
Os projetos selecionados realizarão ações de atuação social em redes voltadas à educação da criança e do adolescente relacionadas à promoção de direitos, à defesa de direitos e/ou ao controle social. Os projetos serão desenvolvidos entre fevereiro e dezembro de 2013. Cada iniciativa escolhida receberá até R$ 160 mil em apoio.
O processo de seleção foi conduzido por um comitê de seleção formado por pessoas indicadas pelo Instituto C&A, com experiência na área de redes. Entre os critérios de seleção estavam a consistência da proposta e relevância das ações relativas ao tema da educação de crianças e adolescentes, a presença de instâncias colaborativas e de formação técnica e política do grupo, visão e modus operandi para o trabalho colaborativo com outras organizações-membro da rede, composição de equipe de trabalho e distribuição de responsabilidades para operacionalização do trabalho em rede e da rede e viabilidade financeira.
O programa Redes e Alianças do Instituto C&A visa promover a cooperação, a convergência e a multiplicação de esforços entre instituições, organizações e pessoas, de modo a contribuir para a garantia do direito à educação das crianças e dos adolescentes no Brasil.
Veja abaixo a relação de iniciativas selecionadas no edital para apoio a projetos de atuação social em rede em 2013:
* Projeto Aliança Nacional dos Adolescentes contra a Exploração Sexual, proposto pela Associação Barraca da Amizade, de Fortaleza (CE).
* Projeto Construindo em Rede: Elaboração do Plano Municipal pela Primeira Infância em Nova Iguaçu, proposto pela Solidariedade França-Brasil, do Rio de Janeiro (RJ).
* Projeto de Mobilização e Monitoramento das Políticas Públicas de Educação na Rede Chapada e Semiárido, proposto pelo Instituto Chapada de Educação e Pesquisa, de Palmeiras (BA).
* Projeto Medida de Paz, proposto pela Agência de Notícias da Infância Matraca, de São Luís (MA).
* Projeto Observatório da Criança e do Adolescente (OCA), proposto pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos, de Brasília (DF).
* Projeto Mais Educomunicação, proposto pela Viração Educomunicação, de São Paulo (SP).
* Projeto Fórum das Juventudes da Grande BH, proposto pela Associação Imagem Comunitária, de Belo Horizonte (MG).
* Projeto Rede Escola Cidadã, proposto pela Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia (Fidesa), de Belém (PA).
Fonte: Licenciatura em Educomunicação/ ECA-USP (http://www.cca.eca.usp.br/cca_noticia/1720)