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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Unesco diz que vídeos do MEC são "adequados"

A Unesco (órgão da ONU para a educação) considerou "adequados" os três vídeos do chamado kit anti-homofobia do Ministério da Educação, que vem provocando polêmica no Congresso."O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina", afirma a organização.

O parecer foi elaborado com base em um documento chamado Orientação Técnica Internacional sobre Educação em Sexualidade, publicado pela Unesco em 2010.Os vídeos foram enviados para a avaliação pela ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Trata-se de versão preliminar do material, divulgada para a imprensa em janeiro, e que foi parar na internet. A versão final está pronta, nas mãos do MEC, desde ontem (198/05)."Estamos certos de que esse material contribuirá para a redução do estigma e da discriminação, bem como para promover uma escola mais equânime e de qualidade", afirma a organização.

O documento foi assinado pelo representante da Unesco no Brasil, Vincent Defourny, em fevereiro.

Para o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), o parecer da Unesco é uma prova de que os vídeos não trazem cenas inadequadas. "Não há nada de pornográfico."Segundo ele, os vídeos seriam aplicados inicialmente apenas para um universo de 6.000 escolas, locais onde foi feita uma pesquisa e foi identificado comportamento homofóbico entre os alunos.

Ele também lembrou que os vídeos poderão ser aplicados apenas com a supervisão de professores.

Fonte: Folha de S. Paulo 19/05/2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

10 dicas para tornar uma visita ao museu mais divertida


Incentivar seu filho a interagir com a exposição e contar suas próprias histórias pode aproximá-lo do mundo da arte.

Veja dicas do Educar para Crescer que compartilhamos aqui no blog!

Um museu pode parecer um ambiente chato e entediante para as crianças. Por isso, uma visita a uma exposição nem sempre é lembrada na hora de escolher o passeio do fim de semana. Mas não precisa ser assim: além do aprendizado enorme que a criança pode ter em contato com obras de arte, muitas instituições produzem material educativo especialmente para aproximar a exposição do universo infantil e, assim, torná-la mais interessante. Você mesmo também pode estimular seu filho a fazer mais do que simplesmente observar: a obra de arte tem a capacidade de despertar a imaginação da criança e estimulá-la a conversar sobre aspectos de sua própria vida.

Conheça agora 10 dicas para ajudar seu filho a se divertir no museu:

1 - Pesquise sobre a exposição antes de visitá-la. Você não precisa conhecer detalhes sobre o artista e sua obra, mas saber o que vocês vão encontrar pode ajudar a conversar sobre a exposição durante a visita. É muito mais interessante do que simplesmente observar as obras. Para isso, o próprio site do museu pode ajudar muito; alguns inclusive oferecem atividades infantis online. Aproveite para checar se a entrada é gratuita para crianças.

2 - Procure museus com atrações interativas. Isso vale especialmente para crianças pequenas. Recursos multimídia, por exemplo, ou mostras baseadas em brincadeiras com o público, prendem mais a atenção e despertam o interesse com mais facilidade. Se vocês forem a um museu mais tradicional, destinado a adultos, não esqueça de explicar ao seu filho que ele não deve tocar nas obras, gritar ou correr pelas salas.

3 - Converse com seu filho antes da exposição. Tente perceber o que mais o agrada e pergunte o que ele acha que vai encontrar, como ele imagina que seja o artista e suas obras. Assistir a um filme ou ler um livro sobre o assunto também pode ajudar a deixar seu filho animado com a atividade.

4 - Tente aproximar o artista do seu filho. Saber um pouco mais sobre a vida do artista - como era sua personalidade, sua casa, sua família - mostra que ele é uma pessoa como qualquer outra, e que seu filho também pode desenhar, pintar ou escrever, se tiver vontade. Falar sobre o artista na forma de uma história vai interessar a criança e deixá-la com vontade de conhecer suas obras.

5 - Fique atento aos recursos pedagógicos oferecidos pelo museu. Muitas instituições elaboram material para crianças, mesmo quando a exposição não é voltada ao público infantil. Cadernos, cartilhas e jogos podem ser usados tanto no museu, observando o acervo, quanto na sala de aula ou mesmo em casa. Verifique também se o museu possui espaços para que a própria criança faça sua arte, desenhando, pintando ou escrevendo, por exemplo.

6 - Participe de visitas guiadas. Além de conhecer muito bem o acervo, educadores do museu podem realizar atividades que facilitem o entendimento, como contação de histórias, músicas, filmes e jogos. Tudo isso relaciona a exposição com a experiência própria da criança e, por isso, prende sua atenção.

7 - Incentive seu filho a falar sobre a obra. É muito comum que crianças pequenas usem uma imagem como estimulo para contar alguma história de sua própria vida. Uma pergunta simples feita na frente de um quadro, como "o que você vê aqui?", pode despertar a imaginação.

8 - Procure conhecer os programas de férias. Muitos museus têm programações especiais para crianças nos meses de recesso escolar, com filmes, visitas guiadas e atividades interativas. É uma boa oportunidade para seu filho ter contato com a arte na companhia de outras crianças.

9 - Não force a criança. Tentar fazer seu filho aprender sobre características objetivas da obra - como o autor, estilo ou período histórico - pode gerar resistência. Entrar no universo próprio da infância, contando uma história, por exemplo, desperta naturalmente o interesse. Isso pode não acontecer na primeira ou na segunda visita, mas os passeios regulares a museus deixarão a criança mais à vontade no mundo da arte.

10 - Incentive o prazer de estar diante de uma obra de arte. Isso é muito mais importante do que qualquer detalhe técnico da exposição. Além de estimular no seu filho o gosto pela arte, uma visita ao museu pode ser, antes de tudo, um divertido passeio em família.

Fonte: Educar para Crescer 18/05/2011

Pelo celular: proposta de atividade com alunos

Compartilhamos dica da educadora Sonia Bertocchi, do blog Lousa Digital, de atividade na escola com celular!
Lousa Digital: Pelo celular: proposta de atividade com alunos: "Nesta apresentação, vocês podem conhecer a dinâmica de  uma proposta de uso de celular na escola. Essa atividade - em forma de desafio -  ..."

Digital NIE links kids to local newspapers


Veja matéria abaixo sobre Programas Jornal e Educação em formato digital, cada vez mais comuns nos EUA e Candá, mas que ainda não é unanimidade entre os educadores. O texto é de Lena Smirnova, do Newspaper Canada, que faz parte da "Canadian Newspaper Association" e da "Canadian Community Newspapers Association".

New digital tools in the classrooms are helping newspapers reach younger audiences, but some teachers are still not willing to chuck the print copies in the trash and students aren't becoming devoted readers.

Nikolay Malyarov, vice president of publishing and legal affairs at NewspaperDirect, spoke at the INK+BEYOND conference on Saturday, April 30 on how the Newspaper in Education program is going digital to engage youth. Students can now access the digital newspapers on SMART boards, computers and mobile devices.

“We strongly believe that without having the NIE program in place, and without have a cost-effective program in place, which would be in digital NIE, the future generation will be completely disconnected from the local publications,” Malyarov said. “I can't tell you that by providing digital
NIE it's going to turn the trend around, but at least some of that audience will be retained.”

NewspaperDirect promotes digital NIE as a cost effective alternative to print paper deliveries, which are usually financed by sponsors or vocation donations. Malyarov mentioned a large national newspaper in United States that paid $4.2 million per year for the delivery of 30,000 newspapers to schools in its area. The paper cut down this price tag to about $300,000 after the switch to digital NIE.

News providers can include more pages with specific educational content in digital NIE that might be too costly to print. The digital version also caters better to foreign and visually-impaired students.

But the most important advantage, Malyarov said, was that the digital version helps publishers to establish brand recognition with young readers who tend to be very promiscuous in their media use and don't pick up print newspapers.

“You can at least build the connection between the young reader and the brand that exists in the market,” Malyarov said Educators are drawn to the eco-friendly sticker on digital NIE, Malyarov said. They also like having an extensive, searchable archive that is hard to get with print editions.

But digital NIE is still not widely accepted as young people and educators remain cautious about the new service. Malyarov said that young people are not picking up printed papers, but prefer to get their news from Facebook or Google. “Newspapers are nowhere close on their list of what they want to read,” he said. “The younger audience, a more mobile, more mobile-savvy audience is feeling that they don't have to have access to a local newspaper anymore. That's not an essential piece of their everyday life.”

Some teachers are also hesitant to embrace the new service. Conference participants from Toronto and Yukon said educators seem anxious about the digital switch. Malyarov explained the hesitancy in terms of the generational divide. “Technology is scary to a lot of educators,” he said.
“As the young blood starts flowing into that, that will be changing.

It is hard to change it overnight.” Malyarov said that digital NIE remains a transitional tool and will continue to evolve to adapt to future readership trends.

Fonte: Newspaper Canada / Lena Smirnova 30/04/2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

O fim do jornalismo?

El fin del periodismo y otras buenas noticias
Claudia Acuña e outros
Editora: Lavaca
Publicação: 2011

Resenha:
E-book produzido por jornalistas argentinos lança hipóteses em relação aos novos meios sociais de comunicação. A obra é produto do site Lavaca, no ar desde 2001, que reúne ensaios, crônicas e reportagens.
Acesse o e-book gratuitamente (em espanhol), clicando
aqui.
Sobre os autores:
Claudia Acuña, Diego Rosemberg, Sergio Ciancaglini, Quimey Lillo e Laura Vales são integrantes da Cátedra Autónoma de Comunicación Social, um espaço para incentivar a reflexão e a criação de projetos de Buenos Aires, Argentina.



Fonte: Nós da Comunicação

Você está preparado(a) para a nova geração dos livros digitais?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cartilha Educomunicação

Clique aqui! e tenha acesso à Cartilha Educomunicação, produzida pelo projeto Nossa Mídia, da Universidade Federal do Paraná.