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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Guia para estimular a leitura!


Publicação do Ministério da Educação, Cultura e Esporte da Argentina estimula pais a participarem do processo de aquisição e estímulo à leitura de seus filhos a partir de dicas práticas. Mais do que isso, é um guia para toda a sociedade que pretenda ajudar uma criança a iniciar sua vocação leitora.

A obra é dividida nas seguintes partes:
  • Decálogo para padres - Diez principios imprescindibles para crear buenos lectores. 
  • Decálogo para niños - Diez principios imprescindibles para ser buenos lectores. 
  • Preguntas y respuestas - Consejos sobre las dudas más frecuentes de las madres y los padres. 
  • Paso a paso - Actividades recomendadas para el hogar.
Diez principios imprescindibles para crear buenos lectores

Dar ejemplo 
Las personas adultas somos un modelo de lectura para los niños
Leamos delante de ellos, disfrutemos leyendo. 

Escuchar 
En las preguntas de los niños está el camino para seguir aprendiendo. 
Estemos pendientes de sus dudas. 

Compartir 
El placer de la lectura se contagia leyendo ¡untos. 
Leamos cuentos, contemos cuentos. 

Proponer, no imponer 
Es mejor sugerir que imponer. 
Evitemos tratar la lectura como una obligación. 

Acompañar 
El apoyo de la familia es necesario en todas las edades. 
No los dejemos solos cuando aparentemente saben leer. 

Ser constantes
Todos los días hay que reservar un tiempo para leer. 
Busquemos momentos relajados, con buena disposición para la lectura. 

Respetar 
Los lectores tienen derecho a elegir. 
Estemos pendientes de sus gustos y de cómo evolucionan. 

Pedir consejo 
El colegio, las bibliotecas, las librerías y sus especialistas 
serán excelentes aliados. Hagámosles una visita. 

Estimular, alentar 
Cualquier situación puede proporcionarnos motivos para llegar a los 
libros. Dejemos siempre libros apetecibles al alcance de los niños. 

Organizarse 
La desorganización puede estar reñida con la lectura. 
Ayudémosles a organizarse: su tiempo, su biblioteca... 


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Unesco lança em português publicação "Alfabetização mediática e informacional - Currículo para a formação de professores"




A Unesco lançou a versão em português da publicação"
Alfabetização mediática e informacional - Currículo para a formação de professores".

A obra conta com a contribuição de diversos especialistas internacionais que sugerem tópicos imprescindíveis para um currículo de alfabetização mediática. A ideia é ajudar os professores a explorar e compreender o tema a partir dos seguintes pontos:
  • as funções das mídias e de outros provedores de informação; como eles operam e quais são as condições ótimas necessárias para o cumprimento eficaz dessas funções; 
  • como a informação apresentada deve ser criticamente avaliada dentro do contexto específico e amplo de sua produção;
  • o conceito de independência editorial e jornalismo como uma disciplina de verificação;
  • como as mídias e outros provedores de informação poderiam contribuir racionalmente para 
  • promover as liberdades fundamentais e a aprendizagem continuada, especialmente à medida que 
  • eles relacionam como e por que os jovens acessam e usam as mídias e a informação hoje, e como eles selecionam e avaliam esses conteúdos;
  • ética nas mídias e ética na informação;
  • as capacidades, os direitos e as responsabilidades dos indivíduos em relação às mídias e à informação;
  • padrões internacionais (Declaração Universal dos Direitos Humanos), liberdade de informação, 
  • garantias constitucionais sobre liberdade de expressão, limitações necessárias para impedir a 
  • violação dos direitos do próximo (questões como linguagem hostil, difamação e privacidade);
  • o que se espera das mídias e dos outros provedores de informação (pluralismo e diversidade 
  • como normas);
  • pontes de informação e sistemas de armazenamento e organização de dados;
  • processos de acesso, busca e definição de necessidades informacionais;
  • ferramentas de localização e busca de dados;
  • como entender, organizar e avaliar informações, incluindo a confiabilidade das fontes;
  • criação e apresentação de informações em diversos formatos;
  • preservação, armazenamento, reutilização, gravação, arquivamento e apresentação de informações em formatos utilizáveis;
  • uso de informações para a resolução de problemas e para a tomada de decisões na vida pessoal, 
  • econômica, social e política. Apesar de ser extremamente importante, este item representa uma 
  • extensão da AMI que está muito além do escopo do presente currículo".
Para ter acesso à publicação, basta clicar no link: http://unesdoc.unesco.org/images/0022/002204/220418por.pdf

quarta-feira, 20 de março de 2013

Cartilha traz informações para familiares de adolescentes em conflito com a lei



Cartilha traz informações para familiares de adolescentes em conflito com a lei
O Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente – Cedecado Rio de Janeiro disponibilizou para download a cartilha Justiça para o adolescente em conflito com a lei – Como se defender dela. O material busca informar sobre os direitos e os deveres dos adolescentes em conflito com a lei e informar as famílias sobre os procedimentos legais a eles destinados, contribuindo para a efetivação dos instrumentos legais de proteção de crianças e adolescentes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e no Artigo 227 da Constituição Federal.
A cartilha alterna texto informativo e narrativa em quadrinhos, apresentando uma reflexão crítica sobre o sistema de segurança pública, o sistema de justiça e o sistema socioeducativo. Entre as questões abordadas estão os procedimentos de apuração do ato infracional, uma apresentação das instituições de mediação e acolhimento e as diferenças entre as medidas socioeducativas, desde a advertência e a liberdade assistida até a privação de liberdade, que deve ser cumprida em entidades específicas para os adolescentes.
O material apresenta, ainda, glossário, lista de endereços e telefones úteis e de instituições responsáveis, como os conselhos tutelares, além de órgãos que recebem denúncias. São, por fim, apresentadas referências bibliográficas para os leitores interessados em se aprofundar no tema.

segunda-feira, 18 de março de 2013

A escola entre mídias


Os professores da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro estão recebendo a nova publicação da MultiRio - "A Escola Entre Mídias: Linguagens e Usos", que promove um diálogo sobre os impactos das mídias nas formas de aprender, de ensinar e de conviver...
Acesse em: http://migre.me/dJzX6

quarta-feira, 6 de março de 2013

Publicação Infância e Comunicação já está disponível para o público


Publicação Infância e Comunicação já está disponível para o públicoA publicação Infância e Comunicação - Referências para o Marco Legal e as PolíticasPúblicas Brasileiras que reúne experiências internacionais e visa estimular o debate sobre os impactos positivos e negativos do campo dacomunicação midiática, na perspectiva da promoção e defesa de direitos de crianças e adolescentes e do fortalecimento da democracia brasileira já está disponível para o público. 
Editada pela ANDI – Comunicação e Direitos e pelo Auçuba –Comunicação e Educação, em parceria com a Rede ANDI Brasil e com o apoio do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente(Conanda) e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), 

A publicação reúne experiências internacionais exitosas desenvolvidas por democracias consolidadas da Europa e das Américas e aponta a necessidade urgente de o Brasil acompanhar esta tendência. Para o secretário Executivo da ANDI – Comunicação e Direitos e coordenador da edição do livro, Veet Vivarta, “a complexidade da arena midiática desautoriza a adoção de medidas simplistas para gerir os impactos do campo sobre o desenvolvimento de crianças e adolescentes”.

Ela apresenta 10 temas centrais como subsídio ao avanço da  sociedade brasileira em seus programas de garantia, promoção eproteção dos direitos de crianças e adolescentes no campo da mídia.
Cada um dos capítulos aborda:
- Contexto geral e aspectos conceituais do tema
- Relevância para os direitos da infância
- Experiências bem sucedidas de outras nações
- Iniciativas em curso no Brasil
Ficha Técnica
Título: Infância e comunicação: referências para o marco legal e as políticas públicas brasileiras
Edição: ANDI – Comunicação e Direitos e Auçuba – Educação e Direitos,em parceria com a Rede ANDI Brasil
Coordenação: Veet Vivarta
Apoio: Rede ANDI Brasil, Conanda e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

Publicação disponível aqui

segunda-feira, 4 de março de 2013

Unesco recomenda o uso de celulares como ferramenta de aprendizado


MANUAL PARA GOVERNOS DÁ MOTIVOS E DICAS DE COMO APROVEITAR A TECNOLOGIA MÓVEL PARA GARANTIR MELHORES RESULTADOS NA ESCOLA


Pesquisa no Brasil mostrou que alunos levam celular para escola, 
mas aprovam proibição de uso

A UNESCO PUBLICOU UM GUIA COM 10 RECOMENDAÇÕES PARA GOVERNOS IMPLANTAREM POLÍTICAS PÚBLICAS QUE UTILIZEM CELULARES COMO RECURSO NAS SALAS DE AULA. O GUIA, APRESENTADO EM PARIS NA SEMANA PASSADA DURANTE A MOBILE LEARNING WEEK, TRAZ AINDA 13 BONS MOTIVOS PARA TER ESSE ALIADO NA EDUCAÇÃO.

“Cada país está em um nível diferente no uso das tecnologias móveis em sala de aula. Por isso, é importante que cada um use o guia adaptado às suas necessidades locais”, diz Steve Vosloo, coordenador do projeto. O especialista conta que a ideia de lançar essas recomendações surgiu a partir da constatação de que, mesmo considerando o uso das tecnologias em sala de aula algo pedagogicamente importante, muitos governos não sabiam por onde começar.
Para ele, a questão do acesso já está avançada e o problema agora é dar significado a esse uso. Especialistas da Unesco espalhados pelo mundo começaram a elaborar um guia com orientações que servissem a qualquer governo, independentemente do grau de maturidade que o país estivesse nesse debate.
O documento começa com uma orientação que parece simples: ter políticas que incentivem o uso das tecnologias móveis em sala de aula. Isso pode querer dizer tanto criar políticas da estaca zero ou ainda atualizar políticas que foram criadas no momento em que as tecnologias móveis ainda não eram tão acessíveis. “As diretrizes políticas relacionadas ao aprendizado móvel que forem criadas devem estar em harmonia com as que já existirem no campo das TIC (Tecnologia de Informação e Comunicação)”, afirma a Unesco no documento.
Na sequência, o guia traz à luz a necessidade de se treinar professores e de fazer isso com o uso de tecnologias móveis, para que eles também se apropriem dessas ferramenta na vida deles. “No Brasil, os professores têm certa resistência em incorporar novas tecnologias. A sala de aula ainda é o lugar de desligar o celular”, afirma Rebeca Otero, coordenadora de Educação da Unesco no Brasil, que avalia que parte disso se deve ao fato de o professor ainda não estar completamente familiarizado com essas ferramentas. “Isso faz com que muitas oportunidades educacionais se percam, especialmente no ensino médio, época em que o aluno já está ligado e nas redes.”
Outras recomendações presentes no documento dizem respeito à criação de conteúdo adequado e à promoção do uso seguro e saudável das tecnologias. Com essas orientações, acredita a Unesco, os governos estarão mais próximos de usufruir dos benefícios do aprendizado móvel, dentre eles ampliar o alcance e a equidade da educação e facilitar o aprendizado personalizado.
Confira, a seguir as 10 recomendações e os 13 bons motivos para se usar tecnologias móveis em sala de aula:
10 recomendações aos governos: - Criar ou atualizar políticas ligadas ao aprendizado móvel 
- Conscientizar sobre sua importância 
- Expandir e melhorar opções de conexão 
- Ter acesso igualitário 
- Garantir equidade de gênero 
- Criar e otimizar conteúdo educacional 
- Treinar professores 
- Capacitar educadores usando tecnologias móveis 
- Promover o uso seguro, saudável e responsável de tecnologias móveis 
- Usar tecnologia para melhorar a comunicação e a gestão educacional 
13 motivos para tornar o celular ferramenta pedagógica: - Amplia o alcance e a equidade em educação 
- Melhora a educação em áreas de conflito ou que sofreram desastres naturais 
- Assiste alunos com deficiência 
- Otimiza o tempo na sala de aula 
- Permite que se aprenda em qualquer hora e lugar 
- Constroi novas comunidades de aprendizado 
- Dá suporte a aprendizagem in loco 
- Aproxima o aprendizado formal do informal 
- Provê avaliação e feedback imediatos 
- Facilita o aprendizado personalizado 
- Melhora a aprendizagem contínua 
- Melhora a comunicação 
- Maximiza a relação custo-benefício da educação
Fonte: Porvir 03/03/2013 (Foto: O Dia)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Undime distribui materiais para auxiliar dirigentes municipais de educação neste início de mandato


Iniciativa conta com apoio da Fundação Santillana, Unicef e Ministério da Educação, e atingirá os mais de 5,5 mil municípios do País

As últimas eleições municipais notabilizaram-se por uma grande renovação nas prefeituras do país. Para ajudar os novos governantes e sua equipe a gerir uma série de desafios e dar continuidade a projetos em andamento, especialmente aqueles ligados à área de Educação, a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), em parceria com a Fundação Santillana, Unicef e o Ministério da Educação, preparou um conjunto de materiais com orientações para o desenvolvimento de políticas educacionais com qualidade e eficiência.

As publicações estão sendo distribuídas para os dirigentes de educação dos mais de 5,5 mil municípios do País. Segundo Cleuza Repulho, presidente da Undime, "o objetivo é auxiliá-los no planejamento e gestão da secretaria, o que refletirá na melhoria do processo de ensino-aprendizagem e na qualidade da educação ofertada”. Outro objetivo as publicações é contribuir para a redução das desigualdades no País, por meio da oferta de uma educação com qualidade social para todos.

Para Luciano Monteiro, representante da Fundação Santillana no Brasil, “o dirigente municipal de educação tem inúmeros desafios pela frente. Entre eles, há a garantia de matrículas das crianças na educação infantil e a alfabetização na idade certa. A Fundação Santillana acredita que este conjunto de publicações vai ajudar o prefeito e o secretário de educação nos processos de planejamento e gestão da área”, afirma.

Agenda dos Cem Primeiros Dias


Os cem primeiros dias de mandato são fundamentais para o dirigente reunir informações relevantes que permitam organizar uma agenda político-administrativa e orientar as ações prioritárias da rede de ensino. 

Entre as necessidades imediatas está conhecer o histórico de políticas, diretrizes e projetos em implementação pela gestão anterior, incluindo convênios, contratos e prestações de contas. 

Assim, este material fornece os principais subsídios, de forma clara e organizada, para nortear ações de planejamento estratégico na secretaria.

Caderno de Orientações ao Dirigente Municipal de Educação

Alguns dos assuntos de destaque abordados nesta publicação são:


  • instrumentos de gestões participativa, administrativa, orçamentária, da informação e pedagógica; 
  • leis, políticas e programas voltados para a educação básica municipal; principais fontes de financiamento e transferências de recursos federais;
  • articulações com a sociedade civil e 
  • parcerias e regime de colaboração com os entes federados.
Acesse gratuitamente as versões digitais das publicações:

- Agenda dos Cem Primeiros Dias – Orientações ao Dirigente Municipal de Educação;

- Caderno de Orientações ao Dirigente Municipal de Educação – Fundamentos, Políticas e Práticas;

- Folheto Excelência na Gestão da Educação Municipal – Informações importantes

Sobre a Undime

A Undime é uma associação civil, sem fins lucrativos, constituída em 1986, com a missão de articular, mobilizar e integrar os dirigentes municipais de educação para construir e defender a educação pública com qualidade social. A entidade organiza e promove pesquisas, reuniões, seminários e fóruns voltados à educação pública, cidadã e de qualidade para todos. Além disso, mantém contatos com sindicatos, confederações, associações, organizações não governamentais, movimentos sociais, redes e demais entidades da sociedade civil que tenham interesse no processo educacional.

Ao longo de sua existência, a Undime legitimou-se como instância representativa da educação nos municípios brasileiros, desempenhando papel importante nos processos de discussão, formulação e implementação de políticas nacionais de educação. www.undime.org.br

Sobre a Fundação Santillana
A Fundação Santillana é responsável pelas ações sociais do Grupo Santillana (ao qual pertence a Editora Moderna), referência no mercado editorial em 22 países ibero-americanos. Atuando no Brasil desde 2001, a Fundação implementa sua filosofia por meio de iniciativas que integram Educação e Cultura, em busca de uma melhor qualidade de ensino. Entre os projetos apoiados estão o Prêmio Vivaleitura, a realização de cursos presenciais e à distância para educadores, seminários, oficinas pedagógicas, além da edição e distribuição gratuita de publicações voltadas para políticas públicas educacionais. Também mantém parcerias com organismos nacionais e internacionais, como Unesco, OCDE, OEI, Undime e movimento Todos Pela Educação. www.fundacaosantillana.org.br


Fonte: UNDIME e Santillana

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pesquisa revela tendências do noticiário sobre racismo


Os jornais brasileiros debatem sobre a problemática do racismo, mas negligenciam a relação entre esta violência simbólica e o quadro de homicídios que vitima, principalmente, a população negra no País. A avaliação consta da pesquisa Imprensa e racismo: uma análise das tendências da cobertura jornalística, lançada dia 14/12 pela ANDI – Comunicação e Direitos, com apoio da Fundação Ford e da Fundação W. K. Kellogg.

A análise incidiu sobre 54 periódicos impressos das cinco regiões do Brasil, durante o período de 2007 a 2010, e identificou algumas peculiaridades no tratamento editorial dispensado à cobertura sobre a temática. Dentre elas, “a clara desvinculação entre as violências físicas praticadas contra a população negra e o debate sobre seu contexto primordial de produção – ou seja, o racismo”.

OUTRAS TENDÊNCIAS – A pesquisa, que evidencia também perspectivas positivas da cobertura, sublinha que, não obstante essa grave lacuna, “o noticiário sobre racismo é tecnicamente superior a muitas das coberturas analisadas ao longo dos anos pela ANDI”. Diferentemente das narrativas sobre violências físicas, por exemplo, a maioria dos textos sobre racismo é contextualizada, reunindo elementos importantes à compreensão da problemática.

“Não significa dizer que o noticiário seja predominantemente favorável aos mecanismos de enfrentamento ao racismo” – alertam os pesquisadores. Destoando de outras coberturas temáticas avaliadas pela organização, esse tipo de texto é permeado por um volume significativo de conteúdos opinativos. E a maioria desses espaços, considerados “nobres”, comporta posicionamento contrário ao sistema de cotas raciais, por exemplo.

Outra das conclusões do estudo refere-se ao desempenho quantitativo dos veículos analisados. De acordo com os pesquisadores, “contrariando a tendência geral da cobertura, e diferentemente do verificado nas séries histórias da ANDI, é um veículo regional/local que vem puxando o debate sobre racismo no País”: o jornal A Tarde (BA), seguido por um meio de comunicação de alcance nacional (O Estado de S.Paulo).

FICHA TÉCNICA
Título: Imprensa e racismo: uma análise das tendências da cobertura jornalística
Realização: ANDI – Comunicação e Direitos
Apoio: Fundação Ford e Fundação W. K. Kellogg
Disponível em: Resumo executivo e Íntegra da pesquisa


Fonte: ANDI Comunicação e Direitos

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Coleção Grandes Educadores, do MEC, à disposição dos educadores


Paulo Freire, Anísio Teixeira, Jean Piaget e Antônio Gramsci, dentre outros, fazem parte da Coleção Educadores, ao alcance de todos os interessados no portal Domínio Público do Ministério da Educação. Ao todo, a coleção reúne 31 autores brasileiros, 30 pensadores estrangeiros e um livro com os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.
Professores e estudantes de pedagogia e de cursos de licenciatura encontram um ensaio sobre cada autor, a trajetória da produção intelectual na área, uma seleção de textos. Cada publicação tem, em média, 150 páginas. Preparada pelo MEC desde 2006, a coleção integra as iniciativas do governo federal de qualificar a formação inicial e continuada de professores da educação básica pública.
Clique aqui e acesse o material. 
Fonte: RevistaPontoCom (http://www.revistapontocom.org.br/materias/colecao-educadores) 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Material apoia a inserção da igualdade racial na educação infantil


A discriminação racial ainda é uma forte realidade dentro das escolas. Pequenas ofensas entre os colegas sobre a característica do cabelo (liso, crespo, ondulado), a cor da pele e o tipo físico predominam nas salas de aula e acabam influenciando o comportamento da criança ao longo de sua vida. Por isso, é de extrema importância que haja um trabalho de estímulo à igualdade já na educação infantil.
Pensando nisso, o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades – CEERT, em parceria com o Instituto Avisa Lá, aUniversidade Federal de São Carlos – UfsCar e o Ministério da Educação – MEC, desenvolveu um material de apoio aos profissionais de Educação para promover a igualdade racial entre os alunos da educação infantil.
Composto por quatro vídeos educativos e um guia prático, o Educação Infantil e práticas promotoras de igualdade racial foi lançado exclusivamente para diretores e gestores de escolas, professores da educação infantil e secretarias de educação e pode ser adquirido pelo portal do MEC. “A ideia é introduzir a temática racial sem induzir ao preconceito. O objetivo do material é justamente quebrar essa visão das crianças”, explica a coordenadora geral do projeto, Silvia Pereira de Carvalho, do Instituto Avisa Lá.
Dessa forma, o material ensina o profissional a inserir a cultura africana nas aulas ou na própria gestão da escola. “Eles terão contato com discussões geradas pelos conteúdos dos vídeos. Assim, é possível desenvolver um processo consistente de formação, que incluirá a dimensão da igualdade racial nas práticas pedagógicas das instituições”, disse Carvalho.
Um exemplo simples é a inserção dos padrões de estética africanos nos contos de fadas. “A princesa loira de olhos azuis pode virar uma princesa africana. Acho que isso até aproximará os contos de fadas, que obedecem os padrões europeus, à realidade brasileira. Afinal, nossas crianças, em sua maioria, não são parecidas com as bonecas Barbie”, relatou a coordenadora.
Lei
Inserir a igualdade racial na educação infantil não é uma questão apenas de valores. Desde 2003, a Lei 10.639 obriga o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas. As disciplinas devem englobar no currículo os seguintes temas: história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
Para adquirir o material, clique aqui para baixar. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Instituto Crescer e Microsoft criam apostilas sobre os principais aplicativos Microsoft Office exigidos pelo mercado de trabalho

As apostilas de conteúdos de produtividade, criadas pelo Instituto Crescer em parceria com a Microsoft, contemplam informações sobre os principais aplicativos Microsoft Office exigidos pelo mercado de trabalho (editor de texto, editor de planilhas e assistente de apresentações e slides), sobre Práticas de Internet e Informática Básica.


§  Apostila  de Informática Básica: Contam a história do computador e informam o leitor sobre as suas partes básicas.
§  Apostilas Word, Power Point e Excel: Auxiliam o leitor a ganhar intimidade com estes aplicativos e a lidar com a maioria das funções e ferramentas neles disponíveis, por meio de exercícios que podem ser transportados ao dia a dia.
§  Apostilas de Práticas de Internet: Apresentam as principais ferramentas e recursos da Internet (incluindo Facebook e Blog).
Estes conteúdos são livres e existem na versão PDF para download.
Clique aqui para fazer o download da apostila Word 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila Excel 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila PowerPoint 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila de Informática Básica.
Clique aqui para fazer o download da apostila de Práticas de Internet.
Fonte: Instituto Crescer 17/07/2012