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terça-feira, 30 de abril de 2013

Caderno “DC na Sala de Aula” destaca escolas estaduais de SC

Edição circula encartada no jornal desta quarta-feira (24) e tem foco nas escolas da Rede Estadual

Diário Catarinense publica nesta quarta-feira (24) a primeira edição de 2013 do caderno DC na Sala de Aula – Escolas Estaduais, que circula encartado no jornal. O projeto, que está na 31ª edição, traz como destaque uma reportagem especial sobre as personalidades históricas que dão nome a algumas das mais importantes escolas de Santa Catarina.
Ainda na publicação, são abordados temas como: cidadania, reforço escolar, meio ambiente, política, intercâmbio, leitura e voluntariado, além de mostrar duas ações - uma da Escola de Educação Básica Henrique Stodieck (Florianópolis) e outra da Escola de Educação Fundamental Augusto Colatto (Xanxerê), que utilizam jornais – entre eles o próprio DC – como ferramenta de aprendizagem.
Voltado à divulgação de atividades realizadas dentro de sala de aula das escolas da rede estadual, o caderno busca valorizar o trabalho de professores e alunos da rede pública de Santa Catarina. Para incentivar este tipo de trabalho, o Diário Catarinense distribui 20 mil exemplares desta edição para as escolas estaduais. A ação faz parte do projeto “Dia do Jornal na Escola”.
Programa Jornal e Educação – DC na Sala de Aula Escolas Estaduais é uma das iniciativas do Programa Jornal e Educação do Diário Catarinense, que trabalha a democratização da informação e oferece oportunidade a alunos de desenvolverem o pensamento crítico e a cidadania. Desde 2005, o programa tem trabalhado na formação de estudantes, ajudando-os a refletir sobre a importância de conhecer e trabalhar as mídias.

Concurso de vídeos estimula ações sustentáveis nas escolas


Trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente tem sido uma prática cada vez mais comum nas escolas. Mas como transformar as instituições de ensino em espaços sustentáveis? Este é o desafio lançado na segunda edição do concurso Ecovídeo, promovido pela TV Escola como parte da 5ª Semana de Meio Ambiente do canal educativo.

A TV Escola convida professores e estudantes a mostrarem de forma criativa, em um vídeo com até dois minutos, projetos de ações para os problemas socioambientais de suas escolas. A ideia é também preparar as instituições de ensino para que elas participem da IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente, que será realizada pelo Ministério da Educação (MEC), em várias etapas ao longo de 2013.

Para participar, os candidatos devem gravar o vídeo, postar no Youtube e enviar o link para o e-mail tvescola.videos@mec.gov.br, junto com o título e descrição do projeto, o nome do professor responsável, além do nome e endereço da escola.

Todos os vídeos inscritos serão divulgados no blog da Semana do Meio Ambiente. A escola autora do vídeo que somar o maior número de visualizações receberá a equipe da TV Escola para uma reportagem especial. E o grupo do vídeo escolhido pelo júri do concurso participará do quadro Ecoação, que será gravado no Museu do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, e exibido durante a programação especial do canal, em junho.

O prazo para se inscrever termina no dia 10 de maio. Você pode ler o regulamento completo do concurso no site da TV Escola e no blog da Semana do Meio Ambiente.

O vídeo abaixo mostra como participar do concurso. Assista:
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Fonte: EBC/ Ana Elisa Santana - Portal EBC 23/04/2013

Método propõe união entre educação e entretenimento



Você já deve ter ouvido falar em educomunicação, termo criado por meio da união entre educação e comunicação. Ou então em edtech, sigla, em inglês, que se refere à junção de educação e tecnologia. Conceitos como esses, que unem educação com alguma outra área, já vêm se tornando bastante populares, enquanto outros, ainda timidamente, tentam marcar presença. É o caso do edutainment, metodologia criada a partir da junção das palavras education (educação) + entertainment (entretenimento), que usa elementos divertidos, como games, filmes, seriados de TV, aparelhos móveis e até robôs inteligentes, desenhados para se tornarem educativos.

“Muitas pessoas associam o edutainment a uma ferramenta tecnológica, quando na verdade o que deve estar por trás de qualquer robô ou jogo carismático é a metodologia que ele desenvolve, que precisa ajudar o professor a melhorar a curva de aprendizado de seus alunos”, afirma Antônio Valério Netto, cofundador e diretor de educação e tecnologia da XBot, uma das primeiras empresas brasileiras criadas para fabricação e comercialização de robôs móveis inteligentes para a área de edutainment.

Especialistas no tema afirmam que, além de atrair e prender a atenção dos estudantes, a ideia é também ajudar a reduzir a evasão escolar. Isso acontece porque a metodologia aumenta a motivação e engajamento dos alunos, contribuindo para uma aprendizagem mais eficaz. Para Netto, a metodologia surgiu ao aproveitar as três principais ações que as pessoas desenvolvem quando se entretém (envolvimento, interação e imersão) a favor do aprendizado.

“O edutainment ajuda a converter as aulas chatas em algo agradável e divertido. Jogos, robôs e outros materiais mais lúdicos também podem contribuir para uma outra dinâmica de ensino, já que podem motivar mais os alunos e trazer uma nova mudança ao aprendizado, normalmente forçado, para algo espontâneo”, afirma ele que, nos últimos seis anos, tem se dedicado à produção de robôs inteligentes que são utilizados por estudantes do ensino fundamental e até por pesquisadores. Um deles é o RoboDeck, uma espécie de plataforma robótica que pode ser usada em sala de aula para ensinar, desde alunos de ensino técnico à pós-graduação, que estudam linguagem de programação, robótica, sistema digitais, software, entre outras, de modo experiencial.

Com robôs, games e softwares cada vez mais inovadores, se engana quem acredita que o conceito é novo. O primeiro uso do termo surgiu no fim da década de 1940 quando a Walt Disney Productions passou a produzir documentários focados no entretenimento educativo. Na televisão, a série Sesame Street, criada nos anos 1970 e conhecida no Brasil como Vila Sésamo, é outro exemplo do edutainment.

No programa, criado nos Estados Unidos e expandido para 120 países, fantoches à la personagens dos Muppets ensinam às crianças lições de matemática, leitura, cores, dias da semana e números. A partir dos anos 1990, por conta da disseminação dos jogos e do computador, a metodologia passou a ser usada em maior escala (veja matéria sobre os games que ensinam sem querer). “No exterior, o termo já é algo ‘batido’. Aqui no Brasil muita gente sequer sabia do que se tratava. No passado, havia uma forte negação por partes do professores, que se sentiam coadjuvantes no processo educativo, já que principalmente os softwares educativos começaram a ser adotados em uma escala maior”, diz Netto, que espera que no futuro o conceito seja mais difundido e adotado pelas instituições. “Uma das principais vantagens do uso do edutainment é tornar o professor um designer de planos de aulas, não trabalhar de forma conteudista, mas utilizar a prática para melhorar competência, ou seja, mudar a forma como a informação é passada ao estudante.”

Mas se no passado, professores viam o edutainment como que algo que tirasse seu papel de protagonista no ensino, na visão de Netto, hoje, a aceitação é maior. Muitos deles, inclusive, estão adotando a metodologia baseada no conceito de blended learning ­ – ou ensino híbrido –, usando as atividades e materiais lúdicos, como games, simuladores e outros recursos, para planejar suas aulas tanto de modo presencial quanto on-line. “É uma nova forma de passar conteúdo, que pode contribuir para melhorar a curva de aprendizado dos alunos”, pontua Netto.


Fonte: Terra Educação e Blog A Tarde Educação

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pequenos leitores

O que se temia não aconteceu. O mundo da criança não foi dominado por jogos eletrônicos e os tablets não substituíram os livros de papel. Sim, os pequenos continuam a admirar histórias e desenhos impressos em páginas coloridas e o mercado editorial de literatura infantil nunca esteve tão em alta como na última década. Uma pesquisa da Associação Nacional de Livrarias (ANL), feita entre julho e outubro de 2012, mostra isso. Nas 716 livrarias consultadas, a literatura infantil está presente em 74% dos estabelecimentos, perdendo apenas para o setor de religiosos (76%). “Os jogos eletrônicos e o computador têm de ser encarados como novos suportes, novas possibilidades para a vida do livro infantil. Não podem ser tratados como inimigos. Aí, tem de prevalecer a criatividade, a inventividade do autor”, diz o escritor e repórter especial do O POVO, Demitri Túlio, autor de livros infantis como Detestinha - o Bicho Que Detesta Ler e O Ovo Mudo.

Para além das livrarias, a boa fase do mercado editorial do livro infantil fica ainda mais claro quando se avalia o investimento do Governo Federal no setor. Escritores apontam os projetos de incentivo à leitura e o aporte financeiro para a aquisição e distribuição de títulos infantis através de editais como responsáveis pela grande movimentação do mercado de literatura infantil. “A olhos vistos a gente percebe que os projetos de incentivo à leitura têm feito efeito. Hoje, os adultos têm tido muito mais acesso aos livros através das crianças”, analisa o escritor e ilustrador Roger Mello, vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias literatura infanto-juvenil e ilustração com Meninos do mangue, em 2010.

Dados da Câmara Brasileira de Livros (CBL) evidenciam o papel do governo nesse boom mercadológico. Segundo estudo de 2011 – o do ano passado ainda não está consolidado -, naquele ano, o mercado teve um faturamento total de quase 4,9 bilhões de reais. Destes, quase 1,4 bilhão foi oriundo de vendas feitas ao governo, o que aponta um aumento de 21,20% na comparação com 2010. Já o número de exemplares vendidos para o governo no mesmo período cresceu 13,70%, enquanto o crescimento global do mercado ficou em 9,77%.

Para a escritora cearense Socorro Acioli, autora de títulos distribuídos nacionalmente, ao mesmo tempo em que faz crescer o setor, os incentivos governamentais trazem consigo questões preocupantes. “Em termos de quantidade, o mercado está bem, mas em qualidade... Claro que surgiram autores bons, mas também começou a surgir muita gente oportunista, como tem em outras linguagens. Tem um grupo fazendo um trabalho novo e um grupão fazendo porque está na moda, dá dinheiro”, destaca. “O Brasil, por ter um volume imenso de produção, lança autores e ilustradores de trabalho experimental que busca a criança, mas também se faz muita coisa descartável em nome de um público consumidor e se cria uma coisa pra ninguém”, reforça Roger Mello.

A ilustradora e escritora carioca Mariana Massarani destaca também a necessidade que as editoras criaram em lançar livros infantis que ganhem editais públicos. “Todo mundo quer fazer livro pra vender pro Governo. Muita gente faz por prazer, mas muitas editoras ficam engessadas”, assinala. Segundo ela, o vislumbre desse mercado criou outra questão delicada que é a necessidade das editoras de adequarem o conteúdo às expectativas do poder público, o que acaba criando uma literatura infantil pautada no didatismo, restrita ao texto educativo e moralizante.

Regina Ribeiro, editora das Edições Demócrito Rocha, concorda e aponta esse como um problema nacional. “É a parte mais complexa hoje pra todo mundo, tanto para as grandes quanto pequenas editoras”, sublinha. “Um livro de literatura infantil precisa ter uma linguagem literária. É aquela linguagem que permite ao leitor criar, imaginar e não aquela linguagem didática que o aluno tem que aprender alguma coisa. O menino tem que aprender a imaginar, distrair, e não a ficar num mundo limitado, circunscrito. O que eu tento fazer aqui é isso”, completa.

Fonte: Jornal O POVO 18/04/2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Coleção digital Unesp pode no futuro ter versões em inglês


Instituição também já discute formatos acessíveis por pessoas cegas e surdas

A Editora Unesp é a editora universitária com mais títulos digitais
publicados na plataforma SciElo Livros e a Unesp a universidade 
que mais publica seus docentes. Esses dois fatos se relacionam: 
ao criarem, em 2010, a Coleção Propg-FEU digital, a Fundação 
Editora da Unesp (FEU) e a Pró-reitoria de Pós-graduação da 
universidade (Propg) puderam aumentar o volume de publicações 
de trabalhos dos docentes e ao mesmo tempo massificar o 
acesso àquelas obras. Em 2012, foram registrados mais de 
134 mil downloads, que são gratuitos, dos 138 títulos então 
disponíveis.

Agora, com 192 livros publicados, dos quais 54 estão sendo 
lançados hoje, as parceiras planejam novos voos: “Entramos 
nesse nicho no momento certo. Estamos pensando agora em
formas de chegar a públicos ainda não alcançados, como 
pessoas cegas e surdas, e discutindo a possibilidade de vir a 
publicar versões em inglês”, diz a professora Marilza Vieira 
Cunha Rudge, vice-reitora da Unesp.

Jézio Hernani Bomfim Gutierre, editor-executivo da Editora 
Unesp, destaca que pelo desenvolvimento do Programa de 
edição digital, já em 2010, a Editora e a Unesp visavam 
objetivos, acadêmicos e sociais, que são hoje considerados 
cruciais para a edição universitária internacional. Nessa 
direção, universidades como Harvard esforçam-se por 
disponibilizar gratuitamente os conteúdos digitais de suas 
pesquisas, em modelo similar àquele adotado, desde sua 
origem, pelo Programa Propg-FEU.

O professor Eduardo Kokubun, pró-reitor de Pós-graduação 
da Unesp, lembra que a distribuição digital também acarreta 
a avaliação pública do trabalho dos docentes, deixando implícito
que as plataformas virtuais podem contribuir com o 
aperfeiçoamento da qualidade dos conteúdos. Já a Maria José 
Giannini, pró-reitora de pesquisa da Unesp, lembra que, nesse
formato, as obras ficam disponíveis por tempo indefinido 
para o leitor.

Para José Castilho Marque Neto, presidente da Editora Unesp, 
porém, é preciso enfrentar o desafio da migração do conteúdo 
impresso para o formato digital, diante das demandas 
contemporâneas dos países da América Latina: “A migração
traz a necessidade de elaborar estudos que procurem 
compreender o desenvolvimento dessas formas diferenciadas
de leitura, inclusive a requalificação e o reordenamento do que
se entende por livro, leitura e autoria”.

O professor Raimundo Márcio Mota de Castro, da Universidade 
Estadual de Goiás, disse durante a transmissão online do
lançamento, que em sua pequena cidade do interior do estado 
é difícil contar com uma boa biblioteca e, além disso, não há 
livraria no município: "A iniciativa da Unesp demonstra o verdadeiro
papel social da universidade. Parabéns a todos e obrigado pelo 
presente que recebemos".

Quatro anos e 192 títulos
A coleção Propg-FEU Digital, uma das primeiras de e.Books 
acadêmicos do país, foi iniciada em 2010, com a disponibilização
de 44 obras para download gratuito. O projeto tem como objetivo
democratizar a produção acadêmica – todos os títulos são 
assinados por docentes da Unesp e abordam temas os mais 
variados dentro da área de Ciências Humanas, como educação, 
história, geografia.

Em 2011 foram incluídos 50 novos títulos e em 2012 outros 44.
A meta do projeto, agora com 192 obras, é publicar 1.000 livros 
até 2020. Todo o novo lote e parte dos 138 livros que já integravam
a coleção estão disponíveis também para impressão sob demanda. 
Durante 2012 foram contabilizados mais de 134 mil downloads de 
obras da coleção.

Para conhecer todos os títulos e os autores que integram a Coleção 
Propg/FEU Digital, acesse http://bit.ly/ipKHX8

Fonte: Unesp


ABMES lança projeto inovador para aprendizagem em língua portuguesa



O The New York Times elegeu 2012 como o ano dos MOOCs (Massive Open Online Courses, ou Cursos Online Abertos Massivos). Instituições como Coursera, edX e Udacity foram criadas para explorar o boom. Mas não tínhamos experiências em língua portuguesa até a realização do MOOC EaD, no final de 2012, coordenado pelo brasileiro João Mattar e o português Paulo Simões.

Em 2013, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) organizou o MOOC LP (Língua Portuguesa), coordenado por João Mattar e o GPTED (Grupo de Pesquisa em Tecnologias Educacionais do TIDD – Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP). O objetivo é oferecer, gratuitamente, aos mantenedores associados à ABMES um programa de nivelamento, no formato EAD, voltado aos estudantes do ensino superior.

O projeto é inovador em vários sentidos. Em primeiro lugar, propõe o desenvolvimento da escrita dos alunos, com a incorporação de tecnologias nesse processo. Além disso, utiliza uma plataforma nacional, o Redu, desenvolvido na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um híbrido de rede social e ambiente virtual de aprendizagem que privilegia a colaboração e a interação entre os participantes. Por fim, o curso é gratuito e a ABMES oferecerá certificado aos participantes aprovados.

Com essa iniciativa, a ABMES, o GPTED e o Redu (plataforma de e-learning “REDU- Rede Educacional”) posicionam-se em uma posição de vanguarda na educação brasileira, construindo uma visão do futuro da EaD.

Venha participar dessa experiência inovadora e convide seus amigos, alunos e professores. Para se inscrever, basta criar uma conta no Redu http://www.redu.com.br/ e matricular-se no curso http://www.redu.com.br/moocs/cursos/mooc-lp

Fonte: ABMES

Jornal na Sala de Aula leva estudantes ao circo


Alunos de escolas de diversos municípios tiveram a oportunidade de sair da rotina para acompanhar espetáculo



A cada piada um sorriso, em qualquer malabarismo,um grito e, depois de uma bela surpresa, 

vários aplausos. Foi assim que os mil estudantes, que foram convidados pelo projeto Jornal na Sala de Aula, do Diário do Nordeste, assistiram ao espetáculo do circo Le Cirque, na tarde de ontem.

Muito antes das apresentações 
começarem, a maioria dos meninos já estavam sentados 
em seus lugares, bastante ansiosos pelo início. Eles vieram de Uruburetama, Ocara, Maracanaú, Pacajus e Fortaleza. Também estiveram presentes representantes 
das empresas Esmaltec, Vicunha Têxtil e Saga.

Segundo a professora da Escola Irmã Dulce, em Maracanaú, Elane Silva, a maioria dessas 
crianças moram em bairros carentes e, saindo desse local para ir até o circo, elas tiveram a oportunidade de conhecer muitas coisas novas. “É bom elas poderem sair do cotidiano”, disse.

Além disso, a professora confessou que os pequenos estavam bastante eufóricos desde que souberam que poderiam assistir ao espetáculo do Le Cirque. “Eles se comportaram melhor e também estudaram mais que o normal”, ressalta.

Palhaços 
Com o objetivo de ver os palhaços do circo, o estudante João Mendes foi ao evento. “Essa é a parte que eu mais gosto, porque eles são sempre os mais engraçados”, comentou.

O pequeno acredita que poder ir ao circo com seus amigos da escola foi mais divertido do que quando foi com os pais. Agora, ele espera poder voltar mais vezes para se divertir.

A analista de comunicação da Vicunha Têxtil, Mara Fernandes, acredita que essa é uma atividade lúdica que acaba ensinando bastante a todos os estudantes. “Para essas crianças,
essa é uma realidade nova. Aqui, elas conhecem o circo, mas também aprendem sobre união e a respeitar o próximo, por exemplo”.

Mara também destacou que, em 2013, a empresa completa cinco anos de parceria com o Diário do Nordeste, através do Jornal na Sala de Aula,e que, até aqui, os resultados obtidos são bastante positivos.

O assessor de comunicação do Le Cirque, Mauro Castilho, afirmou que, em ações como essa, os artistas do circo ficam bastante motivados. “Sempre sentimos a diferença nos artistas em apresentações desse tipo. Sem dúvida, as crianças motivam muito todos eles”, frisou.

Mauro também disse nunca ter visto tantos estudantes participarem de um mesmo evento.

“Sempre recebemos cerca de 200 jovens. Mas, dessa vez foi algo fantástico poder fazer as apresentações para mil alunos. Sem dúvida, eles não vão esquecer desse grande espetáculo”, concluiu o assessor.

Projeto
O projeto Jornal na Sala de Aula já foi implementado em mais de 60 municípios do Ceará, atingindo cerca de 115.000 estudantes e 5.200 professores em 1.600 escolas.

A proposta é estimular a leitura do jornal possibilitando a aproximação de novas leituras e seu uso como um instrumento para o exercício da cidadania das crianças. A iniciativa acredita que, com a capacitação dos professores para o uso transversal desse meio de comunicação, a leitura do jornal nos ambientes escolares permite a contextualização dos fatos do cotidiano.

O projeto possibilita, assim, que os assuntos ensinados em sala de aula se tornem ainda mais relevantes e significativos, além de permitir uma leitura analítica e crítica do jornal, extraindo informações importantes que poderão basear as decisões dos alunos.

Fonte: Diário do Nordeste 13/04/2013

Alunos simulam júri em sala de aula


Um juiz, um advogado, um promotor, cinco cúmplices, duas testemunhas, uma ré e um numeroso corpo de jurados, todos com idade entre 13 e 14 anos, estudantes do 9º ano, participaram de uma dinâmica tomando como referência o ‘caso Ana Maria’
Jovens criam um tribunal, em sala de aula, com juiz, promotor e advogado (Foto: Tayane Machado )
Jovens criam um tribunal, em sala de aula, com juiz, promotor e advogado (Foto: Tayane Machado )
Por Talita Moretto
A matéria “Polícia indicia 6 no caso da vereadora Ana Maria”, publicada no dia 04 de abril pelo Jornal da Manhã, resultou em um júri simulado pela turma do 9º ano C do Colégio Estadual 31 de Março, em Ponta Grossa. A professora de Língua Portuguesa, Liva Mara Gomes, com a colaboração das estagiárias do curso de Letras da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Tayane Freitas Machado e Amanda Cristina Coelho, foi quem organizou a atividade.
Na sala de aula, voluntários assumiram os papéis de juiz, advogado, promotor, ré, cinco cúmplices e duas testemunhas “que foram “inventadas” para dar uma “apimentada” no júri”, esclarece Liva. São elas: Rose Garcia, vizinha de Susicleia Valverde da Silva, e Maria do Rosário, empregada da mãe de Ana Maria.
Os próprios alunos foram responsáveis por pesquisar mais sobre o caso e escrever a sua fala para o júri, de acordo com o personagem representado. O restante da turma compôs o corpo de jurados e precisou, igualmente, pesquisar e apresentar seus argumentos a favor ou contra a vereadora. Liva surpreendeu-se com a criatividade da aluna Rayane Lirmann Soares, que era uma testemunha. “A garota simulou ter gravado uma conversa entre a mãe de Ana Maria e um de seus cúmplices (Idalécio Valverde da Silva), o qual a confortou explicando que o sequestro era falso. Ela apresentou a gravação para o juiz, e é claro que o advogado de defesa, representado por Matheus Henrique de Souza, questionou-a sobre a gravação. Por sua vez, a promotora, a aluna Laynara Alessandra Martins, apresentou ao juiz uma autorização concedida para gravar a conversa. Por fim, a ré foi condenada [na simulação dos alunos] a cinco anos de prisão”, conta.
A professora comenta que com esta dinâmica, que abordou dados reais, os alunos demonstraram-se mais interessados em ler sobre o assunto, pois compreenderam a necessidade de se obter informação para melhor apresentar seu ponto de vista. “Como estavam bem informados, a maioria deles conseguiu apresentar bons argumentos para defender as suas ideias oralmente”, afirma.
O trabalho teve como objetivo motivar a leitura, ampliar a capacidade de argumentação dos alunos e desenvolver a linguagem oral perante um público.
Entenda o caso Ana Maria: A vereadora Ana Maria de Holleben (PT) está sendo investigada pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) devido ao sumiço dela no dia 1º de janeiro – data em que seria realizada a eleição da Mesa Executiva da Câmara Municipal de Ponta Grossa. O sumiço da vereadora culminou no escândalo caracterizado pela Polícia Civil como falso sequestro. Ana Maria, Idalécio Valverde da Silva, Susicleia Valverde da Silva, Reginaldo Valverde da Silva e Branca Branco de Holleben estão sendo denunciados por falsa comunicação de crime (autossequestro) e fraude processual.
Fonte: Matéria publicada no dia 25 de abril de 2013, na página JM na Educação, no Jornal da Manhã.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente reunirá alunos de escolas públicas e privadas do Brasil

Com o tema "Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis”, a IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CNIJMA) tem o objetivo de fortalecer a cidadania ambiental nas escolas e comunidades, promover espaços educadores sustentáveis e apresentar propostas para políticas públicas, por meio de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora. O debate nas escolas já iniciou e segue até 31 de agosto. A etapa nacional da conferência acontecerá de 25 a 29 de novembro, em Brasília.

Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a IV CNIJMA é destinada ao público das escolas do Ensino Fundamental, públicas e privadas, urbanas e rurais, da rede estadual ou municipal. Também das escolas de comunidades indígenas, quilombolas e de assentamento rural.

A IV Conferência Nacional Infantojuvenil trabalhará a temática de escolas sustentáveis a partir dos projetos de ação selecionados na etapa estadual, utilizando metodologias participativas, por meio de encontros e diálogos. Após as conferências nas escolas, realizadas até 31 de agosto, acontecerá a fase municipal ou regional, que tem prazo até 6 de outubro. Depois ocorre a fase estadual, que é obrigatória, até 25 de outubro, culminando na etapa nacional, de 25 a 29 de novembro.

O diretor do Departamento de Educação Ambiental do MMA, Nilo Diniz, reforça a importância das etapas preparatórias, que antecedem à nacional. "Os alunos vão discutir projetos para tornar as escolas mais sustentáveis. Na fase nacional, eles trazem essas experiências vivenciadas nas escolas e discutidas nos estados, que devem inspirar propostas ao governo federal”, explica.

Cerca de 700 alunos de 11 a 14 anos serão eleitos delegados que representarão todos os estados na etapa nacional, sendo asseguradas 81 vagas para estudantes de assentamentos rurais, comunidades quilombolas e populações indígenas.

Parceria
A quarta edição da Conferência Infantojuvenil pelo Meio Ambiente começou a ser articulada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, ocorrida em 2012.
Em abril, o MEC realizou uma webconferência preparatória junto a diversos professores e gestores de todo o país, com a participação do MMA. O encontro foi aberto pela professora Macaé Maria Evaristo dos Santos, secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC).
Em outubro deste ano acontece também a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente, que vai tratar da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Um tema atual que envolve a participação de todos na gestão e descarte correto do lixo. "Neste ano, todo o país debaterá a política de meio ambiente, inclusive as crianças e os jovens”, conclui Diniz.
Mais informações sobre o evento, clique aqui.(http://conferenciainfanto.mec.gov.br/)

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

terça-feira, 23 de abril de 2013

Alunos debatem a violência no trânsito


Estudantes do 5º ano analisam notícias publicadas no Jornal da Manhã sobre as imprudências de motoristas em PG. As crianças também visitaram a Escola Prática Educativa de Trânsito



Duas notícias publicadas na edição de 9 de abril do Jornal da Manhã (Ponta Grossa/PR) foram debatidas nas aulas de Língua Portuguesa das turmas do 5º ano, na Escola Municipal Professora Adelaide Thomé Chamma, em Ponta Grossa: “Ladrões roubam carros e trocam tiros com a PM durante perseguição” e “Colisão entre caminhão e carro deixa dois mortos”. 
“Percebemos que esses dois acontecimentos chamaram a atenção dos alunos, especialmente porque alguns dias atrás nós estivemos na Escola Prática Educativa de Trânsito de Ponta Grossa (mais informações no site: www.der.pr.gov.br) para o encerramento do curso “Aprendendo e Vivendo”, onde eles aprenderam as regras de comportamento no trânsito”, explica a professora Carla Rodrigues dos Santos, responsável pela atividade junto com as professoras Eva Turek Staichak e Joseliane de Fátima Szesz.

A reflexão e debate sobre o problema aconteceu após a leitura do jornal e levantamento das imprudências encontradas nos textos, tanto as explícitas quanto as implícitas. Esta análise permitiu que as regras aprendidas na Escola de Trânsito fossem relembradas e discutidas pelas crianças. Em seguida, elas produziram um texto opinativo baseando-se na questão: “Por que ainda precisamos ler notícias como essas?” A escrita aconteceu em dupla.

“Os textos ficaram bem ricos e pudemos perceber que os alunos tiveram condições de extrapolar as informações contidas no jornal e realizar inferências após a leitura das notícias. Foi uma excelente oportunidade para refletir sobre o que aprenderam em relação ao comportamento no trânsito e atitudes”, avalia Carla.
A atividade permitiu confrontar a teoria aprendida em sala de aula com a realidade observada nas páginas do jornal, analisar o comportamento dos envolvidos nas notícias e expor a opinião através da produção textual.

Crianças refletem sobre número elevado de acidentes
O trânsito também foi o tema de um trabalho realizado com as turmas do 5º ano na Escola Municipal Catarina Miró, em Ponta Grossa, onde a notícia “Determinação nacional causa mudanças na Guarda Municipal”, publicada no dia 16 de abril pelo JM, foi debatida por retratar um assunto preocupante na sociedade. A reflexão aconteceu nas aulas de Língua Portuguesa das professoras Maria Joaquina do Pilar Domingues e Sandra Mara Schechtel, que esclarecem: “O objetivo foi conscientizar sobre os cuidados no trânsito para evitar acidentes e salvar vidas”. 

As crianças leram o texto e fizeram uma exposição oral sobre o tema. Esta técnica preparou a turma para as produções textuais e para a atividade chamada “Explosão de Ideias”, onde, a partir de um tema central, os estudantes devem encontrar palavras que revelem o que pensam a respeito, ou que estejam relacionadas àquele tema. “Todos participaram com entusiasmo, demonstrando preocupação e expondo seus conhecimentos, e perceberam a necessidade de se evitar acidentes”, afirmam as professoras responsáveis pela atividade.

Fonte: Jornal da Manhã/Vamos Ler 23/04/2013

Protagonismo Juvenil

"O Protagonismo Juvenil é também passar a mensagem da cidadania criando acontecimentos, onde o jovem ocupa uma posição de centralidade.É uma forma superior de educação para a cidadania não pelo discurso das palavras, mas pelo curso dos acontecimentos."

Educadora Evídia Saldanha com os alunos presidentes de sala
Protagonista é o “(...) indivíduo que tem papel de destaque num acontecimento. (Dicionário Houaiss) Já o Protagonismo Juvenil, é a participação da juventude, como destaque, na criação e execução de atividades, projetos ou ações, sob a orientação direta ou indireta de algum adulto. Seja ele um educador ou outro profissional que coordene ações que envolvam os jovens. Para que o protagonismo juvenil aconteça, é necessário que uma “liberdade” que contribui com a troca de diálogos entre os jovens e a sociedade, exista. Esta, por sua vez, contribui para que a ação promovida pela juventude tenha espaço garantido não somente na escola, na rua, ou no bairro, mas em todos os lugares, principalmente aqueles que mais carecem de atenção. Vejamos, nesta coluna, alguns exemplos de Protagonismo Juvenil em diferentes situações na cidade de Fortaleza e no interior do estado. 


DESENVOLVIMENTO

Protagonismo Juvenil na escola
Um bom exemplo de Protagonismo Juvenil acontece nas turmas do Colégio Cícero Nogueira, localizado no bairro do Jardim Guanabara. A Diretora da escola, Professora Evídia Saldanha, criou um projeto que nomeia os alunos em presidentes de sala, tornando-os responsáveis pela prática de cidadania, dentro e fora da escola.

Como funciona o projeto
Os alunos que são nomeados “presidentes” possuem a tarefa de pensar de forma coletiva, dentro de pequenas equipes, qual a melhor maneira de transformar o ambiente em que se encontram. Essa transformação acontece de maneira prática, pois o aluno é convidado a pensar, e exercer uma liderança que fica longe de qualquer imposição. “É preciso educar o jovem para evitar erros no futuro, motivá-lo a pensar e, ajudá-lo também, a ser protagonista de sua própria história, comenta a educadora.

Protagonismo Juvenil no Município de Horizonte/CE
Horizonte, município distante 40 km da capital, possui nas escolas municipais o objetivo principal de democratizar a comunicação e permitir que crianças e adolescentes possam se expressar livremente. Os programas de rádio nas escolas acontecem na hora do intervalo e, por conta disso, os alunos utilizam os equipamentos dentro do ambiente escolar, colocando em prática uma diversidade de ações direcionadas para o público jovem. Já o programa Juventude na Comunicação, apresentado também pelos alunos, é direcionado a todos os ouvintes do município. Com essa prática educomunicativa, os alunos podem atuar através de uma participação construtiva, defendendo os seus próprios direitos e, principalmente, contribuindo para resolver questões da própria comunidade. 

Fonte: Página do Programa O POVO na Educação/ Jornal O POVO - Carlos Eduardo Eagle 23/04/2013 (http://www.opovo.com.br/app/colunas/opovonaeducacao/2013/04/23/noticiasopovonaeducacao,3043336/protagonismo-juvenil.shtml)

Blog do programa O Liberal na Escola está de volta!


Blog do programa O Liberal na Escola, desenvolvido pelo jornal O Liberal, do Pará, está de volta!

Para acessar e começar a contribuir com o blog clique no link: http://oliberalnaescola.oliberal.com.br/ A ideia é divulgar notícias na área de educação e também as boas ideias desenvolvidas pelos educadores nas salas de aula.

O Liberal na Escola é o Programa Jornal e Educação de O LIBERAL. Iniciativa das Organizações Rômulo Maiorana, O Liberal na Escola é o programa de responsabilidade social que envolve a área da educação. Dirigido por Rosângela Maiorana Kzan (Diretora Geral do Programa), conta com a coordenação da pedagoga Simone do Socorro da R. Cordeiro.

Grupo Sinos lança caderno "Jornal na Sala de Aula"

Já saiu do forno o primeiro caderno Jornal na Sala de Aula deste ano.

O destaque na edição foi para o lançamento do site do programa, que pode ser acessado no endereço www.jornalnasaladeaula.com.br.

Este é o primeiro exemplar do ano, e serão pelo menos mais seis edições em 2013. O conteúdo é sempre construído com a participação das escolas e estudantes.

Acesse o site do programa na página Cadernos e confira a edição do mês de abril.
Boa leitura!

Obs: O Jornal na Sala de Aula é desenvolvido pelo Grupo Sinos (jornais NH, VS, DC e JG).




Uma viagem pela capa do jornal


Hoje você vai conhecer as principais definições e elementos que compõem a capa do jornal O Diário do Norte do Paraná.
Esta é a página mais importante, nela encontramos as principais informações e destaques de todos os fatos que serão notícia no interior do impresso. A capa do jornal tem como principais elementos: cabeçalho, manchete, texto chamada e fotografia, como aparecem todos os dias na primeira página, podem ser considerados fixos.
cabeçalho localiza-se no topo da capa e se repete em todas as edições. É constituído pelas informações gerais sobre a publicação ou marcas de referência do jornal que chamamos de aparatos da edição: o nome do jornal, a data, o número da edição, o preço, horário de fechamento da edição e o logotipo.
A propriedade mais trivial do nome do jornal é a de ser o primeiro elemento que a capa oferece à visão. Trata-se de um elemento com local bem determinado, de onde não se pode extraí-lo sob pena de perder seu sentido.
A data, o número da edição e o preço apresentam-se bem pequenos, porém, por serem elementos com local determinado na capa de jornal, são fáceis de ser notados e consultados.
As manchetes são os títulos considerados pela redação, como os de maior importância entre as notícias contidas na edição. Visualmente elas contribuem na estruturação das capas do jornal, tornando-as mais atraentes. São estampadas, geralmente, na parte de cima ou no centro da capa e destacadas por letras grandes. Também contribuem para que o leitor crítico possa criar uma imagem da identidade do jornal ou de sua linha de informação. As manchetes, em sua maioria, dão uma ideia geral dos fatos que precedem, mantém consistência com o texto e impressionam, pois em poucos segundos, informações e sensações invadem o leitor.
texto chamada é o elemento que traz a indicação do caderno e o número da página interna onde está impressa a matéria completa. Pode se constituir de frases, fotos ou simplesmente palavras.
As chamadas de capa têm sua localização na primeira página dos jornais, pois remetem o leitor a páginas internas que trazem a notícia ou reportagem completa, em geral, são constituídas por um título e a síntese (resumo) de um texto interno, o conjunto de chamadas na capa de jornal é a vitrine da edição, funcionando para seduzir o leitor à compra e leitura dos textos internos do jornal.
fotografia é outro elemento imprescindível na capa de jornal atualmente, pois quebra a monotonia dos textos e serve como documento dos fatos. Entre as várias funções da fotografia jornalística destaca-se as seguintes: comunica o leitor ao simples olhar de uma parte importante da notícia, desperta a atenção para o assunto, às vezes transmite mais impressões do que as palavras e proporciona variedade às capas, tornando-as atraentes.
As fotos criam um ponto visual, imediatamente percebido pelo leito, e é nele, muitas vezes, que concentra inicialmente a sua atenção.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Unesco lança em português publicação "Alfabetização mediática e informacional - Currículo para a formação de professores"




A Unesco lançou a versão em português da publicação"
Alfabetização mediática e informacional - Currículo para a formação de professores".

A obra conta com a contribuição de diversos especialistas internacionais que sugerem tópicos imprescindíveis para um currículo de alfabetização mediática. A ideia é ajudar os professores a explorar e compreender o tema a partir dos seguintes pontos:
  • as funções das mídias e de outros provedores de informação; como eles operam e quais são as condições ótimas necessárias para o cumprimento eficaz dessas funções; 
  • como a informação apresentada deve ser criticamente avaliada dentro do contexto específico e amplo de sua produção;
  • o conceito de independência editorial e jornalismo como uma disciplina de verificação;
  • como as mídias e outros provedores de informação poderiam contribuir racionalmente para 
  • promover as liberdades fundamentais e a aprendizagem continuada, especialmente à medida que 
  • eles relacionam como e por que os jovens acessam e usam as mídias e a informação hoje, e como eles selecionam e avaliam esses conteúdos;
  • ética nas mídias e ética na informação;
  • as capacidades, os direitos e as responsabilidades dos indivíduos em relação às mídias e à informação;
  • padrões internacionais (Declaração Universal dos Direitos Humanos), liberdade de informação, 
  • garantias constitucionais sobre liberdade de expressão, limitações necessárias para impedir a 
  • violação dos direitos do próximo (questões como linguagem hostil, difamação e privacidade);
  • o que se espera das mídias e dos outros provedores de informação (pluralismo e diversidade 
  • como normas);
  • pontes de informação e sistemas de armazenamento e organização de dados;
  • processos de acesso, busca e definição de necessidades informacionais;
  • ferramentas de localização e busca de dados;
  • como entender, organizar e avaliar informações, incluindo a confiabilidade das fontes;
  • criação e apresentação de informações em diversos formatos;
  • preservação, armazenamento, reutilização, gravação, arquivamento e apresentação de informações em formatos utilizáveis;
  • uso de informações para a resolução de problemas e para a tomada de decisões na vida pessoal, 
  • econômica, social e política. Apesar de ser extremamente importante, este item representa uma 
  • extensão da AMI que está muito além do escopo do presente currículo".
Para ter acesso à publicação, basta clicar no link: http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002204/220418por.pdf