Aqui você encontrará notícias, dicas de sites, cursos, músicas, eventos e atividades que estejam ligadas a projetos de Jornal e Educação e Jovens Leitores.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Educação para os Media: "Em Portugal ainda há um longo caminho a percorrer"

Compartilhamos abaixo matéria publicada no site Porto Net, da Universidade do Porto, sobre Educação para a Mídia em Portugal. Boa leitura!

Em Portugal falta formação, investigação e uma política pública que incentive e apoie a Educação para os Media, revela um estudo português.

"A Educação para os Média em Portugal", investigação feita pelo o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho (UM), incide sobre a situação actual da Educação para os Media em Portugal, procedendo a um "levantamento de projectos, iniciativas, actividades e experiências desenvolvidos nos últimos anos, identificando temáticas e actores".

Portugal não está "propriamente num deserto ao nível da Educação para os Media", diz a professora responsável pelo estudo [PDF], Sara Pereira. "Há experiências muito ricas, projectos muito interessantes". No entanto, são trabalhos "fragmentados, com pouca continuidade e pouco conhecidos", explica.

Opinião semelhante é a de Manuel Pinto, coordenador do estudo. "Há nichos em várias zonas do país que têm cultivado a Educação para os Media", sobretudo ao nível do "cinema e do jornalismo escolar e, mais recentemente, da Internet". Porém, este tipo de educação "não tem sido muito cultivado em Portugal" e é uma área "muito carente de atenção", explica. Esta falta de atenção pode dever-se, segundo Manuel Pinto, a um "recuo na formação de professores nas instituições universitárias" e ao destaque dado por Bolonha "às formações mais centrais, como a Matemática e as Ciências, escorraçando para as bordas" a Educação para os Media.

A escassez de políticas públicas que "incentivem, apoiem e enquadrem" a Educação para os Media pode também ser uma justificação. "Na verdade, uma educação a este nível não tem sido uma prioridade para as entidades governamentais, independentemente da orientação político-partidária. Ao contrário do que tem acontecido com todo um outro conjunto de 'educação para...' (para a saúde, para o consumo, entre outras), a 'para os media' tem colhido pouco interesse", diz o estudo.

Esta falta de interesse por parte das entidades governamentais pode dar origem a "outro tipo de analfabetismo no plano da vida cívica, da participação, da informação". Hoje, além de ler, escrever e contar, é preciso "educar para a imagem, para o multimédia, para as redes e tecnologia". Manuel Pinto considera que "as coisas estão muito polarizadas em torno das tecnologias", pois fala-se no "acesso aos computadores e à internet", mas há “menos preocupação com os conteúdos". "O acesso não garante literacia, capacidade de navegação crítica, de segurança", alerta.

O que falta a Portugal

Os media são, cada vez mais, "uma dimensão e um ambiente que marca a vida das pessoas e dos grupos sociais" e nesse sentido é preciso fazer algo para que Portugal desenvolva a Educação para os Media. Uma das recomendações feitas pelo estudo da Universidade do Minho prende-se com a "necessidade de investigar as práticas, métodos, impacto e orientações" da temática. Além disso, "apostar na formação de professores e na introdução dos conteúdos ligados à Educação para os Media" constitui também um ponto importante, diz o estudo.

É ainda fundamental a existência de uma política pública que "crie quadros de incentivo e tome a Educação para os Media como uma preocupação, inscrevendo-a na agenda pública, como uma questão de cidadania, de qualidade de vida", já que este tipo de educação pode ser um "forte empurrão no combate à infoexclusão de muitos cidadãos", argumenta Manuel Pinto.

"Educação para os Media em Portugal" foi encomendado pela Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) e é um dos poucos estudos existentes em território nacional sobre a temática. Resta esperar que "o futuro não seja igual ao passado" e este estudo incentive novas investigações na área, porque "a roda já está inventada e agora tem que se lhe dar novas utilidades", remata Sara Pereira.

Fonte:Jornalismo Porto Net/ Foto e Texto: Sandra Gomes 07/04/2011

Como montar uma Hemeroteca



Veja abaixo a sugestão de criação de uma hemeroteca feita pela escola José Eduardo de Sousa, do município de Horizonte/CE, que faz parte do programa O POVO na Educação, desenvolvido pelo jornal O POVO (CE). Leia e veja possibilidade de fazer uma hemeroteca com sua turma! Faça as adaptações que forem necessárias e utilizem os jornais de sua cidade.


Hemeroteca vem do grego, heméra, que quer dizer “dia”, e théke, que significa“coleção”. Hemeroteca pode ser entendida como uma seção da biblioteca, onde estão os jornais e revistas, ou seja, refere-se a qualquer coleção ou conjunto organizado de periódicos. Acompanhe no passo a passo,como os alunos aprendem e se divertem selecionando e catalogando os textos encontrados no jornal.

Conteúdo:

Leitura e Escrita.


Objetivos:

Incentivar à pesquisa; Dinamizar a leitura e escrita


Materiais necessários:

Jornais O POVO de dias diferentes (ummês inteiro);

Papel A4 ou Ofício;

Caneta coloridas;

Lápis de cor;

Papelão ou cartolina; (para confecçãode pastas)

Grampeador;

Cola e Tesoura.


DESENVOLVIMENTO

1º PASSO

Peça para que os alunos formem equipesde no máximo cinco integrantes. Expliqueque a Hemeroteca física é umacoleção organizada de textos extraídosdo jornal e que eles mesmos podemmontar para ficar durante muito tempona escola. Não esqueça de incentivá-losinformando que esse tipo de trabalho,fará com que eles ganhem uma coleçãode textos, e que os ajudarão em suas futuraspesquisas.


2º PASSO

O segundo passo é a escolha das matériasa serem recortadas, logo após aleitura delas. É interessante que os textosselecionados estejam relacionados aum único tema, por exemplo: Meio Ambiente,Educação, Política etc. É precisoter atenção especial para as notíciasque estão no verso da página, logoa escolha dos textos será por prioridadede interesse. Informe aos alunos queé muito importante um bom recorte dojornal, para que o leitor possa ter umbom aproveitamento do texto e do assuntoque está contido nele.


3° PASSO

Muitas vezes é necessário se colar a matérianuma tira de papel, para melhoracondicioná-la na pasta de papelão, facilitandoa leitura do material selecionado


4° PASSO

Seleção do tema e registro da matériaselecionada em planilha com os campos:tema, título, data e resumo. Nesse momento,os alunos possuem a escolha defalar um pouco do que o leitor encontraráno texto fixado na Hemeroteca. Peçapara escreverem na capa da pasta, onome da escola, da biblioteca, o númeroda pasta, qual o assunto, e o periódicoutilizado.


5º PASSO

O arquivamento deve ser feito em pastasde papelão confeccionadas pelosalunos. Essas pastas também podem serfeitas de cartolina, o importante é deixara criatividade fluir e se divertir comessa montagem.


6º PASSO

A Hemeroteca pode ser guardada nasbibliotecas, salas de leitura ou de multimeios.Caso a escola não tenha salas paraesse tipo de serviço, existe a possibilidadede deixá-la na própria sala de aula.


FINALIZAÇÃO

Quando todos os textos estiverem fixados e identificados com tema, título, datae resumo, o professor pode junto comas equipes fazer uma revisão final dotrabalho.


AVALIAÇÃO

Verifique o tema escolhido pelos alunos,e se a identificação foi feita de maneiracorreta. Avalie também a integraçãodos grupos e o envolvimento que tiveramdurante a atividade.


Fonte: Coluna O POVO na Educação - Jornal O POVO (02/04/2011)

terça-feira, 5 de abril de 2011

A Escola da Ponte

Por Rubem Alves
Os olhos são órgãos marotos. Mesmo perfeitos, não são dignos de confiança. "Não vemos o que vemos; vemos o que somos", escreveu Bernardo Soares. A gente pensa que os olhos põem dentro o que está longe, lá fora, quando o que os olhos fazem é por lá longe o que está dentro.


É o caso dos olhos do pai e os olhos do apaixonado por sua filha... Olho de pai é olho que se educou com a vida. Conhece a menina, viu-a nascer, crescer, voar, cair... Alegrou-se nos dias de sol, entristeceu-se nos dias de sombras e escuridão.

Os olhos do apaixonado são diferentes. Neles mora uma pitada da loucura que se chama fantasia. O apaixonado vê como realidade aquilo que existe dentro dele como sonho. Versinho enorme de Fernando Pessoa: "Quando te vi, amei-te já muito antes". Traduzindo: vejo no seu rosto o rosto que já morava dentro de mim, adormecido... O apaixonado é um porta-sonhos.

Vocês, meu leitores, não devem estar percebendo a propósito de que é essa meditação sobre os olhares. É que eu escrevo por meio de parábolas, e o que está em jogo é um pai de olhar claro, uma donzela linda, sua filha, e um apaixonado que vê com olhos de poeta. Respectivamente, o professor José Pacheco, a Escola da Ponte e eu, Rubem Alves.

Visitei Portugal, acho que no ano 2000, e lá conheci uma escola diferente: a Escola da Ponte. Para mim, foi um espanto. Fiquei apaixonado e escrevi um livrinho sobre ela: "A Escola com que Sempre Sonhei Sem Imaginar que Pudesse Existir". Amei a Escola da Ponte, amor à primeira vista.

Sou um educador. Escrevi muitas coisas sobre a educação no transcorrer da minha vida. Mas, de tudo o que escrevi, acho que minha contribuição mais significativa para a educação foi esse relato espantado e apaixonado.

A Folha publicou uma entrevista com o título "O lado escuro da Escola da Ponte" (7 de março de 2011). Nessa entrevista, o professor José Pacheco manifestou a sua preocupação com esse livro, exatamente por ele ter saído de um olhar apaixonado. A paixão obscurece os olhos que se põem então a construir mitos. E os mitos podem ser enganadores. O meu livrinho poderia levar os leitores a fantasiar coisas maravilhosas sobre a escola que não correspondem à realidade.

O que são mitos? Mitos são sonhos transformados em poesia. E a poesia tem poderes mágicos de transformar e dar vida. Quem explica o mito é Fernando Pessoa:

"O mytho é o nada que é tudo;/ Sem existir, bastou./ Por não ter vindo foi vindo e nos creou./ Assim a lenda se escorre a entrar na realidade/ E a fecundá-la decorre".

A visão mítica, que não é intencional, acendeu sonhos que dormiam em mim. Aí me vieram ao pensamento estes três textos que dizem o que penso.

Primeiro, Miguel de Unamuno: "Recuerda, pues, o sueña tú, alma mia -la fantasia es tu sustancia eterna lo que no fué; com tus figuraciones hazte fuerte, que eso es vivir, y lo demás es muerte".

Depois, as palavras de Tolstói, que Guimarães Rosa cita com aprovação: "Se descreves o mundo tal como é, não haverá em tuas palavras senão muitas mentiras e nenhuma verdade".

Finalmente, esse delicioso poeminha de Mário Quintana sobre as utopias: "Se as coisas são inatingíveis, ora... não é motivo para não querê-las. Que tristes os caminhos se não fora a presença distantes das estrelas".

Continuarei a apontar para as estrelas...
Fonte: Portal Aprendiz

Concurso cultural Ler e Escrever é Preciso espera sua inscrição!

Estão abertas as inscrições para a sétima edição do Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso, do Instituto Ecofuturo, parceiro do Programa Jornal e Educação.

O Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso incentiva o hábito da leitura e expressão autoral através da escrita. Os participantes interagem com os temas escolhidos a cada edição, acessando conteúdos e bibliografia especialmente selecionados. Os autores dos melhores textos são reconhecidos durante evento cultural em São Paulo e com a publicação de obra coletiva, distribuída a todos os participantes. Realizado via web e com abrangência nacional, é aberto às escolas públicas e particulares de todos os níveis da educação, ONGs e bibliotecas.

Para saber mais, acesse:http://www.ecofuturo.org.br/concursocultural

Análise de tirinhas

Por Ezequiel Theodoro da Silva
"O livro ainda é um bom companheiro de viagem, além de poder ser uma gostosa viagem dentro de outra viagem. Viajar e ler são hábitos associados: existem pessoas que, ao esboçarem o plano de uma viagem, já separam uma ou mais obras para saborear no banco de um ônibus, trem ou avião. Férias e leituras também caminham muito juntas, basta andar a pé ao longo de uma praia e reparar quantos banhistas estão com a cabeça enfiada num livro.

A tirinha acima ainda aponta para o lado romântico das leituras femininas. A última pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2007-2008) apontou a tendência de o sexo feminino se envolverem mais com poesias, especialmente as românticas - neste caso, Álvares de Azevedo e Castro Alves são expoentes nesse gênero.

Com quem você, meu leitor ou minha leitora deste texto, gostaria de estar junto numa ilha deserta? Seria com gente ou seria com livro? Ou seria gente que também, igual a você, partilhasse do maravilhoso gosto de ler e lhe recitasse uns bons poemas românticos? Fica a pergunta e cada qual que encontre a sua resposta".

Fonte: Blog Leitura Crítica - Prof. Ezequiel Theodoro

Educar para o século XXI exige integralidade de saberes

Há necessidade de novas referências curriculares na escola, que valorizem a integralidade de saberes e experiências. A conclusão foi tirada por debatedores do tema “Metodologias inovadoras: integração de tempos, espaços e conteúdos”, discutido durante o Seminário Internacional de Educação Integral, na última semana, em São Paulo (SP).

“Atualmente, existe uma pressão social para recompor o sujeito. Não há sentido em continuarmos com uma educação que valoriza apenas os aprendizados cognitivo e intelectual. Nas políticas públicas, precisamos de uma atenção integral ao cidadão e seu território”, declarou , Maria do Carmo de Carvalho, superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) – instituição que promove ações voltadas à melhoria da qualidade da educação pública.

Para ela, neste século XXI, a educação deve centralizar ações com os objetivos de reduzir as desigualdades sociais, melhorar a sustentabilidade ambiental do planeta e promover o exercício de valores.

No entanto, é necessário que as crianças e jovens tenham uma jornada de tempo integral da pré-escola ao ensino fundamental, unindo à educação atividades artísticas, esportivas, períodos para estudos individuais e outras. “Ainda, temos que reservar um tempo para agirem como acham melhor, fazerem escolhas. Importante também garantir um espaço doméstico. Não chegamos a um equilíbrio”, afirmou Maria do Carmo.

O diretor da ONG mexicana Investigación y Educación Popular Autogestiva (IEAAC), Guillermo Alonso, disse que seu país está vivendo um momento difícil no pós-crise econômica. Para superar, será necessário o investimento na educação integral vislumbrando a transformação da realidade. “No México, hoje, há uma democracia que não é de fato democrática”, avaliou.

Alonso contou que grupos de jovens com os quais a IEAAC trabalha foram expulsos da escola por terem protestado contra o governo vigente. “Eles eram potenciais jovens a deixarem o país, mas retomaram um caminho com o teatro e não enxergaram mais necessidade de imigrar para os Estados Unidos”. A IEAAC incentivou os adolescentes aproveitando a cultura e depois por meio do trabalho.

Segundo Alonso, além da educação deficitária, outro grande problema que o país enfrenta é a violência. Entre 2005 e 2010, 30 mil mortes ocorreram devido ao narcotráfico, sendo pelo menos mil crianças.

“Educar, reabilitar e reintegrar socialmente; empoderar e dar competência à comunidade; prevenir e atender situações de risco. Tudo isso faz parte da educação integral, que em qualquer momento, qualquer situação, aponta como via estratégica para mudar rumos”, concluiu.

Fonte: Portal Aprendiz/ Desirèe Luíse

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Estão abertas as inscrições para o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital

Compartilhamos abaixo texto do site do Cultura Digital explicando como o grupo de estudos funciona e quais são seus objetivos. Se quiser fazer parte, as inscrições já estão abertas no endereço: http://www.educarnaculturadigital.org.br

"O Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital foi criado para apoiar educadores interessados em trocar experiências e debater com colegas de todo o Brasil sobre os desafios que as inovações tecnológicas da atualidade trazem para o cotidiano de ensino e aprendizagem na escola.

O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na educação é um tema emergente no mundo todo. Professores, acadêmicos e gestores dos mais variados países cada vez mais se dedicam a estudar formas de aproximar a escola das constantes inovações da sociedade provocadas pela era digital.

Se hoje a Internet não é mais uma rede de computadores, mas sim uma rede de pessoas, formar o cidadão do século XXI para as competências e habilidades que emergem de novas práticas sociais mediadas por dispositivos eletrônicos tornou-se o grande desafio para a educação.

▪ Como formar pessoas com capacidade crítica e criativa para o mundo atual?
▪ Como ensinar a capacidade de viver uma vida digna, responsável, produtiva, sustentável e
saudável em um mundo globalizado?
▪ Como tornar os alunos conscientes de seus direitos e deveres preparados para aprender durante toda a vida?
▪ Como garantir o respeito à diversidade, compartilhando e produzindo conhecimento e cultura em um mundo impregnado por múltiplos idiomas e tecnologias?

O Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital tem como suporte um ambiente de formação online interativo (plataforma moodle), especialmente elaborado para valorizar a troca e a colaboração entre os participantes e, ao mesmo tempo, disponibilizar referências bibliográficas, fontes de pesquisa e materiais didáticos de diversas naturezas aos educadores.

Para reproduzir a mesma atmosfera criativa dos tradicionais grupos de estudos presenciais, o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital tem a colaboração de uma equipe de especialistas-moderadores para promover a orientação de estudos dos conteúdos selecionados e incentivar o debate e o intercâmbio de experiências.

Organizado em módulos temáticos não seqüenciais, é possível participar de um ou mais temas de discussão. O participante pode freqüentar o ambiente livremente sempre que desejar para encontrar colegas e /ou realizar atividades programadas, e ainda avaliar sua própria aprendizagem por meio de questionários oferecidos.

Os objetivos do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital são os seguintes: incentivar a discussão e a troca de experiências entre educadores; proporcionar o aprofundamento teórico em relação aos temas de educação e cultura digital; estimular o desenvolvimento de atividades práticas e desafiadoras .

Conheça os 5 módulos temáticos inter-relacionados:

1) O Mundo Digital: linha do tempo da evolução tecnológica (foco na passagem da Revolução Industrial à Era Digital)
2)
A Geração Interativa: quem são, o que anseiam, como se comportam, hábitos, habilidades, competências.
3)
Aprendizagem na Cultura Digital: pesquisar (análise crítica), comunicar (colaboração e compartilhamento) e publicar (autoria)
4)
Inovação Pedagógica: diferença entre tecnologia e metodologia, a construção de um novo currículo
5)
Avaliação em TICs: quais os avanços efetivos para o ensino e a aprendizagem

Informações importantes sobre o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital:

- Mantém uma equipe de especialistas para mediação permanente;
- Disponibiliza conteúdo e materiais de referência em módulos temáticos não seqüenciais e de livre escolha;
- Promove a comunicação por meio de ferramentas síncronas e assíncronas (chat, fórum, e-mail e TV Web);
- Propõe atividades práticas desafiadoras optativas: resolução de problemas, aplicação dos conceitos, pesquisas, produção de materiais;
- Oferece questionários para auto-avaliação da aprendizagem e atestado de participação.

Fonte: Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital