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sexta-feira, 17 de junho de 2011

Concurso Jovens Inovadores 2011 - Feira Juvenil de Ciências e Tecnologia com inscrições abertas


As inscrições para o concurso Jovens Inovadores 2011 - Feira Juvenil de Ciências e Tecnologia estão abertas até 10/7. Podem participar estudantes de escolas públicas e privadas, matriculados regularmente do 7º ao 9º ano do ensino fundamental e em todas as séries do ensino médio (regular, técnico ou Educação de Jovens e Adultos).

O concurso é uma feira juvenil virtual de projetos de inovação ou investigação. Entre os objetivos, está o de estimular o interesse pela ciência e tecnologia, além de contribuir para a melhoria da educação.

Podem ser inscritos projetos desenvolvidos nas modalidades investigação bibliográfica, investigações científicas e inovação tecnológica.

Os melhores trabalhos representarão o Brasil na Feira de Ciências, Cultura e Inovação do Mercosul na Argentina.

A organização é da Rede do Programa de Olimpíadas do Conhecimento (Rede POC), em parceria com a Comissão Provincial de Atividades Científicas e Juvenis de Missiones, na Argentina.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessados no site
http://www.redepoc.com/jovensinovadores/.

Fonte: Ascom/Consed

Para uma pesquisa virtual segura


Ana Paula consulta sites de busca para fazer suas pesquisas escolares´

Imagine uma loja em liquidação em que há muitos produtos a preços baixos e de fácil acesso, mas onde nem tudo é bom e para achar algo de qualidade é preciso vasculhar. É praticamente dessa forma que funciona a oferta de informações na internet. Há milhares de sites, mas nem sempre há garantia de conteúdo seguro. Para os estudantes, que cada vez mais substituem os livros didáticos e enciclopédias pela informação on-line, o que parece uma imensa vantagem pode se transformar em uma cilada e colocar em descrédito o trabalho escolar. A reportagem da Gazeta do Povo conversou com educadores e especialistas para saber quais as dicas para uma pesquisa segura em que é preciso ficar atento para que a aprendizagem não seja comprometida.



Como funciona a busca?
A estudante do segundo ano do ensino médio Ana Paula Rusycki, 15 anos, sempre conta com a ajuda de sites de busca para fazer pesquisa escolar. Não usa nenhum critério de seleção e vai direto aos primeiros resultados encontrados, porque diz acreditar que são os mais visitados e por isso têm mais credibilidade.


Se ela soubesse, porém, como funciona a busca talvez não confiasse tanto nas primeiras informações que aparecem. Isso porque os sites de busca usam vários critérios que definem uma sequência de instruções, os chamados algoritmos, que fazem com que uns sites fiquem em primeiro e outros em último lugar no resultado. O analista de conteúdo da Agência Susse Guilherme Nagueva explica que no Google, por exemplo, os algoritmos são a quantidade de links em outros sites que apontam para aquela página, as palavras que foram digitadas na busca e que batem com as que estão no título do site, indicações de rede social, ou seja, quantidade de vezes que o site é citado nelas, e a qualidade de conteúdo, se o texto está completo e bem escrito.” O Google tenta levantar os melhores resultados, mas claro que não necessariamente os primeiros são os mais confiáveis e que terão a informação de que o estudante precisa”, diz.


O resultado da busca também depende do computador de onde ela é feita. Cada vez que um usuário o utiliza fica registrado um histórico de sites preferidos. Se, por exemplo, uma pessoa visita bastante sites de compra, quando fizer sua busca, se a palavra digitada estiver presente em alguns sites, eles serão listados. “É por isso que o resultado de uma pesquisa nem sempre será igual para todos”, explica o perito em busca da I-Cherry Alexandre Kavinsky.



De olho no oficial
O primeiro passo para começar uma pesquisa escolar on-line é priorizar sites oficiais. Podem ser de instituições governamentais, educacionais – como universidades e centro de pesquisas – ou empresas renomadas e conhecidas no mercado. Vale também consultar sites de veículos de comunicação, como de jornais, revistas e televisão. Mas cuidado: nesse caso é preciso que o veículo tenha credibilidade e que o nome das fontes consultadas apareçam. “O nome completo da pessoa é garantia de que alguém que entende do assunto passou aquela informação. Melhor ainda se for renomada e conhecida”, explica o pesquisador de educação, arte e cultura no ciberespaço da Universidade de Brasília (UnB) Lúcio França Telles. Se o estudante não conhecer a fonte para identificar seu prestígio, uma sugestão é procurar seu currículo na Plataforma Lattes (
lattes.cnpq.br), portal que reúne informações acadêmicas e de pesquisa.


No caso de blogs, o cuidado deve ser redobrado. Como esses sites são essencialmente opinativos, o conteúdo pode ser parcial. A recomendação do pesquisador é que os estudantes usem blogs com moderação para seus trabalhos e, antes de tudo, leiam o perfil do autor, sua formação e seu local de trabalho para ter noção de quem ele é e qual sua linha de pensamento.


Sites de busca
Segundo dados da Companhia de Informação da Web Alexa, que mede tráfego de dados na internet, entre os sites mais acessados do mundo virtual estão o Google e o Yahoo, dois grandes buscadores, que são consultados no mundo inteiro. Para usá-los com eficiência o diretor de Tecnologia Educacional da Editora Aymará, Eduardo Cardoso Júnior, dá duas dicas fundamentais.


A primeira é sempre colocar as palavras-chave entre aspas, pois assim a busca englobará todos os termos juntos, e não separados, o que reduz significativamente a quantidade de sites listados. A segunda é delimitar a data e pesquisar assuntos publicados nos último três meses para garantir que a informação seja recente. No Google, por exemplo, isso pode ser feito usando o modo Busca avançada, que fica ao lado do campo onde se digita a palavra.



Confirmação
Não acredite nas informações da primeira busca. O ideal é checar com pelo menos outras duas fontes. Alguns sites servem apenas como ponto de partida, pois não trazem o conteúdo de forma aprofundada. Um exemplo é o Wikipédia, que traz verbetes postados por uma rede de colaboradores voluntários do mundo inteiro.



Luciana Allan, diretora do Instituto Crescer, que é especializado em aprendizagem digital, conta que embora muitas pessoas possam postar no Wikipédia existe um grupo que coordena e edita as informações, que hoje chegam a 3,5 milhões de artigos em 205 idiomas. “Uma das regras é que o conteúdo precisa conter referências e fontes relevantes. O critério garante credibilidade, mas vale lembrar que não é um conteúdo fechado. O estudante pode até dar uma olhada, mas deve buscar outras fontes para seu trabalho”.


Apresentação dos dados
Ficar atento ao layout do site e como os dados são apresentados ajuda a garantir uma pesquisa segura. “Uma grande quantidade de anúncios pode ser um sinal de alerta, de que o principal interesse é vender e não informar. Mas claro que não é uma regra geral. O UOL, por exemplo, tem bastante anúncio, mas é um site confiável e noticioso”, diz Cardoso. Erros de português também colocam as informações em descrédito. Por isso, quando eles forem abundantes, o indicado é sair do site.


Fonte: Gazeta do Povo/PR Texto: Ana Simmas/ Foto: Antônio More 31/05/2011

Câmara oferece curso para professores de escolas públicas

A Câmara dos Deputados abriu inscrições, até 22 de julho, para um curso presencial de educação para a democracia, dirigido a professores do ensino médio de escolas públicas. O Programa Missão Pedagógica no Parlamento vai selecionar 54 professores de todo o Brasil - dois de cada estado e do DF - para participar de treinamento em Brasília sobre temas relativos às instituições democráticas, cidadania, política e educação para democracia nas escolas.


Os docentes participarão de aulas, palestras, visitas, oficinas pedagógicas, oficinas temáticas e rodas de conversa, privilegiando sua participação ativa, a integração entre a teoria e a prática e a troca de experiências.


A Câmara vai arcar com as seguintes despesas dos participantes: passagem aérea de ida e volta (Estado de origem/Brasília/Estado de origem); hospedagem em hotel; alimentação durante a realização do programa e traslado entre o hotel e o local de realização das atividades do programa. Os locais de hospedagem e alimentação serão determinados pela Casa.


Para participar, o candidato deve mandar para a Câmara dos Deputados os seguintes documentos: ficha de inscrição e declaração de compromisso; cópia do documento de identidade oficial e do CPF; cópia do diploma, certificado ou declaração de conclusão do curso de graduação em nível superior; declaração de tempo de serviço e relato de experiência pedagógica na qual tenha trabalhado com seus alunos temas relacionados à democracia, cidadania ou política.


O programa acontece entre os dias 2 e 8 de outubro de 2011, com início das atividades às 8h e término às 20h. O resultado da seleção estará disponível no site da Educação Legislativa da Câmara dos Deputados . Acesse a página do Programa Missão Pedagógica no Parlamento onde estão disponíveis: edital, ficha de inscrição, termo de compromisso, declaração de tempo de serviço e declaração de participação em Conselho.


Serviço


Programa Missão Pedagógica no Parlamento


Inscrições: até 22 de julho


Mais informações: Coordenação de Educação para a Democracia.


E-mail: nudem.cefor@camara.gov.br / telefones: (61) 3216-7618 ou (61) 3216-7619


Fonte: Câmara dos Deputados

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Jornalista faz palestra sobre educação

Educadores e outros profissionais da educação de 18 municípios da região de Maringá, todos participantes do Programa O Diário na Escola, de O Diário, participarão amanhã de uma programação voltada ao estímulo à leitura crítica dos alunos de escolas públicas, que propõe uma abordagem do uso do jornal para estimular novas práticas pedagógicas nas escolas.

O evento faz parte das comemorações alusivas aos 10 anos de O Diário na Escola. De acordo com o supervisor de Programas Educacionais de O Diário, Ricardo Pastoreli, o ponto principal será uma palestra ministrada pela jornalista e professora Cristiane Parente de Sá Barreto, coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais (ANJ). Ela falará sobre "Jornal e Educação: da leitura à cidadania".

Parente trabalhou como repórter, redatora e editora em jornal e televisão, participa de estudos e pesquisas da relação entre mídia e educação e, como coordenadora do programa da ANJ, nos últimos 15 anos acompanha o trabalho realizado por cerca de 60 jornais brasileiros que têm publicações dirigidas às escolas, entre eles O Diário.

Ela defende que projetos educacionais como O Diário na Escola ajudam a estimular a leitura entre os alunos, melhorando o vocabulário e criando seu próprio jornal para que deixem de ser apenas consumidores e passem a ser cada vez mais produtores de informação.

"Vamos falar um pouco da importância atual de se discutir e trabalhar com mídia em sala de aula, do contexto atual e da formação de leitores; mostrar experiências bem sucedidas e como o jornal pode contribuir para uma sociedade mais cidadã", afirma Cristiane.

Fonte: O Diário do Norte do Paraná/ Luiz de Carvalho 15/06/2011


Educadores participam de palestra do Programa Jornal e Educação


Diretoras e orientadoras das escolas municipais de Maringá e outros 16 cidades da região participaram nesta quarta-feira (15), da palestra “Jornal e educação, da leitura à cidadania”, com a coordenadora executiva do programa Jornal e Educação da Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Cristiane Parente de Sá Barreto. Professora e jornalista, Cristiane Parente falou da presença do programa em todo o país e ressaltou a importância da utilização do jornal na educação dos jovens estudantes.

O programa Jornal e Educação, de acordo com a palestrante, é a principal ação social da ANJ, integrando mais de 60 veículos de comunicação dos 147 associados à entidade. Em Maringá a rede municipal de ensino participa do programa através do Diário na Escola. “O programa da ANJ faz parte de um programa mundial de utilização do jornal como ferramenta de educação com resultados muito positivos em todos os países participantes”, disse.

No Brasil são 63 projetos em 19 estados, envolvendo 6.800 escolas, mais de 67 mil professores e 1,8 milhão de alunos. O programa está em mais de 100 ambientes educacionais, indo além das salas de aulas em escolas regulares, chegando em empresas, canteiros e obras e outros espaços de educação regular.

O objetivo do programa, de acordo com Cristiane Parente, é formar leitores críticos, informados sobre a realidade e melhorando o nível de aprendizado dos alunos. Ela cita resultados levantados com os estudantes envolvidos no programa, como a melhora no hábito da leitura, melhora na notas, ampliação do vocabulário e na imaginação, e favorecimento o trabalho em grupo.

Fonte: Assessoria de Comunicação/ Prefeitura de Maringá 15/06/2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Prêmio Microsoft Educadores Inovadores com inscrições abertas até 1º de Julho


O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores ampliou o prazo para inscrições. Agora você tem até 1º de Julho para inscrever-se.

Quem pode participar:
Educadores de Escolas Públicas de Educação Básica
- todos os educadores da rede pública de ensino (Secretarias Municipais ou Estaduais de Ensino, incluindo os Núcleos de Tecnologia Educacional - NTEs ou NRTEs, escolas públicas municipais ou estaduais), fundações e instituições de ensino sem fins lucrativos que atuem no Ensino Formal independentemente de sua área de atuação (ex. Português, matemática, física, etc.).. Também podem participar os educadores de escolas técnicas que lecionem disciplinas de educação básica como, Português, Matemática, Ciência etc. Serão elegíveis às categorias: Inovação em Comunidade: Aprendizagem Além da Sala de Aula, Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa, Inovação em Conteúdo: Construção do Conhecimento e Pensamento Crítico
Educadores de Escolas Técnicas - Educadores de escolas técnicas municipais, estaduais e federais ligados a cursos na área da Tecnologia da Informação (TI). Serão elegíveis à categoria: Educador Inovador – Escola Técnica
Quais são as categorias:
Os educadores poderão se inscrever em 5 categorias, sendo que os membros do Comitê de Seleção poderão realocar os projetos de categoria se assim acharem necessário e sem aviso prévio, estritamente com a finalidade de garantir a correta aderência do projeto com a categoria mais adequada à premiação:
Inovação em Comunidade: Aprendizagem Além da Sala de Aula*
Inovação em Colaboração: Aprendizagem Colaborativa*
Inovação em Conteúdo: Construção do Conhecimento e Pensamento Crítico*
Educador Inovador – Escola Técnica
Educador Inovador – Escola Particular
* Os projetos finalistas de cada uma dessas três categorias também concorrerão a premiação na categoria Educador Inovador. Além disso, os projetos inscritos em uma dessas três categorias poderão ser remanejados pelos Comitês de Seleção para outras duas categorias especiais, sendo elas: Inovação em Contextos Desafiadores; Uso Avançado de Tecnologias Microsoft na Aprendizagem.


Ao contrário do que muitos pensam, um projeto inovador que utiliza tecnologia para transmitir o conhecimento aos alunos, não precisa necessariamente ser algo muito complexo, pelo contrário. Muitas vezes uma boa ideia que utiliza ferramentas digitais de forma simples, pode vir a ser reconhecida pelos avaliadores e até mesmo contemplada no Prêmio.
Veja abaixo alguns exemplos de vencedores da 5ª edição do prêmio:
1 - Escola na Nuvem


Etapa Regional: 1º lugar na Categoria Inovação em Colaboração
Etapa Mundial: 2º lugar na Categoria Inovação em Conteúdo
Autores: Adriana Silva de Oliveira e Diogo Souza Machado
E.E.E.F.M. Prof. Francisco Coelho Ávila Júnior – Cachoeiro de Itapemirim – ES



O Projeto:
Trabalhando o conceito tecnológico de computação nas nuvens, alunos do Ensino Fundamental, Médio e professores ganham independência de discos físicos como CDs, HDs e pen drives, por meio da utilização das ferramentas do Windows Live. O projeto quebra fronteiras na medida em que a comunidade escolar participa por meio de blog, interage nas redes sociais e compartilha o conhecimento adquirido. Além disso, o trabalho visa possibilitar a co-autoria, autonomia e expressão pessoal, de forma dinâmica e colaborativa.
2 - Campo Sustentável

Etapa Regional: 2º lugar na Categoria Inovação em Comunidade
Autores: Edilene Cristina Rodrigues e Andréa Cristiane Rodrigues
Centro Estadual Integrado de Educação Rural de Vila Pavão – Vila Pavão – ES



O Projeto:
Voltado aos estudantes do Ensino Fundamental e Médio, esse projeto tem como objetivo criar uma rede de troca de conhecimentos, onde os alunos da zona rural aprendem sobres as TICs e têm a possibilidade de ensinar seus pais, a maior parte agricultores. As oficinas são dedicadas a ensinar aos pais a fazerem uso de recursos disponíveis na internet, como previsão climática, cotação de preços, modo de produção e participação em programas de incentivo, o que auxilia na produtividade e melhoria do trabalho na terra.
3 - Ecologia em Foco

Etapa Regional: 3º lugar na Categoria Colaboração
Autores: Siddharta Dias de Almeida Fernandes e Ana Paula Pitta
Colégio Pedro II – Rio de Janeiro – RJ




O Projeto:
Realizado pelos alunos do 7º ano do Ensino Fundamental, o projeto baseado na aprendizagem cooperativa, na troca e construção do conhecimento, consiste na criação de filmes de animação em stop motion, sobre o tema Ecologia Urbana. O trabalho interdisciplinar utiliza a linguagem audiovisual e aborda disciplinas como Ciências, Geografia, Português, Artes, Desenho e Informática Educativa.
Veja mais exemplos de projetos vencedores em: http://educadoresinovadores.com.br/blog/

La décima edición del programa de prensa-escuela 'El País de los Estudiantes' encara su recta final

ANDALUCÍA. Los alumnos de los equipos ganadores en Andalucía, del instituto público Fidiana, de Córdoba; del Cerro del Viento, de Arroyo de la Miel (Málaga); y del Colegio Las Artes de Sevilla. Junto a ellos, el consejero andaluz de Educación, Francisco Álvarez de la Chica, el subdirector de EL PAÍS José Manuel Calvo y el delegado del diario en Andalucía, Luis Barbero.- PÉREZ CABO

Miles de horas de recreo sin recreo, de reuniones sobre temas, de discusiones sobre la portada y, sobre todo, de hacerse preguntas que probablemente nunca antes se habían hecho... Si hubiera que cuantificar de algún modo los 10 años de vida del programa de prensa-escuela El País de los Estudiantes, en el que han participado más de 290.000 alumnos de ESO, bachillerato y FP, esa podría ser una manera. Y sigue sumando.

· ASTURIAS

· ARAGÓN

· CATALUÑA

· CANTABRIA

· ANDALUCÍA

Organizado por EL PAÍS y patrocinado por Endesa, el concurso, que intenta fomentar la reflexión, el espíritu crítico, el trabajo en equipo y el interés por el mundo a través del periodismo, encara estos días la recta final de su décima edición.

Se cumple así una vez más el ciclo, que arranca con la inscripción, el reparto del material de orientación y de apoyo (que incluye el suplemento El País de los Estudiantes, confeccionado por Santillana con textos de EL PAÍS) y la distribución de tareas entre los alumnos de cada equipo para confeccionar el periódico online con el que competirán. Dirigidos por un profesor, se organizan como una redacción, con reporteros, maquetadores, infógrafos... Tras varios meses de trabajo, el periódico final debe entregarse a mediados de abril. A partir de ese momento, el jurado, formado por profesionales de EL PAÍS y encabezado por el subdirector del diario José Manuel Calvo, comienza a revisar los trabajos para seleccionar a los ganadores.

De los tres finalistas de cada autonomía (cuyos premios se han entregado las últimas semanas), el primero es el que ha pasado a la fase nacional. Todos ellos asistirán el próximo 22 de junio a la gran fiesta del concurso en la sede madrileña del diario EL PAÍS. Ese día se conocerán los tres equipos ganadores de la fase nacional, además del Premio Endesa de Sostenibilidad a la mejor sección de Medio Ambiente y de los galardones especiales: mejor fotografía, entrevista, infografía, tira cómica/viñeta, publicidad, mejor reportaje y sección en inglés, a los que se suma esta edición el mejor vídeo Making of. En esta décima edición han participado 43.175 alumnos de 2.645 centros educativos. Han colaborado con EL PAÍS y Endesa en El País de los Estudiantes los Gobiernos de Andalucía, Aragón, Cantabria, Castilla-La Mancha, Principado de Asturias, Cataluña y Baleares.

Fonte: EL PAÍS 13/06/2011

http://www.elpais.com/articulo/educacion/decada/periodismo/aulas/elpepusocedu/20110613elpepiedu_3/Tes