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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Em comemoração à Língua Portuguesa, escolas públicas recebem projeto BUZUM



Em comemoração ao Dia da Língua Portuguesa, celebrado em 10 de junho, a Suzano Papel e Celulose, em apoio à MilplanEimisia -- empresa de montagens industriais--  apresenta o Projeto BUZUM, que produz encenações teatrais dentro de um ônibus adaptado para receber uma plateia de até 50 crianças.
O espetáculo, Mundo Português, mostrará um passeio pelos países e culturas que também falam nossa língua. O projeto, que teve início em 11 de junho, conta com a participação de crianças de escolas públicas da cidade de Imperatriz (MA), reforçando o compromisso da Suzano Papel e Celulose em apoiar e participar de projetos sociais e culturais nas comunidades onde está inserida.

A peça narra a bem aventurada viagem pelo universo da Língua Portuguesa pela Ásia, África e América do Sul por meio de um casal que viaja pelo mundo, mostrando os países onde se fala o idioma e de que forma isto aconteceu historicamente. A encenação é também uma forma de enaltecer o dia da Língua Portuguesa, data em que é lembrada a morte de Luís Vaz de Camões, um dos maiores poetas da história.
O espetáculo será apresentado aos alunos de quatro escolas da rede pública de ensino das zonas rurais e urbanas em Imperatriz (MA). Serão disponibilizados materiais pedagógicos aos educadores para que trabalhem o tema em sala de aula, e um kit “teatrinho” às crianças, para montar e se aproximar ainda mais da arte de interpretar.
Fonte: Suzano Papel e Celulose

Escolas orientam os alunos com relação à leitura de jornal


Um jornal não é composto só de letras, frases e fotos. É composto de cadernos, de seções, de editorias, de variadas páginas cada uma com suas especificidades.


Para que os alunos pudessem ler o jornal e identificar suas informações mais importantes, os professores das escolas municipais Felício de Moura e Celina Guimarães e do Instituto Pequeno Príncipe propuseram atividades de leitura e de reconhecimento das partes que compõem um jornal.

Essas escolas fazem parte do programa de leitura Ler para Saber Mais, desenvolvido pelo jornal GAZETA DO OESTE (de Mossoró/RN) e cujo objetivo é formar leitores críticos.

Os professores Kelli Karina Fernandes Freire e Alcivan Costa de Oliveira, da Escola Municipal Joaquim Felício de Moura, bem como Aline Patrícia Costa Câmara e Paula Priscilla, do Instituto Pequeno Príncipe, desenvolveram a atividade “Conhecendo e trabalhando com o jornal”, cujo objetivo foi trabalhar a estrutura e organização do jornal GAZETA DO OESTE. As turmas beneficiadas foram do 6º ao 9º ano.

As professoras tiveram o cuidado de organizar atividades diferentes para as turmas, variando o grau de complexidade de conhecimento.

Eles levaram os jornais dos dias 23 e 24 de maio para a sala de aula e os entregaram aos alunos para que os folheassem e os lessem. Em seguida, foi feita uma explanação oral sobre a estrutura do jornal, sendo explicado aos alunos como ele é organizado e quais são as suas principais características.

Depois disso, foi entregue uma tarefa para que os alunos trabalhassem o que aprenderam, como as partes que compõem o jornal; enfatizar os cadernos; desenvolver a capacidade argumentativa, concordando ou discordando da notícia; produzir charges, artigos de opinião, classificados etc.

Depois disso, os alunos confeccionaram cartazes sobre os temas de cada grupo (os cadernos, as seções, notícias e manchetes, títulos de notícias, fotografias e legendas, reportagens, anúncios, charges, a primeira página).

De acordo com a professora Kelli, conhecer a estrutura do jornal e analisar as notícias despertou nos alunos o gosto pela leitura do jornal. “Os alunos puderam conhecer a estrutura do jornal e entender a sua organização. Observamos também que a grande maioria deles ficou interessada na leitura do jornal e em participar do programa Ler para saber mais. A leitura e a produção textual foram estimuladas”, disse.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Grupo RBS anuncia a volta dos monstrinhos em campanha pela educação


A bandeira institucional “A Educação Precisa de Respostas”, lançada em 2012 pelo Grupo RBS eFundação Maurício Sirotsky Sobrinho e focada na melhoria da qualidade da Educação Básica, dará início a sua segunda fase durante uma edição especial do Jornal do Almoço na próxima terça-feira (11). O destaque deste ano será a volta dos monstrinhos protagonistas da campanha institucional de maior sucesso da história da empresa, em 2003. O novo filme estreia durante o programa na RBS TV.

O Bicho-Papão, a Mula Sem Cabeça, o Diabo, a Bruxa, o Boi da Cara Preta e seus filhotes voltam para estimular o debate e dar visibilidade a soluções que elevem a qualidade da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio no país, em especial, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

Ao aliar os personagens da sua campanha institucional de maior sucesso a uma iniciativa focada na educação, o objetivo é mobilizar a sociedade com uma ação de forte impacto popular, mantendo a relevância dos conteúdos de um tema de grande importância para toda a sociedade brasileira. O projeto seguirá atuando em três frentes: editorial, com reportagens nos veículos do Grupo RBS, publicitária, com campanha na mídia, e institucional, com ações de mobilização junto ao poder público e às comunidades.

Os monstrinhos e a educação
Para manter a qualidade e a consistência do debate alcançadas em 2012, os monstrinhos estarão associados a questões fundamentais do ensino, assim como no primeiro ano da campanha, em que seis perguntas norteavam a discussão. Os temas são baseados nas cinco metas traçadas pelo movimento Todos Pela Educação, que busca garantir uma educação de qualidade a todas as crianças e jovens, e darão destaque para a contribuição de cada indivíduo para o interesse coletivo.

A campanha de 2003
Os monstrinhos apareceram pela primeira vez em 2003, quando o Grupo RBS lançou uma campanha que abordava a violência e os maus tratos às crianças com o slogan “O amor é a melhor herança. Cuide das crianças.” O assunto foi tema de reportagens nos veículos da empresa, mobilizando a sociedade para uma mudança comportamental em relação a crianças e adolescentes desprotegidos e buscando soluções para o problema. Na época, o filme com os monstrinhos e seus filhotes e o jingle se tornaram um grande sucesso, principalmente entre o público infantil, o que motivou a retomada dos personagens este ano.

Assista ao filme de 2003:


Fonte: Grupo RBS

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Pesquisa com infância


O Grupo de Pesquisa Infância e Cultura Contemporânea do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) acaba de lançar, no Rio, durante a realização do VII Seminário Internacional as Redes Educativas e as Tecnologias, realizado na Uerj, o seu primeiro livro coletivo: Infância em Pesquisa  (Editora Nau). Segundo Rita Marisa Ribes Pereira, coordenadora do grupo, os artigos que compõem a obra foram produzidos com o objetivo de sistematizar as questões e temáticas mais representativas do grupo ao longo de sua história, o que propiciou um pensar sobre a pesquisa que é produzida com crianças e também sobre o processo de constituição e desenvolvimento da própria equipe. “Entendemos que a identidade do grupo afeta e é afetada pelo trabalho minucioso e cotidiano de delimitação de nosso objeto de estudo – a infância contemporânea – e as abordagens teórico-metodológicas escolhidas”, acrescenta Rita.
No prefácio do livro, a professora Solange Jobim e Souza, da PUC-Rio, destaca que a obra oferece contribuições para uma análise da experiência da criança no mundo contemporâneo. “Vale dizer que este livro nos convida a retomar perguntas que devem ser sempre revisitadas por aqueles que se dedicam a realizar pesquisas com crianças, como o que é contracenar com crianças nos espaços instituídos pela pesquisa, inventando modos de ser e de produzir cultura com elas? Como fazer pesquisa com crianças, respeitando-as como sujeitos singulares que são, sem deixar, porém, de reconhecer nelas as contingências culturais da época atual? Como explicitar através da escrita experiências tão singulares vividas entre o pesquisador e seu outro, especialmente quando este outro é a própria infância contemporânea, que se revela no encontro entre o adulto e a criança?”, questiona.
A obra, organizada pela professora Rita Ribes e por Nélia Mara Rezende Macedo, traz dez artigos. Entre eles: Pesquisa com crianças, de Rita Ribes; Intimidade e estranhamento na pesquisa com crianças, de Núbia de Oliveira Santos; Pesquisar com crianças pequenas: desafios do trabalho de campo, de Luciana Bessa Diniz de Menezes; Pesquisando com crianças em espaços particulares: a busca de uma metodologia de pesquisa, de Joana Loureiro Freire: e  O processo e o produto da pesquisa: a negociação do texto de pesquisa com as crianças, de Maria Esperança de Paula.
O Grupo de Pesquisa Infância e Cultura Contemporânea reúne alunos de graduação e pós-graduação e professores ligados às redes de ensino. Objetiva-se com essa formação um diálogo entre universidade e escola, tanto no sentido de fomentar práticas curriculares sensíveis à problemática da cultura contemporânea, quanto no sentido de incentivar professores a darem continuidade à sua formação acadêmica.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Você sabe o que é desescolarização?


É um movimento contrário à ideia de que adquirir conhecimento dentro da escola é a única maneira de chegar ao sucesso profissional. Adeptos do conceito valorizam oportunidades educacionais ocorridas fora da escola, em casa, na comunidade, na internet, em qualquer lugar. Criado na década de 1970, o termo incentiva a exploração das atividades domésticas realizadas pelas crianças, assim como sua curiosidade a respeito de qualquer tema, os livros que lê e até mesmo seus jogos preferidos.

Veja o curta-documentário Learn Free, em inglês, sobre desescolarização:


Desempenho de cotistas é igual ao de não cotistas na UnB

"Agora é possível responder com propriedade que as cotas deram certo, e temos resultados científicos para provar isso", diz decano

O rendimento dos estudantes que ingressaram por meio do sistemas de cotas da Universidade de Brasília (UnB) é igual ao registrado pelos alunos do sistema universal. O resultado foi apresentado pelo decano de Ensino de Graduação da universidade, Mauro Rabelo, responsável pelo estudo que avaliou os 10 anos da implementação do sistema de cotas. 

Dados preliminares apresentados nesta quinta-feira (6/6) durante o seminário Dez anos de cotas na UnB: memória e reflexão, mostram que, hoje, o rendimento dos cotistas é praticamente igual ao dos não cotistas e, em 2009, chegou a ser superior: a média do índice de rendimento acadêmico (IRA) era de 3,1 entre os cotistas e 2,9 no sistema universal. “Agora é possível responder com propriedade que as cotas deram certo, e temos resultados científicos para provar isso”, afirma Mauro Rabelo. 

No total, 6.632 estudantes ingressaram na UnB pelo sistema de cotas. Nos 10 anos de implantação do sistema, o número de estudantes cotistas alcançou 13,46%. Segundo o decano, não foi possível chegar à meta de 20% porque muitos não se matricularam. No primeiro ano de implantação do sistema, em 2004, o índice de rendimento acadêmico foi inferior entre os cotistas, 3,5 contra 3,7 no sistema universal, quadro que mudou com o passar dos anos. 


“Se o cotista entrou com um índice um pouco inferior, ele foi se esforçando para se igualar ao sistema universal, e, em 2009, já apresentava índices melhores que os alunos do sistema universal”, disse o decano. Rabelo destacou ainda que o índice de rendimento médio caiu de maneira geral na universidade após a expansão pelo programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). 

A pesquisa mostra que, entre os cotistas, 47% eram de escolas públicas e a maioria (49%) de instituições privadas. O índice é maior entre os não cotistas: 60% vieram de escolas privadas e apenas 36% de escolas públicas.


Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/ensino_ensinosuperior/2013/06/06/ensino_ensinosuperior_interna,370016/as-cotas-deram-certo-e-ha-resultados-cientificos-para-provar-diz-decano.shtml 06/06/2013

Você sabe o que é "Sexting"? Pesquisa revela os problemas que essa prática pode causar




Fonte: Telas Amigas