terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
And the Oscar goes to...."The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore"
Compartilhamos o curta de animação "The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore" (Os fantásticos livros voadores do Sr. Morris Lessmore), de William Joyce e Brandon Oldenburg, que foi vencedor do Oscar 2012.
Segundo Sérgio Rodrigues, da coluna TodoProsa, da Veja, a história de The fantastic flying books…foi lançada ano passado como um livro digital interativo para iPad que chegou ao primeiro lugar entre os mais vendidos na loja da Apple.
Preferimos não comentar nada sobre o vídeo...Veja e emocione-se!!!
Jovens desenvolvem senso crítico por meio da educomunicação
Do lado de fora da escola, jovens são instigados a planejar uma revista, discutir os temas que devem estar em suas páginas e produzir conteúdo capaz atingir pessoas em todo o País. Essa é a rotina do projeto Viração, organização com sede em São Paulo que reúne cerca de 300 jovens em 22 estados. A revista mensal Viração, uma das produções do grupo, propõe debates sobre assuntos como arte, cultura e política com base na educomunicação, que começa a ganhar espaço dentro e fora da sala de aula e busca desenvolver o senso crítico e as habilidades comunicativas da sociedade.
O material da Viração é pensado e produzido por jovens de 15 a 29 anos. Semanalmente, cerca de 100 deles passam pela sede do projeto. Quem não mora em São Paulo também pode participar: 22 conselhos Virajovem organizam diferentes ações em seus estados. "Em quase 10 anos de existência, estimamos que 5 milhões de jovens já tiveram contato com a revista ou com alguma notícia publicada pela organização", comemora a diretora executiva da iniciativa, Lilian Romão.
O principal objetivo da Viração é permitir que os jovens falem para jovens sobre assuntos de seu interesse - e que discutam esses temas durante todo o processo que envolve a produção da revista. O projeto é mantido com dinheiro arrecadado por assinaturas. "A Viração é uma organização social privada sem fins lucrativos. Nossa equipe também é composta por educomunicadores e outros profissionais interessados em trabalhar a comunicação dentro de outro formato", diz. Segundo Lilian, não há restrições quanto à participação. "Temos jovens de comunidade, comunicadores que estão na universidade, participantes de movimento social, integrantes de projetos de outras organizações sociais. Uma das riquezas da Viração é conseguir dialogar com a juventude como um todo, sem criar padrões. Trabalhamos com gente preocupada em construir um novo formato de comunicação", destaca.
Educomunicação busca desenvolver senso crítico
Segundo o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP), Ismar de Oliveria Soares, o conceito de educomunicação trata de um conjunto de referências sobre programas, projetos e produções desenvolvidos a partir de um grupo que busca ampliar seu potencial comunicativo. "A educomunicação tem uma vertente política, discute como os jovens participam da gestão, planejamento, produção, avaliação. O objetivo é criar relação de cidadania e exercício da função comunicativa como direito universal", explica. "É um diálogo permanente, interno e externo, com os grupos de pessoas que trabalham na interface da comunicação", acrescenta.
Segundo o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (USP), Ismar de Oliveria Soares, o conceito de educomunicação trata de um conjunto de referências sobre programas, projetos e produções desenvolvidos a partir de um grupo que busca ampliar seu potencial comunicativo. "A educomunicação tem uma vertente política, discute como os jovens participam da gestão, planejamento, produção, avaliação. O objetivo é criar relação de cidadania e exercício da função comunicativa como direito universal", explica. "É um diálogo permanente, interno e externo, com os grupos de pessoas que trabalham na interface da comunicação", acrescenta.
O professor aponta outros conceitos semelhantes à educomunicação, como os princípios de tecnologia educativa e mídia e educação. No entanto, diz que as três vertentes apresentam diferenças bastante pontuais. "A tecnologia educativa trata da importância de o professor utilizar adequadamente recursos analógicos, seja o quadro negro ou o computador. A preocupação é a relação da técnica de quem administra o conteúdo, enquanto que o conceito de mídia e comunicação tem como foco a mídia e a tecnologia", diz.
"A diferença é que a educomunicação parte do preceito de que existe uma comunidade educativa em ação, composta por quem ensina, quem aprende e todo o ecossistema envolvido. Nesse caso, as tecnologias não são pensadas para beneficiar apenas quem emite, mas a comunidade como um todo", destaca.
O conceito de educomunicação existe desde 1999, mas suas práticas já são conhecidas há muitos anos. Segundo Soares, sempre houve movimentos para ampliar o potencial comunicativo das pessoas, antigamente chamados de comunicação alternativa. "Quando se começou a trabalhar esse conceito em instituições de ensino e ONGs, a prática foi legitimada, e o resultado são crianças mais saudáveis em termos afetivos e intelectuais, com uma autoimagem muito sólida", avalia.
Revista Viração Educomunicação: http://www.viracao.org/
Revista Viração Educomunicação: http://www.viracao.org/
Fonte: Terra 20/02/2012
A Gazeta na Sala de Aula lança site em março
Para estabelecer um contato mais próximo com os professores do “A Gazeta na Sala de Aula”, o programa lançará, no dia 9 de março, um novo site. O portal será aberto ao público em geral, mas também terá conteúdo exclusivo para os monitores do programa. Para tanto, haverá uma área restrita e, neste espaço, ficarão disponíveis os materiais para uso em encontros e oficinas realizadas durante o ano.
A assistente de Responsabilidade Social do Instituto Carlos Lindenberg, Carolina Bragio, disse que os internautas poderão participar de blogs, fóruns, relatar o desenvolvimento do trabalho com o jornal em sala de aula, além de acompanhar a agenda de eventos e dar opiniões sobre determinados assuntos.
“A rede social é uma ferramenta exclusiva que promete fazer sucesso entre os usuários. Nela, os educadores poderão se comunicar e trocar experiências sobre o trabalho desenvolvido em sala de aula, ou seja, será um espaço de comunicação e interação”, revela Carolina.
O conteúdo deste espaço será atualizado com notícias extraídas dos veículos de comunicação da Rede Gazeta.
Professora de Rondônia estimula aprendizado por meio de blogs
A matéria abaixo foi publicada em outubro de 2011 no Portal do MEC e também no blog Singular (www.singularojornalescolar.blogspot.com), mas vale a pena reler o texto e ver como a professora Juliana Seabra usou a criatividade para unir o trabalho de blogs com jornal.
Temas relacionados à educação e às turmas com as quais trabalha são, basicamente, os assuntos tratados nos blogs da professora Juliana Seabra Laudares, de Rolim de Moura (RO). Pedagoga especializada em alfabetização, ela leciona na rede pública de ensino há 14 anos. Neste ano, Juliana dá aulas em uma turma do 2º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Coronel Aluízio Pinheiro Ferreira, mas sua experiência como professora inclui também turmas de ensino infantil e superior.
Seu primeiro blog - http://lindamenina.ju.zip.net (já inexistente) – foi criado em 2007 para que ela aprendesse a lidar com essa ferramenta no contexto escolar. Em 2010, quando começou a fazer especialização em Mídias na Educação, promovida pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional do Ministério da Educação (Proinfo/MEC), Juliana criou o blog jornal Super Legal, pois uma das atividades do curso era o desenvolvimento de um projeto para aplicação em sala de aula, que utilizasse pelo menos duas mídias. Em seu projeto, que pretendia conhecer o registro histórico e cultural do município por meio de fotografias, jornais, relatos, entrevistas e as produções das crianças, ela utilizou o blog e o jornal.
Como todas as atividades previstas no projeto eram postadas no blog da turma, logo os alunos se interessaram em ter seus próprios blogs. As mães, por sua vez, queriam ser seguidoras do blog da turma. Isso levou à realização de uma oficina para alunos e mães, no laboratório de informática da escola, que não só proporcionou uma maior interação da escola com a família como uma maior autonomia aos alunos que mantinham seus blogs com características próprias.
Atualmente, embora Juliana não dê mais aulas para esses estudantes, ela procura incentivá-los a continuarem usando seus blogs. E o blog Jornal Super Legal continua, porém com outra turma e com outros projetos. A professora criou também o blog Ler e escrever, um prazer!, voltado à publicação de artigos sobre educação.
Mudanças
Nesse período em que vem trabalhando com blogs, Juliana tem observado algumas mudanças em seus alunos. Segundo ela, é possível perceber uma maior preocupação dos estudantes ao produzir um texto, ao fazer comentários nos blogs, bem como a articulação das ideias influenciando na leitura e na escrita. Além disso, a possibilidade de que os conteúdos postados possam ser vistos por muitas pessoas ajuda a melhorar a autoestima dos alunos. “Utilizando o blog como ferramenta pedagógica, os alunos demonstram mais cuidado com a própria escrita, o que favorece a aprendizagem”, acredita. E o contato com as tecnologias estimula os alunos a buscarem outros conhecimentos: fazer planilhas, visualizar mapas, capturar e postar imagens, são alguns deles.
Outro ponto levantado por Juliana é a apresentação estética do blog, que envolve questões como imagens, legendas e sons e faz com que o estudante busque outros tipos de conhecimento para tornar sua produção cada vez melhor. “Ao lidarem com as mídias e tecnologias disponíveis, os alunos despertam para as mais variadas possibilidades do uso da leitura e da escrita”, enfatiza.
Cartas que ensinam a ler
De acordo com Juliana, o blog possibilita que ela fique sempre em contato com outros professores, partilhando projetos, sugestões de leituras, imagens ou planos de aula e até mesmo colaborando na elaboração de projetos ou no planejamento de aulas. Em um grupo de discussão virtual, ela conheceu a professora Sintian Schmidt, da Escola Municipal Villa Lobos, de Caxias do Sul (RS). Juntas, elas desenvolveram o projeto Cartas que ensinam a Ler. O projeto foi desenvolvido de março a novembro de 2008, envolvendo 60 alunos do terceiro ano do ensino fundamental. Cada professora postava no blog de sua turma as atividades desenvolvidas por seus alunos, permitindo acompanhar o desenvolvimento do projeto nos dois estados. Ao final do projeto, mais de 90% dos alunos estavam alfabetizados. “Apesar de realidades e regiões diferentes foi possível fazermos um planejamento comum a partir das informações que trocávamos por meio dos nossos blogs, por e-mail e também pelo MSN”, finaliza Juliana.
Fonte: Fátima Schenini - MEC
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=1794
Temas relacionados à educação e às turmas com as quais trabalha são, basicamente, os assuntos tratados nos blogs da professora Juliana Seabra Laudares, de Rolim de Moura (RO). Pedagoga especializada em alfabetização, ela leciona na rede pública de ensino há 14 anos. Neste ano, Juliana dá aulas em uma turma do 2º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Coronel Aluízio Pinheiro Ferreira, mas sua experiência como professora inclui também turmas de ensino infantil e superior.
Seu primeiro blog - http://lindamenina.ju.zip.net (já inexistente) – foi criado em 2007 para que ela aprendesse a lidar com essa ferramenta no contexto escolar. Em 2010, quando começou a fazer especialização em Mídias na Educação, promovida pelo Programa Nacional de Tecnologia Educacional do Ministério da Educação (Proinfo/MEC), Juliana criou o blog jornal Super Legal, pois uma das atividades do curso era o desenvolvimento de um projeto para aplicação em sala de aula, que utilizasse pelo menos duas mídias. Em seu projeto, que pretendia conhecer o registro histórico e cultural do município por meio de fotografias, jornais, relatos, entrevistas e as produções das crianças, ela utilizou o blog e o jornal.
Como todas as atividades previstas no projeto eram postadas no blog da turma, logo os alunos se interessaram em ter seus próprios blogs. As mães, por sua vez, queriam ser seguidoras do blog da turma. Isso levou à realização de uma oficina para alunos e mães, no laboratório de informática da escola, que não só proporcionou uma maior interação da escola com a família como uma maior autonomia aos alunos que mantinham seus blogs com características próprias.
Atualmente, embora Juliana não dê mais aulas para esses estudantes, ela procura incentivá-los a continuarem usando seus blogs. E o blog Jornal Super Legal continua, porém com outra turma e com outros projetos. A professora criou também o blog Ler e escrever, um prazer!, voltado à publicação de artigos sobre educação.
Mudanças
Nesse período em que vem trabalhando com blogs, Juliana tem observado algumas mudanças em seus alunos. Segundo ela, é possível perceber uma maior preocupação dos estudantes ao produzir um texto, ao fazer comentários nos blogs, bem como a articulação das ideias influenciando na leitura e na escrita. Além disso, a possibilidade de que os conteúdos postados possam ser vistos por muitas pessoas ajuda a melhorar a autoestima dos alunos. “Utilizando o blog como ferramenta pedagógica, os alunos demonstram mais cuidado com a própria escrita, o que favorece a aprendizagem”, acredita. E o contato com as tecnologias estimula os alunos a buscarem outros conhecimentos: fazer planilhas, visualizar mapas, capturar e postar imagens, são alguns deles.
Outro ponto levantado por Juliana é a apresentação estética do blog, que envolve questões como imagens, legendas e sons e faz com que o estudante busque outros tipos de conhecimento para tornar sua produção cada vez melhor. “Ao lidarem com as mídias e tecnologias disponíveis, os alunos despertam para as mais variadas possibilidades do uso da leitura e da escrita”, enfatiza.
Cartas que ensinam a ler
De acordo com Juliana, o blog possibilita que ela fique sempre em contato com outros professores, partilhando projetos, sugestões de leituras, imagens ou planos de aula e até mesmo colaborando na elaboração de projetos ou no planejamento de aulas. Em um grupo de discussão virtual, ela conheceu a professora Sintian Schmidt, da Escola Municipal Villa Lobos, de Caxias do Sul (RS). Juntas, elas desenvolveram o projeto Cartas que ensinam a Ler. O projeto foi desenvolvido de março a novembro de 2008, envolvendo 60 alunos do terceiro ano do ensino fundamental. Cada professora postava no blog de sua turma as atividades desenvolvidas por seus alunos, permitindo acompanhar o desenvolvimento do projeto nos dois estados. Ao final do projeto, mais de 90% dos alunos estavam alfabetizados. “Apesar de realidades e regiões diferentes foi possível fazermos um planejamento comum a partir das informações que trocávamos por meio dos nossos blogs, por e-mail e também pelo MSN”, finaliza Juliana.
Fonte: Fátima Schenini - MEC
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=1794
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Livro "Idade Mídia - A Comunicação reinventada na escola" mostra projeto de mídia em escola paulista
Se você é interessado pela relação mídia - educação, um livro que não pode faltar na sua estante é o novo lançamento da editora Aleph: "Idade Mídia - A Comunicação reinventada na escola", do jornalista Alexandre Le Voci Sayad. Veja mais informações abaixo e espere pela entrevista que faremos com Alexandre e, em breve publicaremos em nosso blog, com mais detalhes sobre a obra!
Alexandre Le Voci Sayad/ Jatobá
Editora: Editora Aleph
Publicação: 2012
Resenha:
No início de 2002, os jornalistas Alexandre Le Voci Sayad e Gilberto Dimenstein propuseram ao Colégio Bandeirantes, em São Paulo, um ousado projeto que prometia lidar com uma era que ainda estava por vir: os estudantes teriam autonomia para conceber e executar um projeto de mídia — sua própria revista — e vivenciariam um ano de experiências em comunicação e expressão. Nascia, assim, o Idade Mídia, antes mesmo da febre dos blogs e das redes sociais. Após mais de uma década, renovando-se com a velocidade dos fatos e da comunicação, o Idade Mídia firmou-se como modelo de uma nova educação em que o jovem é ator na construção do aprendizado, dentro e fora do espaço/tempo da escola formal. O livro apresenta a trajetória do programa e revela sua metodologia; traz depoimentos dos profissionais que colaboraram ao longo dos dez anos de sua existência; e conta algumas das belas histórias dos mais de duzentos alunos que levaram as lições da comunicação para as suas vidas.
Sobre o autor:Alexandre Le Voci Sayad é jornalista e educador, especializado em Direitos Humanos. Desde 1999, dedica-se a projetos interdisciplinares. No jornalismo, colaborou, entre outros veículos, com o jornal O Estado de S. Paulo, a rádio Eldorado-Brasil 3000 e a revista Trip, além da mídia especializada, como revista Educação e o Guia do Estudante. Na área social, foi um dos fundadores da Cidade Escola Aprendiz, da Rede Andi Brasil e da Rede CEP (Comunicação , Educação e Participação), da qual é secretário-executivo.Cidadania em vídeo
Série de animações da TV Câmara que orienta práticas para a convivência adequada com pessoas que têm necessidades especiais. As peças têm direção e roteiro de Dulce Queiroz, jornalista do núcleo de Documentários da TV Câmara. As ilustrações são de Daniel Carvalho e a animação é de Tiago Keise.
Unicef cancelou as comemorações do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV!!!
Compartilhamos abaixo notícia do site RevistaPontoCom de que o Unicef cancelou as comemorações do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV!!!
A notícia pegou muita gente de surpresa. Desde o início do ano, a equipe da revistapontocom estava em contato com o Unicef para saber detalhes sobre o tema do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV, celebrado há 20 anos ininterruptamente pela instituição. Na segunda quinzena de fevereiro, Karen Cirillo, produtora executiva do órgão, respondeu um e-mail enviado pela revistapontocom ao Unicef. Nele, ela dizia que a instituição anunciava o fim da celebração. Logo, em seguida, o portal do Unicef publicou uma nota, em inglês, explicando a decisão. Dias depois, a nota foi traduzida para o português.
Eis, abaixo, a nota oficial do Unicef:
Unicef anuncia o fim do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV
Em 2011, o Unicef celebrou o 20º Aniversário do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV (ICDB*). A iniciativa – que começou como uma maneira de conseguir que as emissoras dedicassem um tempo de sua programação para as questões relacionadas às crianças – cresceu através dos anos e se tornou uma celebração da participação de crianças e adolescentes na mídia. Ao longo do caminho, inspirou o desenvolvimento de programação infanto-juvenil de qualidade, programas regulares de rádio e TV conduzidos por meninos e meninas e uma infinidade de eventos especiais. A iniciativa foi abraçada tanto por grandes emissoras privadas quanto por organismos públicos de radiodifusão em pequenos países.
Hoje nós celebramos o que o ICDB foi capaz de realizar e anunciamos o fim da iniciativa. Pelo retorno que recebemos, fica claro que o ICDB alcançou seus objetivos: uma melhor qualidade da programação infanto-juvenil e uma maior atenção às crianças e aos adolescentes por parte das emissoras. Neste estágio, com a mudança no cenário da mídia e os excelentes progressos frutos do ICDB, faz sentido declarar que o Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV foi um sucesso.
Ainda que o Unicef não vá mais coordenar um dia ou fornecer um tema global, nós encorajamos as emissoras para que continuem envolvendo as crianças e os adolescentes de alguma forma em sua programação, não apenas em um dia, mas durante todo o ano. Se o ICDB foi um sucesso em seu país, por favor, continue a celebrá-lo da maneira que achar adequada, escolhendo um tema ou assunto que seja importante para a sua comunidade.
Obrigada por todo o seu apoio, criatividade e dedicação para aumentar a participação de meninas e meninos nos meios de comunicação e melhorar a programação para as crianças.
Por Karen Cirillo, Produtora Executiva do Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV
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