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terça-feira, 18 de junho de 2013

Los jóvenes en la era de la hiperconectividad: tendencias, claves y miradas


joveneshiperconectividad
Compartilhamos dica de livro da Fundación Telefônica e Fundación Encuentro que você pode baixar pelo link: http://www.dreig.eu/caparazon/2013/05/17/
jovenes-en-la-era-de-la-hiperconectividad/
"Los jóvenes en la era de la hiperconectividad: tendencias, claves y miradas" é de autoria de Dolors Reig e Luis F. Vilchez. Veja abaixo um resumo do mesmo.

"La descripción de todo fenómeno complejo exige un análisis desde múltiples perspectivas. En este informe hemos seleccionado dos que nos parecen relevantes y complementarias: la del experto y analista de tendencias y la de los propios sujetos o actores. El texto de Dolors Reig nos acerca al estado de la cuestión, nos informa de lo que está pasando por encima o por debajo de la experiencia cotidiana de los usuarios, de las investigaciones y estudios que marcan la pauta a nivel internacional, de los modelos interpretativos que se van consolidando, de las tendencias que se apuntan, de los retos y las oportunidades que se plantean. 

Por su parte, Luis Fernando Vílchez nos relata cómo viven y cómo cuentan su experiencia en la vida cotidiana en este contexto de hiperconectividad y presencia constante de las tecnologías de la información y la comunicación los actores directamente implicados en la educación: los propios alumnos, los profesores y los padres.
La mirada de padres y profesores parece mayoritariamente prisionera de una visión reactiva que les dificulta articular un pensamiento estratégico de aprovechamiento de las grandes potencialidades –no exentas de riesgos– que, desde un punto de vista cognitivo, emocional, moral y cívico, este nuevo contexto nos aporta. Sabemos que el cambio es inexorable; podemos aprovecharlo o sufrirlo".

Fonte: http://www.dreig.eu/caparazon/2013/05/17/jovenes-en-la-era-de-la-hiperconectividad/

Conheça os jornais escolares feitos em Portugal



Este  é o jornal "O Aventuras", um jornal escolar mensal que publica as atividades desenvolvidas em sala de aula durante o mês anterior, bem como alguns trabalhos realizados pelos alunos, no âmbito curricular. Ele é coordenado pela professora Maria José Moniz Nunes, da Escola Básica Estreito da Calheta (EB1/PE Estreito da Calheta/ CalhetaOlhão), de Portugal.

Para você conhecer o jornal, acesse o link abaixo: http://jornaisescolares.dge.mec.pt/
files/2013/06/ficha_ed_duplao-aventuras.pdf

E se quiser conhecer outros jornais que são editados em Portugal, basta acessar: http://jornaisescolares.dge.mec.pt/page/1/

Direto da Escola

Os Correspondentes O POVO agora conhecem todo o processo por qual o jornal passa até chegar cedinho às suas casas. No início do semestre, eles conheceram como a notícia chega à redação. No último dia 8, foi a vez da visita ao Parque gráfico, em Maracanaú. Depois de detalhada explicação do processo de como as páginas chegam para serem gravadas e impressas, as perguntas vindas da curiosidade de cada repórter complementaram o objetivo da visita.



Colégio Antares - Isadora Araújo (isadoraaraujocf@hotmail.com)
Projeto Unesco
O Colégio Antares está participando do projeto Unesco. É uma organização de um grupo de alunos da escola para articular ações e projetos da Unesco, trabalhando assim, a sensibilização e a motivação para uma prática cidadã dentro da comunidade escolar como um todo. A participação no clube é voluntária para os alunos. O primeiro projeto foi realizado com sucesso com a doação de quase 4.200 litros de água para os nossos irmãos nordestinos que estão sofrendo com a seca no interior do estado. Coletados e futuramente entregues pela a Defesa Civil, promovido pela a Campanha Força Solidária.
Colégio N.Sra das Graças - Ana Luiza Bomfim (aninhabomfim@ig.com.br)
XIV Arraiá Das Graças
No dia 8 de Junho, o Colégio Nossa Senhora das Graças realizou a sua tradicional festa junina no período de 10 às 15h. Quem compareceu por lá pode saborear vários pratos típicos, vendidos em quatro barraquinhas. Cada uma delas possuía um nome próprio (Maria Dolores – Mado; Maria de Jesus – Maje; Maria Celeste - Mace e Pe. Júlio Maria - Juma) em homenagem aos fundadores da Congregação das Filhas do Coração Imaculado de Maria: as cordimarianas. Entre as vastas opções oferecidas havia: vatapá, baião de dois, paçoca, creme de galinha, churrasco, churros, cachorro quente, crepes, algodão doce, picolé, docinhos, cocada e bolos dos mais variados sabores, entre eles o tradicional pé de moleque. Embalados pelo ritmo da quadrilha improvisada, comandada pelos professores José Cleber Uchôa e Sandra Régia, o ginásio do colégio se encheu de alegria. Para atender a todos os gostos, a escola também contou com a participação do DJ Marciano, tocando música eletrônica e da banda Xote dos Meninos representando o forró pé de serra. Ao som de muita música, as pessoas puderam aproveitar para visitar um bazar de roupas, bijuterias, brinquedos, livros e sapatos, organizados pelos alunos para a arrecadação de dinheiro que será investido na Semana Cordimariana. Para os apaixonados, havia ainda a presença de casais de cupidos distribuindo declarações de amor entre as pessoas. Já no finalzinho da festa tivemos a participação do comediante Falcão, que bastante simpático, tirou fotos com todos. Foi uma tarde prazerosa, principalmente para os ex-alunos que tiveram a oportunidade de se reencontrarem.
Colégio Antares - Ana Vanessa Lima (nessa200910@hotmail.com)
Visita ao parque gráfico
No sábado, dia 8, os Correspondentes do O POVO tiveram a oportunidade de conhecer mais uma parte do jornal. Fizemos uma visita ao parque gráfico, lá em Maracanaú, local onde são impressos os jornais e conhecemos um pouco sobre como eles são produzidos. Foi bastante interessante e proveitoso aprender sobre o processo de fabricação de uma ferramenta de comunicação e informação tão importante para nós que é o jornal. Obrigada Jornal O POVO por nos oferecer mais uma oportunidade de enriquecer os nossos conhecimentos e vivenciar novas experiências.

Colégio Santa Isabel - Lorena Calixto (lo_lory22@hotmail.com)
Minha rosa de cristal 
És de ser a coisa mais bela já existente na Terra, tão preciosa quanto qualquer joia rara. És dona de mim, és dona de minha irmã, na verdade és de ser dona de tudo. És uma rosa de beleza incomensurável, de um sorriso tão belo e de um olhar magnânimo. Tem a delicadeza de ser como uma flor, na verdade és de ser, mas não é qualquer flor, e sim uma bela rosa valiosa e única, uma rosa de cristal, gentil, delicada, formosa, divina, deusa perfeita aos olhos de quem ver. Deus teceu essa preciosidade com toda a calma, fez somente uma, e se orgulhou de ter tecido com todo amor à beleza desta flor. Essa rosa de cristal veio do céu para perto de mim. És-me de zelar, eu, de zelar por ela. És essa rosa a minha rainha majestosa, és minha deusa guerreira, és minha mãe! Saiba que não existe tempo para falar de uma joia única, todo dia é dia dela. Muito obrigada por tudo, minha rosa de cristal! 

Colégio Visc. do Rio Branco - Ruthe Almeida (ruthefalmeida@gmail.com)
O esporte
O esporte é algo bem importante para nossas vidas, não só para o físico como para o mental.Fazer esporte é muito bom e não é a toa que eu faço.No esporte podemos expressar nossos sentimentos de uma forma mais divertida e sem falar que nos ajuda muito.Não é todo mundo que é igual, pois tem pessoas que adoram esporte, já outras, preferem nem tentar.Tem pessoas que não arriscam praticar, mas acham bem legal.Elas não sabem o que estão perdendo, pois quem pratica esporte é uma pessoa saudável, não sedentária e de bem com a vida, sem falar que ele previne vários tipos de doenças.Então, vamos praticar algum esporte. 

Colégio Master - Ana Clara Costa (ana-clarabezerra@hotmail.com)
Feira de Ciências
No dia 8 de junho aconteceu a Feira de Ciências que tinha como tema: A Origem de Tudo. Os alunos formam grupos entre 4 e 10 pessoas e tem dois meses para se preparar. Utilizando de sua criatividade, alunos dos fundamentais um, dois e ensino médio apresentaram diferentes temas como: A origem do teatro, do dinheiro, da música, das redes sociais, das festas, da arte, entre outros. O evento foi bastante movimentado, cheio de criatividade. Os alunos faziam papel de professores em um dia que adultos eram alunos, aprendendo muito sobre a história descrita por traz de cada tema abordado. Os alunos são avaliados por três fiscais, as classificações foram divulgadas na quarta feira, dia 12 de junho.
Colégio  7 de Setembro - Lara Maria Guedes (lara_mariaguedes@yahoo.com.br)
Um passeio com alegria e conhecimento
Em mais um encontro dos Correspondentes O POVO, com lápis e bloquinho na mão, fomos conhecer o parque gráfico do Jornal. Desde a entrada no ônibus até a despedida, é uma alegria indescritível. Cantando, dançando, os jovens correspondentes “fazem a festa”. Ao chegarmos, nossos olhos não sabiam o que capturar primeiro, entre tantas máquinas, ouvia-se o barulho feito por elas e os milhares de jornais sendo produzidos. Incrível! Fomos recepcionados e guiados pelo gerente industrial, kleber Brasil, que nos contou o avanço da tecnologia e a sua influência sob o Jornal O POVO. Após adquirir tanto conhecimento, fomos comemorar com um lanche gostoso, o aniversário dos Correspondentes do 1º semestre. Teve até sorteio de uma torta e a feliz vencedora fui eu. Foi uma manhã de alegria e, como sempre, de conhecimentos promovida pelo Jornal O POVO. Nós, Correspondentes, só temos a agradecer e é claro, escrever, com muito orgulho, para este jornal.
Colégio Sebastião de Abreu - Alisson Silva (antonioalisson97@gmail.com)

Correspondentes O POVO no parque gráfico
No dia 8 de junho os Correspondentes O POVO visitaram o parque gráfico em Maracanaú. É lá que jornal O POVO é fabricado. Na visita aprendemos como os jornais são feitos e todo o seu processo. Conhecemos as máquinas que imprimem o jornal. Ficamos sabendo também como o jornal era feito antigamente, como por exemplo, precisava de muita gente para buscar as informações e passar para a redação, para digitar, para imprimir e hoje, com o computador, com o avanço da tecnologia ficou tudo mais fácil e mais rápido. Conhecemos também a máquina CTP que é como uma impressora caseira gigante e é ela que faz a chapa do jornal para depois mandar para a máquina rotativa que dá a tinta ao jornal e deixa o produto pronto para a distribuição da população. Foi um passeio muito bom e interessante e, com certeza, todos os Correspondentes gostaram, inclusive eu.Então, muito obrigado ao jornal O POVO por esse passeio e ao gerente industrial do O POVO, Kleber Brasil, que nos recebeu muito bem e nos deu todas essas informações. 

Fonte: Coluna Direto da Escola - Correspondentes O POVO na Educação / Jornal O POVO (CE) 18/06/2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Mídia nas escolas


Por Júnia Azevedo - RevistaPontoCom

O Midrash Centro Cultural, localizado na Zona Sul do Rio de Janeiro, abriu suas  portas, no final de maio, para um debate com estudantes, pais e educadores sobre o uso de novas tecnologias na escola. Para o encontro, foram convidados três estudantes: Luíza Aveburg, 11 anos, da Escola Eliezer Max; Daniel Ferreira, 14 anos, presidente do Grêmio Estudantil do Colégio Teresiano; e Jonathan Caroba,  17 anos, ex-aluno do Colégio Estadual José Leite Lopes/NAVE. E para dialogar com eles, a professora Regina de Assis, consultora em Educação e Mídia e ex-secretária Municipal de Educação e da Empresa Municipal de Multimeios da Prefeitura do Rio (MultiRio), e o jornalista Marcus Tavares, editor da revistapontocom.Juntos, eles discutiram os alcances e limites do que vem sendo realizado nas escolas, apontando caminhos e perspectivas para a integração construtiva das mídias à educação e à cultura dos estudantes e professores.
Regina abriu o encontro apresentando informações da pesquisa sobre o uso das Tecnologias de Informação e Educação, recém divulgada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (Nic.br). A professora contou, por exemplo, que 86% das crianças pesquisadas possuem perfil em alguma rede social. Dessas, 69% fornecem seu sobrenome. Outro resultado do estudo é que 37% dos pais creem que não é provável que os filhos tenham problemas na internet.
Redes sociais
Depois da apresentação dos dados da pesquisa, os estudantes falaram um pouco sobre a relação que estabelecem com  as mídias, em especial com a internet e as redes sociais. Luíza Aveburg, a mais nova do grupo, de 11 anos, que está no 6º ano do Ensino Fundamental, disse que hoje tem noção do que representa ter um perfil no Facebook, mas entende que nem sempre foi assim: “As crianças mais novas não têm ideia do risco que correm. Eu mesma já recebi pedidos de amizade de pessoas estranhas. Lembro de uma que entrou, disse que eu era muito bonita e começou a fazer um monte de perguntas, como, por exemplo, onde eu morava”.
Daniel Ferreira, de 14 anos, presidente do grêmio estudantil de seu colégio, lembrou que é comum uma pessoa criar um perfil falso e se passar por outra. “É muito fácil um adulto mal intencionado se passar por uma criança”, alertou.
Os três estudantes contaram que eles, no dia a dia, se comunicam muito mais pelas redes sociais, como Facebook. É nesta rede que meninos e meninas marcam seus encontros, se falam e trocam dúvidas sobre lições escolares. Passar e-mail e telefonar são coisas do passado, avisam. Segundo eles, se um pai quiser saber da vida do filho, é só entrar na rede social.
 O evento, por Jonathan Caroba
A iniciativa foi mais do que interessante e deixou em evidência a necessidade de  acontecer uma conversa franca e direta entre alunos, pais e professores. Percebeu-se que quando a liberdade tecnológica é concedida cedo demais, o jovem torna-se mais disperso no que diz respeito à internet. Tem menor capacidade de foco ao fazer um estudo online, leva os problemas das redes sociais para a sala de aula e prioriza o contato via internet, menosprezando o convívio social.
É claro que, se usadas de maneira correta, a rede social, a internet e a comunicação através da rede podem, sim, ajudar no desenvolvimento do aluno na escola. A grande problemática, muito discutida entre pais, estudantes e professores durante a palestra, é o modo significativo e efetivo de inserção dessas novas tecnologias no ambiente de ensino.
Os estudantes falaram muito sobre a importante missão do professor de incentivar, aconselhar e fazer com que o estudante seja não só um bom cidadão, mas também um bom profissional. De maneira objetiva, o bate-papo abordou diversos temas, deixando as discussões em aberto, discussões que podem e devem ser levadas para as salas de aula, para as conversas entre pais e filhos e para as redes sociais. 
Mídias na educação

Regina citou o filósofo Michel Serres, autor do livro “Polegarzinha”, ao afirmar que a geração de adultos hoje é neta da escrita e filha do livro. E acrescentou: “Já esses adolescentes e jovens de hoje são bisnetos da escrita, netos do livro e filhos da internet”. O grupo discutiu, então, se as mesmas estratégias pedagógicas utilizadas antigamente para educar continuam válidas. Regina e Marcus citaram experiências recentes, como as das “Flipped Classrooms”, que englobam o uso da tecnologia para alavancar o aprendizado em sala de aula. Esse tipo de prática inclui aulas por vídeo e troca de informações pela internet. Nesse modelo, primeiro os estudantes levam os temas a serem estudados para casa, antes de discuti-los em sala de aula. Eles pesquisam nos livros e na internet, interagem com os colegas e, só depois, levam os resultados para a sala de aula, quando, então, interagirão com os professores. O grupo concluiu que essa era uma boa proposta, mas que precisa ser bem estudada, pois possui prós e contras.
Marcus e Regina citaram também o trabalho que vem sendo realizado pela ONG educacional The Khan Academy, que oferece uma coleção gratuita de mais de 3.800 vídeos na internet, com lições de matemática, história, medicina e saúde, finanças, física, química, biologia, astronomia, economia, ciência da computação, entre outras matérias.A Khan Academy possui mais de 200 milhões de videoaulas gratuitas. Regina alertou que a introdução das mídias integradas aos currículos e aos projetos pedagógicos das escolas precisa ser realmente bem feita. “O que importa é conhecer e saber como as linguagens das mídias audiovisuais, digitais e impressas impactam sobre os processos de construção de conhecimentos e valores dos estudantes”.
Surgiram alguns exemplos de práticas interessantes, como os benefícios da troca de informações entre pessoas de estados diferentes. Segundo os dois especialistas, como os alunos do país estão submetidos aos mesmos conteúdos, entender como cada um aprende em sua região, com certeza seria muito benéfico para o processo de construção de conhecimento e de valores.
Transtorno de atenção
Outra questão discutida pelo grupo foi a interdisciplinaridade. A questão foi colocada pelos pais que participaram do bate-papo. Será que os jovens entendem por que devem estudar determinada matéria? Será que as distintas matérias “conversam” umas com as outras para ampliar e aprofundar os conhecimentos? Os alunos veem o uso prático dessas disciplinas na vida? “Acho importante estudar todas as matérias. No Ensino Fundamental não temos maturidade ainda para decidir a profissão que teremos quando adultos. É fundamental esse conhecimento amplo, para podermos ter no futuro a capacidade de escolher”, afirmou Jonathan Caroba, de 17 anos.
O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) também foi abordado pelos próprios estudantes. “Tem gente que usa isso como desculpa para não se esforçar. Eles falam: meu psicólogo disse que eu tenho transtorno de atenção, nem adianta estudar”, contou Daniel Ferreira. Os outros estudantes concordaram. Todos tinham casos semelhantes para contar.
A importância do espaço físico da escola também foi abordada. Sabe-se que é possível aprender em casa, com a família, com a televisão, com os celulares e a internet. Então, ainda é necessário ir à escola para aprender? Por que vamos ao colégio? Luíza lembrou-se de situações dentro de sua escola judaica onde convive com colegas católicos: “Acho legal essa troca. Com eles eu aprendo coisas que talvez nunca soubesse”, explicou Luíza, revelando a necessidade do espaço da escola para socializar e aprender a dividir. Regina acrescentou que a escola é o lugar ideal para a sistematização de conhecimentos e a convivência construtiva com uma variedade de pessoas e situações socioculturais.
O diálogo funciona mais do que a proibição
Em relação ao uso da internet em casa, o grupo reiterou a importância do diálogo com os pais. “Criança é curiosa. Se o pai proíbe alguma coisa, aí é que a gente vai querer saber. Por que ele proibiu? É melhor dizer o porquê: ‘Filha, é perigoso entrar aí porque entra vírus na máquina’”, explicou Luíza.
Em vez de proibir, os educadores devem explicar porque um site é inadequado e não confiável. Mas o diálogo tem que ser uma via de mão dupla, pois, frente a tantas novidades, os adultos também precisam estar abertos para conhecer melhor as novas mídias, de forma a serem capazes de avaliá-las criticamente.
Segundo os estudantes, os pais precisam estar mais próximos das escolas, para não passarem exemplos equivocados. Eles contaram que é bastante comum os alunos, no meio da aula, receberem ligações e mensagens dos pais por meio dos celulares: “Professor, vou ter que atender, é minha mãe!”.
No final do encontro, foi ressaltada também a importância de a universidade se colocar nesta discussão, procurando capacitar melhor os professores. “A universidade ainda ensina para os séculos XVIII e XIX. É urgente rever esses processos, pois já estamos no século XXI, que oferece ricas oportunidades de acesso e democratização de conhecimentos”, destacou Regina de Assis.
O debate, realizado no dia 27 de maio, encerrou o ciclo de palestras com especialistas das áreas de comunicação, educação, nutrição e psicologia. Nos outros eventos, realizados nos dias 6 e 20 de maio, estiveram presentes também o jornalista André Trigueiro, a publicitária Nádia Rebouças, a nutricionista Luciana Ayer e a psicóloga Laís Fontenelle. Os temas abordados, respectivamente, foram obesidade infantil e consumismo na infância. Os três encontros foram realizados pelo Midrash em parceria com o Instituto Alana, organização sem fins lucrativos, que trabalha em várias frentes para encontrar caminhos transformadores que honrem as crianças.

Fonte: http://www.revistapontocom.org.br/destaques/midia-nas-escolas

Un periódico escolar interactivo, en diario PERFIL domingo


"Con Kids News, creamos una  atmósfera de aprendizaje digital", cuenta su director.
IDEAS. Se utiliza el papel como plataforma para la realidad aumentada y 3D. Mañana con PERFIL.
IDEAS. Se utiliza el papel como plataforma para la realidad aumentada y 3D. Mañana con PERFIL. | Foto: Cedoc
















A partir de mañana (17/03/2013), PERFIL (periódico de Argentina) incluirá de regalo el novedoso periódico escolar interactivo Kids News. Esta publicación de la empresa Competir, creadora de Aula365, permite que sus contenidos puedan ampliarse con la aplicación de nuevas tecnologías como el 3D y la realidad aumentada.
En esta entrevista, Pablo Aristizábal, director de Kids News, cuenta detalles de la propuesta:
—¿Cómo surgió la idea de crear un periódico con estas características?
—Queríamos instar a los actores centrales de la educación a conectarse con los nuevos códigos de comunicación, frutos de la Sociedad del Conocimiento. Necesitábamos proporcionar un medio con el cual interactuar, conversar, construir, crecer, que inste a los chicos a creer en sí mismos a partir de sus participaciones, para así constituirse desde sus creaciones.
—¿Cómo se relaciona “Kids News” con el aprendizaje?
—Nuestra idea es crear una atmósfera de aprendizaje digital enriquecida en las aulas; queremos inspirar a través de las mejoras prácticas desplegadas en las escuelas de Argentina. Además, incluimos una sección de colegios amigos que innovan y nos cuentan cómo están utilizando Kids News en el aula.
—¿Habrá secciones fijas? ¿Qué tipo de contenidos incluye?
—En cada edición se abordan las áreas de matemática, ciencias sociales, naturales, lengua, inglés, y se incluyen temáticas como el cuidado del medio ambiente, leyendas de animales prehistóricos, antiguas regiones geográficas, resolución de juegos y acertijos y cuentos clásicos, abordados mediante artículos con fotos y videos para ver con lentes 3D o con realidad aumentada.
—¿Por qué se decidió usar la tecnología como complemento del periódico?
—Queríamos crear un medio que aumentara la realidad con la tecnología, en las tabletas, las netbooks, los celulares, es decir, los espacios desde donde chicos y grandes se teletransportan y conectan.
—¿Es necesario contar con alguna tecnología especial para aprovechar los contenidos de “Kids News”? 
—Se puede aumentar los contenidos desde varios medios: accediendo desde una computadora o netbook con cámara web, al ingresar a periódico.aula365.com, o bien a través del uso de dispositivos móviles como tabletas o smartphones.
—¿Cree que esta publicación podrá contribuir a una mayor integración entre alumnos, padres y maestros? 
—El mayor desafío con el que nos encontramos era pasar de un medio que hablaba a uno que pudiera conversar, usar de un modo que fuera colaborativo.

CARE Brasil promove o 1º Festival de Curtas sobre transformação social para estudantes



Com o objetivo de fomentar entre os jovens a discussão e a conscientização sobre questões sociais do nosso país, incentivando a reflexão crítica e a busca de iniciativas criativas para acabar com a pobreza, a ONG CARE Brasil promove o “Festival de Curtas Geração CARE – Luz, Câmera, Transformação”, entre junho e novembro de 2013.

O concurso, nacional, é voltado para jovens de até 25 anos. Cada grupo inscrito poderá ter entre dois e cinco integrantes e deverá produzir um filme com duração entre um e cinco minutos. O formato é livre, podendo ser um documentário, ficção ou animação.

As inscrições começam em 15 de junho e poderão ser realizadas pelo hotsite http://festivaldecurtas.care.org.br/ até 13 de outubro. Esta página também disponibilizará o regulamento e será a plataforma para o envio dos vídeos. Todo o contato com a equipe organizadora será feito on-line. 

Na primeira edição, o tema dos filmes produzidos serão os próprios jovens como agentes de transformação e, partindo de uma perspectiva social, o olhar deles sobre a sua geração. 

No Festival haverá duas premiações: escolha pública e votação do júri. 

De 18 de outubro a 10 de novembro, o público poderá votar tanto pelo facebook da CARE Brasil, por meio de “curtidas” nos filmes, quanto pelo site do festival - http://festivaldecurtas.care.org.br/. As escolhas do júri e a popular serão divulgadas em 19 de novembro.

Os primeiros colocados de ambas as premiações ganharão uma viagem de uma semana para conhecer o trabalho da CARE Brasil na Rota das Emoções (entre os Lençóis Maranhenses e Jericoacoara), que percorre os estados do Piauí, Maranhão e Ceará. Os 10 primeiros colocados eleitos pelo júri serão exibidos em festivais e espaços parceiros do festival.

Apoiam essa iniciativa a Linhas Aéreas Azul, a agência Open Box e o hotsite Aw, como patrocinadores, e o Instituto Criar e a Casa da Árvore, como parceiros.

PARA SUA AGENDA

Festival de Curtas Geração CARE
Hotsite:                                   http://festivaldecurtas.care.org.br/
Período de inscrição e envio dos vídeos:      15 de junho a 13 de outubro
Votação pública:                    18 de outubro a 10 de novembro
Divulgação dos ganhadores:                         19 de novembro

Fonte: Care Brasil

Institutos Tecnológicos do Canadá em busca de estudantes brasileiros


Vinte e duas instituições canadenses visitarão 21 cidades brasileiras entre os dias 17 a 26 de Junho para selecionar 1.000 alunos do programa Ciência sem Fronteiras

Vinte e dois Institutos Tecnológicos do Canadá viajarão pelo Brasil em parceria com os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, identificando alunos de excelência para estudarem no Canadá. Estes Institutos canadenses oferecem ampla variedade de cursos de graduação e pós-graduação na área tecnológica. Os mil alunos selecionados terão a oportunidade de cursar inglês ou francês e disciplinas técnicas, no Canadá, durante 18 meses, por meio do Programa de bolsas Ciência sem Fronteiras. Os candidatos brasileiros são alunos de cursos superiores nas áreas tecnológicas prioritárias e serão pré-selecionados por seus Institutos.

Os Institutos Tecnológicos do Canadá oferecem “Educação de Qualidade para Carreiras de Qualidade”, disponibilizando programas educacionais avançados, especificamente desenvolvidos para atender às demandas da indústria e do comércio. Os egressos são considerados prontos para o trabalho, pois, no Canadá, 90% encontram empregos em suas áreas de formação até 6 meses após a conclusão dos cursos. Os Institutos canadenses oferecem ampla variedade de programas, incluindo cursos de quatro anos nas áreas de tecnologia e cursos de pós-graduação (especialização) para os egressos dos Institutos e Universidades. Alunos dos Institutos Federais brasileiros que cursarem um programa de pós-graduação (especialização) canadense poderão obter uma credencial reconhecida mundialmente ao mesmo tempo em que completam seus estudos e estágios referentes à sua certificação ou graduação brasileira.
Cinco grupos de Institutos canadenses visitarão 21 cidades brasileiras e Instituições Federais, durante 10 dias, a partir do dia 17 de junho. As visitas contemplarão as cinco regiões brasileiras e os alunos dos campi do interior e de outras instituições, que participam do programa Ciência sem Fronteiras, também poderão participar das palestras nas cidades anfitriãs.
Para mais informações sobre o Programa de bolsas Ciência sem Fronteiras, acesse o site: www.cienciasemfronteiras.gov.br
Para ver a lista completa das cidades e instituições a serem visitadas, e para inscrever-se para as palestras, acesse: www.techinstitutescanada.ca. Você também poderá se inscrever para uma entrevista individual.
Fonte: Consulado Geral do Canadá