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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Textos do III Congresso Ibero-Americano de Compreensão leitora já podem ser acessados na web

Já encontram-se no site http://leituras.literaturas.pro.br os textos na íntegra apresentados no III Congresso Ibero-Americano de Compreensão Leitora - COMLEI, em duas listagens: por título do trabalho e por autor, ambas em ordem alfabética.
O III COMLEI aconteceu em outubro, em Brasília.

Inscrições para o Concurso Cultural Ano Internacional da Biodiversidade são prorrogadas até 15 de dezembro

As inscrições para o Concurso Cultural Ano Internacional da Biodiversidade: refletir, agir e preservar!, lançado por Edições SM no Ano Internacional da Biodiversidade, foram prorrogadas até o dia 15 de dezembro. A iniciativa permite que professores com agendas comprometidas nesta fase final do ano letivo tenham a oportunidade de enviar seus projetos no prazo e concorrer à divulgação de seu trabalho nas escolas públicas e privadas do país, a uma viagem para conhecer projetos de preservação da biodiversidade no Brasil e um kit com livros e DVDs relacionados ao tema.

O concurso tem como objetivo incentivar, valorizar e divulgar experiências educativas de qualidade que contribuam com o desenvolvimento do senso crítico e o compromisso socioambiental dos alunos, a fim de potencializar o papel da escola como espaço de conscientização e mobilização social.

Professores de todo o país podem participar com projetos. Basta que as iniciativas de conscientização envolvam grupos de dois a três professores, em que estejam representadas pelo menos duas disciplinas diferentes. Os três níveis de ensino e as redes pública e particular são contemplados separadamente, totalizando seis categorias, sendo três para escolas públicas e três para as privadas: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Os trabalhos devem ser desenvolvidos dentro dos seguintes temas: Mudanças climáticas, Água e Biomas.

Essa iniciativa faz parte de um projeto maior, a Campanha da Biodiversidade, uma ação que visa a reunir e disponibilizar recursos para contribuir com o trabalho de sensibilizar crianças e jovens sobre os problemas ambientais. Foi inspirada na declaração de 2010 como Ano Internacional da Biodiversidade, feita pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Para Edições SM, a atenção voltada ao tema representa uma oportunidade de promover uma reflexão mais ampla a respeito da importância vital da biodiversidade para o bem-estar e para a sobrevivência da espécie humana – e a escola é um espaço essencial para a formação da consciência ambiental.

A campanha mantém conteúdo sobre o tema no site
www.campanhadabiodiversidade.com.br. Nele, os professores encontram sugestões de atividades para diferentes disciplinas e níveis de ensino, assim como indicação de recursos complementares: sites, blogues, vídeos e outros materiais para enriquecer o debate. Profissionais da educação também podem contribuir com informações, conteúdos e links, intensificando a troca de experiências através do site.
Fonte: Assessoria de Imprensa

Narradores de Javé: a memória entre a tradição oral e a escrita


Pegamos caronma na dica do projeto A tarde e Educação, do jornal A Tarde (BA) e divulgamos abaixo artigo de Maria Aparecida Bergamaschi sobre o filme Narradores de Javé. Leia o texto e veja como você pode trabalhar com ele e/ou o filme com seus alunos. Boa leitura!!!
Começo minha fala a partir do que considero desencadeador do enredo do filme de Eliane Caffé: o prazer de “contar causos” para passar o tempo. Penso que o filme é uma homenagem aos contadores de histórias, aos contadores de causos. Se ocorridos ou inventados não importa, o que quero destacar é a sedução que exercem. O passageiro que perde o horário da embarcação ganha o abrigo (o quartinho dos fundos), mas, principalmente, ganha o entretenimento, a história do Vale de Javé narrada como se acontecida. Se Homero é evocado no filme para comparação com Antônio Biá é porque, com igual importância, podemos evocar os contadores dos contos de uma tradição brasileira, ameríndia e afro-descendente.

Também gostaria de destacar outro aspecto forte que o filme suscita e que remete à história do Brasil: o acesso à terra, o direito ancestral dos povos americanos, direito que é continuamente usurpado por outra forma de relação com a terra introduzida nesse continente pelos europeus desde os primórdios da colonização. Desde então ocorrem contínuas migrações como a mostrada pelo filme e forjam uma legião infinita de sem-terras. A terra, cujos limites eram cantados, porque, como organismo vivo escuta e sente, respondendo aos anseios da vida das pessoas que a cultivam e que nela habitam com reverência. Transformada em propriedade porque entra em cena outra concepção de mundo e outra forma de ocupação: a exploração da terra, o lucro, o bem da maioria em detrimento dos “tantos” que perdem a terra e pedaços de vida (como diz o personagem do filme).

Bem, após essas considerações passo a abordar dois temas que sinto fortes no filme e acredito que foram eles que me mobilizaram para essa conversa: a memória e a oralidade, que os narradores de Javé confrontam com a escrita. O filme mostra a memória dinâmica e não como algo guardado em uma “caixa secreta”, em um baú, como costumamos dizer e que, em algum momento, é resgatada. Acredito que a memória é trabalho, como diz Ecléa Bosi, é imaginação, como mostram os narradores de Javé. Memória: lembrança e esquecimento; memória: trabalho de criação em função do presente.

Diante da ameaça concreta de inundação de suas terras e sem nenhuma documentação formal que comprove que elas lhes pertencem, surge a necessidade de usar a escrita – até então rechaçada (rechaço evidenciado no filme pelo desprezo ao morador que escrevia), a escrita, a ferramenta do Outro – revelador de uma outra cultura é requisitada como última chance de manter suas as terras que foram ocupadas através de outras migrações, em tempos ancestrais. Passam então a realizar um trabalho de memória, evocando lembranças, imaginando um passado épico, uma “história grande” do Vale de Javé, com heróis forjados e requisitados pelos homens – Indalécio – e pelas mulheres mais ousadas – a Maria Dina. E, nessa trama que visa buscar as origens de Javé, aparecem múltiplos elementos da memória individual e coletiva, como por exemplo, a história dos gêmeos, presente nos mitos de origem dos povos indígenas brasileiros. Ex. o mito de origem do povo Guarani também existem gêmeos, que são gerados cada um com um pai.

A relação entre história e memória é intensa e aparece em sua complexidade que dificulta colocar no papel, no “livro da salvação” as lembranças, as histórias contadas, “as idéias que estão na cabeça”. Aparecem no filme memória e história com suas peculiaridades: a história, filha de memória não pode com ela ser confundida e nem, tampouco há uma linearidade de produção da história como registro de lembrança dos fatos do passado. A memória, matéria prima da história é, como esta, produzida num campo de poder, evidenciados no filme por uma disputa para registrar lembranças de pessoas e famílias de maior prestígio. Le Goff (1996) explica que as sociedades “cuja memória social é, sobretudo oral ou que estão em vias de constituir uma memória coletiva escrita” permitem compreender a luta pelo domínio da memória. Diz também o autor que uma das preocupações dos indivíduos e grupos que dominam as sociedades é de tornarem-se também donos das lembranças e dos esquecimentos.

Portanto, história e memória são construções e ocorrem num campo de disputas como bem mostra o filme, em que cada família, cada morador tem a sua versão, constrói um passado para Javé, a partir de seus interesses pessoais e familiares. Vemos também os jogos de sedução de Biá, encarregado dos registros e que usa o poder da escrita para “tirar vantagem” em relação as pessoas que escolhe para registrar as narrativas.

Memória para os gregos antigos era Mnemosyne, filha de Urano (o céu) e Gaia (a Terra). Com Zeus Mnemosyne gerou nove filhas, as musas, responsáveis pela inspiração. Entre elas Clio, a musa da história. A memória, nesse entendimento tem a força da natureza e que, na belíssima exposição HomemNatureza, no Museu da UFRGS, é elemento forte e presente nos entrelaçamentos cultura-natureza. A memória é constituída a partir do presente e tem como função principal manter a coesão do grupo, identificando-os como uma “comunidade de memória”, produzida, criada, como mostram as narrativas dos moradores de Javé. No filme, cada pessoa, especialmente as mais velhas, requer para si o papel de guardiã da memória e o passado épico é recriado como estratégia de luta para manutenção da terra diante da ameaça concreta de inundação provocada pela construção de uma barragem.

A memória, entre lembranças e esquecimentos seleciona a partir dos anseios individuais e coletivos do presente, os fatos que devem e podem ser lembrados e ou esquecidos. E, nesse sentido, o filme mostra as diferentes versões do passado, cada uma com sua legitimidade, cada uma forjada por relações de afetos e desafetos: a disputa dos irmãos envolvendo heranças; o herói versus a heroína lembrada pelas mulheres e desconstruída por lembranças masculinas. A disputa por uma memória épica de grandes feitos ou de um passado fracassado reafirma a memória afetiva, “que tem no coração das pessoas um lugar único e especial”, como lembra
Carreiro ao comentar o filme.

O que interessa naquela situação é falar da fuga ou da retirada? Falar do medo e das frustrações ou da coragem dos ancestrais? São elementos que vem a tona e que a memória oral, com sua dinâmica, dá conta de todos esses conflitos, porém, na iminência de tornar essas narrativas fixas, a necessidade de uma verdade científica, comprovada e, se possível, documentada para escrever. O “terror da escrita” diz Lefrevre, ao abordar os conflitos vividos na modernidade ocidental que processual e conflitivamente abandona a tradição oral e adere à escrita como linguagem principal e de maior poder. Exemplo também são as experiências do povo Guarani com o qual trabalho, que explicitam o cuidado com a memória oral, com as idéias que “guardam na cabeça”, mesmo ao adquirirem a necessária escrita, que dá conta do presente e das relações que precisam estabelecer com as sociedades não indígenas.

Nas sociedades de tradição oral não há necessidade de memorização integral, palavra por palavra, mas o comportamento narrativo como papel mnemônico tem a função de atualizar o passado: “enquanto a reprodução mnemônica palavra por palavra está ligada à escrita, as sociedades sem escrita, excetuando certas práticas de memorização das quais a principal é o canto, atribuem à memória mais liberdade e mais possibilidades criativas”, diz Le Goff e que fica visível no filme: a principal concordância nas narrativas são os limites cantados da terra cultivada por cada família ou grupo.

A escrita, temida pelo povo de Javé, altera a relação com as palavras, fixa as idéias, rouba-lhe o movimento. A escrita é a anti-fala diz Lefevre (1991, p. 164-165), embora também afirme que a escrita jamais consegue suplantar completamente a tradição oral. “O importante é notar o caráter imperativo da escrita e do inscrito e sua duração. A escrita faz a lei. Muito mais ainda, ela é a lei. (…) ela obriga pela atitude imposta, pela fixação, pela recorrência implacável, pelo testemunho (transmissão e ensino) e pela historicidade assim estabelecida para a eternidade”.

Jack Goody (1996), estudioso da tradição oral de povos africanos, oferece alguns elementos para pensar a relação entre escrita e memória oral e a interferência da escrita que penso ser um dos elementos de reflexão proposta por Eliane Caffé. Diz o autor que nas sociedades orais a tradição é transmitida através da comunicação pessoal, das trocas que vão acompanhando o processo de esquecer ou de transformar fatos do vivido que deixam de ser necessários ou pertinentes, ao contrário das sociedades com escrita, cujo passado não pode ser modificado e é considerado distante, separado do vivido. A oralidade permite um refazer constante do passado a ponto de não separá-lo do presente.

Porém, vemos no final do filme uma reconciliação entre oral e escrito, momento em que Biá começa a escrever afoitamente no “livro da salavação”, talvez pela força do acontecimento que literalmente traga Javé. Penso que é um pouco o que diz Michel de Certeau (1988), ao analisar as relações entre oralidade e escrita. Considera impossível dissociar as duas práticas diante da força da memória e da tradição oral: “somente uma memória cultural adquirida de ouvido, por tradição oral, permite e enriquece aos poucos as estratégias de interrogação semântica cujas expectativas a decifração de um escrito afina, precisa ou corrige”, relativizando assim a pretensão de uma única produção favorecida sobremaneira pela escrita, em detrimento da oralidade. É também uma evidência que os registros escritos não apagam a experiência vivida, da memória que produz marcas indeléveis nos corpos e que a própria polissemia da leitura revela.

Creio que, com essas idéias, podemos iniciar um debate acerca das questões evocadas pelos Narradores de Javé e que são pertinentes hoje, como alerta Le Goff acerca da atualidade do tema: “a memória é um elemento essencial do que se costuma chamar identidade, individual ou coletiva, cuja busca é uma das atividades fundamentais dos indivíduos e das sociedades de hoje, na febre e na angústia”.

Referências Bibliográficas
BERGAMASCHI, M. A. Nembo’e. Enquanto o encanto permanece! Processos e práticas de escolarização nas aldeias Guarani. 2005. 270f. Tese de doutorado apresentada na Faculdade de Educação. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
BOSI, Eclea. Memória e Sociedade: lembrança de velhos. São Paulo: T.A. Queiroz, 1983.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: 1. Artes de fazer. 3a ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.
GOODY, Jack y WATT, Ian. Las consecuencias de la cultura escrita. In. GOODY, Jack (comp.). Cultura escrita en sociedades tradicionales. Barcelona, España: Gedisa, 1996, p. 39-82.
LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1996.
LEFEBVRE, Henri. A vida cotidiana no mundo moderno. São Paulo, Ática, 1991.
Fonte:
http://filmes.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=116

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Grupo Projetos de Leitura lança segunda coletânea de textos criados por estudantes de Escolas Públicas

Um livro recheado de histórias surpreendentes, lirismo, muita emoção e grande incentivo pedagógico. Esses são apenas alguns predicados que classificam “As 50 Melhores Crônicas do Ler é Bom, Experimente – Volume 2”. O livro traz crônicas escritas por alunos da Rede Pública de Ensino, selecionadas a dedo, por meio de um concurso literário em escolas de todo o Brasil e, ainda, crônicas inéditas dos escritores Pedro Bandeira e Laé de Souza.


Publicado pela Editora Ecoarte, o lançamento do livro será realizado no dia 9 de novembro, às 20h, na UNICID - Universidade Cidade de São Paulo, e estará disponível pelo valor simbólico de R$5,00. Na ocasião o publico contará com a presença de alunos autores e ainda do coordenador do projeto, o escritor Laé de Souza, que irá autografar a obra juntamente com os estudantes.
Incentivo a Leitura
A obra, é uma das etapas do projeto “Ler é Bom, Experimente!”, desenvolvido em todo o país pelo Grupo Projetos de Leitura e que conta com o patrocínio da Cia de Seguros Aliança do Brasil.

Para o coordenador do projeto, a leitura e a escrita devem ser encaradas como práticas essenciais à construção de cidadãos mais conscientes. “Nosso trabalho tem como objetivo formar uma nova geração de leitores. Eu como educador sei que isso não é uma tarefa fácil, mas acredito que não seja uma missão impossível quando oferecemos condições”, destaca Laé de Souza.

Laé de Souza acredita ainda que a leitura e a escrita precisam ser fomentadas como uma forma de prazer e não de maneira obrigatória, tendo o professor um papel fundamental nesse contexto. “Muitas vezes é na sala de aula que se descobre o mundo mágico da literatura. Os educadores precisam mostrar aos estudantes que a leitura é uma das grandes ‘chaves’ para abrir um incrível mundo de possibilidades”, opina.

LANÇAMENTO:
Onde: UNICID - Universidade Cidade de São Paulo – Tenda da Caravana da Leitura – montada no Bloco Alfa
Rua Cesário Galeno, 448 – Tatuapé - São Paulo – SP.
Quando: 9 de novembro, às 20h
Preço no lançamento: R$5,00

Mais informações: http://www.projetosdeleitura.com.br/ Fonte: Assessoria de Imprensa

Site do Vamos Ler de cara nova!

O site do programa de Jornal e Educação Vamos Ler, do Jornal da Manhã, de Ponta Grossa/PR. está de cara nova. Uma das seções mais visitadas é a de atividades com jornal, por isso, compartilhamos com vocês uma atividade realizada pela professora Dayme Bençal, de Castro/PR. Parabéns à professora e a seus alunos pela iniciativa!

TRANSPOSIÇÃO DO TEXTO VERBAL PARA O NÃO-VERBAL
Atividade realizada em maio de 2010

Escola: Colégio Emília Erichsen

Cidade: Castro/PR

Professora: Dayme Bençal

Turma: 6ª série (ver foto abaixo)

Objetivo e Metodologia: Durante um estudo sobre as reportagens de jornal, a professora pediu que os alunos escolhessem uma delas e passassem para a linguagem não-verbal.

No momento, a turma estava também envolvida em uma campanha solidária, e isso motivou que a matéria escolhida fosse sobre uma campanha de arrecadação de roupas.

A escola está arrecadando agasalhos para doar às crianças de um bairro rural (Guararema), em Castro.





Resultados esperados e alcançados: “O resultado superou as expectativas, pois os alunos se mostraram preocupados com a questão da solidariedade.” (Professora Dayme)

Sugestão de atividade com jornal: “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying”

O jornal A Tarde (BA) publicou a matéria “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying” e a turma do programa A Tarde Educação já pensou em uma atividade a ser feita na escola com os alunos. Se você não é da Bahia, não há problemas. Você pode ler a sugestão de atividades e pensar em adaptar a sua cidade e a suas condições. Boa leitura!

Assunto: bullying
Tema Transversal: Ética
Áreas do conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática

Proposta de atividade:
Fazer Levantamento dos conhecimentos dos alunos em torno do tema bullying e de experiências pessoais
Leitura da matéria “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying”, publicada no jornal A Tarde no dia 29/10/10 pelos alunos.


Obs.: Professores(as) vocês podem usar matérias sobre bullying de jornais de dias anteriores ou retiradas do portal de jornais na internet.
  • Debater sobre o assunto, mostrando que aquilo que pensam ser uma simples brincadeira pode trazer algum sofrimento para o colega e que, de acordo com a intenção, repetição e motivação, pode ser caracterizado o fenômeno bullying.
  • Leitura do texto “Bullying: o exercício da intimidação”.
  • Pedir que os alunos pesquisem pela internet ou em bibliotecas sobre o assunto.Estimular a produção de questionário pelos alunos sobre práticas que podem caracterizar bullying e aplicar com alunos de outras turmas da escola que estuda.
  • Sistematizar em forma de gráfico após o levantamento dos dados do questionário.Colher depoimentos dos alunos relacionados à prática do bullying.
  • Divulgar das pesquisas realizadas na escola e que as outras turmas possam ter acesso.
  • Apresentar na escola de uma peça de teatro sobre bullying, escrita pelos próprios alunos.
  • Fazer montagem de um mural com exposição das pesquisas e descobertas, tentando sensibilizar toda a comunidade escolar.
  • Trabalhar criação artística ( rap, paródia, charge, tirinhas, etc.).Elaboração de um folheto informativo contendo os principais dados sobre bullying e suas características para ser distribuído na escola.

Fonte: Blog A Tarde Educação

Como falar de perda com uma criança?

Por Waleska Andrade / Blog O POVO na Educação
A dica de hoje é da leitura da Revista Educação Pública: Como falar de morte com uma criança? Um problema em que ninguém gosta de tocar, mas que inevitavelmente acontecerá com todos nós: a morte.

Como informar a morte para uma criança? De acordo com essa matéria, só depois dos sete anos ela percebe a morte como algo ruim.

Apesar disso, não se deve esconder dela esse acontecimento: dizer que a pessoa foi fazer uma viagem não é uma boa opção, pois a criança pode pensar que todos que farão uma viagem nunca mais voltarão.

A solução é responder às perguntas de forma simples e com frases curtas, de modo que a criança entenda que se trata de algo natural que acomete todos os seres vivos

Importante deixar claro que essa é uma ação que acontecerá com os animais, seus bichinhos de estimação, com as plantas e todos os outros seres vivos.

Pais, conversem mais com seus filhos. Diálogo é a educação do amor, da presença e da coragem!
Gera indivíduos mais corajosos, capazes de enfrentar com mais facilidade as adversidades da vida, sem mentiras ou falsas impressões. O texto é bem interessante e vale a pena!