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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Unified Communications oferece publicação e curso gratuito sobre mídias sociais no trabalho

Você está procurando ajuda e aconselhamento na utilização das Mídias Sociais? O site do Unified Communications no Brasil está oferecendo gratuitamente um guia que analisa sete categorias diferentes de como você pode trabalhar (e aprender) inteligentemente com as Mídias Sociais.

São 30 diferentes sessões, cada uma delas contendo uma leitura introdutória, exemplos, links para mais recursos e objetos, bem como uma atividade para trabalhar e uma discussão sobre o item aprendido.

O programa "Mídias Sociais no seu trabalho em 30 dias" acontece em sessões de 15 a 20 minutos todo dia. Para mais informações e inscrições, acessar: http://www.uc-brasil.com/1215.0.html?&no_cache=1

Conteúdo
1 - Encontre informações na Social Web
Fazer uma busca efetiva com o Google
Utilize outras ferramentas de busca
Fontes úteis na Social Web
2 - Mantenha-se atualizado com novidades sobre a Social Web
Monitore novo conteúdo na web
Leia blogs de analistas da indústria e outros blogueiros de interesse
Assine um blog / feed da web com um leitor de RSS
3 - Construa uma rede de confiança com seus colegas
Facebook
LinkedIn
Twitter
Yammer
Outras comunidades online
4 - Comunique-se eficazmente com os colegas
Webmail
Gmail
Google
Buzz
Skype
Grupos de chat
5 - Compartilhe recursos e idéias com os colegas
Compartilhe seu calendário
Compartilhe arquivos
Compartilhe links
Compartilhe fotos, vídeos e screencasts
Compartilhe apresentações
Compartilhe idéias e experiências com blogs
Compartilhe idéias e experiências por podcasting
6 - Colabore de forma eficaz com os colegas
Trabalhe colaborativamente em um documento
Colaborar em documentos "ad hoc" em tempo real
Crie um recurso colaborativo usando um wiki
Crie um espaço virtual de grupo
7 - Melhore a produtividade pessoal e da equipe
Use um bom navegador da web
Use um painel pessoal online
Use outras ferramentas de produtividade pessoal
Use outras ferramentas de produtividade de equipe

Este programa é uma cortesia de Jane Hart, Centre for Learning & Performance Technologies
Fonte: UC Brasil

Seminários de leitura em São Paulo

A Cor da Letra - Centro de Estudos em Leitura, Literatura e Juventude e a Revista Emília -especializada em leitura e literatura juvenil organizam o Seminário Conversa ao Pé da Página.

O objetivo é refletir sobre o papel e a importância da leitura e das ações que promovem a formação de leitores; o incentivo à atividade leitora, com ênfase na leitura literária; e o intercâmbio de experiências realizadas nesse âmbito na América Latina.

Em um ciclo de seis encontros que serão realizados este ano (2011), esse seminário, gratuito, é destinado a professores, educadores, universitários, mediadores de leitura e todos aqueles interessados no assunto.

Especialistas nacionais e Internacionais debaterão os temas propostos. As exposições dos palestrantes convidados serão acompanhadas de experiências práticas apresentadas por profissionais que realizam ações bem sucedidas nesta área.

Veja a programação:

A formação de mediadores de leitura

Mesa 1 - Maria Beatriz Medina, Dolores Prades e Aide Mitie Kudo

Terça Feira, 19 de abril, no SESC Pinheiros (SP) e Quarta-Feira, 20 de abril, no SESC Sorocaba (SP)

Horário - 13:00 às 18:00

A Leitura na primeira infância

Mesa 2 - Yolanda Reyes, Evélio Cabrejo-Parra e Patrícia Lacerda

Terça Feira - 17 de Maio de 2011 - SESC Pinheiros

Horário - 13:00 às 18:00

Leituras em situação de crise

Mesa 3 - Michèle Petit e Patrícia Pereira Leite

Terça Feira - 05 de Julho de 2011 - SESC Pinheiros

Horário - 13:00 às 18:00

Literatura infantil e juvenil e formação do leitor literário

Mesa 4 - Cecília Bajour e João Luis Ceccantini

Terça Feira - 16 de Agosto de 2011 - SESC Pinheiros

Horário - 13:00 às 18:00

Biblioteca e Formação de Leitores

Mesa 5 - Silvia Castrillón e Maria Zenita Monteiro

Terça Feira 13 de Setembro de 2011 - SESC Pinheiros

Horário - 13:00 às 18:00

Jovens, leitura e literatura

Mesa 6 - Beatriz Helena Robledo e Márcia Miyoko Wada

Terça Feira 18 de Outubro de 2011 - SESC Pinheiros

Horário - 13:00 às 18:00

As inscrições realizadas pelo site são válidas para os eventos da cidade de São Paulo.Para inscrições de outras cidades, entre em contato com as unidades do SESC mencionadas. Para cada seminário é necessário fazer uma nova inscrição(11) 3817 - 4490 - conversapepagina@acordaletra.com.br - conversas@cppg2011.com.br

Fonte: http://www.conversapepagina.com.br/

Inep revela quem não estuda nem trabalha

O Instituto Brasileiro de Pesquisas Educacionais (Inep) divulgou recentemente o boletim ‘Na medida’, revelando que as mulheres com idades entre 18 e 24 anos são a maioria no quesito concluíram o ensino médio, mas não trabalham nem estudam. Elas correspondem a 74,7% do total, sendo que 43,5% eram casadas, em 2008, data da pesquisa, e 68,4% tinham ao menos um filho. O estudo afirma que existe relação entre a desistência do estudo e a maternidade/ casamento. O que preocupa estudiosos e autoridades é que o nível daqueles que não estudam nem trabalham continua o mesmo desde 2001, entretanto, o índice dos que não trabalham, mas estudam vem sendo reduzido ano após ano, de 12,6% em 2001 para 10,5% em 2008.

Fonte: O Diário na Escola/ INEP

O livro de papel já morreu?

Por Gilberto Dimenstein - Portal Aprendiz Usando as novas ferramentas de comunicação, um grupo de professores da África do Sul está inovando o jeito como se produzem livros didáticos e acabaram se transformando numa experiência acompanhada por diversos centros de tecnologia do mundo. Espalhados em diversas partes do país, eles escrevem coletivamente, numa página da internet, livros sobre todas as matérias ensinadas nas escolas. Mas cada professor adapta o conteúdo para sua realidade local, a começar do seu bairro. Um mesmo livro, portanto, pode ter centenas de diferentes versões. Como nem todas as escolas têm acesso à internet (onde os conteúdos estão disponíveis gratuitamente), encontraram uma saída. Sem cobrar direitos autorais, eles organizam o material e entregam textos para editoras tradicionais. O livro chega às escolas com um preço mais barato. "Em pouco tempo, o papel será dispensável", disse o físico Mark Horner, um dos coordenadores do projeto batizado de Siyavula. Essa foi uma das experiências que chamaram a atenção num encontro na semana passada que reuniu, nos EUA, alguns especialistas em inovações tecnológicas e educação. Serve como mais uma provocação sobre o futuro da produção e distribuição do conhecimento no geral e dos livros e dos escritores em particular. O fim do livro de papel é tido como uma questão de tempo. Isso significa que as livrarias vão desaparecer? Para quem, como eu, tem prazer de andar por livrarias e sentir o papel, essa é uma pergunta incômoda. Andando aqui no metrô, vemos quanta gente aderiu ao livro eletrônico. Algumas escolas resolveram aposentar os livros didáticos de papel, usando até o argumento de que, assim, deixam as mochilas mais leves e preservam a saúde dos estudantes. Comemora-se até o fato de que, com os novos aparelhos, cresce a venda entre os mais jovens. Com o aumento do consumo dos e-books, surgiu um mercado paralelo legal e clandestino de distribuição de arquivos. Está acontecendo com os escritores o que, no passado, ocorreu com os músicos, quando surgiu o Napster. Depois de muita briga por causa da troca clandestina de arquivos, começaram a reinventar um novo modelo de negócios. Mas cada vez se ganha menos dinheiro vendendo CDs aliás, quase ninguém mais vende CDs. Assim como os mais jovens já não usam mais relógios de pulso. Nem e-mail. A onda de aplicativos está tornando até obsoleta a internet do www. Os músicos podem compensar a queda da renda fazendo shows. O que os escritores deveriam fazer? Palestras remuneradas? Podemos não gostar quando uma mudança tecnológica nos afeta, mas adoramos poder falar pelo Skype sem pagar a ligação telefônica. Não é tão diferente assim dos desafios do jornal que se estruturam para cobrar os conteúdos digitais. É um desafio que atinge as escolas. Os conteúdos das matérias já podem ser encontrados na internet, algumas vezes com recursos mais interessantes e provocativos do que os dados em sala de aula. O Media Lab, do MIT, desenvolveu uma plataforma (Scratch) em que as próprias crianças fazem seus jogos e trocam suas criações pelo mundo aliás, o MIT desenvolveu conteúdos gratuitos só para o ensino médio. Como a transmissão do conhecimento não para de crescer, os modelos de negócio, depois do baque, vão se reinventando, gerando perdedores e ganhadores. Alguém poderia imaginar que jornais pagariam parte dos salários dos jornalistas com base no número de clicks em suas páginas ou matérias na internet? Estudos têm mostrado que, depois da onda provocada pelo Napster, não diminuiu a produção musical pelo mundo e a produção de aplicativos foi estimulada. Os desafios da sustentabilidade são enormes, mas as oportunidades são maiores ainda. Um caso está correndo aqui em Harvard, onde ganha força um ambicioso projeto para criar a maior biblioteca digital do mundo, que é acessível a todos. A pretensão é nada menos do que selecionar todo o conhecimento já produzido pela humanidade. Uma das inspirações é a Europeana, na qual se encontra 15 milhões de versões digitais de livros e obras de arte. Além de Harvard, estão aderindo ao projeto as maiores universidades americanas com seus monumentais acervos de livros, além da biblioteca do Congresso americano. Representantes da Apple, Microsoft e Google estão participando dos encontros. Os livros de papel, os CDs e até as escolas tradicionais podem morrer. Mas o conhecimento está cada vez acessível. PS- Coloquei na internet (www.catracalivre.com.br) mais detalhes dos projetos citados nesta coluna.

MEC disponibiliza coleção de livros sobre educadores


O Ministério da Educação disponibilizou versões digitais dos 61 livros da "Coleção Educadores". Os trabalhos podem ser acessados a partir do site Domínio Público (aqui).

Um aspecto interessante da coleção é o sentido ampliado do conceito de "educador", contemplando desde autores tradicionais de linhas teóricas da Educação, como Piaget, Paulo Freire, Vygotsky (ao centro, na caricatura acima), Freinèt (à direita), até pensadores sociais (Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes, entre outros) e indivíduos com atuação pioneira no uso da comunicação em processos educativos, como o cineasta Humberto Mauro (à esquerda, no desenho) e Roquette-Pinto.


Fonte: Mídias na Educação

Acervo dos 119 anos do Jornal do Brasil pelo site Catraca Livre

Fonte: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2011/04/acervo-digital-de-119-anos-de-historia-do-jornal-do-brasil/

Tragédia no Rio: o perfil das escolas precisa ser mudado

Conselheiros do CONANDA afirmam que as escolas devem não somente promover a cultura de paz, mas também mudar a abordagem sobre relações humanas para se aproximar e perceber os dramas de seus alunos, professores e de todos seus quadros

Por Paula Rosa e Raphael Gomes – Rede ANDI Brasil, Brasília (DF) “A cultura de paz deve começar com o desenvolvimento de ações que possam gerar um sentimento de pertencimento em toda comunidade escolar, e não apenas nos professores e diretores”, afirma o advogado Carlos Nicodemos, representante do Movimento Nacional de Direitos Humanos no Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA). Para o conselheiro, o caso específico do Rio de Janeiro evidencia que o agressor não se sentia parte do ambiente escolar, espaço que precisa ser compreendido como de proteção, e não apenas como “sala de aula”.


André Franzini, representante da Pastoral do Menor no CONANDA, aponta que a segurança também deve ser incorporada na rotina das escolas para evitar que casos como o do Realengo se repitam. “As criança são sempre as mais vulneráveis em relação a qualquer tipologia de violência”, destaca o conselheiro que afirma, ainda, que o Brasil precisa de programas de direitos humanos e de planos com atendimentos humanizados para que o fenômeno da violência possa ser entendido com toda a sua complexidade.


De acordo com os conselheiros, a escola tem um papel fundamental na formação da personalidade e da consciência individual e social de crianças e adolescentes. Nesse sentido, o ambiente escolar deve estar preparado para formar alunos conscientes de que as diversidades dever servir para unir as pessoas, e não segregá-las. “Temos nossa própria cultura e a partir dela geramos nossas contradições. A ideia do país de sociedade tolerante é simbólica e hoje efetivamente produzimos dimensões de intolerância, em variados campos, como a questão religiosa, a orientação sexual, as discriminações intra-escolar, entre outras. É fato que importamos valores de outros modelos culturais que acabam eclodindo na sociedade através de manifestações de violência”, avalia Nicodemos.


Agressão: reflexo da violação de direitos


Casos de comoção nacional, como o ocorrido Realengo, na Zona Oeste do Rio, tendem a deixar de lado durante o debate os motivos que podem ter levado o agressor a tal situação, sem compreender que uma violação de direitos é decorrente de várias outras. O papel da mídia, neste contexto, é importante para que o assunto possa ser debatido qualificadamente. Na opinião do advogado Carlos Nicodemos, a sociedade moderna brasileira “embarcou nos sistemas acelerados de informações”, cumprindo os requisitos técnicos, mas deixando de lado a questão social, dos debates acerca dos problemas sociais. “Temos que entender que o trágico fato produzido por um rapaz de idéias confusas e sentimentos de discriminação não foi uma ação, mas sim, uma reação. Reação a uma sociedade cada vez mais competitiva que deixa lacunas de abandono e falta de solidariedade”, enfatiza Nicodemos.


André Franzini complementa, dizendo que problemas como discriminação, não somente racial, mas também de gênero e econômica, podem criar um processo de pequenas invisibilidades de sofrimento cotidiano que desembocam em atos extremos. Para o conselheiro, “é fundamental que todos os atores que administram os diferentes segmentos do Sistema de Garantia de Direitos tenham disposição para atender a um dos princípios do ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], que consiste na valorização da situação individual de cada uma destas pessoas em desenvolvimento”.


Nesse sentido, a família também deve ter condições de oferecer formação social às meninas e aos meninos, mas não ser totalmente responsabilizada uma vez que é apenas uma das responsáveis pelo desenvolvimento saudável das crianças e adolescentes. Segundo o conselheiro Carlos Nicodemos, a educação familiar hoje se reduz a um conceito de responsabilidade da família, entretanto, “não podemos responsabilizar os pais, mas sim buscar alternativas de implicá-los num projeto de desenvolvimento da sociedade que deve começar com os filhos, pautado numa agenda de valores sociais, humanos e morais”.


O apoio à rede de atendimento sócio familiar nos municípios é visto por André Franzini como ação fundamental para que a escola possa ser preparada para reconhecer e mediar as violações de direitos que crianças e adolescente vivenciam, seja no ambiente escolar, familiar ou comunitário. “É inegável que a escola precisa preparar seus quadros para promover não somente a paz, mas também um processo de maior humanização das relações e, sobretudo, de reconhecimentos da importância da capacidade de perceber os dramas de seus alunos, professores e de todos seus quadros”.


O cenário evidencia que a intersetorialidade das políticas públicas e dos atores do SGD para o fortalecimento dos direitos humanos é necessária para a prevenção da violência. É clara a urgência de preparar a escola e demais espaços de socialização de crianças e adolescentes para a inserção da cultura de paz e promoção dos direitos nos debates promovidos. “Sem sombra de dúvidas, a escola pode ser um preferencial privilegiado de desenvolvimento da cultura de paz. Só temos que construir juntos, todos, o conceito de paz”, destaca Carlos Nicodemos. Fonte: ANDI Comunicação e Direitos