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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Palavras aladas

"As minhas palavras que eu vou soltar são todas aladas, isto é, que voam pelo mundo espalhando alegrias e muito mais amor, passando por bairros, ruas, cidades, estados, capitais e países".

Wédson Alberto Aguiar Pereira, 11 anos, Crato (CE)
(Inventário do que Podia ser Bem Melhor e Será, livro resultante do 6º Concurso Ler e Escrever é Preciso - Instuituto Ecofuturo)

Escola Selma Maria Trevelin de Jesus na Folha

O repórter Hélton Souza conta um pouco de sua experiências

Desde a última quarta-feira (24/08), os alunos da escola Professora Selma Maria Trevelin de Jesus, de Araçatuba/SP tem visitado o jornal Folha da Região. As crianças foram acompanhadas por professores e tiveram a oportunidade de fazer um passeio interativo e de muito aprendizado.

Eles conversaram com repórteres, conheceram como é o dia a dia de um veículo de comunicação. É notável o interesse das crianças e houve uma grande participação durante a visita, com perguntas, dúvidas, que se tornou um grande compartilhar de experiências. (Fonte: Blog Ler para Crescer 29/08/2011)

A visita aos jornais é uma das ações que os programas de Jornal e Educação fazem. No caso acima, a visita foi organizada pelo Programa Ler para Crescer, coordenado pela jornalista Ayne Salviano.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Sobre blogs, microblogs, plataformas digitais

Artigo de Winston Sacramento - Para a RevistaPontoCom

Coordenador do Departamento de midiaeducação do NAVE
Doutorando pela PUC-Rio

Uma das críticas mais frequentes, quando analisamos as primeiras tentativas de se difundir informação via web, referia-se a suposição de que para ser veiculada em ambientes virtuais bastava que se reproduzisse a informação tal qual ela costumava aparecer nos suportes “tradicionais” – jornais, livros, revistas, folhetos. Tal suposição trazia embutida a crença de que, uma vez respeitadas as regras básicas presentes nos manuais de comunicação, não haveria muito com o que se preocupar em termos de recepção. Enfim, o que importava mesmo era o conteúdo…

Retrospectivamente, muitos avaliam que parte dessa suposição justificava-se pelos limites impostos à internet em seus primórdios. Em meados dos anos 90 a tecnologia disponível na grande rede estava longe da web 2.0 que temos hoje e, portanto, não haveria mesmo muito o que fazer diante do desenvolvimento tecnológico existente.

Hoje, num momento em que as TIC’s começam a fazer parte do universo escolar brasileiro de forma mais intensa e estruturada, corre-se o risco do mesmo tipo de erro. A suposição de que basta garantir a “migração” de conteúdos, práticas e rotinas do universo escolar presencial para o universo digital pode comprometer, significativamente, nossa capacidade de apropriação e criação de conhecimentos e saberes escolares, no contexto de uma sociedade cada vez mais imersa nas múltiplas instâncias do universo digital. Quando falamos no uso escolar das TIC’s é porque o uso fora do universo escolar vai muito bem, obrigado…

Perguntem a qualquer menino ou menina dos principais centros urbanos brasileiros sobre suas rotinas de uso dos mais variados ambientes e plataformas digitais e o que vamos encontrar, com frequência, são usuários(as) com alto grau de incorporação cotidiana desses ambientes virtuais às suas próprias vidas, tanto no plano individual quanto coletivo.

Paradoxalmente, é no uso escolar das TIC’s que continuamos “patinando”, com honrosas e raras exceções. E os estudantes são os primeiros a perceber que aqueles blogs, sites, homepages, microblogs, além das redes sociais – na maioria das vezes construídos com as melhores intenções -, são como livros, cadernos e apostilas, “disfarçados”. Não se trata de considerarmos como desnecessários os matérias didáticos produzidos até aqui. Talvez, o que precise ser feito é compreender melhor como os estudantes, particularmente os que se encontram em algum ponto da educação básica, se relacionam com o universo web.

Aprender com as rotinas, hábitos e padrões de uso socialmente desenvolvidas por esses(as) jovens pode nos dar pistas valiosas para o uso adequado e produtivo das TIC’s em termos escolares. Por trás da aparentemente caótica e desordenada sucessão de telas e links do computador de seu aluno(a), parece haver um complexo regime de uso capaz de articular, de forma combinada, os ambientes e plataformas digitais atualmente disponíveis.

Não nos parece razoável a consideração de que tais ambientes e plataformas digitais são de uso incompatível com as funções e objetivos escolares. As TIC’s tornaram-se um fenômeno de massa, o que lhes confere um grau de inevitabilidade contra o qual não parece haver sentido se opor, simplesmente por desconhecer sua lógica interna de operação. Agimos assim, em larga escala, com relação ao uso escolar da TV, do cinema, do rádio, do HQ, da calculadora…

Substituir o medo, o desconhecimento e a indiferença por experimentação, estudo e pesquisa. Didática e metodologicamente é isso que precisa ser feito com relação às TIC’s

Fonte: RevistaPontoCom

Aprendizagem baseada em problemas. Você sabe o que é? (Em inglês)

Você já ouvir falar em Aprendizagem baseada em problemas? Compartilhamos o vídeo abaixo para você.

sábado, 27 de agosto de 2011

O melhor lugar do mundo...

"Foi assim que eu descobri que vivo no melhor lugar do mundo, um lugar onde sei que estou segura. É a partir desse lugar que eu vejo o resto do mundo sorrir para mim, enquanto eu penso sobre ele da melhor forma, com os princípios de amor que eu construo com as pessoas mais especiais da minha vida".

Luíza Pereira Calumby, 15 anos, Penedo (AL)
"Inventário do que podia ser bem melhor e será", piblicação resultante do 6º Concurso Ler e Escrever é Preciso - Instituto Ecofuturo

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O melhor lugar do mundo...

"O melhor lugar do mundo é composto de uma massa continental. Apenas uma... Regular... Simétrica. Assim, não existirão americanos, africanos, europeus, asiáticos. Só existirão amigos"

Lucas Torquato da Silva, 16 anos, Fartura/SP
'Inventário do que podia ser bem melhor e será', publicação do 6º Concurso de Redação Ler é Preciso / Ecofuturo Ler É Preciso

Lixo não!

Veja como a professora Symone Moschem, da EMEF Alto Icaraí, Pancas/ES, realizou uma atividade com seus alunos a partir da matéria "Parque vira um depósito de lixo”, publicada no jornal A GAZETA, de Vitória/ES, no dia 03/04/2011.


Você também pode criar várias atividades a partir de notícias de jornal. Inspire-se!
Objetivos:
• Entender o processo de reciclagem do lixo e sua importância.
• Perceber a necessidade da destinação correta dos resíduos.
• Conhecer o tempo de decomposição de cada material na natureza.
• Reconhecer o espaço ao redor da escola e realizar ações de combate à sua degradação.


Desenvolvimento:
• Apresentação do jornal A GAZETA como fonte de pesquisa e informação, sondando o nível de conhecimento dos alunos sobre ele.
• Leitura e debate da matéria “Parque vira um depósito de lixo”, publicada no jornal A GAZETA de 03/04/2011.
• Exploração de anúncios relacionados ao tema em questão.
• Produção de cartazes com frases e imagens de jornal relacionados à temática do lixo.
• Coleta de lixo ao redor da escola.
• Roda de debate para socialização de experiências.
• Criação de uma tabela com o tempo de decomposição de cada elemento na natureza.
• Leitura e produção de textos sobre o assunto.
• Produção de cálculos envolvendo a tabela de tempo de decomposição do lixo.
• Apresentação do processo de reciclagem, produzindo cartazes.
• Reutilização de alguns objetos considerados lixo.


Comentário:
“Foi muito bom desenvolver esse tema com a turma. Houve participação, colaboração e conscientização para a mudança de hábito dos alunos e familiares. Todas as propostas foram idealizadas pelos próprios alunos. O resultado foi um sucesso!
Professora: Symone Moschem
Escola: EMEF Alto Icaraí
Série: 1º e 3º anos
Município: Pancas

Nossa Observação: Antes de pensar em uma atividade para seus alunos, veja o filme "Lixo Extraordinário", dirigido por Lucy Walker, com Vik Muniz. Pode ser uma boa maneira de inspirar-se e ter novas ideias para pensar em lixo, consumismo, reciclagem, arte, etc. veja em: http://www.lixoextraordinario.net/