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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Jovens calculam o preço dos produtos a partir de propagandas


Credito:  Divulgação
No encerramento das atividades do Dia da Consciência Negra foram realizadas diversas apresentações relacionadas à cultura afro-brasileira
A professora de Matemática do Colégio Estadual Eurico Batista Rosas, em Carambeí, Marisete Kops, utilizou as propagandas publicadas nas edições de sexta-feira do Jornal da Manhã para conduzir um estudo sobre as oscilações de preços no mercado, mais especificamente do setor automobilístico. O recurso foi testado nas aulas do Sétimo Ano em cálculos de porcentagem, compras (a vista e a prazo) e para a construção de situações-problemas. “Este processo mostrou aos alunos a importância dos cálculos operacionais da matemática no cotidiano das pessoas, principalmente na aquisição de produtos à vista”, coloca Marisete.
Os estudantes identificaram as diversas ofertas de produtos e aproveitaram essa análise para uma outra atividade: eles fizeram o levantamento dos preços da feijoada que aconteceu no encerramento das atividades do Dia da Consciência Negra, na última quarta-feira (21).
A Programação da Consciência Negra acontece para conscientizar sobre a contribuição da cultura africana na formação da identidade brasileira. Para atingir este objetivo, todos os professores se uniram na realização de diversas atividades durante o segundo semestre letivo. “Todas as disciplinas trabalharam com a ideia de diversidade nacional, mostrando que a cultura africana colaborou para a construção da nossa identidade”, coloca a professora de História, Daniela Moscato.
Os estudantes aprenderam e discutiram sobre a Lei de Cotas nas universidades e o preconceito; aprenderam mais sobre religião, alimentação típica africana e sobre os ritmos e danças. O novo aprendizado foi colocado em cordéis que estão expostos em varais no Colégio. “Através dessas atividades concluímos o quanto é importante um trabalho de resgate e conhecimento da cultura afro-brasileira, assunto que, por tanto tempo, não esteve presente nos currículos escolares”, aponta Daniela.

Fonte: Jornal da Manhã 23/11/2012 Talita Moretto

Criatividade em transformar


Os alunos da educação infantil utilizaram o jornal para confeccionar objetos e monumentos do patrimônio histórico

Uma sala repleta com televisão, computador, utensílios para casa, castelos e monumentos históricos de Passo Fundo, todos feitos com folhas de jornal, alegrou as tardes da turma. O trabalho foi desenvolvido para motivar as crianças a desenvolver habilidades, além de integrar todos.

“As crianças trabalharam com o jornal em oficinas. Elas fizeram um trabalho sobre os monumentos de Passo Fundo, para trazer um pouco da cultura. Os alunos ainda fizeram televisões, bonecos, computadores, vários objetos do dia a dia com o jornal”, disse Jussema Kuns, da Escola Grupo de Mulheres Unidas Venceremos.


(O castelo mágico / FOTO FABÍOLA HAUCH)



(Produção ilimitada. Com o boneco do Teixeirinha / FOTO FABÍOLA HAUCH)

CONCURSO JORNALISTA POR UM DIA
A temática deste ano foi o Festival Internacional do Folclore.

O Festival de Folclore
João Vitor Prestes Anhaia , 7ª série
EMEF Dyógenes Martins Pinto

O primeiro evento do Festival do Folclore em Passo Fundo ocorreu de dezessete a trinta e um de agosto de 1992, no parque Wolmar Salton. O Festival de Floclore acontece todos os anos pares em Passo Fundo.

O Festival de Folclore reúne pessoas de todas as idades em um só lugar, no parque da Gare para assistir adultos e crianças do Brasil e de outros países, como por exemplo, a Rússia e a Argentina, estados como o Pará e vários outros. Nesse ano completou vinte anos que acontece o Festival. As melhores coisas são ir assistir as danças e ouvir as músicas típicas. É muito bom aprender culturas e tradições diferentes.

O Festival do Folclore é um evento em que as pessoas vão para assistir e se divertir com os seus pais, amigos e conhecidos. É muito bom! Quem não foi recomendo que vá, e quem foi com certeza vai retornar.

Fonte: Diário da Manhã/ Projeto DM na Sala de Aula - 21/11/2012 (http://www.diariodamanha.com/noticias.asp?a=view&id=42402)

Royalties do Petróleo - Alunos debatem sobre a nova redistribuição


Os alunos do Sexto Ano do Colégio Estadual Carlos Ventura, em Carambeí, orientados pelo professor de Matemática, Igor Abrami, debateram o assunto da manchete do dia 09 de novembro


Os alunos do Sexto Ano do Colégio Estadual Carlos Ventura, em Carambeí/PR, orientados pelo professor de Matemática, Igor Abrami, debateram o assunto da manchete do dia 09 de novembro do JM: ‘Royalties devem render R$ 26 milhões à região’. Trata-se do projeto aprovado na Câmara dos Deputados que amplia os recursos destinados a municípios não produtores. 

A matéria trazia uma tabela informando qual seria o repasse em cada município dos Campos Gerais com a nova redistribuição dos royalties, a qual foi importante para os alunos entenderem a situação. Em Carambeí, por exemplo, o repasse que hoje é de R$ 160 mil saltaria para R$989 mil em 2013 se a proposta for sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. Para a aluna Crislaine de Mello, essa redistribuição será importante para a área de educação e saúde do município.

“Essa atividade superou minhas expectativas, pois os alunos argumentaram bastante sobre o assunto em questão. Muitos já o tinham visto em reportagens na televisão e se interessaram muito em fazer a análise dos dados que estavam na matéria”, comenta Abrami.

Fonte: Jornal da Manhã - 23/11/2012 Talita Moretto

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Especialista fala sobre o uso do computador na escola

Entrevista com o jornalista e educomunicador Alexandre Le Voci Sayad para o Paraná TV, de Ponta Grossa/PR, sobre uso de computador nas escolas.


Veja em: http://g1.globo.com/videos/parana/paranatv-1edicao/t/ponta-grossa/v/especialista-fala-sobre-o-uso-do-computador-na-escola/2251334/

Prêmio para autores das melhores histórias em quadrinhos

O 7º Concurso de Gibi, promovido pelo Diário na Escola, animou escolas,
alunos, professores, familiares e secretários da educação dos municípios.
Com uma grande festa na instituição de ensino de cada ganhador, 
os prêmios, ao aluno e à professora das melhores produções de 
histórias em quadrinhos, foram entregues.
Categoria alunos da rede municipal de Maringá: 1º lugar – Aluno 
Matheus Henrique Custódio  e professora Maria Emília Guerra, 
da Escola Municipal Maestro Aniceto Matti
Categoria alunos da rede municipal de Maringá: 2º lugar – Aluno 
Ian Fabiano A. Ribeiro  e professora Rosângela Lopes, 
da Escola Municipal Doutor João Batista Sanches
Categoria alunos da rede municipal de Maringá: 3º lugar – Aluna: 
Ingrid Monteiro Tomás e professora Eliana Maria Peres, 
da Escola Municipal Odette Alcântara Rosa
Categoria alunos da região: 2º lugar – Aluno: 
Daniel Marcos C. da Silva e professora Amélia Watanabe,
da Escola Municipal Dr. Milton Tavares Paes, de Marialva
Categoria alunos da região: 3º lugar – Aluna: 
Sheila Renata Gomes e professora Silvana M.S Lopes, 
da Escola Municipal Monsenhor Celso, de Astorga
Conheça abaixo as Histórias em Quadrinhos vencedoras do
7ª Concurso Cultural de Gibi. Os alunos, após a leitura de
matérias jornalísticas, veiculadas no jornal no período da
promoção (de 10 de setembro a 10 de outubro), produziram
os trabalhos. Foram mais de 350 HQs enviadas à equipe do
Diário na Escola. Sendo três vencedores na categoria escolas
da rede municipal de Maringá; três vencedores das escolas
da região e um vencedor na categoria escolas apoiadas pela
Concessionária de Rodovias, Viapar. As premiações foram
feitas aos alunos e seus professores nas escolas. Familiares
das crianças vencedoras, professores de diversas áreas,
alunos e secretários municipais da educação acompanharam
as entregas de prêmios. As principais temáticas abordadas
foram: violência, abuso sexual, pedofilia, abandono de animais,
pichação, direção e bebida alcoólica, destruição da natureza etc.
A seguir as Histórias em Quadrinhos vencedoras. Foram três
etapas de seleção: a primeira feita pela equipe do Diário na
Escola; a segunda pela professora Ms. Maisa Cardoso, que
ministrou a oficina de capacitação aos professores para esse
concurso cultural e, por fim, a jornalista e
professora Ms.Cristiane Parente, coordenadora dos
Programas de Jornal e Educação, da Associação Nacional
de Jornais, PJE/ANJ, definiu os sete vencedores.
Clique na imagem para ampliá-la.
Categoria escolas municipais de Maringá:
1º lugar:





2º lugar:





3º lugar:





Categoria escolas municipais da Região:
1º lugar:





2º lugar:





3º lugar:





Categoria Viapar:


Palestra encerra atividades do Diário na Escola em 2012 e celebra sucesso


O Diário na Escola está preparando o último encontro do ano para os profissionais da educação que participam do Programa. Amanhã (22) será realizada a palestra “O jornal da Prova Brasil”, com o conceituado palestrante Prof. Dr. Renilson José Menegassi.
Durante todo o ano de 2012 a equipe do Diário na Escola preparou encontros e oficinas pedagógicas que visaram trazer embasamento teórico e prático para que os professores utilizassem o jornal impresso na sala de aula como material auxiliar, contribuindo com o ensino e aprendizagem, com ênfase no desenvolvimento da leitura, escrita e oralidade.
A professora, Telma Vicente, da Escola Municipal Prof. José Marchesini – de Maringá -  enviou à equipe do Programa uma carta muito interessante, falando sobre a contribuição do Diário na Escola na vida profissional dela e no desenvolvimento de seus alunos.
“O mais importante de tudo é levar até os alunos novos conhecimentos, a partir de uma prática pedagógica, ensinando-os a interagir com a escrita e a leitura, dentro de uma didática usando estratégias de ensino, para que o aluno se desenvolva sendo solidário, crítico e capaz de ler, entender e escrever com qualidade. (…) Lembrando que os critérios que marcaram a nossa história desde os primeiros encontros com “O Diário” foi e será muito importante, pois retrata a escola, o professor e os alunos, os que farão com que esse aprendizado, essa comunicação nunca se acabe… Nós, professores da rede municipal de ensino, temos orgulho de virmos nesses encontros, pois vemos o valor que temos para vocês, notamos que os ministrantes dos cursos procuram o melhor recurso e didática para nos ensinar o que tem de melhor, podemos ver a super valorização por nós, isso nos é gratificante, pois levamos aos nossos alunos o melhor que aprendemos com vocês. Parabéns pela maravilhosa equipe!” – trecho da carta enviada pela professora.
Atualmente O Diário na Escola é desenvolvido em 116 instituições de ensino de Maringá e outros 19 municípios da região, atendendo aproximadamente 10 mil crianças e adolescentes. Além dos concursos culturais realizados, é prioridade do Programa os encontros de capacitação aos professores e oficinas pedagógicas aos alunos envolvidos, a fim de maximizar a utilização dos jornais enviados semanalmente às escolas e propiciar um novo olhar sobre os textos de circulação social, possibilitando um ensino-aprendizagem mais dinâmico e qualitativo.

Jovens produzem vídeo sobre comunidade quilombola


Credito:  Escola Lourenço Castanho
Os jovens Matheus Carvalho Doni e Gabriel Augusto Delgado durante a filmagem do documentário na comunidade



















Alunos do Oitavo Ano da Escola Lourenço Castanho, em São Paulo, tiveram a oportunidade de produzir mídia e, ao mesmo tempo, aprender e valorizar a cultura quilombola. Eles acabam de lançar o documentário ‘Fronteira: Novos Saberes’, filmado no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira, considerado uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo. A ideia do projeto nasceu durante uma reunião dos professores da turma que escolheram como tema norteador dos trabalhos curriculares ‘Fronteiras’, com eixos de discussão centrados na ‘Diversidade’. O vídeo foi feito com o apoio de quinze educadores que deram suporte aos estudantes e participaram da elaboração, desenvolvimento e execução do projeto.
A proposta foi colocada em prática através de uma parceria com a Escola Estadual Maria Antonia Chules Princesa, que atende algumas comunidades quilombolas na região. O convênio permitiu que os jovens de ambas as instituições pudessem interagir e trocar experiências, as quais foram valiosas na produção do material. “Queríamos registrar o convívio dos alunos durante o estudo de campo, no entanto, pensamos que os próprios alunos poderiam realizar a gravação ao invés de contratar uma equipe de filmagem, e foi o que fizemos”, explica o coordenador das turmas do 8º Ano da Escola Lourenço Castanho, Luiz Fernando de Oliveira. Ele acredita que além do convívio e trocas de saberes, o documentário acabou se tornando “um arquivo histórico que possibilita uma reflexão sobre a comunidade quilombola para toda a sociedade”.
Durante três meses, o grupo – composto por quatorze estudantes - de São Paulo participou de oficinas de produção de vídeo com os educadores Alexandre Sayad e Silvio Rocha. “Essa experiência me fez perceber o quanto os jovens já estão trabalhando com audiovisual, seja com seus celulares ou câmeras digitais, independente de haver algum projeto. Então cabe aos educadores abrir portas para o conhecimento dessas habilidades. Em três meses fizemos, ou melhor, os alunos fizeram, o que muitos projetos não fazem em um ano. Foi intenso e muito produtivo”, coloca Sayad.
"Quando você estuda em uma sala de aula, em slides ou em cadernos, você cria uma reflexão sobre como é aquele lugar e como você espera que sejam aquelas pessoas, porém, quando você chega lá, vê que é algo totalmente diferente do que tinha pensado. Toda essa experiência me fez pensar sobre o modo como eu vivo, afinal, nem todas as pessoas vivem em uma cidade grande e movimentada, e que o trabalho em equipe é fundamental para ter um bom resultado. O que eu aprendi nesses últimos meses vou levar para a vida toda”, diz a aluna Stefani Morcillo.
O documentário estará disponível em breve no site da Escola Lourenço Castanho:www.lourencocastanho.com.br/portal
Titulação de terras
Ministra pede maior integração de governos
No início do mês em que é lembrado o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), a ministra da Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Helena de Bairros, pediu maior integração de governos estaduais e prefeituras em questões sobre comunidades quilombolas, especialmente no que diz respeito à titulação de terras, sendo que o acesso a terra é um dos quatro eixos do Programa Brasil Quilombola, criado em 2004. Essa declaração foi após uma audiência pública – que aconteceu no dia 05 - na Comissão de Direitos Humanos do Senado onde a situação das comunidades quilombolas havia sido discutida.
No Brasil, a população quilombola é estimada em 1,7 milhão de habitantes, segundo a Seppir. O número de comunidades remanescentes reconhecidas é 1.948. Desse total, 1.834 já foram certificadas pela Fundação Palmares, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, para preservar a cultura afro-brasileira. A maior parte das comunidades certificadas (64%) está na região Nordeste, em seguida aparece a Sudeste com 14%.
Com informações da Agência Brasil (agenciabrasil.ebc.com.br)
Parque Estadual
O PETAR foi criado em 1958. Com mais de 300 cavernas, dezenas de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos e paleontológicos, está na maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil (cerca de 35 mil hectares). Abriga várias espécies de aves, mamíferos de grande porte e muitas espécies de bromélias, orquídeas e palmito juçara. Conheça mais: www.petaronline.com.br.

Fonte: Jornal da Manhã 21/11/2012 Talita Moretto