A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados e a Frente Parlamentar Mista da Leitura no Congresso Nacional promovem na próxima quinta-feira (20/05) o II Seminário do Livro e da Leitura no Brasil, que terá como tema “Estado e sociedade: a leitura na era do livro digital”.
O evento terá quatro painéis de debates, que abordarão os seguintes temas: "Políticas Públicas para o livro e a leitura"; "Leitura e educação na era do livro digital"; "O mercado editorial da era do livro digital"; e "Direitos autorais na era do livro digital". Será realizado das 9h às 17h, no Auditório Nereu Ramos, Anexo II da Câmara dos Deputados.
“Realizamos o primeiro seminário em 2008, quando discutimos as políticas públicas para o livro e a leitura no Brasil. A partir do primeiro encontro, retomamos as negociações entre poder público e setor privado para a criação do Fundo Setorial Pró-Leitura, cujo projeto de lei deve ser encaminhado pelo Governo ao Congresso Nacional no próximo mês. Espero que uma nova frente de trabalho surja desse segundo seminário, mobilizando todas as forças do setor do livro e da leitura em torno de objetivos iguais”, afirma o deputado federal Marcelo Almeida, presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura e organizador do evento.
As inscrições podem ser feitas pelo site www.frentedaleitura.com.br. Informações pelos telefones (61) 3215-5728 (Gabinete do Dep. Fed. Angelo Vanhoni) ou (61) 3215-5728 (Gabinete do Dep. Fed. Marcelo Almeida).
PROGRAMAÇÃO
09h – Cerimônia de Abertura
Silvana Meireles, Secretária de Articulação Institucional do Ministério da Cultura
Jane Cristina da Silva, Diretora Geral de Materiais Didáticos da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação
Deputado Federal Angelo Vanhoni, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados
Deputado Federal Marcelo Almeida, presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura no Congresso Nacional
Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL)
Milena Duchiade, representantes da Associação Nacional de Livrarias (ANL) e da Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro (AEL-RJ)
Mauro Calliari, presidente interino da Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros)
Joaquim Maria Botelho, Presidente da União Brasileira de Escritores
10h – Painel 1
Políticas públicas para o livro e a leitura. O valor da leitura na formação cultural de um povo.
Painelistas:
Fabiano dos Santos, Diretor do Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura
José Castilho Marques Neto, Secretário Executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura
Ednei Procópio
Moderador: Deputado Federal Marcelo Almeida, presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura no Congresso Nacional
11h15 – Painel 2
Leitura e educação na era do livro digital.
Painelistas:
Jane Cristina da Silva, Diretor do Livro, Diretora Geral de Materiais Didáticos, da Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação Básica, da Secretaria de Educação Básica do MEC
Mauro Calliari, Presidente interino da Associação Brasileira de Editores e Livros Escolares
Marisa Lajolo, Pós Doutorado na Brown University e Doutorado pela Universidade de São Paulo em Letras, Teoria Literária e Literatura Comparada
Moderador: Deputado Federal Angelo Vanhoni, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados
12h30 – Intervalo Almoço
14h00 – Painel 3
O mercado editorial na era do livro digital.
Painelistas:
Joaquim Maria Botelho, Presidente da União Brasileira de Escritores
Rosely Boschini, Presidente da Câmara Brasileira do Livro
Milena Duchiade, Representante da ANL e AEL-RJ
Moderador: Deputado Federal Chico Alencar, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados
15h45 – Painel 4
As diversas plataformas de leitura e os Direitos autorais na era do livro digital.
Painelistas:
Antônio Simão Neto, Representante Brasileiro da Federação Internacional para o Processamento da Informação (IFIP), organismo consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO)
Marcos Alves de Souza, Diretor de Direitos Intelectuais do Ministério da Cultura
Moderador: Deputado Federal Marcelo Almeida, presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura no Congresso Nacional
17h00 – Encerramento
Fonte: NQm Comunicação
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Curso Mídias na Educação inicia ciclo avançado
O Curso Mídias na Educação, programa de formação on line sobre o uso das tecnologias da informação no ambiente educativo, promovido pela Secretaria de Educação a Distância do MEC, implementado, em São Paulo, pelo Núcleo de Comunicação e Educação da USP (NCE-USP), numa parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), responsável pela certificação, estará dando início, a partir de 31 de maio de maio, ao “Ciclo Avançado”, beneficiando os cursistas aprovados nas fases básicas e intermediárias.
A propósito, a coordenadora geral do Mídias na Educação, no âmbito do NCE/USP, Patrícia Horta, comenta:
"Será um desafio e uma oportunidade. Sabemos do desejo dos educadores em obter o grau de especialista. E contamos com eles para a realização de uma formação que possa significar uma melhoria na realidade escolar e no conhecimento sobre o uso das mídias em projetos educomunicativos".
Já em agosto, o NCE-USP espera estar acolhendo mais uma turma de iniciantes, constituindo o ciclo básico da 4ª oferta do Programa. No caso, serão beneficiados especificamente educadores da Prefeitura e do Estado de São Paulo. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: relatorio4o@gmail.com.
Fonte: Boletim Educomunicador nº 56
A propósito, a coordenadora geral do Mídias na Educação, no âmbito do NCE/USP, Patrícia Horta, comenta:
"Será um desafio e uma oportunidade. Sabemos do desejo dos educadores em obter o grau de especialista. E contamos com eles para a realização de uma formação que possa significar uma melhoria na realidade escolar e no conhecimento sobre o uso das mídias em projetos educomunicativos".
Já em agosto, o NCE-USP espera estar acolhendo mais uma turma de iniciantes, constituindo o ciclo básico da 4ª oferta do Programa. No caso, serão beneficiados especificamente educadores da Prefeitura e do Estado de São Paulo. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail: relatorio4o@gmail.com.
Fonte: Boletim Educomunicador nº 56
Encontro pretende fortalecer política de educação integral
Com 2,1 milhões de estudantes em escolas públicas de educação integral, nos 26 estados e no Distrito Federal, o Ministério da Educação realiza este mês o 1º Seminário Nacional de Educação Integral. O evento acontece de 18 a 21, na Academia de Tênis, em Brasília. Aprofundar e fortalecer a política pública de educação integral está entre os objetivos do encontro.
Participam do seminário os 405 coordenadores municipais e os 27 coordenadores estaduais do programa Mais Educação, as universidades públicas parceiras do programa, o comitê nacional do Mais Educação, centros de formação de professores, representantes do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), comissões de educação da Câmara dos Deputados e do Senado.
A agenda do seminário consta de mesas de debates que abordarão temas como o currículo da educação integral, a formação dos educadores, gestão e financiamento; colóquios que vão tratar do programa em relação a educação no campo, aos direitos humanos, às pessoas com deficiência; grupos de trabalho e plenárias.
Experiências desenvolvidas nas escolas estarão presentes. Será exibido um documentário de 26 minutos sobre atividades em tempo integral de escolas de Belo Horizonte, Recife, Ananindeua (PA) e Diadema (SP). Alunos, professores, pais, monitores, agentes culturais contam como participam, o que fazem e o que isso representa na vida de suas escolas e comunidades. Haverá uma exposição de 55 cartazes que mostram um pouco das experiências, selecionados entre as escolas do programa, e lançamentos de cadernos pedagógicos e de Direitos Humanos. Os participantes vão conhecer ainda o Jornal Escolar, que reúne uma mostra de jornais produzidos pelos estudantes do Mais Educação.
Programa
O Mais Educação existe desde 2008 como política de educação integral pública. O programa é desenvolvido em áreas de risco social e regiões metropolitanas, e a cada ano agrega mais alunos e mais escolas. Em 2010, o Mais Educação habilitou 10.042 escolas, sendo 9.907 do ensino fundamental e 135 do ensino médio. Esse conjunto de escolas deve atender 2,1 milhões de alunos. O investimento do governo federal será de R$ 382 milhões.
Fonte: Portal do MEC
Participam do seminário os 405 coordenadores municipais e os 27 coordenadores estaduais do programa Mais Educação, as universidades públicas parceiras do programa, o comitê nacional do Mais Educação, centros de formação de professores, representantes do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), comissões de educação da Câmara dos Deputados e do Senado.
A agenda do seminário consta de mesas de debates que abordarão temas como o currículo da educação integral, a formação dos educadores, gestão e financiamento; colóquios que vão tratar do programa em relação a educação no campo, aos direitos humanos, às pessoas com deficiência; grupos de trabalho e plenárias.
Experiências desenvolvidas nas escolas estarão presentes. Será exibido um documentário de 26 minutos sobre atividades em tempo integral de escolas de Belo Horizonte, Recife, Ananindeua (PA) e Diadema (SP). Alunos, professores, pais, monitores, agentes culturais contam como participam, o que fazem e o que isso representa na vida de suas escolas e comunidades. Haverá uma exposição de 55 cartazes que mostram um pouco das experiências, selecionados entre as escolas do programa, e lançamentos de cadernos pedagógicos e de Direitos Humanos. Os participantes vão conhecer ainda o Jornal Escolar, que reúne uma mostra de jornais produzidos pelos estudantes do Mais Educação.
Programa
O Mais Educação existe desde 2008 como política de educação integral pública. O programa é desenvolvido em áreas de risco social e regiões metropolitanas, e a cada ano agrega mais alunos e mais escolas. Em 2010, o Mais Educação habilitou 10.042 escolas, sendo 9.907 do ensino fundamental e 135 do ensino médio. Esse conjunto de escolas deve atender 2,1 milhões de alunos. O investimento do governo federal será de R$ 382 milhões.
Fonte: Portal do MEC
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Uso do celular em sala de aula será discutido em oficina durante seminário em Campinas
As educadoras Ângela Junker (FOTO 1) e Elizena Cortez (FOTO2) fazem parte do projeto Correio na Escola, do jornal Correio Popular, de Campinas/SP. Durante o V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal – Educação, Mídia e Formação Docente, que se realizará na UNICAMP, entre os dias 14 e 16 de julho, elas darão a oficina “Leitura de Diferentes Mídias e Uso de Celular na Sala de Aula”. Para conhecer um pouco mais sobre o que pensam as educadoras e como será a oficina, entrevistamos as duas.
Qual a importância dos educadores discutirem mídia na escola?
A possibilidade do professor agregar novos recursos como suportes midiáticos em sala de aula implica na oportunidade de facilitar o desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma mais contextualizada.
O nosso aluno não é um imigrante digital, pois já nasce inserido no contexto midiático e se utiliza desses recursos para a sua interação social. Os textos, imagens e sons tornam-se disponíveis à medida que o usuário percorre as ligações existentes entre eles e os utiliza no cotidiano, portanto se a maior parte do tempo escolar, os nossos alunos passam na escola, como vão desassociar esses recursos de sua vida acadêmica?
A possibilidade do professor agregar novos recursos como suportes midiáticos em sala de aula implica na oportunidade de facilitar o desenvolvimento dos conteúdos programáticos de forma mais contextualizada.
O nosso aluno não é um imigrante digital, pois já nasce inserido no contexto midiático e se utiliza desses recursos para a sua interação social. Os textos, imagens e sons tornam-se disponíveis à medida que o usuário percorre as ligações existentes entre eles e os utiliza no cotidiano, portanto se a maior parte do tempo escolar, os nossos alunos passam na escola, como vão desassociar esses recursos de sua vida acadêmica?
O que vocês pensam do uso do celular na sala de aula? Como os professores podem se aproveitar dessa tecnologia?
De acordo com a Lei aprovada pelo governador de SP José Serra, que proíbe o celular em sala de aula, essa mesma Lei não prevê o seu uso como um suporte pedagógico. Mas independente de Lei, propomos o uso do celular como de forma dirigida pelo professor, como um suporte pedagógico que sirva de ponte, de encontro entre produções textuais diferentes e que propicie o fim das rígidas fronteiras entre os textos. O uso do celular programado pode ser um facilitador da leitura/navegação e convida o leitor a construir ativamente seu próprio percurso pelos signos e hipertexto.
De acordo com a Lei aprovada pelo governador de SP José Serra, que proíbe o celular em sala de aula, essa mesma Lei não prevê o seu uso como um suporte pedagógico. Mas independente de Lei, propomos o uso do celular como de forma dirigida pelo professor, como um suporte pedagógico que sirva de ponte, de encontro entre produções textuais diferentes e que propicie o fim das rígidas fronteiras entre os textos. O uso do celular programado pode ser um facilitador da leitura/navegação e convida o leitor a construir ativamente seu próprio percurso pelos signos e hipertexto.
Existe disposição dos educadores, em geral, para trabalhar com mídia na escola?
Não, pois há um receio em dominar as diferentes mídias, pois nós, professores, ao contrário de nossos alunos, somos imigrantes digitais e não tivemos uma formação adequada para trabalhar com esse tipo de linguagem.
Não, pois há um receio em dominar as diferentes mídias, pois nós, professores, ao contrário de nossos alunos, somos imigrantes digitais e não tivemos uma formação adequada para trabalhar com esse tipo de linguagem.
O que o grupo RAC tem oferecido aos educadores que fazem parte do programa Correio Escola em termos de oficinas e capacitações?
O grupo RAC, pelo seu Departamento de Educação, busca as diferentes formas de apresentação de um trabalho com a mídia impressa e outros recursos midiáticos para a atualização dos professores, que se inscrevem a cada ano para o curso de extensão “A importância da leitura e prática do texto jornalístico.”
Partindo do pressuposto de que os conceitos piagetianos como “esquema, assimilação, acomodação e equilíbração”, que são usados para explicar como e por que o desenvolvimento cognitivo ocorre, utiliza os jornais, demais publicações da mídia escrita, palestras com jornalistas e professores de diferentes universidades, práticas pedagógicas com jargão e gêneros jornalísticos, para que os professores inscritos não se limitem somente às práticas pedagógicas usuais, mas também estejam capacitados para trabalhar o processo de aquisição de conhecimento utilizando-se das diferentes linguagens e diferentes mídias na sua prática de sala de aula.
Vocês darão a oficina “Leitura de diferentes mídias e uso de celular na sala de aula”. Como vão desenvolvê-la? O que os professores podem esperar dela?
A nossa abordagem será focada no histórico da origem da escrita e da necessidade de registrar os acontecimentos desde que a escrita surgiu com o homem primitivo no tempo das cavernas, quando este começou a gravar imagens nas paredes.
Os meios de comunicação atuais podem dar continuidade ao desenvolvimento da linguagem escrita e de outros suportes comunicacionais, como as diferentes mídias, o celular e a interação com as novas possibilidades que eles proporcionam para as atividades pedagógicas.
O V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal – Educação, Mídia e Formação Docente é uma promoção da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Programa Jornal e Educação/Associação Nacional de Jornais (ANJ), Faculdade de Educação da UNICAMP e Grupo ALLE, e Rede Anhanguera de Comunicação. Conta ainda com apoio da CAPES, FAEPEX, FAPESP e CNPQ.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Embaixada da França realiza atividades culturais em Brasília
Durante o mês de maio a França estará representada em diversas atividades culturais em Brasília, coordenadas pela Embaixada.
A partir do dia 7 de maio começa o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, criado em 1999 no Fórum das Imagens de Paris. A ideia deste festival de curta metragem é promover os filmes no formato curtíssimo (no máximo três minutos de duração, exceto título e créditos).
Cada ano, cerca de cinquenta filmes curtíssimos, são selecionados entre mais de 1000 filmes de todos os continentes. São projeções organizadas simultaneamente em mais de 100 cidades e 20 países participantes.
Sexta-feira 07/05
• 20h - Seleção Nacional e Mostra-te Brasília Programação Seleção Internacional (Parte I)
Sábado 08/05
• 15h - Reprise da Progarmação Nacinonal e Internacional do dia 07/05
• 17h - Mostra "Palavra de Mulheres" (Internacional)
• 18h - Projeto Nome
• 20h - Seleção Nacional, Mostra-te Brasília e Programação Seleção Internacional (Parte II)
Domingo 09/05
• 15h - Reprise da Programação Nacinonal e Internacional do dia 08/05
• 17h - Mostra "Palavra de Mulheres"
• 18h - Reprise Projeto Nome
• 20h - Programação Seleção Internacional (Parte III) e Premiação Nacional e Local
Segunda-feira 10/05
• 10h - Mostra Especial para alunos da Escola Parque
No âmbito do projeto “A França no olhar do Brasil”, o serviço audiovisual da Embaixada da França propõe uma seleção dos melhores filmes franceses da cinemateca, escolhidos pelos maiores nomes do cinema brasileiro.
Todas as mostras serão apresentadas pelo professor e crítico de cinemaSérgio Moriconi, no Espaço Le Corbusier da Embaixada da França no Brasil (SES Av. Das Nações, Quadra 801, Lote 04, Brasilia). O convite ou a inscrição no site deve ser apresentados na entrada.
Informações: www.cinefrance.com.br/selecaocinema
Além da mostra de filmes curtíssimos e da mostra na Embaixada, no âmbito de uma parceria entre a EscolaLe Fresnoy - Estúdio Nacional das Artes Contemporâneas e o Museu da República, acontece o projeto “A Tela / l’Écran”, que oferece cursos de vídeo, fotografia, palestras de especialistas (das linguagens audiovisuais) e formação artística audiovisual de alto nível. Reúne alunos de vários países que são orientados por artistas consagrados. Entre alunos que já passaram pelo instituto estão Jean-Luc Godard, Tsai Ming-Liang e Dominique Gonzales-Foerster.
PALESTRAS
Segunda-feira 3 de Maio
19h - Palestra “Video e arte, Entre os Fins e os Meios. Comunicação, Mercado e Imaginação” com Eliezer Szturm, professora de Arte na UNB; Beatriz Medeiros, professora de Arte na UNB;
Pascale Pronnier, responsável pelos intercâmbios artísticos do Fresnoy e André Parente, professor de Arte na Universidade de Rio.
EXPOSIÇÃO
Segunda-feira 24 de Maio
19h Exposição dos trabalhos dos cursos.
MÚSICA - ComFrançois Jeanneau
Aliança Francesa de Brasília traz cursos, apresentações e concertos de jazz com François Jeanneau, saxofonista, compositor, maestro e pedagogo.
Desde 1999, ocasião de seu encontro com Walter Thompson, ele trabalha com linguagem multidisciplinar de composição/improvisação ao vivo chamada soundpainting.
Os concertos acontecerão nos seguintes dias e locais:
Duo sax + piano com Sylvia Versini, em 5 de maio, às 19h30, na Fnac do Park Shopping - Entrada gratuita
“Aperitivo musical”, duo sax + piano com Sylvia Versini, em 6 de Maio, às 20h, no Espaço Cultural Ernesto Silva, da Aliança Francesa de Brasília
Fonte: Embaixada da França no Brasil
A partir do dia 7 de maio começa o Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, criado em 1999 no Fórum das Imagens de Paris. A ideia deste festival de curta metragem é promover os filmes no formato curtíssimo (no máximo três minutos de duração, exceto título e créditos).
Cada ano, cerca de cinquenta filmes curtíssimos, são selecionados entre mais de 1000 filmes de todos os continentes. São projeções organizadas simultaneamente em mais de 100 cidades e 20 países participantes.
Sexta-feira 07/05
• 20h - Seleção Nacional e Mostra-te Brasília Programação Seleção Internacional (Parte I)
Sábado 08/05
• 15h - Reprise da Progarmação Nacinonal e Internacional do dia 07/05
• 17h - Mostra "Palavra de Mulheres" (Internacional)
• 18h - Projeto Nome
• 20h - Seleção Nacional, Mostra-te Brasília e Programação Seleção Internacional (Parte II)
Domingo 09/05
• 15h - Reprise da Programação Nacinonal e Internacional do dia 08/05
• 17h - Mostra "Palavra de Mulheres"
• 18h - Reprise Projeto Nome
• 20h - Programação Seleção Internacional (Parte III) e Premiação Nacional e Local
Segunda-feira 10/05
• 10h - Mostra Especial para alunos da Escola Parque
No âmbito do projeto “A França no olhar do Brasil”, o serviço audiovisual da Embaixada da França propõe uma seleção dos melhores filmes franceses da cinemateca, escolhidos pelos maiores nomes do cinema brasileiro.
Todas as mostras serão apresentadas pelo professor e crítico de cinemaSérgio Moriconi, no Espaço Le Corbusier da Embaixada da França no Brasil (SES Av. Das Nações, Quadra 801, Lote 04, Brasilia). O convite ou a inscrição no site deve ser apresentados na entrada.
Informações: www.cinefrance.com.br/selecaocinema
Além da mostra de filmes curtíssimos e da mostra na Embaixada, no âmbito de uma parceria entre a EscolaLe Fresnoy - Estúdio Nacional das Artes Contemporâneas e o Museu da República, acontece o projeto “A Tela / l’Écran”, que oferece cursos de vídeo, fotografia, palestras de especialistas (das linguagens audiovisuais) e formação artística audiovisual de alto nível. Reúne alunos de vários países que são orientados por artistas consagrados. Entre alunos que já passaram pelo instituto estão Jean-Luc Godard, Tsai Ming-Liang e Dominique Gonzales-Foerster.
PALESTRAS
Segunda-feira 3 de Maio
19h - Palestra “Video e arte, Entre os Fins e os Meios. Comunicação, Mercado e Imaginação” com Eliezer Szturm, professora de Arte na UNB; Beatriz Medeiros, professora de Arte na UNB;
Pascale Pronnier, responsável pelos intercâmbios artísticos do Fresnoy e André Parente, professor de Arte na Universidade de Rio.
EXPOSIÇÃO
Segunda-feira 24 de Maio
19h Exposição dos trabalhos dos cursos.
MÚSICA - ComFrançois Jeanneau
Aliança Francesa de Brasília traz cursos, apresentações e concertos de jazz com François Jeanneau, saxofonista, compositor, maestro e pedagogo.
Desde 1999, ocasião de seu encontro com Walter Thompson, ele trabalha com linguagem multidisciplinar de composição/improvisação ao vivo chamada soundpainting.
Os concertos acontecerão nos seguintes dias e locais:
Duo sax + piano com Sylvia Versini, em 5 de maio, às 19h30, na Fnac do Park Shopping - Entrada gratuita
“Aperitivo musical”, duo sax + piano com Sylvia Versini, em 6 de Maio, às 20h, no Espaço Cultural Ernesto Silva, da Aliança Francesa de Brasília
Fonte: Embaixada da França no Brasil
Práticas e políticas públicas de mídia-educação serão discutidas no V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal
Entre os dias 14 e 16 de julho acontece em Campinas o V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal, com o tema Educação, Mídia e Formação Docente. Que trará debates a respeito da relação mídia e educação a partir de mesas-redondas, conferências e oficinas, além de lançamentos de livros.O evento é organizado pela Associação de Leitura do Brasil (ALB), Programa Jornal e Educação/ Associação Nacional de Jornais (ANJ), Faculdade de Educação e Grupo de Pesquisa ALLE, da UNICAMP, e Rede Anhanguera de Comunicação. Conta com apoio da FAEPEX/UNICAMP,CAPES e CNPQ.
Uma das palestras terá como tema as práticas positivas de mídia-educação e exemplos de políticas públicas nacionais e internacionais que estimulam essa relação, colaborando com os educadores em sua formação e trabalho com a mídia junto com os estudantes. Conversamos com Alexandra Bujokas de Siqueira (FOTO), uma das palestrantes da mesa-redonda Mídia e Educação: Práticas e perspectivas de políticas públicas.
Alexandra tem 36 anos, é graduada em jornalismo, mestre e doutora em educação pela Unesp. Fez pós-doutorado em Estudos de Mídia na Open University, Inglaterra e atualmente, é professora da área de Comunicação e Educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Desenvolve um projeto de pesquisa sobre comunicação em parceria com a UNESCO.
Programa Jornal e Educação: Você acha que há no Brasil um campo fértil para discutir a relação mídia-educação? Quem está trabalhando mais com esse tema no Brasil?
Alexandra Bujokas: O Brasil já tem um longo histórico de atuação e pesquisa na área. No final dos anos 60, ainda durante o regime militar, a União Cristã Brasileira de Comunicação Social - UCBC desenvolvia projetos de leitura crítica da mídia. Nos anos 80, o título do encontro anual da Intercom foi "Comunicação e Educação: Caminhos Cruzados". Pesquisas sobre o estado da arte da pesquisa sobre comunicação e educação mostram que este é um tema já tão frequente quanto os "clássicos" da educação, tais como currículo, avaliação etc.
Hoje, empresas da área de hardware, software e telecomunicações apoiam financeiramente experiências inovadoras que levem as mídias para a escola. Uma pesquisa feita pelas professoras Sônia Cristina Vermelho e Graciela Inês Presas Areu, do Paraná, mostrou que há pesquisas sobre comunicação e educação sendo realizadas no país todo, mas que a região Sudeste é a maior produtora.
Também devemos considerar aqui as políticas públicas. Do meu ponto de vista, temos iniciativas muito importantes, é claro, que merecem ser louvadas, especialmente por serem implementadas num país do tamanho do Brasil, mas são ações isoladas que, muito comumente, sequer dialogam entre si. Falta uma política orgânica, que conceba o acesso, a avaliação e a produção de conteúdo educativo sobre mídia-educação.
PJE: E quando foi que surgiu o interesse em estudar a relação mídia-educação? Por quê?
AB: Como boa parte dos adolescentes que gostam de escrever e se interessam por tecnologia, optei pela faculdade de comunicação. Mas assim que entrei na faculdade, conheci uma abordagem crítica da mídia que falava de problemas de concentração de propriedade, compromisso ético, disparidade de poder entre mídia de um lado e a audiência do outro... que colocou todo o meu entusiasmo inicial para baixo. E o pior é que eu me sentia revoltada por não ter tido a oportunidade de aprender isso antes, no Ensino Médio, por exemplo.
Por causa disso, já na graduação, fiz meu TCC na área de comunicação e educação, e decidi trabalhar nesse campo que, em 1994, não tinha uma fração da visibilidade que tem hoje.Meu TCC foi feito numa escola municipal experimental de Bauru, SP, que seguia a pedagogia Freinet. Desenvolvi uma pequena experiência de leitura e produção de jornal escolar, aplicando conceitos da pedagogia frenetiana. De lá para cá - já são 16 anos - venho trabalhando na área.
PJE: Por que você resolveu fazer o doutorado na Inglaterra?
AB: Fiz doutorado sanduíche e pós-doutorado na Inglaterra, nas duas vezes na Faculdade de Ciências Sociais da Open University. Escolhi a Inglaterra porque é um dos países com mais tradição e, portanto, conhecimento amadurecido, sobre o que é educação para a mídia, como promovê-la e como avaliar os resultados das ações.
PJE: O que viu de interessante por lá e que poderia servir de exemplo para o Brasil, em termos de construção de uma política pública nacional?
AB: A Inglaterra é conhecida por ter um dos melhores sistemas de regulação da mídia do mundo: promove a competição pela qualidade entre os canais comerciais, mantendo um serviço público que é referência internacional, a BBC. No longo prazo, esse sistema ajudou a sedimentar a cultura da responsabilidade social da mídia que, entre outras tarefas, deve oferecer oportunidades de educação para a leitura crítica dos próprios meios.
Em 2003, a Inglaterra aprovou uma nova lei de radiodifusão que criou o Office of Communications, o Ofcom. Esse é o órgão regulador de tudo o que se refere a comunicação no país. A 11ª seção da lei diz que cabe ao Ofcom fomentar o que os ingleses chamam de media literacy e que, no Brasil, traduzimos por mídia-educação.
De lá para cá, uma série de ações foram concretizadas: são consultas públicas, produção de materiais, organização de eventos, formação de educadores, compartilhamento de melhores práticas. O que mais me chama a atenção nesse processo é que eles conseguiram criar e implementar uma polícia orgânica, que envolve diversos órgãos de governo, organizações da sociedade civil, universidades e as próprias corporações de mídia – pública e comerciais.
PJE: Como você compararia as discussões sobre mídia e educação no Brasil e na Inglaterra? As escolas daqui estão maduras para desenvolver trabalhos com mídia? Os professores estão abertos para isso?
AB: Venho trabalhando nessa área há mais de 15 anos, e nunca vi um professor ou um aluno que não demonstrasse interesse em usar e estudar a mídia a na escola. Os meios de comunicação fazem parte da nossa experiência cotidiana, informam, ensinam, divertem, são atraentes, tem beleza visual. O que dificulta a implementação sistemática da mídia-educação na escola é a própria estrutura e organização do Ensino. O currículo não prevê espaços formais para a mídia-educação, o layout da sala de aula não é feito para a comunicação, mas sim para a transmissão, as aulas duram 50 minutos...
Na Inglaterra, há um componente curricular chamado Media Studies que, embora optativo, é um dos mais procurados. As salas de aula são equipadas com TV, som, computadores, então a tecnologia não é um componente a mais, mas uma ferramenta para ser usada nas aulas e, em alguns momentos, o conteúdo ali veiculado vira objeto de estudo também. Creio que somente com uma reforma curricular teremos oportunidades concretas para promover a educação para a mídia do modo como a educação do século 21 requer.
PJE: Como você avalia a formação (ou falta dela) dos professores para trabalharem com mídia na educação?
AB: O que temos é uma diversidade de experiências fragmentadas, em geral executadas por universidades, além de projetos como o “Mídias na Educação” do MEC que, entre outros assuntos, aborda a leitura crítica dos meios. Por não haver uma política pública específica para a área com, por exemplo, referenciais curriculares, é muito difícil avaliar a qualidade dessas experiências e como converter essa experiência em formação para educadores.
PJE: Que projetos você está desenvolvendo agora?
AB: Eu me mudei recentemente do Estado de São Paulo para Minas Gerais, onde assumi o cargo de professora da área de Comunicação e Educação para os cursos de licenciatura da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Em São Paulo, trabalhei em dois projetos: a criação de um laboratório de mídia-educação na Universidade do Sagrado Coração em Bauru, SP, onde, por dois anos, recebemos alunos e professores do Ensino Médio para testar metodologias e matérias específicas de mídia-educação. Acabamos de enviar os resultados dessa experiência para publicação.
Também trabalhei como coordenadora de projetos do Laboratório Aberto de Interatividade da Universidade Federal de São Carlos, onde trabalhamos com mídia-educação aplicada ao ensino de ciências exatas, mais especificamente, de Astronomia. Os resultados dessa experiência também foram encaminhados para publicação.
Atualmente, trabalho num projeto que é resultado de uma parceria entre a UFTM e a UNESCO, sobre marcos regulatórios para a comunicação no Brasil. Um aspecto importante da regulação de mídia é a promoção do equilíbrio entre os meios de comunicação públicos, privados e comunitários, para que haja diversidade e pluralidade na divulgação de informações.
Outro aspecto importante é o que, em inglês, se chama accountability da mídia: por terem poder de influência os meios de comunicação devem assumir certas responsabilidades, entre elas prestar contas e acatar opiniões do público. Mas, para que as pessoas possam atuar nas mídias comunitárias e opinar sobre a conduta da mídia, elas devem ser educadas para isso. Se a escola não assumir essa responsabilidade, não sei quem poderia assumi-la.
PJE: Que aspectos você levará para sua palestra no V Seminário Nacional O professor e a Leitura de Jornal – Educação, Mídia e Formação Docente? O que você espera despertar no público?
AB: Pretendo fazer uma síntese de tudo o que estudei e produzi sobre mídia e educação até agora, focando alguns aspectos básicos, entre eles o papel social da mídia, as formas de conscientização do público e o dever da escola nesse contexto. Mas pretendo mostrar que se trata de um sistema político, que deve ser elaborado coletivamente, com representatividade e apoio do Estado. Mídia plural e cidadãos informados são bases importantes para a democracia.
Informações e Inscrições no V Seminário Nacional O Professor e a Leitura de Jornal:
http://www.alb.com.br/portal/5seminario/programa.html
segunda-feira, 3 de maio de 2010
"Voz da Liberdade" ajuda a debater o tema Liberdade de Imprensa
Alunos da Escola Municipal Prefeito Dr. Fulton Vitel B. de Macedo, de Ponta Grossa (PR), criam jornal para comemorar o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio.Com supervisão da professora Lourdes do Rocio Stafil dos Santos e o apoio da jornalista Talita Moretto, coordenadora do Projeto Cultural Vamos Ler, do Jornal da Manhã, os alunos escreveram sobre as diferentes formas de manifestação, liberdade de expressão e censura no jornal Voz da Liberdade, que também contou com charges e uma enquete.
O Voz da Liberdade será enviado para a Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN/IFRA), com sede em Paris, e concorrerá ao Prêmio WAN de Liberdade de Imprensa, na categoria Escolas. Ele disputará a premiação com outros trabalhos do mundo inteiro desenvolvidos por escolas e que tiveram como tema a Liberdade de Imprensa.
O Programa Jornal e Educação (PJE), da Associação Nacional de Jornais (ANJ), estimula o debate sobre o tema a partir do trabalho de cerca de 55 coordenadores de PJE em todo o Brasil. São eles os responsáveis pelo contato com as escolas, gerenciamento dos programas locais, orientação e troca de experiências com educadores.
Alunos envolvidos na criação do Voz da Liberdade:Abner Renan Teixeira Correa, Amábile Louise Galvão, Andressa Aparecida dosSantos, Andressa Monteiro Antunes, Ariel Carneiro Lemes dos Santos, Bruna daSilva Saettone, Bruna Lorena Lorang, Bryan Felipe Caveglion dos Santos, CarlosEduardo da Rosa Barbosa, Cassiano Levandovski Dopkoski, Clayton HenriqueRodrigues Vaz, Helton Rodrigues Bonfim, Iago Felipe dos Santos, Indianara DirceFerreira da Silva, Ingrid Quadros, Jackson Antunes da Luz, Jefferson Luiz Carneiro,Jonas Gabriel Alves dos Santos, Karynne Harylan de Souza Pereira, Kasline MayaraSiuta , Leonardo Ferreira de Mello, Leonardo Viana de Souza Duarte, LuanaIracema Lara de Lima, Marcos Ariley Rodrigues, Mario Rodrigo Pedroso Rodrigues,Matheus Marsal dos Santos, Mayara Levandovski Dopkoski, Miguel César Ortiz,Nayara Zapora, Rafael Willian Rodrigues Carneiro, Sedrik Talles Borges, TaisCaroline de Jesus Pereira, Victor Luiz Ferreira, Vitor da Costa Just .
Ilustração: Ariel Carneiro Lemes dos Santos e Vitor da Costa Jus
Para mais informações sobre o Projeto Cultural Vamos Ler, é só acessar o site: www.vamoslerjornaldamanha.com.br
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