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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Plataforma une jornais feitos por alunos portugueses


Para os estudantes que têm afinidade com alguma das áreas da comunicação (texto, fotografia, design ou boas histórias), ter a oportunidade de criar notícias dentro da própria escola pode ser algo bem divertido e engajador. Pensando nisso, a Direção-Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência de Portugal resolveu desenvolver o Jornais Escolares, iniciativa que organiza, numa plataforma online e gratuita, os jornais produzidos por escolas públicas do país e oferece recursos que vão auxiliar no desenvolvimento de novas publicações.

Os jornais, que são produzidos por alunos de 6 a 18 anos (que estão, no Brasil, em séries do ensino fundamental 1 até o médio), trabalham temas como educação ambiental, do consumidor, financeira, sexual e desenvolvimento sustentável. Cada jornal inserido na plataforma tem jeito de jornal tradicional, impresso: títulos, textos divididos em colunas, fotos. Na plataforma, os usuários podem encontrar essas publicações por meio da barra de busca, digitando o nome do veículo ou o assunto da matéria, por categorias de texto (artigos científicos, concursos, iniciativas, impresso ou digital) e até por idade dos alunos que produziram.
Alunos de 6 a 18 anos de escolas públicas em Portugal falam sobre temas como educação ambiental, financeira e sustentabilidade
                                                                Crédito doris_bredow / Fotolia.com
Essa iniciativa de agrupar as publicações, chamada Educação para os Media, é um dos eixos do projeto Educação para a Cidadania, criada pelo próprio órgão do ministério português. “A Educação para os Media pretende incentivar os alunos a utilizar e decifrar os meios de comunicação, nomeadamente o acesso e utilização das tecnologias de informação e comunicação, visando a adoção de comportamentos e atitudes adequados a uma utilização crítica e segura da internet e das redes sociais”, afirma Fernando Egídio Reis, diretor da Direção-Geral da Educação.
Para isso, o Jornais Escolares, além de permitir o acesso de todas essas publicações via documentos online, oferece para alunos e professores uma série de ferramentas e recursos necessários para a melhoria dessas publicações. Na plataforma, o usuário pode encontrar desde programas gratuitos para edição de texto e imagem, artigos da BBC sobre a importância da criação desse tipo de publicação até guias sobre como veicular com segurança e qualidade o conteúdo nas redes sociais. E o aprendizado não pára por aí.
Pelo fato de ser criado dentro da sala de aula, nada mais natural do que agregar conteúdo do currículo da escola na produção das notícias, como nos casos das disciplinas de língua portuguesa ou estrangeira, usada para o aperfeiçoamento textual, educação visual, que envolve a escolha, produção e tratamento da imagem e tecnologia de informação e comunicação, em que os estudantes aprendem sobre o processamento da imagem e a criação de páginas. Para Reis, quando o aluno colabora com a criação de um jornal, ele trabalha seus conhecimentos e capacidades do mundo digital, da escrita, da criatividade e do trabalho em equipe. “A participação num projeto deste tipo pode contribuir para a ligação do aluno ao ambiente e à vida da escolar, para o aumento dos seus níveis de motivação e, para a prevenção do abandono escolar”, afirma.
Alunos de 6 a 18 anos de escolas públicas falam sobre temas como educação ambiental, financeira e sustentabilidade
                                                                                    Crédito Divulgação
Mas com tanta coisa para falar, as atividades precisavam mesmo extrapolar os muros das escolas. Os Clubes de Jornalismo das escolas levam os alunos para as ruas para sentirem na pele o trabalho da produção de notícias e é aqui que o envolvimento com a comunidade fica ainda maior. Além de publicar conteúdos sobre os acontecimentos locais, a própria comunidade contribui para o desenvolvimento dos jornais por meio da publicidade, distribuição e até mesmo impressão em conjunto com as outras publicações regionais.
Exemplo disso está no jornal Gente em Ação, criado pelo agrupamento de escolas de Vila Velha do Ródão (distrito de Castelo Branco, região central do país) que, desde 1989, publica notícias sobre o bairro e entrevistas com pessoas importantes. Hoje, com 20 páginas em média, o jornal tem a participação de 50 colaboradores, entre alunos e professores, e uma página no Facebook onde publica suas matérias, como a visita realizada ao Castelo de Ródão, ponto turístico da cidade. 
Fonte: Portal Porvir 31/07/2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Programa Prensa-Escuela completa 20 anos na Argentina



El programa Prensa Escuela cumple veinte  años de actividades 
en el país. 
La firma de un convenio entre Andiarios, la Organización de 
Estados Iberoamericanos y el Ministerio de Educación en 1993, 
le dio inicio al programa. 
Su objetivo fue elevar la calidad de los procesos de enseñanza, 
logrando un aprendizaje en diferentes áreas curriculares, 
mejorando el acercamiento a la información, los procesos 
comunicativos escolares y proporcionando elementos para 
comprender los hechos de la actualidad nacional con actitud 
reflexiva y crítica.

En 1998 dicho convenio finalizó. Gracias al trabajo que de manera 
conjunta realizaron los periódicos del país y la comunidad educativa 
en general, se han llevado a cabo procesos de 
enseñanza-aprendizaje que fortalecen el uso de la prensa como 
herramienta educativa y a lo largo de estos años, el programa se ha
extendido a cientos de colegios y escuelas en casi todas las regiones
del país.

La utilización del periódico por parte de los maestros en las distintas 
competencias educativas, además de ser una enseñanza activa, 
genera en los estudiantes conocimientos universales, profundos y
permanentes. Estas actividades permiten que el alumno desarrolle 
capacidades de redacción, investigación, análisis, síntesis, entre otras.

El periódico es utilizado por los docentes como un elemento didáctico,
interdisciplinario, generador de opiniones y de juicios.

OBJETIVOS
  1. Llevar el periódico al aula de clase para estimular su relación con la 
    realidad y dinamizar su vida estudiantil,  desarrollando el interés por 
    temas de actualidad de orden nacional e internacional.
  2. Proponer el uso del periódico en el desarrollo de procesos referidos 
    a áreas como matemáticas, ciencias sociales, ciencias naturales, 
    educación física, educación artística, filosofía ética, religión, tecnología,
    lenguaje y humanidades.
  3. Fortalecer  los procesos de elaboración del proyecto educativo 
    institucional (PEI), en los cuales el periódico como estrategia didáctica, 
    facilite la interpretación y el análisis de la realidad como elementos de 
    importancia.
  4. Colaborar en la definición de estrategias de orden pedagógico con el 
    fin de que sean cada vez más activas, favoreciendo procesos de 
    aprendizaje mutuo del profesor y el alumno, de los estudiantes y sus 
    padres.

COBERTURA DEL PROGRAMA.
EL PROGRAMA SE DESARROLLA EN LOS SIGUIENTES 
PERIÓDICOS:


PRENSA ESCUELA EN EL MUNDO 
La utilización del periódico en el aula de clase es un programa 
desarrollado en varios países del mundo y fomentado por 
organismos internacionales de prensa como:

 Diario en la Educación
  • El periódico en las aulas

EXPERIENCIAS PRENSA ESCUELA
Este  texto escrito por  Enrique Martínez-Salanova Sánchez 
señala los aspectos que hacen del periódico, un elemento 
clave en los salones de clase. Al finalizar el documento, 
Enrique Martínez-Salanova, pone una serie de actividades 
que permiten el acercamiento de los estudiantes y el periódico, 
entendiendo sus secciones, contenido y la forma en la que 
este elemento se presenta. 

Finalizó el Primer Concurso Distrital de Caricatura 
Prensa Escuela

El I Concurso Distrital de Caricatura Prensa Escuela-El Universal,
ya tiene preseleccionados

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Muito além dos muros da escola


Papa Informa

Por Patrícia Melo
Desde o ano passado, livros, posts, textos acadêmicos, além de conversas e troca de ideias com pessoas que já pesquisam temas relacionados à Educomunicação ou que atuam em projetos educomunicativos começaram a fazer parte do meu dia a dia. Tudo isso foi fundamental para que eu compreendesse todos os benefícios que a interface entre Comunicação e Educação proporciona para o processo de ensino-aprendizagem. Mas ainda faltava ‘a voz’ dos mais interessados: os próprios alunos. Foi então que percebi que era preciso escutá-los antes de tudo.
E foi o que fiz. Para entender com mais detalhes essa minha inquietação, conversei com participantes (na faixa etária de 11 a 13 anos) de um projeto de Educomunicação, realizado em uma das escolas municipais de Curitiba. Nessa conversa, jovens que hoje estão cursando o Ensino Médio, ou faculdade, e que vivenciaram a experiência desse projeto há anos atrás, também participaram, deixando a troca de experiências entre todos ainda mais concreta.
Fiquei impressionada em ver, na prática, como uma ação educomunicativa mexe com a vida das crianças e dos adolescentes. Essa transformação ultrapassa os muros da escola, fazendo parte do exercício de cidadania desses alunos. E o mais importante: para a vida toda.
Nesse bate-papo, escutei vários argumentos do por que esses meninos e meninas vão até a escola no contra turno, mais de uma vez por semana, vivenciar a comunicação como uma ferramenta pedagógica. Separei alguns desses argumentos, que acredito que valem ser citados, como: “É um mundo novo; aprendo a não ter vergonha; tenho gosto pela pesquisa; adoro desenhar, por isso sou o cartunista do jornal; conhecemos coisas que na sala de aula não aprendemos; o projeto despertou em mim a vontade de ser jornalista ou fotógrafa; o nosso trabalho vai muito além da produção da notícia; é um orgulho para a minha família; na hora que a gente está participando do projeto não temos noção de tudo o que ele beneficia para a nossa vida; experiência de trabalhar em grupo; faz da gente mais cidadãos; conhecemos muitas pessoas importantes; somos cada vez mais curiosos e aprendemos a pensar por nós mesmos e não pelos outros; somos privilegiados”.
Todo esse processo acontece aliado às ferramentas tecnológicas, especialmente o celular, que grava vídeos, áudios, tira foto, navega pela internet e ainda serve como bloco de notas para as anotações mais importantes sobre a pauta. O diálogo com a tecnologia contribui para a geração do interesse e o despertar da criatividade, envolvendo temas do cotidiano e utilizando a comunicação para retratá-los. É a educação conectada aos jovens, fazendo com que sejam os protagonistas do projeto, os produtores do conhecimento. Além disso, as ações educomunicativas proporcionam um espaço seguro para o debate, fazendo com que a voz do aluno passe a integrar o ecossistema comunicativo da escola, despertando e/ou fortalecendo o sentimento de pertencimento.
Obs: O projeto citado no texto ocorre na Escola Municipal Papa João XXIII e chama-se Papa Informa, coordenado pela professora Sandra Tissot.
Patrícia Melo é jornalista desde 2001 e há oito anos atua em benefício da Educação por meio da Comunicação. Hoje, também é empreendedora, com a Presença – Comunicação Educacional - facebook.com/presencaeducacional, que tem como objetivo a produção de textos, entrevistas, reportagens e projetos comunicacionais direcionados especialmente ao universo educacional. Dessa forma, contribui para um diálogo mais consistente e criativo entre a Escola e a Família.
Texto publicado no Blog Educação & Mídia - Gazeta do Povo (http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/educacao-e-midia/muito-alem-dos-muros-da-escola/) 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Publicidade O Diário na Escola promove encontro pedagógico em Sarandi












Cerca de 50 professores que trabalham na rede municipal de Sarandi/PR participaram, na última segunda-feira, do encontro pedagógico “A diversidade de gêneros no universo jornalístico” promovido pelo programa O Diário na Escola e ministrado pela doutoranda da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Adélli Bazza.
O principal objetivo do curso foi expor as diferentes formas de se trabalhar os gêneros textuais em sala de aula usando como material de suporte o jornal impresso. A professora Ednéia Correia da Silva conta sobre suas experiências, “o que aprendi sobre gênero há anos não me deu suporte para entender a importância na hora de identificar tipos de textos, nem para trabalhar com meus alunos. O encontro do Diário na Escola alavancou minhas ideias para novos conhecimentos e estratégias, assim eu ensino com maior segurança”.
O jornal é considerado um material rico, nele é possível encontrar charge, artigo de opinião, carta do leitor, crônica, entre diversos outros tipos de textos. Partindo disso, a ministrante conseguiu apresentar o grande número de atividades que podem ser realizadas com o impresso.
“Nos encontros do Diário na Escola percebo a qualidade do jornal como material de auxilio em sala de aula, uma vez que o mesmo apresenta quase todos os gêneros textuais existentes. Infelizmente, muitas vezes, o professor não está formado o suficiente, por isso a cada encontro ampliam-se novos horizontes”, destaca a professora Fátima da Costa Generoso.
Durante a oficina foram discutidos os principais elementos que diferenciam cada gênero, tais como: finalidade, temática, estrutura e circulação social. Destacando a importância ao se lembrar que, ao escrever textos, deve-se pensar nestes elementos de estrutura.
Depois de toda a prática apresentada, os participantes se dividiram em grupos e foram à prática. Escolheram uma publicação presente no jornal e identificaram todos os itens que estruturavam aquele gênero, e em seguida fizeram apresentação oral.
A professora Maria Aparecida Pereira relata que a parte prática foi essencial para reforçar a teoria aprendida, “a temática apresentada foi excelente, estou sempre aprendendo mais, e com as atividades propostas pude adquirir embasamento para trabalhar com meus alunos”.
A ministrante Adélli destaca que o trabalho na oficina foi agradável e proveitoso. “Ir ao encontro dos professores na sua cidade possibilitou um melhor aproveitamento do tempo e pudemos desenvolver com tranquilidade todas as atividades propostas. A tônica dessas oficinas continua sendo o interesse que os professores manifestam pelas discussões propostas: mais que receber as informações, eles perguntam, dão exemplos e relacionam a oficina com a sua realidade no trabalho. É muito gratificante participar dessa troca!”
 As oficinas realizadas pelo Programa O Diário na Escola, são muito boas! Vem suprir as necessidades dos professores que são comprometidos com a aprendizagem e crescimento do aluno como um indivíduo da sociedade. Nos encontros os educadores podem aprimorar seus conhecimentos através da transmissão de informações e técnicas de trabalho, necessárias e relevantes para o crescimento dos mesmos”. Diretora de Ensino na Secretaria de Educação de Sarandi, Solangi Aparecida Signorini Rezende

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Sobre as manifestações pelo país, algumas sugestões para os professores

1 - Juntem notícias de jornais (impressos e/ou online (além de notícias da tv, rádio, etc, se conseguirem) e comparem informações. 

2 - Mostrem que a mídia tanto pode errar em suas avaliações, como fazer boas coberturas. Quais foram os equívocos? Quais foram os bons exemplos?

3 - Mostrem exemplos de boas fotos e de bons textos; da participação do cidadão na construção das matérias (quando enviam fotos e vídeos)...

4 - Discutam as notícias de forma crítica com os alunos. O que foi bom e o que pode ser melhorado (houve diversidade de fontes? a notícia foi tendenciosa? o título correspondeu ao texto? ...)

5 - Há muito maniqueísmo nesses debates e é preciso ter cuidado para não escorregar nele.

6 - Mostrem também a força da mobilização via redes sociais. Nós, professores, precisamos estar atentos a esse movimento no país e à forma de se comunicar dos jovens.

7 - A cobertura feita pela imprensa internacional também é interessante para avaliar. Como um correspondente internacional vê tudo isso? 

8 - Lembrem-se que um fato é diferente de uma notícia. Ela é apenas uma representação do fato. Como há vários meios, há várias representações. Procurem ver como jornais internacionais estão avaliando o que está acontecendo aqui em relação aos jornais nacionais.

9 - É possível também fazer uma análise só das imagens, que falam muito!!! 

10 - Os manifestantes estão sendo ouvidos? O governo? A polícia? Especialistas? Quem são as fontes do que está acontecendo?

11 - Que tal pedir aos estudantes para entrevistar pessoas de opiniões diferentes e publicar no blog ou jornal da escola para levantar um debate sobre o assunto?! Ou levar para a escola pessoas que pensam as manifestações de maneira contrária?!

12 - Que pautas estão sendo reivindicadas nas manifestações? Os alunos conhecem todas elas? É hora de dizer o que é uma PEC, trabalhar a questão da diversidade, dos direitos humanos, do ECA, de temas como a corrupção e das atitudes diárias de cada (será que também não somos corruptos em algum momento?), etc

Enfim...há muitas atividades que podem ser feitas. Esse é um momento ímpar para discutir de forma educomunicativa tudo que está acontecendo no país!!!

Boa sorte!!! 
Cristiane Parente 

Coordenadora do PJE

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Transformando o lixo em luxo

Escola de Educação Infantil Bom Pastor realiza atividade buscando integrar a transformação das sucatas para com o aprendizado ecológico dos alunos

Com o projeto criando, recriando, brincando com sucata e transformando o lixo em luxo, que os alunos realizaram a atividade ecológica na Escola de Educação Infantil Bom Pastor. De acordo com as diretoras da escola Daiane Henrich e Cíntia da Silveira, nessa fase da infância é importante propiciar as crianças oportunidades de aprender sobre a preservação do meio ambiente, produção do lixo e reaproveitamento de materiais. “Para isso ensinamos a separar de maneira adequada o lixo produzido, buscando passar o conhecimento de como é possível reaproveitar os materiais para fazer jogos e brinquedos com a sucata”, afirma.

A atividade tem o objetivo de fazer com que as crianças aprendam a maneira adequada de separar o lixo e algumas formas de reaproveitar os materiais, aprendendo a preservar o planeta, transformando lixo em luxo.

Conforme a coordenadora pedagógica da escola, Diovana Rodrigues, participaram do projeto crianças do berçário, maternal 1e 2, nível 1,2,3, com a orientação das professoras: Tanisa, Cláudia, Gliciane, Natália, Bianca, Viviane, Márcia e Tatiane.Os níveis 1 (3 anos), nível 2 (4 anos) ,nível 3 ( 5 anos) utilizam o jornal em seus momentos de leitura e como material de pesquisa para recortar letras, palavras, figuras . “Como estávamos trabalhando o projeto meio ambiente e queríamos algo diferente, resolvemos então confeccionar móveis de uma casa imaginária utilizando além do jornal que eles já utilizam em sala de aula também outros materiais alternativos como garrafas pet, papelão, entre outros. As demais turmas berçário e maternais confeccionaram assim os utensílios, eletro eletrônicos e objetos de decoração da casa como televisão, rádio, quadros, porta retratos, entres outros”, explica Diovana
.




Escola Estrela Guia
Alunos fazem o mascote junino
Um mês especial com muitas atividades em comemoração aos festejos caipiras
Durante junho e o próximo mês acontecem às tradicionais festas juninas. Várias entidades e instituições promovem as famosas festas caipiras. Em comemoração aos festejos caipiras que a turma da pré-escola e alguns alunos do jardim II da Escola Estrela Guia estiveram confeccionando materiais que servirão de decoração para a sala de aula e as festas na escola. Juntamente com a Professora Márcia Didomênico, as crianças criaram um mascote um pouco diferente para os festejos, como a Tartaruga Junina feita de jornal e decorada com papel colorido, o chapéu todo de papel jornal foi pintado com tinta. Uma forma prática e fácil de dar uma segunda importância ao jornal.


Projeto DM na Sala de Aula
O que é

O DM na Sala de Aula é um programa do Jornal Diário da Manhã, realizado nas cidades de Passo Fundo e Erechim, onde se trabalha com professores de escolas públicas e particulares, dando sugestões para a utilização do jornal como instrumento didático-pedagógico.

Quando
Todas as quintas-feiras, no jornal Diário da Manhã.

Próximos encontros
3º encontro – 05 de julho de 2013 – Oficina prática com jornal;
4º encontro – 06 de setembro de 2013 – Encerramento Jornalista por um dia;
5º encontro – 01 de novembro de 2013 – Encerramento e confraternização com mostra de projetos, num clima de confraternização.
Todos os encontros ocorrem, às 14 horas, no auditório da CDL.

Coordenadora
Cristina Castejon Branco, psicopedagoga.

Jornalistas
Liliana Crivello, Sara Comin, Jéssica França e Sirlei Pazinato.

Contatos
E-mails:

educação@diariodamanha.net
liliana@diariodamanha.net
sara@diariodamanha.net
jessica@diariodamanha.net
sirlei@diariodamanha.net
criscastejon_1@hotmail.com
Telefone: (54) 3316-4800


quarta-feira, 19 de junho de 2013

O jornal impresso e a sala de aula



A coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Cristiane Parente, é a entrevistada do mês do Informe, suplemento do programa A Gazeta na Sala de Aula, desenvolvido pelo jornal A Gazeta (ES). 

Ela participará do Seminário A Gazeta na Sala de Aula, no dia 25 de junho, no Centro de Convenções de Vila Velha. 

No nosso bate-papo, ela fala sobre o trabalho na ANJ e também sobre a importância do impresso nas atividades em sala de aula. 

Entrevista
Informe - Como é coordenar o trabalho do Programa Jornal e Educação na ANJ? Que experiências você poderia destacar nessa área?
Cristiane - É poder ver em cada região do Brasil o trabalho entusiasmado de educadores, jornalistas e estudantes que a cada nova atividade com o jornal se tornam mais conscientes da importância do exercício cidadão para mudar realidades; da importância da leitura crítica e criativa da mídia e da informação de qualidade em suas vidas.
Programas como A Gazeta na Sala de Aula (A Gazeta/ES) e o Ler e Pensar (Gazeta do
Povo/PR), por exemplo, cada um à sua maneira, têm ajudado a melhorar a leitura, a produção textual de alunos e sua percepção sob a possibilidade de desenvolvimento a partir da comunicação.
Cristiane Parente coordena o Programa Jornal e Educação/ANJ
Informe - Na sua opinião, qual é o diferencial do jornal impresso e que relação ele
tem com as tecnologias presentes no espaço escolar?
Cristiane - O jornal impresso traz a possibilidade de um trabalho coletivo em sala de aula,
de mais interação entre os alunos. Por outro lado, usá-lo em conjunto com as novas tecnologias é aproximá-lo de uma realidade cada vez mais presente na vida de todos. Isso faz parte também do trabalho do Programa Jornal e Educação, porque procuramos atuar de acordo com o contexto em que vivemos, em parceria com os educadores e de forma a tornar o jornal cada vez mais próximo dos jovens.

Informe - Como o trabalho com o jornal na sala de aula pode ajudar no desenvolvimento de crianças e adolescentes?
Cristiane - De várias formas. Desde ajudando a melhorar a sua leitura e escrita a uma
melhor percepção crítica da realidade em que vivem. Também pode gerar uma maior aproximação entre os membros de uma família, já que os jovens que trabalham com notícias de jornais passam a ser pessoas com informação, com conteúdo para compartilhar em casa.Isso tem mudado algumas dinâmicas familiares, com pais dialogando mais com seus filhos sobre a atualidade. A noção sobre a responsabilidade que cada um de nós tem
sobre o mundo em que vivemos também muda, porque percebemos nosso papel
enquanto cidadão em cada notícia. E, por fim, o trabalho com mídia em sala de aula
revela também o quanto uma informação de qualidade é importante na vida de uma
pessoa, portanto, o quanto ser crítico e formar uma opinião e aprender a selecionar melhor o que se lê/vê e ouve é fundamental.

Informe - Que dicas você daria para os profissionais da educação que já trabalham com essa mídia?
Cristiane - A principal dica é não pedagogizar demais o jornal. Ele deve ser usado em
todas as suas possibilidades e riquezas. É preciso que ele seja encarado como um
objeto de estudo; que todos possam compreender como uma mensagem é produzida; como pode influenciar a formação de opinião das pessoas; que fontes foram ouvidas, que omissões existem nos textos, entre outros. Deve ser lido sempre além do texto que está explícito. O professor pode trabalhar com os alunos qual o envolvimento que cada um tem enquanto cidadão naquela matéria.

Para acessar o Informe completo: http://www.agazetanasaladeaula.com.br/_midias/pdf/2013/06/19/3db_informe_junho_2013-736-51c1accebccaf.pdf

terça-feira, 18 de junho de 2013

Conheça os jornais escolares feitos em Portugal



Este  é o jornal "O Aventuras", um jornal escolar mensal que publica as atividades desenvolvidas em sala de aula durante o mês anterior, bem como alguns trabalhos realizados pelos alunos, no âmbito curricular. Ele é coordenado pela professora Maria José Moniz Nunes, da Escola Básica Estreito da Calheta (EB1/PE Estreito da Calheta/ CalhetaOlhão), de Portugal.

Para você conhecer o jornal, acesse o link abaixo: http://jornaisescolares.dge.mec.pt/
files/2013/06/ficha_ed_duplao-aventuras.pdf

E se quiser conhecer outros jornais que são editados em Portugal, basta acessar: http://jornaisescolares.dge.mec.pt/page/1/

Direto da Escola

Os Correspondentes O POVO agora conhecem todo o processo por qual o jornal passa até chegar cedinho às suas casas. No início do semestre, eles conheceram como a notícia chega à redação. No último dia 8, foi a vez da visita ao Parque gráfico, em Maracanaú. Depois de detalhada explicação do processo de como as páginas chegam para serem gravadas e impressas, as perguntas vindas da curiosidade de cada repórter complementaram o objetivo da visita.



Colégio Antares - Isadora Araújo (isadoraaraujocf@hotmail.com)
Projeto Unesco
O Colégio Antares está participando do projeto Unesco. É uma organização de um grupo de alunos da escola para articular ações e projetos da Unesco, trabalhando assim, a sensibilização e a motivação para uma prática cidadã dentro da comunidade escolar como um todo. A participação no clube é voluntária para os alunos. O primeiro projeto foi realizado com sucesso com a doação de quase 4.200 litros de água para os nossos irmãos nordestinos que estão sofrendo com a seca no interior do estado. Coletados e futuramente entregues pela a Defesa Civil, promovido pela a Campanha Força Solidária.
Colégio N.Sra das Graças - Ana Luiza Bomfim (aninhabomfim@ig.com.br)
XIV Arraiá Das Graças
No dia 8 de Junho, o Colégio Nossa Senhora das Graças realizou a sua tradicional festa junina no período de 10 às 15h. Quem compareceu por lá pode saborear vários pratos típicos, vendidos em quatro barraquinhas. Cada uma delas possuía um nome próprio (Maria Dolores – Mado; Maria de Jesus – Maje; Maria Celeste - Mace e Pe. Júlio Maria - Juma) em homenagem aos fundadores da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria: as cordimarianas. Entre as vastas opções oferecidas havia: vatapá, baião de dois, paçoca, creme de galinha, churrasco, churros, cachorro quente, crepes, algodão doce, picolé, docinhos, cocada e bolos dos mais variados sabores, entre eles o tradicional pé de moleque. Embalados pelo ritmo da quadrilha improvisada, comandada pelos professores José Cleber Uchôa e Sandra Régia, o ginásio do colégio se encheu de alegria. Para atender a todos os gostos, a escola também contou com a participação do DJ Marciano, tocando música eletrônica e da banda Xote dos Meninos representando o forró pé de serra. Ao som de muita música, as pessoas puderam aproveitar para visitar um bazar de roupas, bijuterias, brinquedos, livros e sapatos, organizados pelos alunos para a arrecadação de dinheiro que será investido na Semana Cordimariana. Para os apaixonados, havia ainda a presença de casais de cupidos distribuindo declarações de amor entre as pessoas. Já no finalzinho da festa tivemos a participação do comediante Falcão, que bastante simpático, tirou fotos com todos. Foi uma tarde prazerosa, principalmente para os ex-alunos que tiveram a oportunidade de se reencontrarem.
Colégio Antares - Ana Vanessa Lima (nessa200910@hotmail.com)
Visita ao parque gráfico
No sábado, dia 8, os Correspondentes do O POVO tiveram a oportunidade de conhecer mais uma parte do jornal. Fizemos uma visita ao parque gráfico, lá em Maracanaú, local onde são impressos os jornais e conhecemos um pouco sobre como eles são produzidos. Foi bastante interessante e proveitoso aprender sobre o processo de fabricação de uma ferramenta de comunicação e informação tão importante para nós que é o jornal. Obrigada Jornal O POVO por nos oferecer mais uma oportunidade de enriquecer os nossos conhecimentos e vivenciar novas experiências.

Colégio Santa Isabel - Lorena Calixto (lo_lory22@hotmail.com)
Minha rosa de cristal 
És de ser a coisa mais bela já existente na Terra, tão preciosa quanto qualquer joia rara. És dona de mim, és dona de minha irmã, na verdade és de ser dona de tudo. És uma rosa de beleza incomensurável, de um sorriso tão belo e de um olhar magnânimo. Tem a delicadeza de ser como uma flor, na verdade és de ser, mas não é qualquer flor, e sim uma bela rosa valiosa e única, uma rosa de cristal, gentil, delicada, formosa, divina, deusa perfeita aos olhos de quem ver. Deus teceu essa preciosidade com toda a calma, fez somente uma, e se orgulhou de ter tecido com todo amor à beleza desta flor. Essa rosa de cristal veio do céu para perto de mim. És-me de zelar, eu, de zelar por ela. És essa rosa a minha rainha majestosa, és minha deusa guerreira, és minha mãe! Saiba que não existe tempo para falar de uma joia única, todo dia é dia dela. Muito obrigada por tudo, minha rosa de cristal! 

Colégio Visc. do Rio Branco - Ruthe Almeida (ruthefalmeida@gmail.com)
O esporte
O esporte é algo bem importante para nossas vidas, não só para o físico como para o mental.Fazer esporte é muito bom e não é a toa que eu faço.No esporte podemos expressar nossos sentimentos de uma forma mais divertida e sem falar que nos ajuda muito.Não é todo mundo que é igual, pois tem pessoas que adoram esporte, já outras, preferem nem tentar.Tem pessoas que não arriscam praticar, mas acham bem legal.Elas não sabem o que estão perdendo, pois quem pratica esporte é uma pessoa saudável, não sedentária e de bem com a vida, sem falar que ele previne vários tipos de doenças.Então, vamos praticar algum esporte. 

Colégio Master - Ana Clara Costa (ana-clarabezerra@hotmail.com)
Feira de Ciências
No dia 8 de junho aconteceu a Feira de Ciências que tinha como tema: A Origem de Tudo. Os alunos formam grupos entre 4 e 10 pessoas e tem dois meses para se preparar. Utilizando de sua criatividade, alunos dos fundamentais um, dois e ensino médio apresentaram diferentes temas como: A origem do teatro, do dinheiro, da música, das redes sociais, das festas, da arte, entre outros. O evento foi bastante movimentado, cheio de criatividade. Os alunos faziam papel de professores em um dia que adultos eram alunos, aprendendo muito sobre a história descrita por traz de cada tema abordado. Os alunos são avaliados por três fiscais, as classificações foram divulgadas na quarta feira, dia 12 de junho.
Colégio  7 de Setembro - Lara Maria Guedes (lara_mariaguedes@yahoo.com.br)
Um passeio com alegria e conhecimento
Em mais um encontro dos Correspondentes O POVO, com lápis e bloquinho na mão, fomos conhecer o parque gráfico do Jornal. Desde a entrada no ônibus até a despedida, é uma alegria indescritível. Cantando, dançando, os jovens correspondentes “fazem a festa”. Ao chegarmos, nossos olhos não sabiam o que capturar primeiro, entre tantas máquinas, ouvia-se o barulho feito por elas e os milhares de jornais sendo produzidos. Incrível! Fomos recepcionados e guiados pelo gerente industrial, kleber Brasil, que nos contou o avanço da tecnologia e a sua influência sob o Jornal O POVO. Após adquirir tanto conhecimento, fomos comemorar com um lanche gostoso, o aniversário dos Correspondentes do 1º semestre. Teve até sorteio de uma torta e a feliz vencedora fui eu. Foi uma manhã de alegria e, como sempre, de conhecimentos promovida pelo Jornal O POVO. Nós, Correspondentes, só temos a agradecer e é claro, escrever, com muito orgulho, para este jornal.
Colégio Sebastião de Abreu - Alisson Silva (antonioalisson97@gmail.com)

Correspondentes O POVO no parque gráfico
No dia 8 de junho os Correspondentes O POVO visitaram o parque gráfico em Maracanaú. É lá que jornal O POVO é fabricado. Na visita aprendemos como os jornais são feitos e todo o seu processo. Conhecemos as máquinas que imprimem o jornal. Ficamos sabendo também como o jornal era feito antigamente, como por exemplo, precisava de muita gente para buscar as informações e passar para a redação, para digitar, para imprimir e hoje, com o computador, com o avanço da tecnologia ficou tudo mais fácil e mais rápido. Conhecemos também a máquina CTP que é como uma impressora caseira gigante e é ela que faz a chapa do jornal para depois mandar para a máquina rotativa que dá a tinta ao jornal e deixa o produto pronto para a distribuição da população. Foi um passeio muito bom e interessante e, com certeza, todos os Correspondentes gostaram, inclusive eu.Então, muito obrigado ao jornal O POVO por esse passeio e ao gerente industrial do O POVO, Kleber Brasil, que nos recebeu muito bem e nos deu todas essas informações. 

Fonte: Coluna Direto da Escola - Correspondentes O POVO na Educação / Jornal O POVO (CE) 18/06/2013