terça-feira, 11 de outubro de 2011
Alunos são repórteres por um dia
No momento em que a turma estava organizando os questionários, a professora sugeriu que pedissem à mãe de uma das alunas para que todos fossem até sua casa entrevistá-la. Convite aceito, a turma toda trabalhou na preparação das perguntas. “No dia e horário combinados, nos dirigimos à residência da entrevistada. Lá fomos muito bem recebidos e realizamos a entrevista. No momento seguinte, na nossa sala de aula, escrevemos um texto coletivo contando como foi e o que sentimos durante esta atividade”, explica Idalina.
Este trabalho permitiu explorar a expressão escrita e oral dos jovens, e incentivou que colocassem sua opinião sobre os assuntos diversos que fazem parte de seu cotidiano. “Expliquei para eles o quanto é importante nos posicionarmos e formularmos nossas opiniões, e que com o passar do tempo, com a aquisição de novos conhecimentos, podemos mudar essa opinião. Ressaltei também que devemos respeitar o ponto de vista dos colegas e saber argumentar. Até brincamos que a definição de que algo é ‘chato’ ou ‘legal’ não é suficiente, precisamos explicar melhor, justificar, dizer o porquê, para então defendermos nossa opinião”, enfatiza a professora.
(*) O Projeto Vamos Ler é desenvolvido pelo Jornal da Manhã, de Ponta Grossa/PR.
Fonte: Jornal da Manhã 11/10/2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Novela inspira atividade na escola
Em Ponta Grossa, a novela ‘Cordel Encantado’, exibida recentemente na Rede Globo, inspirou a professora de Língua Portuguesa, Patrícia Kloster, a elaborar com as turmas de 7º e 9º Ano/Ensino Fundamental do Colégio Estadual Padre Arnaldo Jansen, um livrinho com poesias de cordel. Segundo Patrícia, o interesse neste trabalho surgiu, inicialmente, pela televisão. “Devemos utilizar meios que sejam mais atrativos e que chamem mais a atenção dos alunos no momento da aprendizagem, como jogos, desenhos, músicas, estilos e, por que não, novelas? Ela foi o pretexto para trabalhar um gênero textual tão rico como o cordel”, destaca. O trabalho permitiu levar essa literatura para a sala de aula, mostrando aos estudantes o gênero e suas características.
A atividade iniciou com o histórico do Cordel, onde Patrícia esclareceu aos jovens alguns momentos importantes, como a chegada dele no Brasil, com a vinda da Família Real portuguesa, em 1808; e destacou que foram os nordestinos que passaram a gostar deste jeito de fazer poesia, tanto que ele acabou se incorporando à cultura local.
Depois de contextualizar a Literatura de Cordel, o passo seguinte foi a produção das poesias e dos livros. “O resultado final ficou muito interessante, pois até os familiares ajudaram. Este gênero não é muito fácil de ser trabalhado com os alunos, mas eles mostraram um grande interesse e conseguiram produzir bons textos seguindo a estrutura”, conta patrícia. A exposição, que ganhou o nome ‘Cordéis Encantados’, foi realizada como manda a tradição: em um varal, com pregadores de roupa.
A educadora pretende dar sequência à atividade no próximo ano, utilizando também os jornais. “Certa vez eu li que no Norte e Nordeste eles escrevem diariamente os livrinhos de cordel sobre as notícias do jornal, e que quando ocorreu o ataque de 11 de setembro muitas pessoas leram os cordéis para entenderem melhor a situação. Isto mostra que os cordelistas devem ser um pouco jornalistas, historiadores e pesquisadores também. Apesar da internet, televisão e do rádio, até hoje o Cordel ainda é uma maneira das pessoas se manterem informadas sobre notícias importantes”, comenta.
Patrícia afirma que esta atividade permite desenvolver o raciocínio, a criatividade, a interação e que mostra realmente resultados significativos. Ela ainda indica o site do Educar Para Crescer (educarparacrescer.abril.com.br), já divulgado nesta página, que além de trazer informações sobre Cordel, disponibiliza um varal virtual no qual os alunos podem postar seus trabalhos.
Quer saber mais? Acesse ‘Atividade com o jornal na educação’, no site do Projeto Vamos Ler, e confira o trabalho da professora na íntegra.
Destaque nacional
Professores são reconhecidos por escritora
No site oficial da escritora e roteirista Thelma Guedes, da novela ‘Cordel Encantado’, sob a chamada ‘Professores constroem a ponte entre a literatura de Cordel e a novela’, encontramos em destaque dois professores: Rosenéia Hauer (Ponta Grossa/PR) e Fernando Mikael (Araguari/MG). Ambos desenvolveram um trabalho sobre a Literatura de Cordel em suas respectivas escolas, com resultados surpreendentes.
Rosenéia, da Escola Municipal Doutor Carlos Ribeiro de Macedo, partiu da novela para apresentar textos de Patativa do Assaré, o grande poeta cearense. Aproveitando o interesse dos alunos, a professora levou também a obra cinematográfica ‘O milagre de Santa Luzia’, de Sergio Roizenblit. Reunindo a vertente do filme com a da novela, a professora conseguiu trabalhar com seus alunos assuntos relacionados à História, Geografia e Língua Portuguesa.
Os trabalhos podem ser conferidos no site http://www.thelmaguedes.com.br/.
Fonte: Jornal da Manhã
A atividade iniciou com o histórico do Cordel, onde Patrícia esclareceu aos jovens alguns momentos importantes, como a chegada dele no Brasil, com a vinda da Família Real portuguesa, em 1808; e destacou que foram os nordestinos que passaram a gostar deste jeito de fazer poesia, tanto que ele acabou se incorporando à cultura local.
Depois de contextualizar a Literatura de Cordel, o passo seguinte foi a produção das poesias e dos livros. “O resultado final ficou muito interessante, pois até os familiares ajudaram. Este gênero não é muito fácil de ser trabalhado com os alunos, mas eles mostraram um grande interesse e conseguiram produzir bons textos seguindo a estrutura”, conta patrícia. A exposição, que ganhou o nome ‘Cordéis Encantados’, foi realizada como manda a tradição: em um varal, com pregadores de roupa.
A educadora pretende dar sequência à atividade no próximo ano, utilizando também os jornais. “Certa vez eu li que no Norte e Nordeste eles escrevem diariamente os livrinhos de cordel sobre as notícias do jornal, e que quando ocorreu o ataque de 11 de setembro muitas pessoas leram os cordéis para entenderem melhor a situação. Isto mostra que os cordelistas devem ser um pouco jornalistas, historiadores e pesquisadores também. Apesar da internet, televisão e do rádio, até hoje o Cordel ainda é uma maneira das pessoas se manterem informadas sobre notícias importantes”, comenta.
Patrícia afirma que esta atividade permite desenvolver o raciocínio, a criatividade, a interação e que mostra realmente resultados significativos. Ela ainda indica o site do Educar Para Crescer (educarparacrescer.abril.com.br), já divulgado nesta página, que além de trazer informações sobre Cordel, disponibiliza um varal virtual no qual os alunos podem postar seus trabalhos.
Quer saber mais? Acesse ‘Atividade com o jornal na educação’, no site do Projeto Vamos Ler, e confira o trabalho da professora na íntegra.
Destaque nacional
Professores são reconhecidos por escritora
No site oficial da escritora e roteirista Thelma Guedes, da novela ‘Cordel Encantado’, sob a chamada ‘Professores constroem a ponte entre a literatura de Cordel e a novela’, encontramos em destaque dois professores: Rosenéia Hauer (Ponta Grossa/PR) e Fernando Mikael (Araguari/MG). Ambos desenvolveram um trabalho sobre a Literatura de Cordel em suas respectivas escolas, com resultados surpreendentes.
Rosenéia, da Escola Municipal Doutor Carlos Ribeiro de Macedo, partiu da novela para apresentar textos de Patativa do Assaré, o grande poeta cearense. Aproveitando o interesse dos alunos, a professora levou também a obra cinematográfica ‘O milagre de Santa Luzia’, de Sergio Roizenblit. Reunindo a vertente do filme com a da novela, a professora conseguiu trabalhar com seus alunos assuntos relacionados à História, Geografia e Língua Portuguesa.
Os trabalhos podem ser conferidos no site http://www.thelmaguedes.com.br/.
Fonte: Jornal da Manhã
Jovens criam guias sobre cidades
O jornal e outras fontes de informação foram utilizados pela professora de História do Colégio Estadual Carlos Ventura (Carambeí), Edina Jensen, para ensinar sobre o Ciclo do Ouro no Brasil Colônia. A educadora transformou os alunos do 8º Ano B e C / Ensino Fundamental, em verdadeiros guias turísticos, pois articulou a criação de folhetos sobre cidades históricas localizadas em várias regiões do país. O intuito da educadora foi realizar uma atividade que chamasse a atenção e ao mesmo tempo fosse prazerosa para as turmas. “Pretendia que eles descobrissem o Brasil e percebessem que são parte de um caldeirão cultural. O brasileiro resulta da miscigenação de dezenas de etnias indígenas das Américas com os muitos povos que imigraram em grandes fluxos vindos da Europa. O patrimônio cultural brasileiro é rico e variado”, lembra a professora.
Os alunos foram conduzidos em uma pesquisa em jornais, revistas e internet por informações como localização, curiosidades, pontos e roteiros turísticos (museus, igrejas, rotas de ecoturismo), atividades culturais, comidas típicas e artesanato local, das cidades indicadas pela professora. Em grupos, eles escolheram os itens mais característicos de cada uma e que seriam importantes para organizar um passeio turístico. Para colocar tudo isso em prática e deixar o estudo ainda mais divertido, eles criaram uma empresa fictícia de turismo. “Com a elaboração dos folhetos, foi possível os alunos conhecerem e valorizarem o patrimônio histórico e natural da humanidade, fazendo com que eles se conscientizem da importância da preservação”, destaca a educadora.
No final da atividade, os alunos responderam alguns questionamentos sobre a importância desse resgate histórico e cultural que eles fizeram. Para a aluna Jamile, o trabalho foi muito interessante. “Nunca tínhamos criado um folheto turístico e nem conhecíamos as cidades que foram abordadas. Foi um dos trabalhos mais criativos e legais que eu já fiz. Conheci muito da cidade de Ouro Preto/MG, e me despertou muito o interesse de ir lá, pois já conhecia um pouco por causa do filme de Aleijadinho que assistimos”, conta. Sua colega Karine complementa: “todas as cidades possuem maravilhosos pontos turísticos e comidas típicas”.
Para Edina, é preciso contextualizar a teoria vinculada à prática educacional em um processo de construção do conhecimento, neste caso, “possibilitando uma aprendizagem de valorização cultural da cidade, maior conhecimento a respeito de sua história e conscientização dos alunos referente à importância da atividade turística, como também da preservação do patrimônio Histórico”, acredita.
Fonte: Jornal da Manhã/Talita Moretto - 10/10/2011
Programa DC na Sala de Aula cria blog para homenagear professor
O Programa DC na Sala de Aula, do jornal Diário Catarinense, coordenado por Vanessa Sanceverino Esteves, apresenta novamente este ano o blog “Querido Professor”, para homenageá-lo pelo seu dia.
No blog é possível enviar recados, fotos etc... e há sorteio de livros para os post’s mais comentados.
Informações: www.dcnasaladeaula.com.br ou http://www.clicrbs.com.br/espe
Publicidade Notícias são fonte de reflexão sobre o trânsito
Que as crianças são as grandes multiplicadoras de boas ações ninguém duvida e, bem por isso, muitos apostam que as próximas gerações serão mais conscientes e responsáveis em relação às questões sociais como o trânsito e o meio ambiente. Ainda na infância, eles obtêm os valores necessários para lidar com a realidade atual. A professora da 4ª “A”, Stela Cristiane de Souza Magalhães, da Escola Municipal Iroí, de Presidente Castelo Branco, acredita nesta ideia e tem trazido as questões sociais para dentro da sala de aula, com a ajuda das matérias do jornal O Diário do Norte do Paraná (Maringá/PR). A instituição participa do programa O Diário na Escola por meio do patrocínio da Concessionária Viapar.
“O objetivo foi desenvolver o senso crítico e a cidadania por meio das notícias. No decorrer das aulas percebi o interesse na leitura e a compreensão e participação das crianças nas atividades”, explicou Stela, que está entusiasmada com a aceitação dos alunos no trabalho com o jornal. Com base nas matérias jornalísticas, a professora discutiu o trânsito, levando em conta as leis, os perigos, a educação e as formas de prevenir acidentes. As atividades tiveram caráter lúdico e resultaram em produções textuais e desenhos. Um dos destaques é foi o desenho de Jhonathan Luiz Pereira, que traz toda a representatividade de quem burla as leis e não respeita o próximo.
País modelo em Educação, Finlândia tem 'mestrado' em ensino técnico
Vanessa Fajardo
Do G1, em Londres - A repórter viajou a convite do Senai
No país campeão do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) por dez anos consecutivos, a Finlândia, 80% dos jovens que concluem o ensino médio optam por um curso de educação profissionalizante, chamada de educação vocacional, e não seguem para a universidade.
O curso tem duração de três anos e é oferecido em tempo integral. Os estudantes que querem seguir carreira no ensino técnico podem ainda optar por uma especialização depois de três anos e uma espécie de mestrado após cinco anos da conclusão do ensino técnico. O ensino é público.
“O objetivo desta modalidade de ensino é preparar o jovem para a vida profissional. 80% dos jovens que vão para o ensino vocacional já seguem para o mercado de trabalho”, afirma Matti Haapanen, da delegação da Finlândia, um dos 51 países que participam da 41ª edição da World Skills, em Londres, na Inglaterra. O evento reúne cerca de mil estudantes e termina neste domingo (9).
Algumas escolas, principalmente no sul do país, oferecem as duas modalidades de ensino médio (regular e técnico) concomitantemente. Porém, de acordo com Haapanen, ainda é pequena a porcentagem dos estudantes que optam em fazer ambos os cursos de forma conjunta.
Segundo Haapanen, 15% dos egressos do ensino vocacional optam pelas universidades politécnicas que oferecem o que se assemelham a cursos tecnólogos no Brasil, e os 5% restantes ingressam nas universidades tradicionais. Nestas é o possível seguir carreira acadêmica e cursar doutorado. A grande maioria das instituições de ensino superior do país é pública. Para conquistar uma vaga é necessário passar por um exame rigoroso.
Referência
Para Haapanen, é uma surpresa se manter no topo de avaliações como o Pisa, já que eles não trabalham com nenhum tipo de exame que afere a qualidade do ensino. “Raramente nossos moradores vão estudar em outra cidade”, diz.
Na Finlândia, todos os professores da rede pública têm no mínimo mestrado e a carreira é muito valorizada, inclusive pelos jovens. “Os professores têm uma reputação boa, é cultural. Muitos alunos querem ser professores porque veem a carreira como algo estável, apesar de não ter salários muitos altos.” De acordo com o representante finlandês, os docentes têm autonomia para trabalhar, podem criar seu próprio currículo sem controle do Estado, principalmente no ensino fundamental.
Um professor da rede pública da Finlândia ganha, em média, 40 mil euros por ano. Um médico no mesmo país recebe cerca de o dobro do salário.
Brasil no Pisa
O Pisa é um ranking internacional de ensino elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado a cada três anos. Em 2009, o programa avaliou 470 mil estudantes. Desse total, 20 mil eram brasileiros. O Brasil ficou com a 53ª colocação entre 65 países.
O Pisa avalia conhecimentos de leitura, matemática e ciências dos adolescentes. O Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), é quem aplica a prova no Brasil.
Fonte: G1 09/10/2011
Do G1, em Londres - A repórter viajou a convite do Senai
No país campeão do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) por dez anos consecutivos, a Finlândia, 80% dos jovens que concluem o ensino médio optam por um curso de educação profissionalizante, chamada de educação vocacional, e não seguem para a universidade.
O curso tem duração de três anos e é oferecido em tempo integral. Os estudantes que querem seguir carreira no ensino técnico podem ainda optar por uma especialização depois de três anos e uma espécie de mestrado após cinco anos da conclusão do ensino técnico. O ensino é público.
“O objetivo desta modalidade de ensino é preparar o jovem para a vida profissional. 80% dos jovens que vão para o ensino vocacional já seguem para o mercado de trabalho”, afirma Matti Haapanen, da delegação da Finlândia, um dos 51 países que participam da 41ª edição da World Skills, em Londres, na Inglaterra. O evento reúne cerca de mil estudantes e termina neste domingo (9).
Algumas escolas, principalmente no sul do país, oferecem as duas modalidades de ensino médio (regular e técnico) concomitantemente. Porém, de acordo com Haapanen, ainda é pequena a porcentagem dos estudantes que optam em fazer ambos os cursos de forma conjunta.
Segundo Haapanen, 15% dos egressos do ensino vocacional optam pelas universidades politécnicas que oferecem o que se assemelham a cursos tecnólogos no Brasil, e os 5% restantes ingressam nas universidades tradicionais. Nestas é o possível seguir carreira acadêmica e cursar doutorado. A grande maioria das instituições de ensino superior do país é pública. Para conquistar uma vaga é necessário passar por um exame rigoroso.
Referência
Para Haapanen, é uma surpresa se manter no topo de avaliações como o Pisa, já que eles não trabalham com nenhum tipo de exame que afere a qualidade do ensino. “Raramente nossos moradores vão estudar em outra cidade”, diz.
Na Finlândia, todos os professores da rede pública têm no mínimo mestrado e a carreira é muito valorizada, inclusive pelos jovens. “Os professores têm uma reputação boa, é cultural. Muitos alunos querem ser professores porque veem a carreira como algo estável, apesar de não ter salários muitos altos.” De acordo com o representante finlandês, os docentes têm autonomia para trabalhar, podem criar seu próprio currículo sem controle do Estado, principalmente no ensino fundamental.
Um professor da rede pública da Finlândia ganha, em média, 40 mil euros por ano. Um médico no mesmo país recebe cerca de o dobro do salário.
Brasil no Pisa
O Pisa é um ranking internacional de ensino elaborado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado a cada três anos. Em 2009, o programa avaliou 470 mil estudantes. Desse total, 20 mil eram brasileiros. O Brasil ficou com a 53ª colocação entre 65 países.
O Pisa avalia conhecimentos de leitura, matemática e ciências dos adolescentes. O Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC), é quem aplica a prova no Brasil.
Fonte: G1 09/10/2011
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