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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Escola que participa do projeto Vamos Ler encerra atividades do ano com Informativo


Jornal Escolar "Informativo Bimestral" do Colégio Estadual Carlos Ventura - Edição 01/2012 (Carambeí).

Leia o jornal aqui: http://www.vamoslerjornaldamanha.com.br/livraria/Flipbooks/jornalescolarinformativobimestral/




Escola que participa do projeto Vamos Ler encerra ano com jornal escolar

Jornal Escolar "14 Bis" da Escola Rural Municipal Santos Dumont - Edição 03/2012 | Turma: 5º Ano (Telêmaco Borba/PR).

Leia o jornal aqui: http://www.vamoslerjornaldamanha.com.br/livraria/Flipbooks/jornalescolar14bis2012/

Diário do AltoTietê aposta em novo layout para o suplemento Diarinho


Suplemento infantil Diarinho, do Diário do Alto Tietê, que é publicado todos os domingos,  está de cara nova, com novo layout. A jornalista e editora Suéller Costa, que também acompanha as ações do programa Diário do Alto Tietê - Formando o Cidadão do Futuro, afirma que as pautas são pensadas de acordo com os interesses do público-alvo, que não é composto apenas pelas crianças, mas também por educadores e pais.

O resultado das pautas e também sugestões para novos assuntos ela diz conferir a cada visita que faz nas escolas e nos encontros mensais com os professores atendidos pelo projeto Diário do Alto Tietê – Formando o Cidadão do Futuro: "Fico feliz em saber que o suplemento já se tornou um parceiro no processo de ensino e aprendizagem e em saber que ele acumula fãs por todas as partes. Sem dúvida, um reconhecimento que não tem preço".
Gente,

O meu “filhinho”, como eu o chamo carinhosamente, também recebeu um novo projeto gráfico. Estou falando do Diarinho, tenho um carinho especial por este suplemento infantojuvenil.  Estou há quatro anos acompanhando o jornalzinho, comecei escrevendo as  matérias, sempre envolventes, e, hoje, sou a editora do Diarinho, como muito orgulho, confesso. 

Com carinho, penso nas pautas, nos assuntos que, de fato, serão interessantes para o meu público-alvo, que não é composto apenas pelos jovens como também pelos adultos, em grande parte educadores e os pais dos leitores mirins. E, a cada domingo, todos encontram uma nova surpresa.

O resultado eu confiro nas escolas que eu visito e nos encontros mensais com os professores atendidos pelo projeto Diário do Alto Tietê – Formando o Cidadão do Futuro. Fico feliz em saber que o suplemento já se tornou um parceiro no processo de ensino e aprendizagem e em saber que ele acumula fãs por todas as partes. Sem dúvida, um reconhecimento que não tem preço. 

Com vocês, compartilho essas inovações!

Diário do Alto Tietê - Formando o Cidadão do Futuro encerra as atividades do ano

A Mostra de Talentos - O Jornal em Parceria com a Educação, realizada pelo Projeto Diário do Alto Tietê - Formando o Cidadão do Futuro já começou. Na primeira semana de dezembro a equipe esteve em Arujá. Na segunda semana estará em Poá e Biritiba Mirim. 

O evento encerra as atividades do projeto e faz um balanço geral das ações realizadas neste ano, além de uma exposição dos trabalhos feitos ao longo do ano e uma confraternização com os participantes. 

"Eu quero minha biblioteca"


Em 2010 foi criada uma lei que obriga, tanto as escolas públicas como as escolas particulares, a terem uma biblioteca com o acervo de pelo menos um livro para cada aluno matriculado.

Até 2020 as escolas precisam se adequar, mas será que as escolas têm consciência dessa meta?


Quem falou sobre o assunto com o Conexão Futura foi Cristine Castilho Fontenelle, diretora de educação e cultura do Instituto EcoFuturo, que tem levantado a bandeira dessa luta. Veja no link: http://www.conexaofutura.org.br/videos-do-conexao/eu-quero-minha-biblioteca

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

“A informação é um direito de todos"

A coordenadora do Programa Jornal e Educação (ANJ), a qual o DM na Sala de Aula é associado, conversou com nossa equipe em uma entrevista que une as principais questões da temática educação e comunicação.


DM na Sala de Aula – O Programa Jornal e Educação abrange municípios de todo o Brasil, na busca da formação de leitores e cidadãos críticos. Em uma avaliação geral, desde que você passou a coordenar as atividades, quais são as ações de destaque deste trabalho?
Cristiane Parente – Temos programas em todas as cinco regiões brasileiras, o que pra nós é um orgulho! E é justamente o que destacaria em cada programa, ou seja, a possibilidade de – apesar de haver uma coordenação nacional em Brasília, com algumas diretrizes – cada programa ter liberdade para trabalhar de acordo com sua realidade, sua cultura, valorizar o que é próprio de cada lugar, de cada escola e tentar fazer um trabalho de estímulo para que cada aluno seja um leitor do mundo e de seu contexto de forma cada vez mais atuante e participativa. Cada vez mais crítica, proativa e autoral.

DMSL – Para muitas pessoas, quando se fala em trabalhar o jornal em sala de aula, existe a ideia de que o jornal é coisa do passado e que não haverá interesse. Porém, quem desenvolve este trabalho depara-se com outra realidade. Há ainda a magia do jornal aos olhos dos alunos, o que prende a atenção de crianças e adolescentes que trabalham com o jornal?
CP –
 Temos alguns exemplos de crianças com 13, 14 anos, que nunca tinham pego um jornal; que pela primeira vez na vida tiveram a chance de sentarem-se juntas, em um grupo, para ler uma notícia e discutir juntas sobre algo que afetava suas vidas. A informação é um direito de todos e o jornal é um veículo de informação, portanto, vale a pena levá-lo para a sala de aula, discutir com os alunos como a notícia é construída; comparar como vários meios estão dando a mesma notícia; analisar as fontes, os silêncios, as imagens, as entrelinhas de um texto. Tudo isso ajuda a formar leitores mais críticos e, se vivemos num mundo onde a informação é uma moeda cada vez forte, temos que ensiná-los a lidar com ela e a produzi-la com responsabilidade também.

DMSL – Qual a representatividade do jornal nas escolas brasileiras?
CP – 
Não temos como afirmar quantas escolas no Brasil trabalham com jornal, mas sabemos que até intuitivamente os professores trabalham com jornal, mesmo sem terem tido uma formação para isso; seja para levar uma notícia e compartilhar com os alunos, seja para trabalhar algum determinado texto. Os professores de português geralmente ensinam os alunos a diferenciarem uma notícia, de um artigo ou uma crônica, por exemplo; os gêneros textuais; já os professores de filosofia enveredam por um estudo mais crítico sobre o poder que a mídia em geral possui de formar opinião.

O que penso é que o jornal nunca deve ser visto somente como um instrumento. Ele é muito rico, traz muitas informações, contradições, simbologias, estereótipos... Uma leitura possível, uma construção da realidade, de pessoas, de lugares que deve ser discutida se queremos formar cidadãos para este século e os futuros. Cidadãos que saibam navegar em todas as mídias de forma mais segura, entendendo que o mais importante é fazer a pergunta correta. Ela que o levará a encontrar as respostas que procura, já que não faltam informações, o que falta é informação de qualidade.

DMSL – Notamos que suplementos infantis e juvenis dimensionam-se aos jornais de capitais, dificilmente encontramos exemplares no interior. Qual é a importância de ter um espaço mais direcionado para este público dentro dos jornais?
CP – 
Às vezes, mais do que suplementos, o jornal todo precisa se repensar. Afinal, para quem ele está escrevendo? Como pretende formar futuros leitores? Como ele quer ter leitores jovens se os jovens não estão em suas páginas ou, quando estão, ocupam em sua maioria as páginas policiais? Como fazer para trazer os jovens e as crianças para os jornais e dar mais espaço para que eles também sejam protagonistas nesse mundo que parece ser apenas de mais velhos e de intelectuais? Como fazer uma “reforma agrária” nesse espaço de imagens e letras, de informações e opiniões?
Uma das possibilidades é criar conselhos de leitores com idades diferentes para ouvi-los, sentir o que querem, fazer com que participem mais da produção do jornal, seja online e/ou impresso. Aproximar-se das escolas também é algo fundamental e que gera benefícios para ambos os lados.
DMSL – Educar para comunicar e comunicar para educar. A Educomunicação é uma teoria nova e que está imersa em pesquisas e estudos que apontam que a união da educação e da comunicação pode instigar boas práticas. Como você avalia o trabalho feito nesta área?
CP –
 Na verdade a Educomunicação está sempre em movimento, em construção. O que esse conceito traz de belo é a possibilidade de horizontalizar relações, inclusive nas escolas e nos meios; mostrar que todo ser humano é um produtor cultural em potencial; criar ecossistemas comunicativos estimulando a fala de todos, a produção de jornais, blogs, vídeos, programas de rádios em ambientes diversos como os educativos, por exemplo; encarar a mídia de forma crítica, mas também criativa, sem maniqueísmos; mostrar o quanto a arte é uma modo de comunicar-se e pode ser usada na educação para aproximar pessoas, almas. 

A Educomunicação também nos ensina que as novas tecnologias só fazem sentido nas salas de aula se trouxerem junto inovações no modo de ensinar, se trouxerem junto uma nova pedagogia, um novo jeito de olhar o mundo, o eu, o outro, o ensinar e aprender. De nada adianta ter toda a tecnologia e a liberdade do mundo, se você a usa para denegrir pessoas nas redes sociais, sem noção do que é ética, sem saber o que é o Estatuto da Criança e do Adolescente, por exemplo. É preciso pensar o mundo de um modo cada vez mais integrado, e isso inclui um modo de ser cada vez mais ético, mais solidário, mais responsável. A Educomunicação nos mostra um pouco os compromissos que nós, cidadãos do mundo, temos com ele, a partir dessa relação entre a comunicação e a educação.

DMSL – Com acesso às pesquisas e diferentes realidades, como você constrói o papel do professor nos dias de hoje? Seja na mediação entre a educação e a mídia, seja como o personagem fundamental para a formação de qualquer sujeito.
CP –
 O papel do professor é cada vez mais fundamental. Justamente porque temos um mundo em que há tanta liberdade, tanta informação, tantas possibilidades de viagens pelo mundo virtual, é preciso que haja um orientador desses vôos; alguém que nos ajude a navegar com segurança, com ética e responsabilidade. O professor não pode ser visto como aquela figura que tem todas as informações e leva pra sala de aula. Ele já não as tem mais. E as informações estão disponíveis para todos. O que ele pode reunir é uma sabedoria de já ter conseguido separar o joio do trigo, já ter percorrido um longo caminho que pode dividir com os alunos; assim como também pode aprender com eles seus atalhos.
É um novo jeito de ensinar e aprender, que se faz cada vez mais coletivamente, solidariamente. E se isso não ocorrer, vamos assistir cada vez mais violência nas escolas, falta de respeito e evasão. Para mim, estamos numa época em que o olho no olho nunca foi tão importante! Numa sociedade hedonista e de prazeres instantâneos, num contexto de cliques, imagens por segundo cada vez mais rápidas nas telas, de relações cada vez mais virtuais e banalizadas, conhecer e respeitar a história do outro nunca foi tão essencial. E a escola pode ser esse espaço de conhecimento, de respeito à diversidade, de projetos coletivos (com ajuda das mídias) e de um momento de cultura de paz.

Cristiane Parente é coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação (ANJ), mestre em Educação pela UnB, máster em Comunicación e Educación pela Universidad Autónoma de Barcelona, diretora de Comunicação da ABPEducom (Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação), articulista da Gazeta do Povo (PR) e responsável pelo Blog Mídia e Educação(culturamidiaeducacao.blogspot.com). Contato: cristiane.parente@hotmail.com.

Fonte: http://www.diariodamanha.com/noticias.asp?a=view&id=43153

Espaços do saber: uma nova prática para novos sentidos

A equipe do DM na Sala de Aula, desenvolvido pelo jornal Diário da Manhã, de Passo Fundo/RS,conversou com os protagonistas do programa. A psicopedagoga Cristina Castejon, que até hoje integra a equipe, a professora Marilza Bragagnolo e o jornalista Erni da Rosa.

“Todo professor, ao iniciar sua carreira profissional, tem por objetivo transmitir conhecimento aos seus alunos. Ao ser convidada para participar do projeto DM na Sala de Aula, em 2008, vislumbrei uma grande oportunidade de agrupar forças em proveito da educação". Cristina Castejon Branco, coordenadora do Projeto DM na Sala de Aula







Educar para comunicar: 15 anos do jornal na escola
O Programa DM na Sala de Aula, do Jornal Diário da Manhã, busca unir comunicação e educação em âmbito social

Com variáveis que passam pela formação do leitor, leitura e letramento e todos os gêneros textuais do jornalismo impresso, o Programa DM na Sala de Aula, do Jornal Diário da Manhã, busca unir comunicação e educação em âmbito social. O motivo? Formar alunos leitores ao passo de tornar-los cidadãos.

A reflexão propiciada pela leitura e pela escrita, pois os alunos além de trabalhar com o conteúdo também produzem através da escrita, intensifica o campo de atuação do programa. 





Fonte: http://www.diariodamanha.com/noticias.asp?a=view&id=43152