- É competência das escolas?
Como no caso dos videogames, é necessário ter em conta que pais e docentes são os agentes educadores mais próximos das crianças e adolescentes, e é preciso assumir essa responsabilidade.
- Conhecer a televisão
Assistir televisão não implica sempre fazê-lo diante do aparelho de TV. Hoje, é cada vez mais simples assistir a séries, programas ou filmes na Internet. Em um futuro não muito distante, vamos fazê-lo pelo celular, e já é possível baixar programas para vê-los nos consoles portáteis tipo PSP.
O importante não é tanto a mídia, mas sim o conteúdo. Uma das vantagens dessas novas formas de assistir televisão (ou algumas coisas antigas, como o aluguel de vídeos) é que elas permitem fazer uma seleção do que veremos. Se as escolas dispõem de serviços de Internet, é importante educar sobre esses tipos de conteúdo.
- Pode ser aproveitado como material educativo?
As projeções de vídeo em salas de aula são uma constante, tanto como complemento para a explicação de alguns temas quanto para o estímulo ao debate a partir de filmes exibidos para o grupo. É importante saber que existem programas de TV à la carte, onde é possível encontrar vídeos úteis para qualquer tipo de matéria. Além do mais, existem projetos que ajudam as crianças a criar sua própria televisão na Internet: no site http://www.teleclip.tv/, elas podem gerar conteúdo para explicar ao grupo sua visão para todo tipo de questões, como meio ambiente, ciência etc.
- Os meios audiovisuais como recurso para aprender a utilizar os meios audiovisuais.
Existe uma variedade de vídeos explicativos e educativos para aprender a usar a televisão e outros tantos para educar sobre as novas tecnologias. No canal YouTube podemos encontrar vários exemplos.
A partir daqui, convidamos todos ao Canal YouTube de Gerações Interativas.
- Fazer televisão também é aprender
É cada vez mais simples fazer vídeos caseiros, já que com uma webcam ou um celular, por exemplo, podem ser realizadas pequenas gravações. Uma boa atividade é utilizar esses recursos para desenvolver o uso crítico da televisão e selecionar os conteúdos. Ou seja, por que veríamos conteúdos que nós mesmos não gravaríamos?
Fonte: Gerações Interativas/Tradução: Carla Jimenez
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