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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Professores usam redes sociais para atrair participação dos alunos

No momento em que os jovens estão cada vez mais envolvidos com redes sociais, professores buscam maneiras de tornar a internet, vista por muitas escolas como um problema, uma ferramenta para auxiliar na educação. O objetivo destes educadores é tornar os alunos protagonistas do processo de aprendizado.
Para o educador do Colégio Bandeirantes, em São Paulo, Alexandre Le Voci Sayad, poucas vezes o aluno tem espaço para dar sua opinião, mas as redes sociais se tornaram uma extensão da sala de aula onde a participação do estudante é bem-vinda. "O que faz a diferença é você parar de dar soco em ponta de faca, de achar que tudo que o jovem faz é errado. O desafio como educador é pegar o que faz sentido para o jovem e potencializar", diz.
Com o uso das redes sociais, há um envolvimento maior dos alunos, segundo o professor Paulo Cesar Campos da E.M.E.F. Ângela Cury Zakia, em Campinas (SP). Ele acredita que, quando o estudante começa a usar plataformas digitais como o Facebook, usando a sua linguagem, ele quer produzir, não apenas compartilhar publicações de outros. O professor ressalta ainda a importância de haver uma educação digital, que guie os alunos na navegação, com indicações de sites para pesquisa.
"Quando a gente pensa a educação, é claro que prezamos por coisas que são tidas como tradicionais, mas eu acho interessante quando o aluno deixa de ser só ouvinte e passa a ser participante", afirma o professor Ivan Ignácio Pimentel, do Colégio Marista São José, na Tijuca, Rio de Janeiro. Pelas redes sociais, o educador acredita poder avaliar o comportamento dos alunos em grupo e identificar espírito de liderança em alguns deles.
Iniciativa municipal capacita alunos e professores 
Paulo Cesar Campos é professor de artes e orientador do Projeto Aluno Monitor na E.M.E.F. Ângela Cury Zakia, iniciativa da Prefeitura Municipal de Campinas. O objetivo do projeto é capacitar estudantes para atuar como monitores na sala de informática das escolas, auxiliando colegas e professores, fazendo publicações em blogs e no YouTube. O professor participou de um curso de formação oferecido pela prefeitura para capacitar os monitores.
Em suas aulas, Campos também utiliza as redes sociais, tirando dúvidas e acompanhando a realização de trabalhos online. "Não aplico uma aula para os alunos do 6º ao 9º ano sem usar multimídia, pois, dependendo da discussão, posso facilmente acessar um vídeo sobre o assunto, abrir sites de pesquisa, blogs e fóruns de discussão", conta.
Em parceria com a professora Eliane Lucy Marcelino, alfabetizadora da turma, o professor de artes realizou uma atividade com os alunos do 4º ano. Eles pesquisaram músicas e textos em sites indicados e gravaram vídeos com encenações de fantoches. Projetos semelhantes são realizados com outras turmas, em que são feitas pesquisas sobre diferentes assuntos e, em seguida, gravados vídeos. Para ele, a rede é entretenimento e trabalho, por isso "é preciso ensinar os alunos a utilizar a internet sem preconceitos em relação ao seu uso como forma de expressão".
Idade Mídia, a comunicação como curso extra classe
Educador e jornalista, Alexandre Le Voci Sayad criou, há dez anos, o curso extra classe Idade Mídia, no Colégio Bandeirantes, direcionados a alunos do 2º ano do Ensino Médio. "A ideia é que eles entendam a mídia e produzam a mídia deles, é misturar educação e comunicação. Com a chegada das redes sociais, nada mais natural, para mim, do que usá-las", afirma.
No curso, os estudantes realizam a cobertura de eventos envolvendo o colégio, como campeonatos esportivos, por meio do Twitter e do Facebook. O microblog também é utilizado pelo educador para transmitir as aulas, através da twitcam. Além das coberturas, a comunicação é vivenciada por meio de projetos escolhidos pelos estudantes. Algumas turmas produzem revistas, outras, documentários.
A cada ano, o curso muda, de acordo com a tecnologia, passando pelos blogs e pelas diferentes redes sociais. O projeto incentivou outros professores a utilizarem a internet. Aos poucos, cada um foi criando seu blog e, hoje, todos utilizam esse recurso voluntariamente, segundo Sayad. O educador escreveu um livro que leva o mesmo nome do curso, Idade Mídia, falando sobre a iniciativa para que sirva de inspiração para a criação de outros cursos.
Sustentabilidade no Facebook
No Colégio Marista São José, existe a disciplina de sustentabilidade, ministrada pelo professor Ivan Ignácio Pimentel. Para trabalhar o conteúdo, ele criou um projeto para discutir questões econômicas e ambientais relacionadas ao lixo, tratando de temas como reciclagem e cooperativismo.
Os alunos criaram produtos a partir de materiais considerados lixo, como garrafas pet. O Facebook foi utilizado para a divulgação das criações. "A ideia foi utilizar uma ferramenta simples, onde os alunos e a sociedade tivessem acesso", afirma Pimentel. Foram criadas páginas vinculadas às turmas, cada uma delas trabalhou como uma cooperativa. Os objetivos eram estimular o interesse dos alunos a acompanhar a evolução do projeto, proporcionar a interação entre eles e mostrar a importância da rede. A partir da iniciativa, outros novos projetos foram criados e serão desenvolvidos em outras disciplinas no próximo semestre.
Fonte: Terra 30/07/2012

Campanha 'Leia Mais, Seja Mais' 2012




O objetivo da campanha 'Leia Mais, Seja Mais', do Ministério da Cultura do Brasil é tanto chamar a atenção para a leitura como uma atividade prazerosa quanto um caminho para o crescimento pessoal dos leitores. 
Voltada a públicos de todas as classes, mas principalmente para a C, D e E, onde concentra-se a maioria dos não-leitores no Brasil, Leia Mais, Seja Mais também busca estimular a prática da leitura nas famílias e entre jovens e adultos, faixa etária em que, segundo os estudos, há uma redução gradativa dos índices de leitura.

Leia Mais, Seja Mais

MinC e FBN lançam campanha de incentivo à leitura na TV, rádio e internet
Ana de Hollanda e Galeno Amorim durante a solenidade de lançamento da campanha
“Um país rico é um país de leitores”. A frase da ministra da Cultura, Ana de Hollanda, inspirada no slogan do governo federal, “País rico é um país sem miséria”, sintetiza o espírito da campanha ‘Leia Mais, Seja Mais’, realizada pelo Ministério da Cultura (MinC) e a Fundação Biblioteca Nacional (FBN).
A segunda etapa da campanha foi lançada nesta quinta-feira (2/8), na sede da Biblioteca , no centro do Rio de Janeiro, e será veiculada, em todo país, por emissoras de rádio e televisão e pela internet, até o final deste mês.
A ministra destacou que um dos objetivos da campanha é estimular o prazer da leitura. “Temos o direito de sonhar junto com os poetas e os romancistas”, disse ela, lembrando um texto do escritor Antônio Cândido sobre o direito à leitura.
Segundo Ana de Hollanda, os direitos básicos do cidadão não se limitam à alimentação, saúde e moradia.Para ela, o cidadão só será um ser humano completo e autônomo se exercer seu direito à leitura.
Ações do PNLL
A cerimônia foi realizada na sede da FBN, no Rio de Janeiro
A campanha ‘Leia Mais, Seja Mais’ é um dos destaques das 40 ações do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) previstas para este ano, com orçamento total de R$ 373 milhões.
O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, fez um resumo das atividades programadas, ressaltando que em 2004 o PNLL recebia apenas R$ 5 milhões por ano.
Para 2012, o PNLL destinará R$ 254,6 milhões a ações de democratização do acesso à leitura, beneficiando duas mil bibliotecas em todo o país. Esta rubrica inclui também a construção de 400 novas bibliotecas, entre elas as programadas nas obras das Praças dos Esportes e da Cultura (PECs).
O plano prevê também R$ 56,1 milhões para as ações de fomento à leitura e formação de mediadores de leitura. Está prevista a formação de 4 mil agentes de leitura .
O fomento à cadeia criativa e produtiva do livro deve receber R$ 54,9 milhões. Só este ano, o PNLL vai ajudar a promover a realização de 200 feiras e festivais do livro em todo o país, o que representa um crescimento de cerca de 170% em relação ao ano passado, quando foram realizados 75 eventos.Haverá também ações de apoio a livreiros independentes.
Campanha
Versos foram lidos na abertura do evento
Na rubrica Valorização Institucional à Leitura, o PNLL destinou R$ 8 milhões para a campanha ‘Leia Mais, Seja Mais’, criada pela agência de publicidade DM 9. A primeira parte da campanha, lançada em dezembro de 2011, foi veiculada por meio de 74 jornais e 4 revistas.
Agora, a segunda etapa será voltada para dez emissoras públicas e privadas de TV, quatro redes de emissoras de rádio , dez portais e sites da internet.
A campanha se destina, principalmente, a homens e mulheres na faixa de 18 a 49 anos, nas classes C, D e E. Eles representam cerca de 38 % da população brasileira. O objetivo é promover o prazer da leitura, o conhecimento, a inclusão social e a afirmação da cidadania.
A mais recente edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, divulgada em março, mostrou que os brasileiros ainda leem pouco, embora os índices de leitura tenham melhorado na última década.
O filme da campanha é estrelado pelos atores David Lucas, Elisa Lucinda, Mayana Neiva, Luís Miranda e Klara Castanho. Todos foram cedidos pela TV Globo e abriram mão do cachê .
A partir do slogan ‘Leia Mais, Seja Mais’, os atores dizem variações em torno do tema, como “sonhe mais”, descubra mais”, “invente mais”, “saiba mais”, “conheça mais”, etc. O spot para as rádios segue a mesma linha.
Na internet, além dos banners postados em portais e sites, a campanha relizará várias inserções nas redes sociais do MinC, da FBN e outras instituições vinculadas ao ministério.
Galeno Amorim aproveitou para fazer um convite aos amigos do MinC e da BN no Facebook. Propôs que, ao longo de agosto, eles substituam suas fotos nos perfis, pelas capas de seus livros preferidos. Segundo Galeno, a rede não deve ser encarada como um desestímulo ao livro: “ A internet e outros canais precisam ser usados a favor da leitura”, comentou.
Outra novidade da campanha são as gravações de espera telefônica. A partir de agora, quem ligar para o MinC vai ouvir, enquanto aguarda atendimento, trechos de poesias e prosa de escritores de língua portuguesa , declamados pelos atores Murilo Grossi e Rosana Viegas.
Contando histórias
Francisco Gregório Filho encantou a todos com uma cantiga popular
A cerimônia de lançamento da campanha foi aberta pelo funcionário da BN Francisco Gregório Filho. Ele encantou os presentes com uma cantiga popular, repetida em coro pela plateia. “Jabuti sabe ler mas não sabe escrever. Trepa no pau mas não sabe descer. Ler, ler, ler e escrever”. Em seguida, leu um trecho de uma poesia do livro Poesia Reunida de Adélia Prado.
Outro ponto alto da cerimônia foi o depoimento em vídeo da atriz e poeta Elisa Lucinda. “O livro era brinquedo e cúmplice da minha imaginação”, disse ela lembrando a infância. Elisa afirmou que, ao chegar a Portugal , descobriu que já conhecia o país através das poesias de Fernando Pessoa. “O livro é a passagem mais barata do mundo”, concluiu.
(Texto: Heloisa Oliveira, Ascom RRRJ/MinC)
(Fotos: Claudio Carvalho, FBN/MinC)
Acesse: www.cultura.gov.br

Programa DM na Sala de Aula desenvolve "Projeto Contador de Histórias'






O 'Projeto Contador de Histórias: as travessias do jornalista', desenvolvido pelo programa DM na Sala de Aula (do jornal Diário da Manhã, de Passo Fundo/RS), pretende levar para a sala de aula o universo jornalístico, na iniciativa de que o interesse pelo conhecimento seja instigado nas esferas da comunicação e educação. Como resultado, os alunos assumem o papel do jornalista para produzir o próprio jornal da escola. (http://www.facebook.com/dmnasaladeaula)
Fonte: DM na Sala de Aula/ Fabíola Hauch

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Instituto Crescer e Microsoft criam apostilas sobre os principais aplicativos Microsoft Office exigidos pelo mercado de trabalho

As apostilas de conteúdos de produtividade, criadas pelo Instituto Crescer em parceria com a Microsoft, contemplam informações sobre os principais aplicativos Microsoft Office exigidos pelo mercado de trabalho (editor de texto, editor de planilhas e assistente de apresentações e slides), sobre Práticas de Internet e Informática Básica.


§  Apostila  de Informática Básica: Contam a história do computador e informam o leitor sobre as suas partes básicas.
§  Apostilas Word, Power Point e Excel: Auxiliam o leitor a ganhar intimidade com estes aplicativos e a lidar com a maioria das funções e ferramentas neles disponíveis, por meio de exercícios que podem ser transportados ao dia a dia.
§  Apostilas de Práticas de Internet: Apresentam as principais ferramentas e recursos da Internet (incluindo Facebook e Blog).
Estes conteúdos são livres e existem na versão PDF para download.
Clique aqui para fazer o download da apostila Word 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila Excel 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila PowerPoint 2010.
Clique aqui para fazer o download da apostila de Informática Básica.
Clique aqui para fazer o download da apostila de Práticas de Internet.
Fonte: Instituto Crescer 17/07/2012

Para refletir!

Fonte: http://blogs.20minutos.es/eneko

Para aprender de forma lúdica!

Compartilhamos cruzadinha sobre jornal feita pelo programa O Diário na Escola, desenvolvido pelo jornal O Diário do Norte do Paraná, de Maringá/PR. O coordenador do programa é o professor Ricardo Pastorelli, que organizou a cruzadinha. Veja se você consegue fazê-la. Qualquer dúvida, é só escrever para: odiarionaescola@odiariomaringa.com.br 

U.FRAME - Festival Internacional de Vídeo Universitário tem inscrições prorrogadas até 15 de agosto


As inscrições para o U.FRAME - Festival Internacional de Vídeo Universitário foram prorrogadas. Os interessados em participar do festival, que oferece prêmios de até € 2 mil têm até o dia 15 de agosto para enviarem seus vídeos pelowww.uframe.org.

Estudantes universitários e recém-formados (até um ano de formatura) de cinema, audiovisual, televisão, produção e mídias digitais e outros da área da comunicação de todo o mundo podem concorrer.

Esta é a primeira vez que o festival é sediado no Brasil. Com uma extensa programação de exibições, debates e palestras sobre audiovisual, o U.FRAME será realizado entre 25 e 27 de outubro no Campus Rudge Ramos da Metodista, em São Bernardo do Campo, São Paulo.

O festival começou em 2008, por meio de uma iniciativa da Universidade do Porto, de Portugal, junto com a Universidade da Coruña, da Espanha. Em 2009, a competição ganhou a participação da Universidade do Texas e, no ano passado, o U.FRAME passou a contar com a Universidade Metodista de São Paulo como sua associada e representante para a América Latina.

Prêmios de até de € 2 mil
A 5ª edição do U.FRAME vai premiar cinco categorias: melhor curta metragem de animação, de documentário, experimental, de ficção e peça mobile para dispositivos móveis. Os prêmios variam de € 2 mil, para o vídeo que for eleito o melhor do festival, a € 500, para os vencedores em cada uma das outras quatro categorias. Os valores serão convertidos para a moeda local.

Os cinco pré-selecionados para cada categoria serão divulgados no dia 10 de setembro e as apresentações para um júri, que será composto por representantes das universidades organizadoras e por profissionais de cinema e audiovisual brasileiros, acontecerão durante o evento, nos dias 25 e 26 de outubro.

Um dos patrocinadores do Festival Internacional de Vídeo Universitário, a Fuji vai oferecer uma câmera profissional para o melhor vídeo brasileiro inscrito, segundo votação do júri profissional.

Na edição do U.FRAME realizada no ano passado, na cidade do Porto, em Portugal, foram inscritos 70 filmes de universitários de 10 países: Portugal, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Israel, Bélgica, China, Egito e Estônia.

A expectativa da edição deste ano é aumentar em pelo menos 50% o número de universitários e obras inscritas, com destaque para uma participação efetiva dos países que estão na América Latina, já que, pela primeira vez, o evento deixa a Europa para ser realizado no Brasil.

Além da apresentação dos vídeos finalistas em competição de cada categoria, o U.FRAME 2012 também terá uma extensa programação que inclui palestras, mostras e debates sobre os destinos do audiovisual hoje.

Mais informações no site oficial da 5ª Edição do Festival Internacional de Vídeo Universitário, que você acessa em www.uframe.org.

Fonte: Imprensa/Metodista