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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Seven Common Mistakes Online Students Make

Compartilhamos texto de Jennifer Williamson , colunista do blog Educação a Distância sobre os erros mais comuns do estudante online.


On line education isn’t easy. It has most of the same pitfalls you’ll find at traditional college, plus a few that are unique to online degree programs—or that are an even greater problem in online programs than at traditional schools. Here are a few of the common mistakes online students are particularly prone to make—and how to avoid them.


Disorganization
Both traditional and online students suffer from disorganization. But as an online student, you’re more likely to be juggling multiple demanding commitments—including full-time jobs and family obligations—in addition to a full-time school schedule, and college doesn’t get easier just because it’s online. If you want to keep up, you can’t afford to be disorganized. Make sure your computer has an organized filing system for assignments, handouts and correspondence—and you have an organized study area as well.


Lack of motivation
Many people enter into
online degree programs with the misconception that the program will be easier than a traditional college program would be because it’s online. It’s easy to equate flexible schedules with lessened academic demands. In these cases, it’s easy to develop a lack of motivation to work hard and get projects done without procrastinating. If you approach your education that way, however, you’re likely to fall behind—especially if you’re facing full-time demands in other areas of your life as well.


Not enough time to study
Going to work full-time and coming home to take care of the kids, it’s tough to find enough time to study. But you won’t get very far in your
online degree program if you slack on study time. Be sure to set aside enough uninterrupted time in your life to devote to your classes—anything from twenty minutes to an hour per class, depending on the demands—and develop a routine that makes it habitual for you to study at a certain time of day. If you do, making and keeping study appointments will be easier for you.


Both traditional and online students suffer from disorganization. But as an online student, you’re more likely to be juggling multiple demanding commitments


No proper place to study
Some people are lucky enough to have an entire office devoted to their online studies. If you’re stuck balancing your laptop on your knees in the family living room while your kids watch Speed Racer, you might want to think about finding a new place to study. Studying in a distracting place with too much noise or activity can be equivalent to not studying at all—you’ll get about as much out of it. Set aside some time where you can be alone in a comfortable, quiet area with no distractions and room for you to spread out if you need to.


Failure to network
Networking is a big perk you get included with your traditional college tuition, and many people assume online schools can’t offer it as well. But that’s not technically true. There are ways you can forge connections with online students and professors that could help you get ahead once you graduate.

Get off to a strong start by introducing yourself to the other students and professors. Be an active participant in online chats and forums, and make your contributions as interesting and helpful as possible. When you’re done with the class, let everyone know you’ve enjoyed working with them and give them your contact info—just in case.

You can also network offline by starting a support or study group for online students in your area. This is a great way to meet people who share your interests, ambitions and life circumstances. A group of like-minded students can support you, keep you on track, and possibly provide you with much-needed leads on jobs once you graduate from college.

Online colleges come with their own unique challenges as well as their own benefits. When studying online, it’s crucial to keep yourself organized and motivated—you don’t have the same support structure in an online program that you have at a traditional school, and nobody can keep you on track but you. Keep ahead of your assignments so that you don’t wind up playing catch-up while trying to juggle your job, family and other obligations. And take opportunities to connect with others both online and off—you never know when someone you meet in college might be instrumental in getting you a job.

Fonte: http://www.distance-education.org/Articles/Seven-Common-Mistakes-Online-Students-Make-145.html

Uso de jornais em sala de aula incentiva estudos


Ela consegue, diariamente, uma proeza: conquista o respeito e o carinho -a ponto de ganhar vários abraços- dos seus alunos. O burburinho da turma do segundo ano do Ensino Médio, com 45 adolescentes agitados, logo dá espaço ao silêncio. Basta ela pedir. E não é à toa. Afinal, são 25 anos de experiência. Só no Centro Educacional 01 do Cruzeiro Velho, a professora Maria de Deus Coelho Rocha Faria, mais conhecida como Deusinha, leciona há 20 anos.


Há três anos, está à frente do "projeto letramento", iniciativa que mistura o uso de revistas, jornais e filmes no aprendizado da língua portuguesa. "É uma das únicas escolas que oferece esse programa - já bem difundido no ensino fundamental- para o ensino médio", explica Deusinha. "Dá oportunidade para os alunos descobrirem seu talento na produção de textos e no conhecimento do mundo como um todo ", acrescenta.


E as aulas dinâmicas têm dado certo. Thaylene Muniz, 15, é uma das alunas de Deusinha. "Acho esse tipo de aula bem legal. Você aprende mais dessa forma", conta. A mais nova da sala - Swysy Aley, 15, amiga de Thaylene, concorda. "É ótimo, é um incentivo à leitura e o jornal passa muita informação", diz a jovem que pretende cursar Direito ou Arquitetura na faculdade.

Os exercícios variam. Dentre as tarefas relacionadas à leitura do jornal, estão as de realizar resenhas, escrever redações e substituir palavras por outras com mesma sintaxe. "Já colhemos o resultado desse trabalho. Nove estudantes ingressaram na Universidade de Brasília (UnB), 8 no UniCEUB e três na Upis. E você consegue tirar muita gente da margem do risco", orgulha-se a professora. "A aula tem que ser dinâmica, se não eles não aguentam. É diferente para eles. Acho que para o ensino médio é fundamental", avalia.


E a sala de aula ganhou contornos diferentes. As paredes são decoradas com desenhos de bichos africanos e com o mascote da Copa Mundial de Futebol da África do Sul. Tudo pintado pelos estudantes. Além das tradicionais cadeiras, há uma rede, três puffes coloridos e tapete, comprados pela própria professora. O objetivo é criar um ambiente de estudo mais descontraído, que incentive a leitura.

"A gente fica mais animado", comenta o estudante Júlio Kellson Rodrigues do Nascimento, 16. O colega de turma Raílson Conceição compartilha da mesma opinião."É uma forma mais divertida de aprender", garante o estudante , que já publicou 500 exemplares de um livro de poemas escritos por ele. "Eu sou de Caixias, do Maranhão. É a terra de grandes poetas, como Gonçalves Dias", brinca.

A vice-diretora da escola Gilda Lúcia Duarte conta que a ideia de oferecer esse tipo de aula surgiu por meio de uma oficina promovida pela Secretaria de Educação. O objetivo era desenvolver um projeto para resolver as dificuldades da escola. "O jornal foi um apoio mais atualizado e com mais riqueza para desenvolver essa iniciativa", diz. Dentre as vantagens, Gilda destaca uma melhora dos alunos no desempenho da produção de textos e um aprimoramento no vocabulário. E, o sucesso é tanto, que alguns cadernos- como o de Esportes- chegam a ser disputados. "Espero que o projeto continue, os jornais são diariamente utilizados pelos alunos", afirma.

Fonte: CorreioBraziliense/ Cecília Pinto Coelho/ Foto de Rafael Ohana (Maio de 2011)

Jornal e Educação


Compartilhamos abaixo o texto da educadora e blogueira Marli Fiorentin, tutora do curso Blog na Educação da Educarede/Fundação Telefônica. Ela conheceu o Programa Jornal e Educação da ANJ e compartilha com os leitores do seu Blogosfera Marli as primeiras impressões. Ficamos muito gratos por suas palavras e pela compreensão profunda que teve do trabalho de cada coordenador.



Por Marli Fiorentin

Sou tutora do curso de Blog como recurso didático no Portal Educarede e, nessa segunda edição 2011, tenho como cursistas vários jornalistas que coordenam projetos ligados ao jornal e à educação, Iniciativa da ANJ (Associação Nacional de Jornais) . Estou tendo a oportunidade de conhecer o programa Jornal e Educação que visa incentivar a leitura e cidadania, através de atividades com jornal.


Os jornalistas educomunicadores que atuam no programa interagem com professores dando formações e oferecendo subsídios . O programa abrange todas as regiões do país e é coordenado por Cristiane Parente , que nessa entrevista fala sobre a importância da Literatura, também presente nos jornais.


A leitura de jornais precisa ser incentivada, pois isso amplia o olhar para o mundo, fortificando o senso crítico e a consciência cidadã. Já pararam para pensar a diversidade de gêneros textuais que encontramos nessa mídia?


Amei o trabalho e estou divulgando para que mais profissionais da educação tomem conhecimento e possam aderir ao programa. Só para exemplificar, aí vão alguns endereços: Jornal e Educação(blog), Gazeta na Sala de Aula , Vamos Ler-Jornal da Manhã , Correio Escola ,O Povo na Educação entre muitos outros onde pode-se encontrar um farto material que inclui também sugestões de atividades com jornal.. Confira aqui os jornais que participam, por região.


Algumas páginas de iniciativas do Programa Jornal e Educação no Facebook:
Jornal e Educação,







Parabéns para os envolvidos nessa iniciativa fantástica! Vale a pena conferir e participar! Logo mais divulgo o link dos blogs dos cursistas que participam do programa.


Fonte: Blogosfera Marli

Acesso fácil à informação muda a relação das pessoas com o conhecimento


Compartilhamos abaixo texto de Gilberto Dimenstein publicado originalmente no Portal Aprendiz.

Estudo publicado, nesta quinta-feira (14/7), no site da revista “Science” prova pelo método científico o que todos já desconfiavam: o acesso fácil à informação – por meio da Internet, celular, tablet e computador – está mudando a capacidade de as pessoas armazenarem dados.

Com o título de “Os efeitos do Google na memória: as consequências cognitivas de ter a informação na ponta dos dedos”, o trabalho concluiu que quando uma pessoa sabe que a informação pode ser facilmente acessada, esquece dela com mais facilidade.

Mas o que surpreendeu os cientistas foi descobrir que a perda da memória tradicional não deixa um vazio, pois as pessoas a estão substituindo pela habilidade de decorar aonde a informação poderá ser encontrada. Um dos experimentos foi realizado com 60 alunos da Universidade Harvard (EUA).

A constatação ajudará a modelar como será a educação no futuro. Professores estão dizendo que não adianta mais pedir para que os alunos memorizem, por exemplo, em qual data foi abolida a escravidão. O que deverá ser apreendido é o conceito de escravidão. Assim, no dia da prova, os dados básicos poderão ser consultados, então, o aluno deverá refletir sobre o conceito que já possui para fazer um texto.

Fonte: Portal Aprendiz

domingo, 17 de julho de 2011

Sociologia mais próxima da sala de aula

Reproduzimos abaixo texto pubicado no Jornal do MEC sobre a Sociologia na sala de aula!

Uma equipe de 16 estudantes do curso de licenciatura em ciências sociais da Universidade Federal de Viçosa (UFV) atua, desde março de 2010, em duas escolas públicas da região. A participação do grupo está ajudando professores não formados na área a consolidar a disciplina de sociologia na educação básica, já que as escolas de Viçosa não contam com professores de sociologia formados em ciências sociais. O trabalho é realizado nos três anos do Ensino Médio das escolas estaduais Effie Rolfs e Raimundo Alves Torres (Esedrat), sob a coordenação do professor Diogo Tourino de Sousa, da UFV.

A estudante Mariana de Lima Campos, integrante do 6º semestre de ciências sociais, conta que o programa tem incentivado os alunos do curso a optarem pela licenciatura, associando pesquisa e ensino na construção de novas técnicas de abordagem da disciplina, bem como no desenvolvimento e elaboração de material didático. “Antes do programa, era quase consensual nos cursos universitários que os bons alunos fossem direcionados para o bacharelado, com a finalidade de atuarem em pesquisas, trilhando um caminho futuro na pós-graduação, sendo que aos demais, considerados maus alunos, restava à docência”, analisa Mariana.

Para Mariana, uma das metas do programa é buscar novas estratégias de abordagem da sociologia em sala de aula, fugindo da tradicional aula expositiva. Segundo a estudante, a equipe tem liberdade para pensar, discutir, criar e oferecer propostas aos professores supervisores dos dois colégios, bem como de aplicar inovações na prática de ensino. A percepção geral do grupo sobre o andamento das aulas apontou a necessidade do uso de outras metodologias de ensino, com o objetivo de envolver um maior número de estudantes.

“Foi assim que pensamos, por exemplo, na elaboração de um jogo de tabuleiro. O jogo foi confeccionado de maneira artesanal numa cartolina, tendo como ponto de partida o mundo antigo, representado graficamente por um castelo medieval, e como ponto de chegada o mundo moderno, representado por uma grande cidade. Antes de cada jogada, os participantes organizados em duplas ou trios, deveriam lançar o dado. Assim iam avançando, passando por casas e etapas representando as conquistas, problemas e desafios do mundo moderno, como as invenções científicas, a transformação das relações, os impactos ambientais, a favelização, entre outros”, relata Mariana.

No percurso do jogo, a estudante acrescenta que existiam casas com perguntas sobre os autores discutidos nas aulas de sociologia e, caso os alunos acertassem as respostas, teriam direito a jogar o dado novamente. Com resultados positivos, o programa resolveu ampliar a experiência, elaborando outros jogos para serem adotados em outras turmas do projeto. “De forma geral, os estudantes conseguiram esclarecer o conteúdo ministrado no bimestre de maneira lúdica. Percebemos que o trabalho da equipe começou a surtir efeito, despertando a atenção dos alunos, seu envolvimento e sua familiaridade com nós, os bolsistas”, adianta a futura professora.

Para Mariana, o projeto mostra como o ensino de sociologia tem um futuro promissor, a partir do momento em que universidades, escolas, estudantes e professores forem capazes de construir redes de troca de experiências e materiais didáticos. “Uma de nossas tentativas nesse processo tem sido a manutenção de um blog da licenciatura em sociologia na UFV, canal onde relatamos o trabalho desenvolvido”, finaliza.

Fonte: Jornal do MEC e RevistaPontoCom

Jornal atualiza temas das disciplinas

Compartilhamos matéria publicada no jornal O Progresso, de Dourados/MS, dia 16/07, sobre os benefícios que o jornal tem levado a duas escolas da região.

Educadores das Escola Municipal José Estolano Perequeté e da estadual, Antonio Vicente Azambuja, do Distrito de Itahum, participaram de oficina sobre o jornal como fonte de leitura que atualiza todas as disciplinas. Os professores encontraram nas páginas do jornal textos que enriquecem as aulas de História, Geografia, Educação Física e Temas Transversais, como o respeito, a ética e outras.

Inserir a leitura em todas as disciplinas tem sido a proposta do Programa Jornal e Educação “O PROGRESSO – Ensinando a Ler o Mundo”, do Instituto Weimar Torres. Os educadores da Língua Portuguesa não ficarão sozinhos com a responsabilidade de formar leitores que interpretam e produzem idéias críticas. Trabalhar a leitura de maneira interdisciplinar é a proposta dos educadores de Itahum, que juntas atendem aproximadamente 800 estudantes, do pré escolar ao ensino Médio, diz a coordenadora do Jornal e Educação, Fátima Frota.

A variedade de textos oferecidos pelo jornal favorece um “leque” de atividades que podem ajudar o aluno a entender os conteúdos. “O caderno B, por exemplo, é cultural. Cinema, música, crônicas e eventos culturais acabam se tornando mais próximos de nós, auxiliando na compreensão da diversidade cultural”, comenta a professora Marla Szymczak.

Os professores de Educação Física, por exemplo, encontraram na capa do caderno D MAIS do dia 28 de maio, motivos para trabalharem a beleza física e as consêquencias pela busca do corpo perfeito. Eles selecionaram temas para leitura e debate nas salas de aula. “Com certeza, os estudantes que receberem esse jornal, vão ler o D MAIS, devido a capa que apresenta uma linda mulher de lingerie. Com esta foto, por exemplo, podemos introduzir assuntos como a anorexia, o exercício físico como fonte de saúde e não unicamente estética, o esteróide e o biotipo de cada pessoa”, observa o professor Wilson Gonzales.

A partir da leitura do jornal nas escolas, os educadores da escola estadual Antonio Vicente Azambuja vão produzir o jornal mural, informativo que envolve a participação de todas as séries. Além disso, a escola já desenvolve o projeto “Repórter por um dia”, onde os estudantes produzem matérias sobre a situação do distrito de Itahum.

Fonte: Jornal O Progresso

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A digitação substituirá a letra cursiva?

Escolas americanas serão obrigadas a ensinar crianças a digitar, mas não a escrever em letra de mão.

A digitação em teclados e smartphones parece ser a forma de escrita do futuro, mas a que custo? A depender de algumas regiões dos Estados Unidos, ela substituirá a letra cursiva. Norma aprovada em Indiana, nessa semana, exige que as escolas ensinem as crianças a digitarem, mas não as obriga a treiná-las no uso da letra que nos foi tão cara.

A iniciativa faz parte de um projeto mais amplo, desenvolvido pelo Conselho de Diretores de Colégios (CCSSO, na sigla em inglês) e pela Associação Nacional de Governadores, e adotado por 46 Estados em junho de 2010. Ele delimita as habilidades que as crianças precisam aprender de modo que estejam mais preparadas para os desafios que o futuro reserva. A digitação é uma delas; a escrita cursiva, não.

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“Com o acompanhamento de adultos, usar a tecnologia – inclusive a Internet – para produzir e publicar textos (escritos a partir do teclado), e para a interação e a colaboração com colegas”, diz um dos artigos. Em seguida, outra lição complementa: “demonstrar domínio suficiente para digitar no mínimo uma página sem levantar-se” – provavelmente, para não perder o foco.

Deve-se destacar que os professores têm a opção de continuar lecionando a escrita em letra cursiva, já que os padrões acordados foram elaborados de modo que não sejam exclusivos e, sim, flexíveis. No entanto, muitos são contra a medida.

Opiniões divergentes
No portal Indystar, o internauta Jerry Long, que tem um filho de 12 anos, argumenta: “Penso que as crianças deveriam ter a oportunidade de aprender tudo que um dia, talvez, possam precisar. Como elas saberão assinar seus nomes sem a letra cursiva?”.

Já na rede BBC, o professor Paul Sullivan, professor na Califórnia, também demonstrou sua insatisfação: “A fluidez da letra cursiva favorece a educação dos jovens, que gravam mais rápido a gramática das palavras, e tendem a ler e compreender melhor histórias e notícias”. Para ele, “há uma conexão entre o processo de aprendizagem da letra cursiva a o próprio exercício da escrita”.

À mesma rede, porém, o psicólogo Scott Hamilton, de Indiana, defendeu a proposta, por pensar que o tempo que as crianças passam para dominar a técnica – praticando-a durante todo o ano – pode ser melhor utilizado. “Do meu ponto de vista, faz sentido, considerando o mundo digital no qual essas crianças estão crescendo”.

Denna Renbarger, superintendente de um colégio do mesmo Estado, concorda: “Acho que é um avanço. Há coisas bem mais importantes a serem lecionadas do que a letra cursiva”.

Fonte: IDG NOW - http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/07/14/a-digitacao-substituira-a-letra-cursiva/
Por Network World/US - (Michael Cooney)
Publicada em 15 de julho de 2011 às 09h30