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terça-feira, 19 de abril de 2011

VIII Concurso escolar Mejor Periodista Infantil y Juvenil

Compartilhamos abaixo notícia sobre o concurso de melhor jornalista infantil e juvenil feito pelo programa Impremsa e Escola do jornal Voz da Galícia, da Espanha.
Leia e inspire-se!




El Programa Prensa-Escuela convoca la octava edición de este concurso, abierto a toda la comunidad escolar gallega. Su objetivo es que los alumnos se familiaricen con la lectura y el manejo del periódico y desarrollen su capacidad de exposición y redacción basándose en informaciones publicadas en la edición impresa o digital de La Voz de Galicia.

Bases del concurso

CONSEJOS PARA PARTICIPAR
Los alumnos pueden participar en dos categorías:

1. CATEGORÍA MEJOR PERIODISTA INFANTIL

Participantes:
A. Alumnos de educación infantil, primero y segundo de primaria.
B. Alumnos de tercero, cuarto, quinto, sexto de primaria y educación especial.

A. Alumnos de educación infantil y 1º y 2º de primaria
Tarea: Dibujar una noticia del periódico
Los concursantes deberán realizar un dibujo que ilustre una noticia publicada en la edición impresa o digital de La Voz de Galicia. El dibujo se hará sobre la maqueta oficial del concurso.

Los alumnos deberán escribir a mano el titular de la noticia o recortarlo del periódico y pegarlo en la maqueta. A continuación harán un dibujo relacionado con la noticia.

La colaboración del profesor o de los padres es imprescindible para realizar esta tarea. En primer lugar, facilitándoles la elección de la noticia, mostrándoles las imágenes del periódico, si las hubiere, o dramatizando la lectura de los titulares. Y, sobre todo, facilitándoles la maqueta en la que deben realizar el trabajo e invitándoles a que se expresen con los materiales que tengan a mano.

B. Alumnos de 3º, 4º, 5º, 6º de primaria y educación especial
Tarea: Seleccionar una noticia del periódico, escribirla libremente e ilustrarla con un dibujo
Los distintos niveles y edades de los alumnos requieren también un grado de atención mayor o menor. El objetivo de la experiencia es que los concursantes elijan libremente las noticias que más les interesen y que, entre todas las elegidas, seleccionen una para hacer dos trabajos:

-uno: escribir la noticia a su manera, no copiarla textualmente sino redactarla como si se la estuvieran contando a un amigo.

-dos: ilustrarla con un dibujo.

Los alumnos deben saber que el Jurado va a fijarse tanto en la redacción de la noticia (la pueden escribir o mano o utilizando un ordenador) como en la originalidad y calidad del dibujo (hecho a mano sobre la maqueta del concurso).

2. CATEGORÍA MEJOR PERIODISTA JUVENIL

Participantes:
C. Alumnos de educación secundaria.
D. Alumnos de bachillerato y formación profesional

C. Alumnos de educación secundaria
Tarea: Entrevista: realizar y editar una entrevista
La entrevista periodística es el reflejo de un diálogo entre el periodista y el personaje entrevistado.

Al transcribirla, el periodista podrá sintetizar la conversación o seleccionar las partes más interesantes siempre que no traicione el sentido de las respuestas.

Cinco estrategias para hacer una buena entrevista:

1. Infórmate bien sobre la persona que vas a entrevistar. Que sea una persona
adulta. Puede ser muy conocida o no, lo importante es que tenga cosas que decir y que sepa contarlas bien.
2. Piensa en un tema concreto y prepara por escrito preguntas cortas y originales.
3. Cuando hagas la entrevista anota todo lo que te diga la persona que estás
entrevistando, aunque la grabes con un pequeño magnetófono.
4. Edita el trabajo inmediatamente, “en caliente”. Selecciona las respuestas más interesantes y significativas.
5. Trabaja con especial cuidado el comienzo y el final.

Ten en cuenta que el Jurado se va a fijar en estas tres cosas:

- El interés que pueda tener la entrevista para alumnos de tu edad.
- La calidad de la escritura.
- La presentación de la página.

D. Alumnos de bachillerato y formación profesional
Tarea: escribir un artículo de opinión
El artículo, tal como se define en el Libro de estilo de La Voz de Galicia es un género de opinión en el que el autor expresa sus apreciaciones personales acerca de todo tipo de asuntos, preferentemente de actualidad, o relatan con trazos literarios impresiones e historias.

En el Diccionario de Bibliología y ciencias afines, José Martínez de Sousa recoge la siguiente definición de artículo: “Texto unitario, de regular extensión, consagrado a una información, una explicación o un comentario, en el que el autor sostiene determinadas opiniones, desarrolla una idea o comenta un hecho y que aparece en las publicaciones periódicas”.

El tema es de libre elección.

Deberá redactarse sobre la maqueta oficial del concurso utilizando el tipo de letra y tamaño que allí se indica: un máximo de 2.000 caracteres, contando también los espacios que existen entre las letras.

Mais informações e materiais de apoio em: http://www.prensaescuela.es/web/concursos/verconcurso.php?id=42

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Criador do blog História Digital dá dicas de como o professor pode usar o blog como ferramenta de ensino

Dono de um blog de história com mais de 2.500 acessos diários, Michel Goulart, 32 anos, está sempre atrás de maneiras de inovar em sala de aula. Por meio do História Digital, por exemplo, ele estimula a troca de conteúdos e a interação entre alunos e professores e dissemina novas formas de aprender história.

O blog, criado em 2009, surgiu para complementar metodologias que ele utilizava na escola. Hoje, Goulart busca interagir suas ações pedagógicas à página na web. “Os alunos adoram! Creio que essas ferramentas fazem parte do cotidiano deles e, por isso, é excelente a receptividade. Eles dizem que é muito melhor estudar assim”, afirma o professor, que dá aulas nos ensinos fundamental e médio do Colégio Energia, em Florianópolis.

Além do blog História Digital, Goulart mantém outros sites na rede, sempre com temáticas que podem ser trabalhadas nas aulas de história.

Integração de conteúdos
Além de disponibilizar conteúdos próprios, o professor usa o blog para elencar outras iniciativas que considera relevantes na rede. A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar. Para criar uma página atraente, ele utiliza ferramentas diversas, como vídeos, podcasts, resumos, apresentações de slides e infográficos, além de outras ferramentas digitais. Na sua maioria, essas ferramentas estão disponíveis na web e são de uso gratuito.


Desafios das TICs em sala de aula
Falta de tempo, conhecimento técnico. De acordo com Goulart, existem várias dificuldades que um professor enfrenta ao incorporar as tecnologias digitais à prática docente. E, assim, as TICs acabam sendo utilizadas para reproduzir velhas metodologias.

Para o professor, não há fórmula pronta para se inovar com TICs na educação, mas nenhum retorno vem sem esforço. Goulart diz que colocou muita energia para a concretização do blog e que o esforço valeu a pena. O caminho que ele pretende seguir agora é estudar como as pessoas aprendem, aprimorando suas atividades docentes. “Todo professor que faz o seu trabalho com empolgação e alegria contagia seus alunos, por isso acredito no que eu faço”, coloca.

Fonte: Instituto Claro/ Prof. Michel Goulart

Ponencia inaugural Congreso Escuela 2.0 - Zaragoza

Veja abaixo a apresentação feita em Prezi da palestra inaugural do Congresso Escola 2.0, que ocorreu em Zaragoza/Espanha, em 13/04/2011. A palestrante é Dolors Reig.

Brincando com o futuro

Por Gilberto Dimenstein

Em seu laboratório repleto de brinquedos e peças coloridas espalhadas pelas mesas, o físico Mitchel Resnick, formado em ciência da computação, está ajudando a reinventar o jeito como as crianças aprendem e, assim, formar adultos mais produtivos e interessantes. "Era da informação é coisa do passado. Estamos entrando na era da criatividade", aposta.

Dentre os vários brinquedos que nasceram em seu laboratório, há uma plataforma na internet em que as crianças montam seus próprios games e histórias digitais. As invenções são compartilhadas mundialmente, formando uma rede planetária de programadores mirins. "Queremos que eles não se satisfaçam apenas em jogar, mas em produzir seus games."

A tradução do que significaria "era da criatividade", na qual o essencial é ser um permanente inovador, começa na própria arquitetura em que está esse laboratório de brinquedos.

É uma escola sem sala de aula, onde todos, professores e alunos, estão sempre inventando alguma coisa.

A sensação que temos é que todos ali brincam com o futuro.

De todos os espaços educativos que conheci, poucas coisas me impressionaram tanto como o Media Lab, subordinado à faculdade de arquitetura do MIT. O lugar consiste em uma escola criada, como o nome diz, para reinventar a transmissão de informações.

São centenas de estações de trabalho espalhadas pelos andares, reunindo engenhocas de todos os formatos. Como não há quase divisórias, temos, à medida que vamos subindo os andares, uma visão geral ao mesmo tempo caótica e organizada.

A arquitetura transmite a mensagem de que criatividade depende de uma combinação de caos, flexibilidade, diversidade e estímulo ao contato humano.

Na semana passada, assisti à apresentação dos projetos dos alunos realizados com seus professores. Celulares criados para detectar problemas de visão; tecidos inteligentes que se adaptam ao corpo; robôs preparados para executar uma ópera no palco; carros que não poluem e cujos motores ficam nas rodas. Descobriram como fazer da mão humana um mouse. Projeta-se um teclado em qualquer parte do corpo e você passa a funcionar como um computador.

Estão desenvolvendo o que eles chamam de "computação afetiva", sistemas que permitiriam às maquinas entender as emoções humanas. Isso significa que um carro pode ajudar a prever quando alguém está tenso ou cansado pelas feições do rosto e pode enviar um sinal ao motorista. Dá até para traduzir as batidas do coração.

Mais importante de tudo é arquitetura curricular, da qual o prédio serve como ilustração. Os alunos de mestrado e doutorado do Media Lab criam suas próprias metas e dizem como vão atingi-las. Podem, por exemplo, ter aulas em diversas universidades americanas sem precisar comprovar nada. Fazem também seu próprio tempo. "Podemos escolher não fazer nenhuma aula", conta Leo Burd, formado no ITA e na Unicamp, que desenvolve pesquisas no MIT para uso da tecnologia para inclusão social. "Acabamos atraindo gente muita apaixonada", acrescenta.

O professor não tem sala de aula. Trabalha em pequenos grupos, desenvolvendo as experiências.

A flexibilidade tem um preço muito mais alto do que a disciplina. O aluno tem de apresentar algo realmente consistente, inovador e criativo -o que, claro, exige muita leitura e experimentação.

A mensagem essencial está no laboratório de brinquedos de Mitchel: para formar adultos criativos é preciso mantê-los sempre como se fossem crianças, brincando com o conhecimento.

PS - Minha descrição do que vi na semana passada no Media Lab não faz justiça ao evento. Coloquei uma seleção dos projetos no www.catracalivre.com.br. Posso garantir que estou descrevendo aqui não reflete nem remotamente a sensação que se tem vendo a descrição dos projetos.

Fonte: Portal Aprendiz

Por uma infância sem racismo


Unicef Brasil lança a campanha Por uma Infância sem Racismo e no Dia Nacional do Livro Infantil, 18 de abril, promove a ação Por uma Literatura sem Racismo.

Veja abaixo vídeo do ator Lázaro Ramos, embaixador do Unicef e protagonista da campanha. Ele também é autor do livro infantil A velha sentada.

“Se existe um vazio na minha infância é de livros que reconhecessem e valorizassem as culturas negras e indígena. Onde eles estavam? Nas minhas mãos não chegaram.

Fico muito feliz em ver que hoje em dia é vasto o material existente que nos ajuda a mostrar às nossas crianças outros retratos do mundo.

Quando escrevi A velha sentada, pensei na criança que fui. E sei que assim como eu, tantas outras famílias buscam esse tipo de literatura. Divertida e inclusiva!”

Vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=_aPYuKiKFMg&feature=player_embedded
Fonte: Unicef

Para uma literatura sem racismo

Compartilhamos dicas da professora Ana Célia da Silva, para uma literatura sem racismo. Ela é doutora em Educação e professora titular da Universidade Estadual da Bahia (UNEB).

Livros Infanto-Juvenis:

SILVA. Jônatas Conceição da. Vozes quilombolas – uma poética brasileira. Salvador: EdUFBA/Ilê Aiyê, 2004. A obra mostra como as letras das músicas do bloco afro Ilê Aiyê nos ensinam a história e a cultura africana e afro-brasileira

SILVA. Jônatas. Conceição da. & BARBOSA, Lindinalva. Quilombo de palavras – a literatura afro-descendente. Salvador; UFBA, 2000

ANDRADE. Inaldete Pinheiro de. Baobás de Ipojuca. Recife: Ediçoes Bagaço, 2008

ANDRADE. Inaldete Pinheiro de. Coleção velhas histórias, novas leituras, Recife-PE, Edições do autor, 2010

ANDRADE. Inaldete Pinheiro de. A Calunga e o maracatu, Recife-PE. prefeitura/Secretaria da Cultura, 2007

Livros para professores, pais e formadores:

MACHADO. Vanda. Ilê Axé – vivencias e invenção pedagógica. As crianças do Opô Afonjá. Salvador: Edufba, 2000

SILVA. Ana Celia da. a discriminação do negro no livro didático. salvador: Edufba, 1995/2004

SILVA. Ana Celia da. Desconstruindo a discriminação do negro no livro didatico. Salvador: Edufba/Ceao, 2001/2010

SILVA. Ana Celia da./Boaventura. Edivaldo M. O terreiro, a quadra e a roda – formas alternativas de educação da criança negra em Salvador. Salvador: Edufba/UNEB, 2005

Fonte: Unicef

Pra que serve a literatura?


“Dá para imaginar que, por maiores e mais avançados
que sejam os recursos contemporâneos de transmissão
da informação, uma educação de qualidade pode
se dar ao luxo de dispensar a leitura de literatura, ou
de ter dúvidas sobre a sua importância, ou de ficar
discutindo em círculo sobre as diversas firulas que podem
(ou não) caracterizar métodos de se chegar lá?
Ou entendemos que não há educação sem leitura e
nos alarmamos com a situação brasileira, ou estamos
perdidos” (“Balaio”, de Ana Maria Machado, Editora
Nova Fronteira, p.168)


"Pra que serve a literatura?" - A partir dessa questão, a publicação homônima do Instituto Ecofuturo, reúne especialistas e oferece ao leitor uma série de textos que ajudarão a refletir sobre leitura e liberdade, literatura desde o berço, infância e livros e formação de leitores, entre outros temas. os autores são: Christine Castilho Fontelles, Maria Betânia Ferreira, Paulo Bloise, Yves de La Taille, Luiz Percival Leme e Britto, Nilma Lacerda, Lucila Pastorello, Betty Mindlin, Ana Maria Machado, Elizabeth D’Angelo Serra e Mariana Godoy.
Para acessar a publicação, basta clicar em http://www.ecofuturo.org.br/uploads/conteudos/textos_de_apoio/pra_que_serve_leitura.pdf