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terça-feira, 30 de abril de 2013

Caderno “DC na Sala de Aula” destaca escolas estaduais de SC

Edição circula encartada no jornal desta quarta-feira (24) e tem foco nas escolas da Rede Estadual

O Diário Catarinense publica nesta quarta-feira (24) a primeira edição de 2013 do caderno DC na Sala de Aula – Escolas Estaduais, que circula encartado no jornal. O projeto, que está na 31ª edição, traz como destaque uma reportagem especial sobre as personalidades históricas que dão nome a algumas das mais importantes escolas de Santa Catarina.
Ainda na publicação, são abordados temas como: cidadania, reforço escolar, meio ambiente, política, intercâmbio, leitura e voluntariado, além de mostrar duas ações - uma da Escola de Educação Básica Henrique Stodieck (Florianópolis) e outra da Escola de Educação Fundamental Augusto Colatto (Xanxerê), que utilizam jornais – entre eles o próprio DC – como ferramenta de aprendizagem.
Voltado à divulgação de atividades realizadas dentro de sala de aula das escolas da rede estadual, o caderno busca valorizar o trabalho de professores e alunos da rede pública de Santa Catarina. Para incentivar este tipo de trabalho, o Diário Catarinense distribui 20 mil exemplares desta edição para as escolas estaduais. A ação faz parte do projeto “Dia do Jornal na Escola”.
Programa Jornal e Educação – O DC na Sala de Aula Escolas Estaduais é uma das iniciativas do Programa Jornal e Educação do Diário Catarinense, que trabalha a democratização da informação e oferece oportunidade a alunos de desenvolverem o pensamento crítico e a cidadania. Desde 2005, o programa tem trabalhado na formação de estudantes, ajudando-os a refletir sobre a importância de conhecer e trabalhar as mídias.

Concurso de vídeos estimula ações sustentáveis nas escolas


Trabalhar temas relacionados à preservação do meio ambiente tem sido uma prática cada vez mais comum nas escolas. Mas como transformar as instituições de ensino em espaços sustentáveis? Este é o desafio lançado na segunda edição do concurso Ecovídeo, promovido pela TV Escola como parte da 5ª Semana de Meio Ambiente do canal educativo.

A TV Escola convida professores e estudantes a mostrarem de forma criativa, em um vídeo com até dois minutos, projetos de ações para os problemas socioambientais de suas escolas. A ideia é também preparar as instituições de ensino para que elas participem da IV Conferência Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente, que será realizada pelo Ministério da Educação (MEC), em várias etapas ao longo de 2013.

Para participar, os candidatos devem gravar o vídeo, postar no Youtube e enviar o link para o e-mail tvescola.videos@mec.gov.br, junto com o título e descrição do projeto, o nome do professor responsável, além do nome e endereço da escola.

Todos os vídeos inscritos serão divulgados no blog da Semana do Meio Ambiente. A escola autora do vídeo que somar o maior número de visualizações receberá a equipe da TV Escola para uma reportagem especial. E o grupo do vídeo escolhido pelo júri do concurso participará do quadro Ecoação, que será gravado no Museu do Meio Ambiente, no Rio de Janeiro, e exibido durante a programação especial do canal, em junho.

O prazo para se inscrever termina no dia 10 de maio. Você pode ler o regulamento completo do concurso no site da TV Escola e no blog da Semana do Meio Ambiente.

O vídeo abaixo mostra como participar do concurso. Assista:
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Fonte: EBC/ Ana Elisa Santana - Portal EBC 23/04/2013

Método propõe união entre educação e entretenimento



Você já deve ter ouvido falar em educomunicação, termo criado por meio da união entre educação e comunicação. Ou então em edtech, sigla, em inglês, que se refere à junção de educação e tecnologia. Conceitos como esses, que unem educação com alguma outra área, já vêm se tornando bastante populares, enquanto outros, ainda timidamente, tentam marcar presença. É o caso do edutainment, metodologia criada a partir da junção das palavras education (educação) + entertainment (entretenimento), que usa elementos divertidos, como games, filmes, seriados de TV, aparelhos móveis e até robôs inteligentes, desenhados para se tornarem educativos.

“Muitas pessoas associam o edutainment a uma ferramenta tecnológica, quando na verdade o que deve estar por trás de qualquer robô ou jogo carismático é a metodologia que ele desenvolve, que precisa ajudar o professor a melhorar a curva de aprendizado de seus alunos”, afirma Antônio Valério Netto, cofundador e diretor de educação e tecnologia da XBot, uma das primeiras empresas brasileiras criadas para fabricação e comercialização de robôs móveis inteligentes para a área de edutainment.

Especialistas no tema afirmam que, além de atrair e prender a atenção dos estudantes, a ideia é também ajudar a reduzir a evasão escolar. Isso acontece porque a metodologia aumenta a motivação e engajamento dos alunos, contribuindo para uma aprendizagem mais eficaz. Para Netto, a metodologia surgiu ao aproveitar as três principais ações que as pessoas desenvolvem quando se entretém (envolvimento, interação e imersão) a favor do aprendizado.

“O edutainment ajuda a converter as aulas chatas em algo agradável e divertido. Jogos, robôs e outros materiais mais lúdicos também podem contribuir para uma outra dinâmica de ensino, já que podem motivar mais os alunos e trazer uma nova mudança ao aprendizado, normalmente forçado, para algo espontâneo”, afirma ele que, nos últimos seis anos, tem se dedicado à produção de robôs inteligentes que são utilizados por estudantes do ensino fundamental e até por pesquisadores. Um deles é o RoboDeck, uma espécie de plataforma robótica que pode ser usada em sala de aula para ensinar, desde alunos de ensino técnico à pós-graduação, que estudam linguagem de programação, robótica, sistema digitais, software, entre outras, de modo experiencial.

Com robôs, games e softwares cada vez mais inovadores, se engana quem acredita que o conceito é novo. O primeiro uso do termo surgiu no fim da década de 1940 quando a Walt Disney Productions passou a produzir documentários focados no entretenimento educativo. Na televisão, a série Sesame Street, criada nos anos 1970 e conhecida no Brasil como Vila Sésamo, é outro exemplo do edutainment.

No programa, criado nos Estados Unidos e expandido para 120 países, fantoches à la personagens dos Muppets ensinam às crianças lições de matemática, leitura, cores, dias da semana e números. A partir dos anos 1990, por conta da disseminação dos jogos e do computador, a metodologia passou a ser usada em maior escala (veja matéria sobre os games que ensinam sem querer). “No exterior, o termo já é algo ‘batido’. Aqui no Brasil muita gente sequer sabia do que se tratava. No passado, havia uma forte negação por partes do professores, que se sentiam coadjuvantes no processo educativo, já que principalmente os softwares educativos começaram a ser adotados em uma escala maior”, diz Netto, que espera que no futuro o conceito seja mais difundido e adotado pelas instituições. “Uma das principais vantagens do uso do edutainment é tornar o professor um designer de planos de aulas, não trabalhar de forma conteudista, mas utilizar a prática para melhorar competência, ou seja, mudar a forma como a informação é passada ao estudante.”

Mas se no passado, professores viam o edutainment como que algo que tirasse seu papel de protagonista no ensino, na visão de Netto, hoje, a aceitação é maior. Muitos deles, inclusive, estão adotando a metodologia baseada no conceito de blended learning ­ – ou ensino híbrido –, usando as atividades e materiais lúdicos, como games, simuladores e outros recursos, para planejar suas aulas tanto de modo presencial quanto on-line. “É uma nova forma de passar conteúdo, que pode contribuir para melhorar a curva de aprendizado dos alunos”, pontua Netto.


Fonte: Terra Educação e Blog A Tarde Educação

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Pequenos leitores

O que se temia não aconteceu. O mundo da criança não foi dominado por jogos eletrônicos e os tablets não substituíram os livros de papel. Sim, os pequenos continuam a admirar histórias e desenhos impressos em páginas coloridas e o mercado editorial de literatura infantil nunca esteve tão em alta como na última década. Uma pesquisa da Associação Nacional de Livrarias (ANL), feita entre julho e outubro de 2012, mostra isso. Nas 716 livrarias consultadas, a literatura infantil está presente em 74% dos estabelecimentos, perdendo apenas para o setor de religiosos (76%). “Os jogos eletrônicos e o computador têm de ser encarados como novos suportes, novas possibilidades para a vida do livro infantil. Não podem ser tratados como inimigos. Aí, tem de prevalecer a criatividade, a inventividade do autor”, diz o escritor e repórter especial do O POVO, Demitri Túlio, autor de livros infantis como Detestinha - o Bicho Que Detesta Ler e O Ovo Mudo.

Para além das livrarias, a boa fase do mercado editorial do livro infantil fica ainda mais claro quando se avalia o investimento do Governo Federal no setor. Escritores apontam os projetos de incentivo à leitura e o aporte financeiro para a aquisição e distribuição de títulos infantis através de editais como responsáveis pela grande movimentação do mercado de literatura infantil. “A olhos vistos a gente percebe que os projetos de incentivo à leitura têm feito efeito. Hoje, os adultos têm tido muito mais acesso aos livros através das crianças”, analisa o escritor e ilustrador Roger Mello, vencedor do Prêmio Jabuti nas categorias literatura infanto-juvenil e ilustração com Meninos do mangue, em 2010.

Dados da Câmara Brasileira de Livros (CBL) evidenciam o papel do governo nesse boom mercadológico. Segundo estudo de 2011 – o do ano passado ainda não está consolidado -, naquele ano, o mercado teve um faturamento total de quase 4,9 bilhões de reais. Destes, quase 1,4 bilhão foi oriundo de vendas feitas ao governo, o que aponta um aumento de 21,20% na comparação com 2010. Já o número de exemplares vendidos para o governo no mesmo período cresceu 13,70%, enquanto o crescimento global do mercado ficou em 9,77%.

Para a escritora cearense Socorro Acioli, autora de títulos distribuídos nacionalmente, ao mesmo tempo em que faz crescer o setor, os incentivos governamentais trazem consigo questões preocupantes. “Em termos de quantidade, o mercado está bem, mas em qualidade... Claro que surgiram autores bons, mas também começou a surgir muita gente oportunista, como tem em outras linguagens. Tem um grupo fazendo um trabalho novo e um grupão fazendo porque está na moda, dá dinheiro”, destaca. “O Brasil, por ter um volume imenso de produção, lança autores e ilustradores de trabalho experimental que busca a criança, mas também se faz muita coisa descartável em nome de um público consumidor e se cria uma coisa pra ninguém”, reforça Roger Mello.

A ilustradora e escritora carioca Mariana Massarani destaca também a necessidade que as editoras criaram em lançar livros infantis que ganhem editais públicos. “Todo mundo quer fazer livro pra vender pro Governo. Muita gente faz por prazer, mas muitas editoras ficam engessadas”, assinala. Segundo ela, o vislumbre desse mercado criou outra questão delicada que é a necessidade das editoras de adequarem o conteúdo às expectativas do poder público, o que acaba criando uma literatura infantil pautada no didatismo, restrita ao texto educativo e moralizante.

Regina Ribeiro, editora das Edições Demócrito Rocha, concorda e aponta esse como um problema nacional. “É a parte mais complexa hoje pra todo mundo, tanto para as grandes quanto pequenas editoras”, sublinha. “Um livro de literatura infantil precisa ter uma linguagem literária. É aquela linguagem que permite ao leitor criar, imaginar e não aquela linguagem didática que o aluno tem que aprender alguma coisa. O menino tem que aprender a imaginar, distrair, e não a ficar num mundo limitado, circunscrito. O que eu tento fazer aqui é isso”, completa.

Fonte: Jornal O POVO 18/04/2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Coleção digital Unesp pode no futuro ter versões em inglês


Instituição também já discute formatos acessíveis por pessoas cegas e surdas

A Editora Unesp é a editora universitária com mais títulos digitais
publicados na plataforma SciElo Livros e a Unesp a universidade 
que mais publica seus docentes. Esses dois fatos se relacionam: 
ao criarem, em 2010, a Coleção Propg-FEU digital, a Fundação 
Editora da Unesp (FEU) e a Pró-reitoria de Pós-graduação da 
universidade (Propg) puderam aumentar o volume de publicações 
de trabalhos dos docentes e ao mesmo tempo massificar o 
acesso àquelas obras. Em 2012, foram registrados mais de 
134 mil downloads, que são gratuitos, dos 138 títulos então 
disponíveis.

Agora, com 192 livros publicados, dos quais 54 estão sendo 
lançados hoje, as parceiras planejam novos voos: “Entramos 
nesse nicho no momento certo. Estamos pensando agora em
formas de chegar a públicos ainda não alcançados, como 
pessoas cegas e surdas, e discutindo a possibilidade de vir a 
publicar versões em inglês”, diz a professora Marilza Vieira 
Cunha Rudge, vice-reitora da Unesp.

Jézio Hernani Bomfim Gutierre, editor-executivo da Editora 
Unesp, destaca que pelo desenvolvimento do Programa de 
edição digital, já em 2010, a Editora e a Unesp visavam 
objetivos, acadêmicos e sociais, que são hoje considerados 
cruciais para a edição universitária internacional. Nessa 
direção, universidades como Harvard esforçam-se por 
disponibilizar gratuitamente os conteúdos digitais de suas 
pesquisas, em modelo similar àquele adotado, desde sua 
origem, pelo Programa Propg-FEU.

O professor Eduardo Kokubun, pró-reitor de Pós-graduação 
da Unesp, lembra que a distribuição digital também acarreta 
a avaliação pública do trabalho dos docentes, deixando implícito
que as plataformas virtuais podem contribuir com o 
aperfeiçoamento da qualidade dos conteúdos. Já a Maria José 
Giannini, pró-reitora de pesquisa da Unesp, lembra que, nesse
formato, as obras ficam disponíveis por tempo indefinido 
para o leitor.

Para José Castilho Marque Neto, presidente da Editora Unesp, 
porém, é preciso enfrentar o desafio da migração do conteúdo 
impresso para o formato digital, diante das demandas 
contemporâneas dos países da América Latina: “A migração
traz a necessidade de elaborar estudos que procurem 
compreender o desenvolvimento dessas formas diferenciadas
de leitura, inclusive a requalificação e o reordenamento do que
se entende por livro, leitura e autoria”.

O professor Raimundo Márcio Mota de Castro, da Universidade 
Estadual de Goiás, disse durante a transmissão online do
lançamento, que em sua pequena cidade do interior do estado 
é difícil contar com uma boa biblioteca e, além disso, não há 
livraria no município: "A iniciativa da Unesp demonstra o verdadeiro
papel social da universidade. Parabéns a todos e obrigado pelo 
presente que recebemos".

Quatro anos e 192 títulos
A coleção Propg-FEU Digital, uma das primeiras de e.Books 
acadêmicos do país, foi iniciada em 2010, com a disponibilização
de 44 obras para download gratuito. O projeto tem como objetivo
democratizar a produção acadêmica – todos os títulos são 
assinados por docentes da Unesp e abordam temas os mais 
variados dentro da área de Ciências Humanas, como educação, 
história, geografia.

Em 2011 foram incluídos 50 novos títulos e em 2012 outros 44.
A meta do projeto, agora com 192 obras, é publicar 1.000 livros 
até 2020. Todo o novo lote e parte dos 138 livros que já integravam
a coleção estão disponíveis também para impressão sob demanda. 
Durante 2012 foram contabilizados mais de 134 mil downloads de 
obras da coleção.

Para conhecer todos os títulos e os autores que integram a Coleção 
Propg/FEU Digital, acesse http://bit.ly/ipKHX8

Fonte: Unesp


ABMES lança projeto inovador para aprendizagem em língua portuguesa



O The New York Times elegeu 2012 como o ano dos MOOCs (Massive Open Online Courses, ou Cursos Online Abertos Massivos). Instituições como Coursera, edX e Udacity foram criadas para explorar o boom. Mas não tínhamos experiências em língua portuguesa até a realização do MOOC EaD, no final de 2012, coordenado pelo brasileiro João Mattar e o português Paulo Simões.

Em 2013, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) organizou o MOOC LP (Língua Portuguesa), coordenado por João Mattar e o GPTED (Grupo de Pesquisa em Tecnologias Educacionais do TIDD – Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP). O objetivo é oferecer, gratuitamente, aos mantenedores associados à ABMES um programa de nivelamento, no formato EAD, voltado aos estudantes do ensino superior.

O projeto é inovador em vários sentidos. Em primeiro lugar, propõe o desenvolvimento da escrita dos alunos, com a incorporação de tecnologias nesse processo. Além disso, utiliza uma plataforma nacional, o Redu, desenvolvido na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um híbrido de rede social e ambiente virtual de aprendizagem que privilegia a colaboração e a interação entre os participantes. Por fim, o curso é gratuito e a ABMES oferecerá certificado aos participantes aprovados.

Com essa iniciativa, a ABMES, o GPTED e o Redu (plataforma de e-learning “REDU- Rede Educacional”) posicionam-se em uma posição de vanguarda na educação brasileira, construindo uma visão do futuro da EaD.

Venha participar dessa experiência inovadora e convide seus amigos, alunos e professores. Para se inscrever, basta criar uma conta no Redu http://www.redu.com.br/ e matricular-se no curso http://www.redu.com.br/moocs/cursos/mooc-lp

Fonte: ABMES

Jornal na Sala de Aula leva estudantes ao circo


Alunos de escolas de diversos municípios tiveram a oportunidade de sair da rotina para acompanhar espetáculo



A cada piada um sorriso, em qualquer malabarismo,um grito e, depois de uma bela surpresa, 

vários aplausos. Foi assim que os mil estudantes, que foram convidados pelo projeto Jornal na Sala de Aula, do Diário do Nordeste, assistiram ao espetáculo do circo Le Cirque, na tarde de ontem.

Muito antes das apresentações 
começarem, a maioria dos meninos já estavam sentados 
em seus lugares, bastante ansiosos pelo início. Eles vieram de Uruburetama, Ocara, Maracanaú, Pacajus e Fortaleza. Também estiveram presentes representantes 
das empresas Esmaltec, Vicunha Têxtil e Saga.

Segundo a professora da Escola Irmã Dulce, em Maracanaú, Elane Silva, a maioria dessas 
crianças moram em bairros carentes e, saindo desse local para ir até o circo, elas tiveram a oportunidade de conhecer muitas coisas novas. “É bom elas poderem sair do cotidiano”, disse.

Além disso, a professora confessou que os pequenos estavam bastante eufóricos desde que souberam que poderiam assistir ao espetáculo do Le Cirque. “Eles se comportaram melhor e também estudaram mais que o normal”, ressalta.

Palhaços 
Com o objetivo de ver os palhaços do circo, o estudante João Mendes foi ao evento. “Essa é a parte que eu mais gosto, porque eles são sempre os mais engraçados”, comentou.

O pequeno acredita que poder ir ao circo com seus amigos da escola foi mais divertido do que quando foi com os pais. Agora, ele espera poder voltar mais vezes para se divertir.

A analista de comunicação da Vicunha Têxtil, Mara Fernandes, acredita que essa é uma atividade lúdica que acaba ensinando bastante a todos os estudantes. “Para essas crianças,
essa é uma realidade nova. Aqui, elas conhecem o circo, mas também aprendem sobre união e a respeitar o próximo, por exemplo”.

Mara também destacou que, em 2013, a empresa completa cinco anos de parceria com o Diário do Nordeste, através do Jornal na Sala de Aula,e que, até aqui, os resultados obtidos são bastante positivos.

O assessor de comunicação do Le Cirque, Mauro Castilho, afirmou que, em ações como essa, os artistas do circo ficam bastante motivados. “Sempre sentimos a diferença nos artistas em apresentações desse tipo. Sem dúvida, as crianças motivam muito todos eles”, frisou.

Mauro também disse nunca ter visto tantos estudantes participarem de um mesmo evento.

“Sempre recebemos cerca de 200 jovens. Mas, dessa vez foi algo fantástico poder fazer as apresentações para mil alunos. Sem dúvida, eles não vão esquecer desse grande espetáculo”, concluiu o assessor.

Projeto
O projeto Jornal na Sala de Aula já foi implementado em mais de 60 municípios do Ceará, atingindo cerca de 115.000 estudantes e 5.200 professores em 1.600 escolas.

A proposta é estimular a leitura do jornal possibilitando a aproximação de novas leituras e seu uso como um instrumento para o exercício da cidadania das crianças. A iniciativa acredita que, com a capacitação dos professores para o uso transversal desse meio de comunicação, a leitura do jornal nos ambientes escolares permite a contextualização dos fatos do cotidiano.

O projeto possibilita, assim, que os assuntos ensinados em sala de aula se tornem ainda mais relevantes e significativos, além de permitir uma leitura analítica e crítica do jornal, extraindo informações importantes que poderão basear as decisões dos alunos.

Fonte: Diário do Nordeste 13/04/2013