Aqui você encontrará notícias, dicas de sites, cursos, músicas, eventos e atividades que estejam ligadas a projetos de Jornal e Educação e Jovens Leitores.
Mostrando postagens com marcador EducaParty. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EducaParty. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Participação Social na Era Digital

Compartilhamos abaixo algumas reflexões da jornalista Talita Moretto, coordenadora do Projeto Vamos Ler, de Ponta Grossa/PR,sobre a Mesa "Participação Social na Era Digital", que aconteceu na Campus Party/ EducaParty, em São Paulo, entre os dias 6 e 12 de fevereiro. Apesar do evento já ter acabado há um tempinho, achamos que vale a pena refletir sobre o tema da mesa.
"Participação Social na Era Digital” 
Participantes: 
  • Ricardo Poppi - Assessor da Secretaria Geral da Presidência da República e responsável pelo projeto do Portal de Participação Pública Queremos Saber;  
  • Daniela Silva - Fundadora da Casa da Cultura Digital e da comunidade Transparência Hacker, coordenadora do projeto Ônibus Hacker; 
  • Everton Rodrigues - Gestor de mobilização e redes sociais do Gabinete Digital do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Portal de Comunicação Direta dos Gestores Públicos com os Cidadãos;
  • Mediação de Patrícia Santin - Gerente da Área de Infância e Adolescência da Fundação Telefônica | Vivo.

Reflexões:
A conversa transcorreu sobre democracia na rede. O que seria? Podemos publicar, escrever, manifestar nossas ideias e navegar por todos os ambientes sendo suportados pelo glorioso direito democrático de ir e vir? Ou apoiados na liberdade de expressão? 

A internet é democrática?
De-mo-cra-ci-a: sistema comprometido com a igualdade ou distribuição igualitária de poder (Definição 2, em Dic. Houaiss – 2009).

Ao pesquisar a palavra, refletir e entender o significado, muitos diriam que sim, a internet é democrática. Nela podemos divulgar nossas palavras da forma que desejarmos, e vai ler quem quiser. Bem democrático!

Alguns diriam não, porque nem todos os assuntos são bem vistos mesmo aos olhos daqueles que não leem, que só passam por ali. Não é nada democrático limitar as formas de expressão!
Outros poucos diriam que ela tenta, mas impõem termos de utilização para qualquer passo dado dentro da grande ‘teia’, termos que acredito eu, a minoria lê, ou lembra que existe. Ela é mais ou menos democrática!

Vocês sabiam que o princípio de qualquer rede social não é haver líder? A ideia de hierarquia passa longe, já que, ao entrar em uma rede social o princípio é que você se torne um elemento que, como os demais, deve compartilhar suas ideias, criticar quando desejar, discutir, participar ativamente das decisões, interagir, e deve ser respeitado em todas as ações. 

>>Você sabe o que é uma rede social? Facebook não é uma rede social.
>> A internet é democrática?
Uma das questões levantadas durante o debate foi se os professores ainda têm medo de trabalhar a interdisciplinaridade, principalmente, quando essa vem de mundos virtuais, onde uma quantidade imensurável de recursos e conteúdos são expostos, onde a leitura, em muitos casos, é feita de forma diagonal, em pedaços, fragmentada.

>>O que é interdisciplinaridade? 
Se eu pegar um texto de outra disciplina e levar para minhas aulas estarei atuando na prática pedagógica de forma interdisciplinar?

 >> O ensino é concebido de forma centralizada ou descentralizada? >>O ensino é democrático?
Pegando como gancho a leitura fragmentada… isso acontece porque as pessoas, na rede e fora dela, nos dias atuais, fazem muitas coisas ao mesmo tempo e acabam perdendo o foco, a direção, em meio a tantas informações impostas. Um sintoma [ou um comportamento] típico de quem utiliza muito as tecnologias digitais: quer estar ao mesmo tempo, em todos os espaços, usufruindo de todas as ferramentas, e consumindo informação em fragmentos.

Mas, seria a informação um produto a ser consumido? Nós consumimos informação de forma democrática?
No mesmo momento em que juntamos esses fragmentos em nossa leitura rápida e fragmentada, compartilhamos ideias a esmo, incontrolavelmente, nos sentindo heróis por estarmos presente na rede 24 horas no dia [sim, porque mesmo enquanto não estamos logados, nossos trilhões de links compartilhados ainda permanecem nas discussões dos que ainda não dormiram].

Mas essas ideias continuam ali, junto a manifestos, conjunturas, descrenças, gritos de revolta. E enquanto não colocarmos nossas ideias em ações, enquanto não descruzarmos os braços para fazer acontecer, enquanto não pararmos de esperar que a ideia compartilhada será lida por uma terceira pessoa que seria a responsável por tirá-la da tela do PC, a responsável por transformar a ideia em prática, talvez nunca entendamos o que é a democracia e a complementaridade do saber.

Talvez a democracia esteja na humildade de aceitar que o conhecimento não é construído por um único indivíduo, com uma única palavra, isoladamente, mas que ele é colaborativo. Não aprendemos sozinhos e não podemos ser egocêntricos a ponto de não compartilhar nossos aprendizados. Nosso saber é fruto da simplicidade daquele que foi capaz de ceder o que aprendeu, para que desse conhecimento nos alimentássemos e transformássemos novos saberes… para serem compartilhamos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Olhares sobre a #EducaParty e #CampusParty

Caros leitores, a EducaParty e a CampusParty foram eventos tão grandiosos que muita, mas muita gente mesmo ainda não parou de postar suas impressões, mesmo os eventos tendo acabado no dia 12 de fevereiro. 

A CampusParty aconteceu de 6 a 12/02 e a EducaParty, de 7 a 10, ambas no Parque Anhembi, em São Paulo, sendo esta última patrocinada pela Fundação Telefônica, com a curadoria do Instituto Tellus e do Instituto EducaDigital. 


Cerca de 300 educadores brasileiros foram convidados para participar dos debates, dinâmicas e oficinas da EducaParty e, claro, ver também os debates e ambientes maravilhosos da CampusParty. Resultado? Muitas tags no Twitter, Facebook e Blogs.


Disponibilizamos abaixo alguns liks de espaços virtuais onde vocês poderão ver relatos de dezenas de educadores. Antes, porém, compartilhamos um trailer da Oficina de Vídeo de Bolso - Narrativas Audiovisuais com Celular, que aconteceu nos dias 8 e 9/02, com o pessoal da Buriti Filmes e da Casa da Árvore. (Cristiane Parente)






Sobre as postagens, leiam, reflitam e aproveitem!
Blog EducaJá
http://educaja.com.br/2012/02/cpbr5-educaparty-educacamp-semana-perfeita.html 


Blogosgfera Marli
http://blogosferamarli.blogspot.com/2012/02/oficina-video-de-bolso-educaparty.html 


Pesquisa Educação
http://pesquisaeducacao.wordpress.com/ 

RioEduca
http://www.rioeduca.net/blogViews.php?id=1915 


Internetando
http://deborasebriam.wordpress.com/ 

SalaOficial

http://www.sala.org.br/ 


Lousa Digital
http://www.lousadigital.blogspot.com/ 

Utilizando Mídias na Educação

http://utilizandomidias.blogspot.com/ 

EstudoTec

http://estudotecnologia.zip.net/ 


Imprensa Jovem
http://noarimprensajovem.blogspot.com/ 


Mídia e Educação
http://culturamidiaeducacao.blogspot.com 

Plurale

http://www.plurale.com.br/noticias-ler.php?cod_noticia=11781 


Romario Regis
http://romarioregis.blogspot.com/2012/02/um-goncalense-na-campus-party-e.html 


Instituto EducaDigital
http://educadigital.org.br/site/ 

Educação, Tecnologias e Algo Mais...

http://professoragladis.blog.br/ 


Sala Aberta
http://salaaberta.wordpress.com/ 


Ler para Crescer
http://lerparacrescer.folhadaregiao.com.br/

Não citei seu blog??? Manda e-mail (cristiane.parente@anj.org.br) que a gente completa a lista!!!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Celular na Educação



Dia 9 de fevereiro a EducaParty também teve como debate "Celular na Educação", no Cubo de Conteúdo, na CampusParty, Parque Anhembi, São Paulo. Os debatedores foram José Luis Poli (idealizador do programa PALMA, Programa de Alfabetização na Língua Materna), Ghisleine Trigo Silveira (Projeto Escola com celular, parceria da Fundação Vanzolini com escolas municipais da cidade de São Vicente – SP), Luciano Maia Lemos (gerente de Soluções para Educação e Inclusão Digital do CPqD - Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) e Rocio del Campo (executiva responsável por América Latina da La-Mark, empresa que criou o Kantoo, projeto que desenvolve um serviço de aulas de inglês e espanhol pelo celular). A mediadora foi Mílada Gonçalves (gerente de Educação, Cultura e Juventude da Fundação Telefônica).

Com o Cubo de Conteúdos lotado, José Luiz deu início apresentando o programa Palma, feito para celular, que ensina noções básicas em língua portuguesa, matemática, ciências. Os alunos aprendem também através de exercícios e até jogos. Ele disse que escolheu o celular como plataforma, pois é muito acessível, todo mundo gosta e logo aprende a mexer - são 6 bilhões de celulares no mundo!

Na mesma linha, Luciano disse que ele e seu grupo do CPqD acreditam que as tecnologias existentes e as que desenvolvem lá podem contribuir muito com o processo de ensino-aprendizagem. "Já fizemos experiências com professores e alunos. Estamos num projeto grande agora, para distribuição e gerenciamento de conteúdos para educação. A ideia é facilitar o uso desses conteúdos pelos professores, e também para serem compartilhados, tudo através do celular. A intenção também é que ele seja um instrumento de autoria."

Rocio contou que a empresa em que atua entrou na aventura do e-learning pelo celular, pois viram que ele poderia ser um professor de bolso. O fato das pessoas terem uma relação emoconal com o celular, estarem com ele o dia todo, olharem a sua tela várias vezes ao dia, faz muita diferença. Segundo ela, o Brasil tem grande potencial na área, pois é o quarto país em crescimento de e-learning.

Já Ghisleine contou sua experiência no ensino público com o projeto Escola com Celular. Foram, no início, 2.200 alunos e 142 professores envolvidos. "A ideia era tirar o celular da clandestinidade, pois há portarias e leis que banem o aparelho da escola. Não conseguem vê-lo como ferramenta de ensino." O tema trabalhado foi resíduos e coleta seletiva e os alunos ajudaram muito levantando e registrando as formas, corretas e incorretas, de descarte de lixo na cidade. Tudo foi compartilhado no site e rede social do projeto.

A mediadora, Mílada, observou que as apresentações mostraram as muitas possibilidade de ensino e aprendizagem pelo celular, para produzir conteúdos, para levar o alunos para fora da escola, como ferramenta de aprendizagem autônoma, para complementar o ensino e muito mais.


Fonte: EducaRede/ Foto: RicardoLisboa

Oficinas na #EducaParty

Oficina Vídeo de Bolso: Narrativas audiovisuais com celular

EducaParty 2012

A oficina foi ministrada por Henry Grazinoli (Tela Brasil e Buriti Filmes) e Aluísio Ribeiro Amaral Cavalcante (Casa da Árvore) e aconteceu nos dias 08 e 09 de fevereiro de 2011 das 17h às 20h na sala 1 do Espaço de Inclusão Digital. A atividade teve início com a apresentação do grupo e cada um colocou uma imagem ou vídeo que representasse os seus desejos ou sonhos.

Na primeira atividade prática da oficina, os professores foram divididos em grupos de até 5 para desenvolver um processo simples de desenvolvimento e compartilhamento de grupo. O tempo da atividade foi de 20 minutos. A ideia era encontrar no grupo de trabalho algo que valesse a pena ser compartilhado com todos. Os oficineiros discutiam com o grupo a viabilidade de transformar a ideia em vídeo. Os grupos então produziam a ideia em vídeo que eram apresentados no final da oficina.

No segundo dia, já dividos em seis grupos, os educadores se encontraram às 14 horas na entrada da Campus Party para a captação das imagens. Ao retornar às 17h, os grupos editaram os vídeos utilizando o Open Shot até as 20h. Após a edição, os professores apresentaram ou publicaram seus vídeos em sites de compartilhamento.

Oficina Mapas Digitais e novas formas de representação do espaço

EducaParty 2012

Desde a antiguidade a humanidade se utiliza de mapas como forma de representação do espaço. Ao longo do tempo, essa  representação tem variado em suas formas com a utilização de diferentes técnicas e tecnologias. E foi a partir desta percepção que se criou a oficina de Mapas Digitais e novas formas de representação do espaço que ocorreu nos dias 08 e 09 de fevereiro.

O objetivo da oficina, mediada por Patrícia Azevedo e Regina Helena Alves da Silva, tinha por objetivo proporcionar aos participantes vivenciar a experiência de criação de mapas digitais e refletir sobre a representação do espaço numa sociedade digital em que convive uma multiplicidade de realidades e visões.

No primeiro dia da oficina os participantes discutiram os conceitos teóricos inerentes ao tema já  no segundo dia da oficina Mapas digitais e novas formas de representação do espaço, os participantes foram até o Parque São Domingos, no Capão Redondo, para conhecer a ONG Casa do Zezinho e realizar o mapeamento do bairro utilizando a ferramenta Wikimapa. Os 15 participantes que vieram de vários Estados brasileiros para a Educaparty tiveram a oportunidade de conhecer a Casa do Zezinho e realizaram registros em foto, filme e anotações sobre cada espaço da ONG para inserirem posteriormente no material multimídia no Wikimapa.

Na volta à Campus Party, participantes e mediadoras debateram sobre o uso dos mapas digitais na escola. “Usamos a linguagem ao criar o mapa. Isso é muito importante na sala de aula. A ideia de mapear é a apropriação dos sentidos e a produção de uma representação do lugar onde estou”, explicou a mediadora Regina Helena Alves da Silva.

A mediadora Patricia Azevedo, explicou que o Wikimapa é uma ferramenta que serve para ressaltar os potenciais de determinada comunidade, tanto para os moradores quanto para empresas interessadas em investir no local. “Aprendi muito sobre meu bairro trabalhando com mapas junto com meus alunos”, contou uma professora de São Bernardo do Campo que participou da oficina e já tinha trabalhado com mapas digitais na sala de aula.



Fonte: EducaRede/ Fotos: Ricardo Lisboa

Inclusão e mídias digitais



O debate Inclusão e Mídias Digitais aconteceu na tarde do dia 9 no Cubo de Conteúdo e foi transmitido ao vivo. Os debatedores foram Mary Grace P. Andrioli (mestre em políticas públicas para acessibilidade com TIC pela USP), Elizabeth Dias (representante da Escola de Informática e Cidadania do Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual de Belo Horizonte - CAP - BH), Rita Bersch (membro do CAT - Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República), Lucas Gil (Aluno do 2º ano do Ensino Médio do Centro Educacional Pioneiro). A mediação foi de Luis Fernando Guggenberger (gerente de Debate e Conhecimento da Fundação Telefônica).

A comunicação e o acesso ao conhecimento sempre foi um desafio para as pessoas portadoras de deficiências. Cada vez mais, as tecnologias digitais, através de ferramentas de acessibilidade tem tornado esses obstáculos menores. Práticas de inclusão digital e social foram apresentadas nesse debate, para responder a seguinte reflexão: as tecnologias digitais podem ser de fato inclusivas?

Mary Grace Andrioli disse que às vezes, esses alunos são esquecidos por conta do desconhecimento de quem está trabalhando com eles. Destacou ainda que, na sala de aula o desafio é a atitude e é comum a postura de fazer atividades separadas. “Aí está o perigo, é preciso pensar em processos, atividades que atenda à todos juntos, alunos com e sem deficiência.”

Lucas Gil contou que,  como aluno deficiente visual, sempre fez uso do método Braille, mas depois começou a perceber o quanto os gadgets poderiam ajudar, os livros digitais etc. “Posso dizer que a vida com um gadget, um computador em sala de aula ficou muito mais fácil”.

Elizabeth Dias, que tem deficiência visual, começou dizendo que a palavra-chave é a acessibilidade. A tecnologia causa um estranhamento a princípio, inclusive dos deficientes. Ela também percebe que a questão do acesso a essas tecnologias e à essa cultura ainda está em iniciativas pontuais. É preciso ter  computadores com programas leitores de telas em todos os telecentros, pontos de cultura etc. Além disso, existem outras barreiras, como páginas da internet difíceis de acessar. Neste ponto, Lucas completou que é importante reclamar, pois as empresas querem muitas vezes atender a esse público, mas não sabem 
como.

Depois foi a vez de Rita Bersch falar. Como ela trabalha com neurodesenvolvimento, lida com crianças com deficiências de comunicação, e aí se perguntava: “como ela pode se expressar?” Conseguiu essa resposta com as tecnologias. Contou de um menino com paralisia cerebral que, através do computador, seleciona símbolos gráficos e se expressa, mostra seus desejos. Assim ele participa da aula, interage. Ele usa um mouse adaptado e, da mesma forma, há próteses e órteses que podem dar independência e autonomia a essas pessoas. É a tecnologia assistiva. Rita inclusive levou dispositivos deste tipo e os participantes puderam manipulá-los e conhecer um pouco mais ao final do debate.



Fonte: EducaRede/ Foto: Ricardo Lisboa

Ética digital e o uso responsável da web



Mais um debate no dia 9 de fevereiro aconteceu na EducaParty. O públio pôde assistir Ética digital e o uso responsável da web das 14h às 16h no palco Entretenimento da Campus Party. Estavam presentes Vânia Sandeville, professora Orientadora de Informática Educativa (POIE) na EMEF Leonor Mendes de Barros; Carolina Quattrer Pinheiro, professora orientadora de informática educativa (POIE) e Dinamizadora do projeto Aula Fundação Telefônica na Unidade Municipal de Educação (UME) Avelino da Paz Vieira em Santos – SP; Rafael Parente, subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais na Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-RJ); Laís Souza Costa, aluna da EMEFM Darcy Ribeiro (São Miguel Paulista – SP), representante da Imprensa Jovem, projeto da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP); Rodrigo Nejm, diretor da Safernet no Brasil; e como mediadora, Luciana Cavalini, gerente de Comunicações e Relações Institucionais da Fundação Telefônica/Vivo.

Neste espaço de tempo houve uma discussão muito interessante e enriquecedora de todas as partes, inclusive com a participação de 5 pessoas da plateia com perguntas. 

O que se sobressaiu no debate foi a necessidade de que valores e ética devem orientar a vida de todos, não importando onde se esteja, no mundo dito “real” ou no mundo dito “digital”. Que um “educar para o mercado” jamais deveria esquecer o ensino e vivências de ética e direitos humanos e que na verdade a mobilidade só potencializaria e estenderia o espaço público que já existe.

Por outro lado, todos foram unânimes em afirmar que o exemplo do professor e a vivência da ética e da cidadania que ele proporciona em sala de aula e em laboratórios é fundamental para que os alunos apreendam realmente estes conceitos.

O debate foi finalizado com as afirmações de que sem diferenciar segurança de controle, não é possível se estabecer a ética, e que não haveria segurança e liberdade sem ética.



Fonte: EducaRede/ Foto: Ricardo Lisboa

Games na Educação: apertando o start

O debate na EducaParty sobre games na educação, na manhã do dia 9 de fevereiro, trouxe muitos pontos interessantes sobre o assunto. Os debatedores foram Lynn Alves (UNEB-BA), Luciano Meira (UFPE e OJE), Gustavo Steinberg (BIG Festival) e Sabrina Carmona (CS Games - PUC-SP). 

Lynn Alves falou que pensar a presença das tecnologias no cenário pedagógico tem sido ainda muito difícil. Mas é interessante, pois eles têm potencial interativo significativo. Segundo ela, o grande problema é a dificuldade dos professores de interagir com os jogos. As pesquisas na área de uso de games têm crescido muito, mas não têm retornado à escola. Não há ainda muitas ações focadas na formação do professor.

Em seguida, Sabrina Carmona lembrou que às vezes os jovens não querem aprender nada com o jogo, querem só se divertir. Mas, sem dúvida, é uma ferramenta excelente para motivar o aluno. Disse que há preconceito pelos jogadores de que o jogo educativo não é divertido, e também tem preconceito dos professores. Por isso é importante a pesquisa em cima disso. Pensar sobre qual o design, as regras que vão funcionar melhor.

Luciano Meira, por sua vez, destacou que o jogo tem quatro características principais, que os torna mais interessantes que a escola: trabalhar fortemente com cenários, oferece um contexto, permitindo a imersão; todo bom jogo tem que ter uma aventura, enfrentar desafios. E na escola se faz com que o aluno leia mapas; é importante ter personagens, que atuam como atores. Em geral, o sistema de ensino não coloca a voz de autoria do conhecimento para além do professor. Mas o jogo inverte esse esquema e o jogo tem um propósito, um objetivo a que se dedicar.



Fonte: EducaRede/ Foto: Ricardo Lisboa

Cultura livre e inovação em educação

O debate na manhã do dia 9 de fevereiro de 2012 da EducaParty atraiu muitos educadores ao palco de Empreendedorismo da Campus Party. Os debatedores foram Felipe Sanches (Garoa Hacker Club - SP), Nelson Pretto (UFBA), Tel Amiel (UNICAMP e Educação Aberta), Regina Helena Alves (Centro de Convergência de Novas Mídias - CCNM/UFMG). A mediação foi de Gabriella Bighetti, diretora de Gestão de Programas da Fundação Telefônica.

Tel Amiel iniciou o debate com uma provocação sobre a necessidade de mudança da escola. Para Tel, "A escola precisa mudar desde que começou, não é a web que mudou isso". Ao explicar os modelos de educação aberta, Tel Amiel mostrou a OERu (Open Educational Resources University), uma Universidade com Recursos Abertos e o MOOC (Massive Open Online Course), um curso com muitos participantes, com inscrições amplas e recursos abertos e bastante planejado. Tel Amiel concluiu enfatizando que a Cultura Livre e a Educação Aberta vão gerar novas configurações na educação. "Ética hacker é buscar, relacionar, criar e compartilhar recursos na rede", disse ainda Tel.

O professor Nelson Pretto respondeu a provocação de Tel Amiel sobre a mudança na escola. "A escola está mudando muito e o esforço é de nós, professores", disse Nelson. "O professor tem um papel central enquanto liderança acadêmica e política". Nelson Pretto trouxe ainda vídeos do Digitalia, festival de cultura digital e música e sugeriu experimentações semelhantes na escola.

Felipe Sanches do Garoa Hacker Clube falou em seguida explicando o conceito dos hackerspaces. "Falta espaço no ensino para que alunos exerçam sua criatividade em laboratórios de tecnologia", disse Felipe. Esta demanda, entre outros motivos, fez surgir os hackerspaces que estão por todo o mundo e o primeiro é brasileiro.

Regina Helena Alves trouxe novas provocações para o debate. A professora lembrou que nas eleições costuma surgir material multimídia criado por especialistas em cultura digital que podem manipular os resultados. "Onde está a ética hacker?", perguntou Regina. Regina também ponderou "por mais que sejamos militantes na web, a hierarquia permanece fora dela e a luta é muito difícil". Regina também atraiu a atenção dos professores ao concluir que "tanto faz tablet ou lápis, se você não entender o formato do conhecimento".



Fonte: EducaRede/Foto: Ricardo Lisboa

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Inclusão e Mídias Digitais

Compartilhamos vídeo do debate "Inclusão e Mídias Digitais" que aconteceu na #EducaParty #CampusParty, no Parque Anhembi, em São Paulo. O evento aconteceu no dia 9 de fevereiro.


Para ver o vídeo, basta acessar o link: http://www.cubodeconteudo.com.br/VideosAnteriores/Detalhes/13

Descrição: A comunicação e o acesso ao conhecimento sempre foi um desafio para as pessoas portadoras de deficiências. Cada vez mais, as tecnologias digitais, através de ferramentas de acessibilidade tem tornado esses obstáculos menores. Práticas de inclusão digital e social serão apresentadas nesse debate, para responder a seguinte reflexão: as tecnologias digitais podem ser de fato inclusivas? Participe do debate via Twitter usando a hashtag#cubovivo.

Debatedores: Mary Grace Martins - Mestre em políticas públicas para acessibilidade com TIC pela USP. Atualmente é pesquisadora do Núcleo de Aprendizagem Trabalho e Entretenimento (NATE) do Laboratório de Sistemas Integrados (Escola Politécnica da USP) no projeto Um Computador por Aluno (UCA), Consultora do Ministério da Educação, sócio-fundadora do Instituto Paramitas e da Vivência Pedagógica. 
Elizabet Dias - Representante da Escola de Informática e Cidadania do Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual de Belo Horizonte - CAP – BH 
Rita Bersch - Fisioterapeuta, pesquisadora da área de Tecnologia Assistiva. Membro do CAT - Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República; Coordenadora da disciplina de AEE na Deficiência Física no Curso de Especialização em Atendimento Educacional Especializado da UFC - Universidade Federal do Ceará; Consultora da OEI - Organização dos Estados Ibero-Americanos.

Palestra especial de Sugata Mitra no Campus Party

Compartilhamos vídeo da palestra de Sugata Mitra no #CampusParty, no dia 7 de fevereiro, no Parque Anhembi, em São Paulo. Boas reflexões!!!

A educação vai se reeducar? Alunos x Professores - Academia x Mercado

Compartilhamos vídeo do debate "A educação vai se reeducar? Alunos x Professores - Academia x Mercado" durante a #EducaParty #CampusParty 2012, que aconteceu no dia 9 de fevereiro, no Parque Anhembi, em São Paulo.



Descrição:
A internet facilitou o acesso à informação, e as redes facilitaram a troca de conhecimento. Uma discussão sobre as medidas que estão sendo adotadas por professores e instituições para acompanhar essas mudanças. 
Debatedores
Samantha Shiraishi - Jornalista com passagens em redações de Curitiba e Tóquio, está desde 2006 nas novas mídias, área na qual é empresária em São Paulo. Mãe e cidadã ligada às causas sustentáveis, educacionais e culturais. 
Priscila Gonsales - Master em Educação, Família e Tecnologia pela Universidade Pontifícia de Salamanca (ES), pós graduada em Comunicação e Educação pela ECA-USP. Atua na área de educação e tecnologia há 10 anos. É co-fundadora do Instituto Educadigital, que desenvolve projetos de integração da cultura digital aos variados espaços educativos. 
Luiz Algarra - Designer de fluxos de conversação para grupos humanos, com foco em inteligência colaborativa. Propõe e estrutura processos de diálogo para grupos humanos, sejam empresas ou instituições. Atua em eventos, encontros e palestras como ativador de reflexões para grandes multidões, em temas locais ou globais. 
Maurício Curi - Tem 47 anos, duas filhas, trabalha e reside na Vila Madalena em São Paulo, onde organiza o TEDxVilaMadá e dirige a EDUCARTIS do Brasil. 
Mila Gonçalves Gerente da área de Educação, Cultura e Juventude da Fundação Telefônica no Brasil. Concentra seus estudos e atividades profissionais na relação entre Educação e Tecnologias desde 1998. Psicóloga, Mestre em Ciências da Comunicação pela USP e Máster em Educação a distância pela Universidad Carlos III de Madrid. Trabalhou no CENPEC durante 11 anos e já atuou como professora em cursos de graduação e pós-graduação.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Vídeos da EducaParty



Confira alguns dos vídeos das palestras da Educaparty - Campus Party, que aconteceu entre os dias 7 e 10 de fevereiro no Anhembi, em São Paulo. Basta acessar: http://t.co/f5XyifwP

Educaparty: Tas mostra escola de ontem e amanhã

Descontraído, mas sem o tom humorístico do CQC,
o Digi_Tas foi gravado no auditório da Telefônica
 
Uma das atividades que marcou o segundo dia do Educaparty - evento de educação e tecnologia que acontece dentro da Campus Party, em São Paulo - foi a gravação do Digi_Tas, com Marcelo Tas, apresentador do CQC. No programa da Telefônica/Speedy, o conhecido "professor Tibúrcio" tratou da escola de ontem e falou sobre a escola do amanhã mostrando como a tecnologia vem mudando o ambiente escolar, desde o relacionamento aluno-aprendizagem até as ações cotidianas como leitura, estudo e "colas" nas provas.

Descontraído, mas sem o tom humorístico que marca o outro programa do apresentador em uma rede de televisão aberta, o Digi_Tas foi gravado no auditório da Telefônica em São Paulo com um público especial, os 250 educadores que estão discutindo novos caminhos da educação.

Marcelo Tas falou sobre o conhecimento que as crianças adquirem fora do ambiente escolar e resumiu este pensamento em uma frase: "com a internet a escola é o mundo". Outro momento marcante foi quando ele relembrou o pesquisador indiano Sugata Mitra que no primeiro dia do evento foi enfático em afirmar que se existir um professor que possa ser substituído pelo computador, ele deve ser substituído. Isso para enfatizar que os educadores precisam se adequar a uma nova realidade que inclui as novas tecnologias. Não tem volta.

Folha da Região
  está participando do Campus Party - Educaparty por meio da jornalista Ayne Regina Gonçalves Salviano, coordenadora do Programa Jornal e Educação Ler para Crescer. Ela foi uma das 250 educadoras escolhidas pela Fundação Telefônica para participar dos encontros, debates e oficinas.
Fonte: Folha da Região/ Ayne Salviano (Texto e Foto) 09/02/2012

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Sugata Mitra ressalta importância de perguntas inteligentes para estimular crianças


Programa Jornal e Educação acompanhou bate-papo com educador e pesquisador indiano Sugata Mitra. Ele esteve na Campus Party/EducaParty no dia 7, em São Paulo e respondendo à pergunta de uma pessoa da plateia se era possível a tecnologia/máquina substituir o professor ele disse: "Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque Esse realmente deveria ser."
Sugata Mitra também afirmou em relação às redes sociais como o Facebook que elas jamais seriam usadas totalmente para a educação, mas que poderiam ser usadas para provocação. E que aí, sim, poderiam ser interessantes como parceiras da educação.

Outro ponto que o pesquisador citou e que vale a pena refletir é que, para estimular a criança, é importante não apenas o computador e a internet, mas perguntas instigantes, que gerem curiosidade. E citou algumas perguntas que geraram experiências que ele fez no mundo inteiro e fizeram com que crianças aprendessem a pesquisar.

Para mais informações sobre a Campus Party/EducaParty: http://educarede.org.br/global/educaparty-brasil

Foto: EducaParty/RicardoLisboa

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O que os educadores brasileiros querem saber de Sugata Mitra

No próximo dia 7 de fevereiro de 2012, o Brasil receberá um dos educadores mais comentados na web e mais respeitados por estudiosos de educação e tecnologia de todo o mundo, o indiano Sugata Mitra, professor da Universidade de Newcastle no Reino Unido. Ele propõe um modelo de  educação que estimula a intuição e o interesse direto das crianças em aprender umas com as outras. Mitra realizou o experimento que gerou o famoso vídeo "O Buraco no Muro". Refletindo sobre o papel da tecnologia no aprendizado e as habilidades do professor no novo cenário da cultura digital, cinco educadores participantes do Educaparty enviaram perguntas que  pretendem fazer para o professor Sugata Mitra durante o evento: 

Sugata Mitra 

Físico por formação e pesquisador de redes neurais, é uma das personalidades mais originais no campo da educação tecnológica. Desde 1999, desenvolve o projeto Hole in the Wall (HIW - sigla em Inglês) que tem como objetivo demonstrar os dons inatos de crianças no desenvolvimento de competências em TIC. A iniciativa consiste em instalar computadores nas ruas do interior Índia e de outros países em desenvolvimento e permitir o acesso livre para menores de idade. Professor da Universidade de Newcastle, na Inglaterra, Sugata Mitra diz que as crianças envolvidas no experimento não só aprenderam a usar computadores de uma forma intuitiva, mas melhoraram significativamente seu desempenho acadêmico.

Questões dos educadores brasileiros

 "Como pode ser possível, com poucos recursos para ensino e pesquisa, aliar as tecnologias à educação básica considerando o contexto de um país em desenvolvimento como o Brasil?"
Willian Rochadel - Pesquisador do Remote Experimentation Lab (RexLab) da UFSC

"É muito interessante no vídeo "O Buraco no Muro" como o computador é colocado numa rua onde as crianças conseguem acessá-lo sem monitoramento e elas mesmas ensinam umas às outras. Neste momento, percebe-se que aí a aprendizagem não é uniformizada ou ditada por regras. Com isto em mente, como nós, professores, podemos nos desvencilhar da ideia de orientar e controlar todo o processo de aprendizagem já que ficamos tão apreensivos, querendo avaliar e medir sempre? Como podemos dar esta liberdade a nossos alunos para quem aprendam sozinhos?"
Grace de Castro Gonçalves - Professora da Escola Estadual Vereador Antonio de Ré, Guarulhos - SP    

"Sobre a alfabetização dos alunos, a tecnologia pode ser de fundamental ajuda neste processo, principalmente agora que o uso de laptops educacionais no Brasil é cada vez maior? O que pensar disso em comparação com a experiência do "Buraco no Muro?"
Amábile Maria Reginato Dos Santos, Diretora da EMEF Pedagogo Paulo Freire, Ourinhos - SP

"Na experiência do vídeo "Um Buraco no Muro", é possível ver que as crianças aprendem sozinhas e ensinam umas às outras. Considerando isto, gostaria de perguntar ao professor Sugata Mitra como seria um aula com tecnologia para ele, o professor realmente é necessário nessa aula ou as crianças podem ser deixadas para aprenderem sozinhas? Se o papel do professor muda, como deve ser agora?"
Eliana dos Santos D'Avila Oliveira, professora de informática da UME Mário de Almeida Alcantara, São Vicente - SP

"A tecnologia aplicada à educação pode ajudar a equilibrar os direitos civis na Índia e em outros países, onde por exemplo, as mulheres têm “menos direitos ou estão abaixo dos homens?"
Wagner Merije Rodrigues Araújo, Gestor do MV Mob, portal de educação e mobilidade, Belo Horizonte - MG

 
Fonte: EducaRede/ EducaParty ( http://www.educared.org/global/educarnaculturadigital/perguntas-sugata)

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Conheça os palestrantes que estarão na Educaparty



Confira abaixo alguns palestrantes e realizadores de atividades na Educaparty. Considerada uma das grandes novidades da 5ª edição da Campus Party Brasil, a EducaParty é um movimento que pretende aproximar educação e inovações em tecnologias digitais e acontece dos dias 7 a 10 de fevereiro no Anhembi, em São Paulo.
Sua primeira edição aconteceu em Valência, na Espanha, e foi um sucesso. Para a primeira edição no Brasil, a Fundação Telefônica levará cerca de 250 educadores de diferentes cidades brasileiras para desfrutar da intensa programação e também participar de uma programação pensada especialmente para este público.

Se você não conhece, a Campus Party é o maior encontro de comunidades da Internet do mundo. É um espaço pensado para incentivar o compartilhamento, a aprendizagem e a transferência de conhecimentos. Nele, durante sete dias, milhares de participantes acampam em suas barracas, com seus computadores à tira-colo, trocando momentos, idéias e experiências.


Para mais informações: http://blog.campus-party.com.br/index.php/campus-party-brasil/ e
http://educarede.org.br/global/educaparty-brasil/home


Palestrantes da EducaParty



  • Cristina Kiomi Mori 
Diretora do Departamento de Articulação e Formação da Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, doutora na área de políticas públicas pela UnB e mestre em Comunicação pela USP. Já atuou no Ministério do Planejamento e no Projeto Cidade Escola Aprendiz.
  • Jader Gama 
Fundador do Coletivo Puraqué, Santarém, Pará. O coletivo realiza projetos educacionais na área de tecnologia e educação na região. Graduação em Processamento de Dados pela Universidade Federal do Pará, Brasil (2004). Professor Pesquisador do Inclusão Digital da Amazônia, Brasil. Consultor de informática da Prefeitura Municipal de Santarém.
  • Maria Amélia Kuhlmann Fernandes 
Coordenadora do Acessa Escola da Secretaria Estadual de Educação de São Paulo (SEE-SP), profissional da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE).
  • Joana Varon Ferraz 
Integrante do Centro de Tecnologia e Sociedade do curso de Direito da FGV-RJ e  organizadora do livro "Pontos de Cultura e Lan Houses: estruturas para a inovação na base da pirâmide social". Mestranda em Direito e Desenvolvimento pela FGV.
  • Felipe Sanches 
Representante do Garoa Hacker Club, São Paulo. O Garoa Hacker Clube é um laboratório comunitário, aberto e colaborativo, que propicia a troca de conhecimento e experiências através de uma infraestrutura para que entusiastas de tecnologia realizem projetos em diversas áreas.
  • Nelson Pretto 
Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Editor daRevista da Faced. É o responsável pela concepção do projeto de inclusão sociodigital denominado "Tabuleiros Digitais".
  • Tel Amiel 
Pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) na UNICAMP. Coordena a comunidade Educação Aberta. Doutorado em Instructional Technology pela University of Georgia, Estados Unidos (2006).
  • Regina Helena Alves da Silva
Professora da Universidade Federal de Minas Gerais e atua nos programas de pós-graduação em História e em Comunicação Social. Coordenadora do Centro de Convergência de Novas Mídias - CCNM-UFMG e integrante do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para a Web - INWEB.
  • Lynn Alves 
Professora do SENAI - CIMATEC - Departamento Regional da Bahia (Núcleo de Modelagem Computacional) e da Universidade do Estado da Bahia. Coordena os projetos de pesquisa e desenvolvimento em jogos digitais como: Tríade (FINEP/FAPESB/UNEB), Búzios: ecos da liberdade (FAPESB), Guardiões da floresta (CNPq), Brasil 2014: rumo ao Hexa (SEC-Ba), Games studies (FAPESB), dentre outros. As produções do grupo de pesquisa encontram-se online
  • Luciano Meira 
Professor da UFPE. Graduado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia do Recife (1984), Mestre em Psicologia Cognitiva pela Universidade Federal de Pernambuco (1987), Ph.D. em Educação Matemática pela University of California at Berkeley (1991). Também apoia projetos em educação e estudos de usabilidade do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife).
  • Gustavo Soares Steinberg
Representante do projeto BIG Festival. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema. Atuando principalmente nos seguintes temas: democracia deliberativa, teoria democrática, eventos midiáticos, integração social, meios de comunicação de massa e sociedade de risco.
  • Juarez Bento da Silva
Responsável pelo projeto RExLab da UFSC. Professor da UFSC. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Hardware, atuando principalmente nos seguintes temas: experimentação remota, e-learning, mundos virtuais 3D, ambientes virtuais de ensino-aprendizagem, embedded servers, microcontroladores e monitoramento web.
  • Eveline de Souza Erbele 
Representante do Projeto Um Computador por Aluno (UCA) e do Núcleo de Tecnologia na Educação (NTE) de Ijuí-RS. Realiza projetos de rádio na escola e experimentos em educação e tecnologia para professores.
  • Suintila Valiño Pereira 
Representante do Projeto Educação Unipresente (práticas com celular em Educação de Jovens e Adultos (EJA). Professor de Física para o ensino médio e para a EJA no turno noturno, na Escola Estadual Dona Consuelo Muller, em Campo Grande, MS.
  • Ricardo Poppi
Assessor da Secretaria-Geral da Presidência da República, Portal de Participação Pública. Possui graduação em Ciência Política pela Universidade de Brasília (2010).
  • Daniela Silva 
Representante da Casa da Cultura Digital (Ônibus Hacker). O Ônibus Hacker reúne entusiastas de tecnologia de áreas diversas. Enquanto metade desse ônibus é feita de poltronas, a outra metade é o Hacklounge: um espaço de trabalho, com internet, computadores e outros engenhos tecnológicos.
  • Everton Rodrigues 
Gestor de mobilização e redes sociais do Gabinete Digital do Governo do Estado do RS. Autor do blog Brasil Autogestionário.
  • Mary Grace Martins 
Mestre em políticas públicas para acessibilidade com TIC pela USP. Atualmente é pesquisadora do Núcleo de Aprendizagem Trabalho e Entretenimento (NATE) do Laboratório de Sistemas Integrados (Escola Politécnica da USP) no projeto Um Computador por Aluno (UCA), Consultora do Ministério da Educação, sócio-fundadora do Instituto Paramitas e da Vivência Pedagógica.
  • Vânia Sandeville 
Educadora POIE da EMEF Leonor Mendes de Barros. Integrante do Projeto Minha Terra e autora de trabalho sobre ciberbullying. Autora do blog Lab Leonor Mendes.
  • Carolina Quattrer Pinheiro 
Dinamizadora da UME Avelino Vieira (Organização Aula Fundação Telefônica - Santos -SP). Integrante da Rede Pró-menino de Educadores.
  • Rafael Parente 
Subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais SME-RJ. Um dos idealizadores do projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro – SME RJ, intitulado Reforço Digital e o Educopédia.
  • Sabrina Carmona
Coordenadora executiva do CS: Games, Grupo de Pesquisa Semiótica sobre a Linguagem dos Games da PUC-SP. Autora do Planeta Gamer 

  • Elizabeth Dias 


Representante da Escola de Informática e Cidadania do Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiência Visual de Belo Horizonte - CAP - BH
  • Laís Souza Costa 
Aluna da EMEFM Darcy Ribeiro (São Miguel Paulista – SP), representante da Imprensa Jovem, projeto da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP) que visa promover a formação de professores e alunos em educomunicadores, para integrar as mídias eletrônicas e audiovisuais no currículo da escola.
  • Henry Grazinoli 
Cineasta e escritor. É coordenador das Oficinas Itinerantes de Vídeo Tela Brasil e escreveu o conteúdo e desenvolveu os exercícios do Portal Tela Brasil, da produtora Buriti Filmes.
  • Aluísio Ribeiro Amaral Cavalcante 
Coordenador dos projetos Telinha de Cinema e Telinha na Escola, desenvolvidos em Palmas (TO) e Porto Velho (RO) pela Casa da Árvore Projetos Sociais.
  • José Luis Poli 
Licenciado e Mestre em Matemática, um dos fundadores da Anhanguera Educacional S/A, tendo exercido as funções de Diretor Administrativo, Diretor Acadêmico, Vice Presidente Acadêmico no período compreendido entre 1994 a 2009. Sócio-consultor da empresa IES2 e idealizador do programa PALMA, Programa de Alfabetização na Língua Materna.
  • Rita Bersch 
Fisioterapeuta, pesquisadora da área de Tecnologia Assistiva. Membro do CAT - Comitê de Ajudas Técnicas da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República; Coordenadora da disciplina de AEE na Deficiência Física no Curso de Especialização em Atendimento Educacional Especializado da UFC - Universidade Federal do Ceará; Consultora da OEI - Organização dos Estados Ibero-Americanos.
  • Laís Bodanzky 
Diretora da produtora Buriti Filmes. Atua como diretora de cinema e teatro e há 7 anos coordena o projeto Cine Tela Brasil, promovendo o encontro entre cinema e educação nas comunidades de baixa renda. Dirigiu diversos filmes premiados, como “Bicho de Sete Cabeças”, “Chega de Saudade”, entre outros.