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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Atividades com o impresso também despertam interesse nos alunos da EJA


A Educação para Jovens e Adultos (EJA) de Atalaia,
realiza semanalmente diversas propostas em sala de
aula utilizando o jornal O Diário. Em um dos encontros
a professora de história e geografia, Edna Coelho Bolonha,
trabalhou com os alunos sobre a desigualdade social,
temática muito presente nas matérias do impresso.
A pobreza existe em todos os países, pobres ou ricos,
mas a desigualdade social é um fenômeno que ocorre
principalmente em países não desenvolvidos.
Segundo dados da Organizações das Nações Unidas
(ONU), em 2005 o Brasil era a 8º nação mais desigual
do mundo. O índice Gini, que mede a desigualdade
de renda, divulgou em 2009 que a do Brasil caiu de
0,58 para 0,52 (quanto mais próximo de 1,
maior a desigualdade).
Os que vêm de família modesta têm, em média, menos
probabilidade de obter um nível alto de instrução. Os que
possuem baixo nível de escolaridade têm menos
probabilidade de chegar a um status social elevado, de
exercer profissão de prestígio e ser bem remunerado.
Os objetivos das atividades propostas pela professora
Edna foram verificar os conhecimentos prévios dos estudantes
sobre o assunto, levar à compreensão da desigualdade social
presente nas notícias e descobrir qual o sentimento dos alunos
através da análise de imagens e textos.














A turma foi dividida em dois grupos e cada equipe
recebeu duas edições diferentes de O Diário.
A missão dos estudantes foi encontrar no material
fatos que apresentassem a  desigualdade social,
em seguida montar cartazes com  quadros
comparativos e os seguintes títulos “País que temos” e
“País que queremos”.
Depois das imagens e notícias já coladas os alunos
ainda escreveram sobre seus sentimentos em relação
ao que leram no jornal.
A fim de adquirir maior conhecimento, os estudantes
procuraram no dicionário o significado das palavras
“desigualdade” e “social”.
Para fechar a aula a professora solicitou uma produção textual,
os alunos Ivanildo, Marta, Maria e Maria do Carmo fizeram um
acróstico mostrando que compreenderam o assunto e também
a atividade proposta.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Monteiro Lobato: Racista? Veja a opinião da especialista Marisa Lajolo


O que a professora Marisa Lajolo - da Unicamp e da Universidade
Mackenzie - que é especialista na obra de Monteiro Lobato, acha
da ação movida pelo Instituto de Advocacia Racial e Ambiental junto
ao Supremo Tribunal Federal, pedindo providências para o fato de
o livro "Caçadas de Pedrinho" ter o que o instituto chama de 
"elementos racistas"? Veja a entrevista que a pesquisadora e professora
deu ao jornalista Ederson Granetto, da UnivespTV. Para ela, a obra de 
Lobato não tem elementos racistas.

Vale a pena o debate em sala de aula junto com jornais, revistas, 
filmes, outros livros...


terça-feira, 2 de outubro de 2012

A educação como forma de ampliar a cidadania


Alexandre Sayad defende a inclusão da mídia no conteúdo da grade curricular dos alunos, valorizando as habilidades que os jovens já têm em comunicação, mas é contrário à criação de novas disciplinas, por decreto
Foto: Clebert Gustavo (Jornal da Manhã)
Por Danilo Kossoski (urbe@jmnews.com.br)
Edição: Talita Moretto
No dia 20 de setembro, o Projeto Vamos Ler, do Jornal da Manhã (Ponta Grossa-PR), e o Serviço Social do Comércio (SESC-PG) trouxeram a Ponta Grossa o jornalista e educador Alexandre Sayad. Ele proferiu palestra no Cine Teatro Ópera, momento em que professores e profissionais da área de Educação debateram, entre outras coisas, a importância da inclusão do tema ‘mídia’ na grade curricular. Nesta entrevista, ele fala a respeito de propostas para tornar o ensino mais atrativo ao aluno, incluindo novos temas, reduzindo a evasão escolar e ampliando a compreensão das palavras Cidadania e Direitos Humanos.
Jornal da Manhã: Por que você acha que o ensino, hoje, é muito maçante?
Alexandre Sayad: Acho que, mais que maçante, ele é engessado e está longe da realidade do público dele: os jovens. Os jovens estão em um universo e a escola está em outro completamente diferente, há anos luz de distância. Esse distanciamento faz com que o ensino seja desestimulante. Independente de ser necessário ou não aprender algo, estou falando que da forma como ele é tratado, hoje, ele se torna desestimulante.
JM: Qual seria uma solução para esse problema?
Sayad: Acho que, em um mundo tão integrado, não dá pra escola tratar as disciplinas de forma segmentada. Hoje se trabalha com projetos. A teoria de educação de projeto é uma coisa da década de 60, século passado, e agora, por exemplo, ela está renascendo em uma novas proposta pelo MEC, que é o Ensino Médio inovador, ou seja, diluir as disciplinas e fazer áreas de conhecimento onde o aluno produz.
JM: Por que você diz que a Comunicação no ensino deve ser mais bem aplicada?
Sayad: A comunicação, já que o jovem está o tempo inteiro nas redes sociais e no celular, é um projeto. O projeto de comunicação pode ser algo estimulante dentro da escola e envolver todas as disciplinas que hoje estão estagnadas em aulinhas de cinquenta minutos, e que se apresentam no mesmo formato que há setenta anos. É preciso trabalhar de forma integrada esses projetos, de uma maneira que seja estimulante, e não sou eu quem está inventando isso. Estou pegando teorias que já foram pensadas e algumas até executadas fora do Brasil. São essas coisas que tornam a escola um ambiente de aprendizado e não uma obrigação ou cumprimento de tabela. E escola tem que se tornar interessante para o aluno.
JM: Quando você fala sobre a inserção de mídia no currículo escolar, a que exatamente você se refere?
Sayad: Tem a ver com meu livro, é sobre estimular o jovem a produzir comunicação. Faça seu jornal, sua rádio, seu blog, mas faça como atividade conjunta, como proposta de cidadania, envolvendo a comunidade. É nisso que tenho trabalhado e defendido como sendo a escola dos próximos tempos. Eu nunca lutei para que a Mídia seja uma disciplina da escola porque tudo que vira disciplina vira problema. Quero que seja um projeto, como já mencionei.
JM: Mais ou menos como o ‘Diário de Classe’, blogs ou páginas criadas na web por alunos que cobram melhorias para as suas escolas?
Sayad: Isso foi pra mim um exemplo cabal que aflorou, algo de que estou falando há doze anos. Quando apareceu foi um alívio, para me dizer que não sou louco. Isso é motivo de transformação da qualidade, e não é nem pelo denuncismo, mas pelo jovem ter expressão e ser parte. Se você cala o jovem, ele não faz parte da comunidade. Ele tem que se relacionar com a escola, ter voz ativa, e o professor, para mim, tem que ser um facilitador ou dificultador. Tem que propor questões, provocar, estimular, deixar que os jovens conduzam todo esse processo.
JM: O ensino ainda apresenta o vestibular como objetivo máximo. Qual o problema disso? 
Sayad: Primeiro, tem um mito no Brasil de que a universidade é o único caminho de sucesso profissional. Isso é horrível. Existem áreas que não exigem curso universitário. Existem cursos técnicos muito bons, cursos de curta duração nos quais ainda se investe pouco, além de outras formações que em outros países garantem um emprego tão bom quanto a universidade. Mas a gente ainda é obcecado pela universidade. Uma questão que tende a mudar com o tempo. Nos Estados Unidos, por exemplo, além do vestibular, tem entrevista, análise de currículo, histórico de projetos sociais e uma série de outras coisas que pesam para selecionar o aluno para a universidade. Aqui o Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] foi uma boa notícia porque ele veio com uma prova mais voltada para habilidades e competências que para o conteúdo. Só que, com o tempo, ele está se aproximando do vestibular e deixando de fazer sentido.
JM: Qual tem sido, ou deveria ser, o papel dos pais na educação dos jovens?
Sayad: Os pais têm delegado toda a formação para a escola, o que é um erro. A escola não tem essa função. A formação do jovem acontece na rede por onde circula. Ele vai circular na rede virtual, jogar videogame, ter grupo de amigos, vai ao cinema, ao teatro, à associação de bairro e tem a família. A família e a escola são dois pontos muito importantes. Mas, se a família delega para o resto da rede a formação, ela não tem moral alguma para exigir algo porque existem coisas que a escola não dá conta, mesmo que seja integral. E um fator da melhora na qualidade de ensino seria a aproximação e exigência maior das famílias quanto à qualidade do ensino público. Quando a família sente que está pagando pela escola pública e exige como sendo algo pago, ela começa a pressionar o poder público por qualidade. Enquanto a família for ausente e achar que o ‘lanchinho’ e o transporte está bom, o governo vai empurrando com a barriga. Pensando de forma empresarial, o aluno e os pais são clientes da escola pública e têm que exigir como tais, seja na Associação de Pais e Mestres, junto à Secretaria Municipal na cidade e coordenadorias regionais.
JM: Você é especializado em Direitos Humanos. Como isso deve ser ensinado?
Sayad: Como ensinar Filosofia. Você não senta e aprende, você precisa ter vivência de conteúdo, entender qual o seu papel na comunidade. A primeira percepção de Direitos Humanos que a escola propicia é na comunidade. Depois você vai para o âmbito federal e internacional. A primeira garantia é que você possa ser criança na tua rua, sem ninguém te obrigar a trabalhar, que tenha direito a posto de saúde de qualidade, calçada regular para não torcer o pé, que tenha semáforo e faixa de pedestre. Isso é cidadania, é isso é Direito Humano. O que eu não gostaria é de botar isso “goela abaixo” como mais uma disciplina no currículo, como aconteceu com Filosofia e Sociologia, que são maravilhosas, mas não devem ser ensinadas por força de decreto, de Medida Provisória.
Fonte: Jornal da Manhã e Sala Aberta

Você sabe o que é REA?


Talita Moretto (foto) - Jornalista atuante em Educação. Pós-Graduada em Tecnologias na Aprendizagem, coordenadora de Programa Jornal e Educação (Projeto Vamos Ler / Jornal da Manhã), professora de Mídias Digitais, colunista para o Portal Adital Jovem – Notícias da América Latina e Caribe, pesquisadora e especialista na aplicação de mídia e novas tecnologias na educação. É autora do blog Sala Aberta (salaaberta.com).
Entrevista concedida a Débora Sebriam em 08/2012 para o site REA - Recursos Educacionais Abertos (http://rea.net.br/site/talita-moretto/)

Projeto REA: Quando e como descobriu REA?
Talita Moretto: Descobri o site do REA em 2010, se não me engano, e achei muito interessante a iniciativa. No momento, até escrevi sobre e publiquei no jornal em que trabalho (escrevo uma página sobre educação) e em meu blog. Mais tarde, em fevereiro deste ano, participei de uma oficina de REA na EducaParty, durante o Campus Party 2012, o que me esclareceu mais sobre o assunto.
Projeto REA: Que experiências/projetos/ideias desenvolve?
Talita Moretto: Estou lecionando em um curso de MBA em Marketing Digital (pelo Instituto Doll – Tecnologia e Educação, em Ponta Grossa-PR), responsável pela disciplina de Mídias Digitais. Na disciplina eu abordo conceitos de mídias digitais, mídias sociais e redes sociais (o que acontece e impulsiona os usuários, hoje, nessas mídias), os canais de uso, legalidade, planejamento e mensuração (monitoramento, métricas). Diante disso, saber o que está fazendo na rede é essencial para o sucesso, independente do foco. Saber como utilizar os conteúdos é imprescindível antes de começar a publicar.
Projeto REA: Por que acha importante falar de REA e licenças abertas nas aulas de Mídias Digitais?
Talita Moretto: É importante abordar a legalidade quanto ao que fazemos dentro dessas mídias. Ainda é pouco falado e considerado o direito digital e as pessoas se confundem sobre o que é “compartilhar”e o que é “se apropriar” de conteúdo de terceiros. Então, ao explicar sobre as leis que fiscalizam o mundo virtual falei sobre o Creative Commons e, consequentemente, sobre o REA. Nenhum aluno conhecia. Mostrei como funcionava o CC e, inclusive, levei materiais licenciados para eles perceberem que realmente existe. Afinal, já que vamos usar outros conteúdos que não os nossos, por que não utilizar dentro da lei? Vamos fazer isso corretamente. O REA é o caminho para melhorar a educação de todos quanto à ética de uso e o bom senso, além de saber que é um material de qualidade diante de tantas coisas que encontramos sem curadoria na rede.
Projeto REA: Qual a receptividade dos alunos em relação ao tema?
Talita Moretto: Percebi que se interessaram bastante porque falei sobre isso na primeira aula e, ao remeter ao assunto na segunda, a maioria já tinha gravado e percebia quando eu usava imagens licenciadas. Eu semeei um pouquinho do CC entre eles, com certeza.
Projeto REA: O que diria para educadores que desejam começar a trabalhar por e com REA?
Talita Moretto: Acredito que é o primeiro para lidar com a insegurança que a web traz. Os jovens de hoje, que já nascem e são educados com as mídias digitais, devem aprender a usá-las de forma consciente porque eles serão os responsáveis pela criação de tantas mídias que estão por vir. O mundo da informação será cada vez mais digital, sobre isso não temos dúvida, então as pessoas precisam ser educadas à boa convivência no mundo virtual, e começa-se respeitando o próximo e suas produções.

Todos por um mundo sem trabalho infantil


Via Fundação Telefônica

Veja esse vídeo com seus colegas educadores, alunos, família. O que temos a ver com o problema do trabalho infantil? Como ter um mundo sem trabalho infantil e mais educação, mais carinho, mais cultura?

A Gazeta promove concurso Mídias na Educação



Você, participante do programa A Gazeta na Sala de Aula não pode ficar fora dessa! Monitores e professores fiquem atentos às datas e participem do concurso Mídias na Educação!

O concurso "Mídias na Educação" é uma realização do programa A Gazeta na Sala de Aula, desenvolvido pelo jornal A Gazeta/ES e Instituto Carlos Lindenberg, e tem como objetivo estimular e valorizar o desempenho dos professores, premiando os três melhores trabalhos realizados com o jornal e outras mídias durante o ano. 

Podem participar todos os professores inscritos no programa no ano de 2012. Para participar é simples, basta encaminhar a Ficha de Planejamento preenchida com o projeto com o qual deseja concorrer para o monitor do programa em seu município. 

Veja o regulamento clicando no link: Regulamento do concurso Mídias na Educação

Calendário:
14/09/2012 - Entrega do projeto ao monitor
11/10/2012 - Escolha dos 8 (oito) melhores projetos
06/11/2012 - Apresentação dos projetos escolhidos na Jornada

Fonte: A Gazeta na Sala de Aula

Concurso Jornalista por um Dia - Diário da Manhã


“[...] a literatura amplia o nosso universo, incita-nos a imaginar outras maneiras de concebê-lo e organizá-lo. Somos todos feitos do que os outros seres humanos nos dão: primeiro nosso pais, depois aqueles que nos cerca; a literatura abre ao infinito essa possibilidade de interação com os outros e, por isso, nos enriquece infinitamente”.Tvzvedan Todorov, A literatura em perigo

ESCOLA SABEDORIA
Circuito de jornal
Os alunos utilizaram o material para traçar um circuito até a bandeira do Brasil
A atividade realizada pelos alunos da pré-escola consistiu em uma espécie do antigo jogo da Amarelinha, em que somente é possível pisar em quadrados específicos. No caso, os pequenos pisaram nos locais em que havia a folha de jornal para vencer a brincadeira. 

“Ao final do circuito os alunos confeccionaram a bandeira do Brasil que estava fragmentada no espaço proposto. Os alunos lembraram ainda que as partes da bandeira tinham figuras geométricas, o que deu margem a outros temas de estudo”, relatou a professora da Escola Sabedoria Taisa Schleder. 

(Brincadeira à moda antiga / FOTO / ESCOLA SABEDORIA)

E
SCOLA FREDOLINO CHIMANGO
Conteúdo para pensar, material para reciclar 
Alunos utilizaram os gêneros jornalísticos para interpretar e construir senso crítico do material

Os alunos da oitava série utilizaram o jornal Diário da Manhã para ler, interpretar e produzir textos. Depois, o jornal serviu como aporte para a reciclagem – foi confeccionado um porta-jornal e jogo-americano.

“O Trabalho com jornal pode fornecer-nos inúmeras possibilidades de atividades: debates de assuntos que estabelecem relações entre o indivíduo e o mundo que o cerca, diferentes interpretações de um mesmo assunto, estudo dos recursos expressivos e das modalidades de texto próprios da linguagem jornalística e produções de textos específicos, tais como notícias, editoriais, entrevistas, reportagens, etc”, explicou a professora Loreci Fereira da Silva, da Escola Fredolino Chimango, que ministra a disciplina de Língua Portuguesa.



(Durante a atividade... / FOTO / ESCOLA FREDOLINO CHIMANGO)

CONCURSO JORNALISTA POR UM DIA
A temática deste ano é o Festival Intencional de Folclore

Folclore é tradição
O folclore é um conjunto de lendas, mitos, brincadeiras típicas de anos, passadas de geração a geração. Folclore brasileiro (segundo o capítulo I da Carta do Folclore Brasileiro) é sinônimo de cultura popular brasileira e representa a identidade social da comunidade através de criações culturais, individuais ou coletivas, é também uma parte essencial da cultura brasileira.

O estudo sistemático iniciou somente em meados do século XIX e levou mais de cem anos para se consolidar no país, a partir da década de 1970 o folclorismo nacional definitivamente se instalou e recebeu conformação conceitual sólida, sendo composto por contribuições com destaque para a cultura portuguesa, a negra e a indígena.
Raquel Maciel – 71

EMEF Georgina Rosado
Folclore é cultura
O Festival Internacional de Folclore de Passo Fundo apresenta espetáculos artísticos com a presença de grupos de diversos países e estados brasileiros, permitindo, assim, uma integração cultural com a população. O evento ocorre em todos os anos pares e a cada realização atinge um público aproximadamente de 180 mil pessoas.

O festival de folclore é muito importante na vida cultural para promover a paz através do cultivo das tradições, da arte popular e democrática que possibilita o acesso a todas as camadas sociais e intelectuais.

Durante as festividades são proporcionadas, ainda, mostras e vendas de artesanatos, apresentação dos grupos participantes em lugares públicos, desfiles pelas ruas do centro da cidade e oficinas de danças estrangeiras e gaúchas.

Lembrando que a grande ideia do evento é a troca de experiências internacionais integrando usos e costumes de diversas nacionalidades, por isso, grande parte dos grupos que vêm de fora do país querem voltar ao Estado para poder continuar interagindo com nossas culturas.
Lays de Lima da Silva – 71
EMEF Georgina Rosado

Dinâmica de integração
Nome: rolinhos de dons
Material: jornais, cortar o jornal em rolinhos para que depois possam ser desenrolados.
Modo de fazer: As pessoas recebem rolinhos de jornal, o professor pede para que pensem em uma qualidade marcante que tem cada pessoa; dizer a qualidade soltando e balançando esses rolinhos no centro do grupo, expondo sua qualidade para o grupo, depois cada um tira um pedaço desses rolinhos , circula pela sala para partilhar com os outros, dando um pedaço do seu rolo , falando a qualidade e recebendo o pedaço da outra pessoa.
Ex: Fulano eu lhe dou a minha comunicação, e o outro dá um pedaço do rolo de jornal dizendo “e eu lhe dou meu... (a qualidade que tem). O professor reflete que mesmo quando partilhamos nossos dons sempre resta um pouco mais para partilhar. Todos jogam para cima os pedacinhos que ganharam, para partilhar com as outras pessoas que não estavam ali (simbolicamente).

Fonte: Diário da Manhã/Programa DM na Sala de Aula 27/09/2012