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domingo, 20 de março de 2011

Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2011

Estão abertas até o dia 26 de junho as inscrições para a sexta edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores, que valoriza e reconhece os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizam a tecnologia para melhorar os processos de ensino e aprendizagem.

Para concorrer, basta acessar o site www.educadoresinovadores.com.br e seguir as instruções. Educadores de todo o Brasil podem se inscrever nas seguintes categorias:

1) Escolas Públicas de Educação Básica

2) Ensino Técnico – Educador Inovador Escola Técnica

3) Escolas Particulares – Educador Inovador Escola Particular

4) Educador Inovador

Premiação - O Prêmio conta com três etapas. Até o dia 22 de julho, vinte e um projetos serão escolhidos e participarão do evento nacional de premiação que será realizado em São Paulo no dia 03 de agosto. Aqueles que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com um Notebook contendo o sistema operacional da Microsoft e um pacote de aplicativos Office. Assim, poderão dar continuidade na criação de novas ideias, beneficiando cada vez mais pessoas e compartilhando o gosto e o conhecimento pela tecnologia educacional.

Após a etapa nacional, os responsáveis pelos projetos vencedores nas categorias destinadas à educação básica (escolas públicas) apresentarão seus trabalhos no Microsoft Innovative Education Forum – Latin America, que ocorrerá entre agosto e setembro no Chile. Os classificados na fase regional irão participar do Microsoft Worldwide Innovative Education Forum que será realizado em novembro deste ano em Washington, nos Estados Unidos da América. O Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2010 recebeu o número recorde de inscritos, foram 1.056 professores de todos os estados brasileiros. Em 2011 esperamos um número ainda maior, com o objetivo de buscar o reconhecimento internacional da educação do nosso país.

Para acompanhar as novidades do Prêmio, acesse: www.educadoresinovadores.com.br

Mais informações no Blog: http://educadoresinovadores.com.br/blog/

Siga no Twitter: www.twitter.com/eduinova

Para mais informações: Criax Comunicação Organizacional | Fone: (11) 3817-4665 | E-mail: contato@educadoresinovadores.com.br

Fonte: Educadores Inovadores/ Projeto Vamos Ler

sexta-feira, 18 de março de 2011

Para Veet Vivarta, novos temas são resultado de amadurecimento do trabalho da ANDI

Veja entrevista com Veet Vivarta, secretário-executivo da ANDI, ex Agência de Notícias dos Direitos da Infância, agora ANDI-Comunicação e Direitos. O porquê da mudança do nome e da direção da agência, considerada uma das mais importantes na defesa dos direitos da infância no Brasil.

A trajetória do secretário-executivo da ANDI – Comunicação e Direitos, Veet Vivarta, nos últimos 15 anos se confunde com a história de 18 anos da organização. Nesta entrevista, ele fala sobre como o desenvolvimento da tecnologia social da ANDI levou a instituição a ampliar seu campo de ação em temas como inclusão, sustentabilidade e políticas públicas de comunicação.

A partir de hoje ANDI deixa de ser uma sigla e passa a ser uma marca. O quanto isso tem a ver com o desenvolvimento da instituição?

A ANDI, ao longo destes 18 anos de atuação, desenvolveu uma série de metodologias inovadoras no campo de mídia, direitos e desenvolvimento. As tecnologias foram construídas com foco no campo dos direitos da criança e do adolescente, fortalecendo a capacidade da imprensa brasileira e latino-americana em abordar essas temáticas, principalmente a partir de uma perspectiva de políticas públicas.

Na medida em que essas metodologias, que trabalham com aspectos de mobilização, monitoramento e qualificação, passaram a ser reconhecidas, elas começaram a receber maior atenção de agentes do campo socioambiental, interessados em aplicar ferramentas como monitoramento e análise de mídia em seu trabalho. Neste momento a ANDI passou a reaplicar suas metodologias nesses campos com resultados extremamente interessantes e isso acabou se mostrando um caminho que merecia continuidade.

O fortalecimento da agenda social nos últimos anos, especialmente ao longo desta última década, também nos levaram ao entendimento do conselho da ANDI de que deveríamos consolidar na missão da organização em novos temas como: mídia e gênero, mídia e equidade racial, mídia e deficiência, mídia e responsabilidade social corporativa, além das outras temáticas com as quais nós já trabalhávamos á alguns anos.

As metodologias de tecnologia social da ANDI passaram a ser utilizadas no debate de inclusão e sustentabilidade então?

Aqueles que acompanham o trabalho da ANDI sabem que temos trabalhado com o acompanhamento da mídia e com a qualificação das redações na área de mudanças climáticas e de direitos humanos, de forma mais ampla há algum tempo. Temos trabalhado com análise de mídia em temas como ciência, tecnologia e inovação, responsabilidade social corporativa, investimento social privado e isso tudo se estruturou em um novo eixo de trabalho da organização que é o de inclusao-e-sustentabilidade. É algo que a gente já vinha fazendo ao longo dos últimos anos e que agora está sendo integrado oficialmente a nossa missão.

A ANDI continuará trabalhando na área do jornalismo e os direitos da infância?

A ANDI não está trocando uma coisa pela outra. É no campo da Infância e da Adolescência que nós temos a aplicação completa de nossa metodologia. Os diversos tipos de ferramentas que a ANDI desenvolveu ao longo destes 18 anos são aplicados centralmente no campo da Infância e da adolescência e isso seguirá assim. Nós não pretendemos ampliar o nosso leque em ações de mobilização, por exemplo, em outros campos temáticos.

A ANDI acaba de completar 18 anos de existência: qual sua avaliação desses anos de atividade?

Eu tenho o privilégio de estar há 15 anos envolvido com as atividades da ANDI, tendo ocupado diversas posições no quadro da organização. O que sempre me surpreendeu de forma positiva nesta história é a forma orgânica como foram se desenvolvendo as metodologias que formam as tecnologia social da ANDI.

Todas essas ferramentas surgiram na identificação dos resultados positivos obtidos pela ANDI em seus projetos e na busca da organização com seus parceiros no sentido de aprimorar e aprofundar estes resultados. A maior parte das ferramentas que nós hoje utilizamos sugiram da identificação de necessidades dos nossos públicos, sejam eles as redações, as faculdades de jornalismo ou os atores sociais.

Esta estrutura que eu chamo de orgânica pode ser percebida em nossa história. A ANDI foi criada por jornalistas, no início da década de 90, a partir da necessidade de apoiar o Estatuto da Criança e do Adolescente a ser disseminado e apropriado no Brasil de forma ampla e para que aquela lei, tão interessante e tão consistente, pudesse sair do papel e se tornar realidade no país. Esta ideia encontrou eco nas redações, encontrou eco na sociedade brasileira e permitiu que as metodologias inicialmente propostas não só se mantivessem até hoje, mas que fossem diversificadas, atualizadas e aprofundadas de uma forma a gerar o que a gente chama hoje de uma tecnologia social.

Um dos debate centrais da instituição nos últimos tempos é o das Políticas Comunicação. Como a ANDI chegou a esse debate?

Há vários anos a ANDI trabalha com Políticas Públicas da Comunicação. Um exemplo foi o forte envolvimento da organização no debate sobre a implementação do novo sistema de classificação indicativa no Brasil, adotado em 2007. Realizamos em 2006 uma ampla análise da cobertura dos diários brasileiros, com aproximadamente 50 jornais, sobre as políticas de comunicação.

Juntamente com a Rede ANDI Brasil, nós participamos dos debates relativos a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Então é, de novo, um setor onde a ANDI organiza sua missão de maneira a refletir estes importantes passos que deu em anos recentes no sentido de responder à ampliação da agenda do direito à comunicação no País.

O que a ANDI está fazendo é atualizar a sua agenda em função de avanços extremamente importantes no campo da sociedade brasileira e latino-americana, muitos desses avanços, inclusive, resultantes da missão e das ações que a organização empreendeu ao longo das últimas duas décadas.

E como isso se integra ao debate de Mídia e Desenvolvimento onde a ANDI tem atuado fortemente?

Todo trabalho que a ANDI sempre realizou se enquadra neste campo de conhecimento que no cenário internacional tem sido conhecido como Mídia para o Desenvolvimento. No momento que estamos realinhando nossa missão, fica mais claro para quem nos acompanha o quanto a tecnologia social que desenvolvemos é uma ferramenta importante para o ecossistema midiático do País, pois apoia uma percepção da comunicação como instrumento central nas políticas de desenvolvimento inclusivo e sustentável que são fundamentais para o país e para o nosso continente.

E neste sentido, qual a importância da articulação internacional da ANDI?

Este campo da Mídia e Desenvolvimento vem articulando, nos mais diversos países, organizações da sociedade civil, estudiosos e instituições multilaterais de cooperação internacional. Estas entidades estão comprometidas com a consolidação de um corpo de referência neste tema que se beneficia da troca de experiências e da construção conjunta, a partir das expertises destes profissionais e destas organizações nos mais diferentes lugares do Mundo.

A ANDI, ao se inserir nesta construção, ganha maior proeminência e maior capacidade de ação. A organização procura contribuir no cenário internacional a partir da experiência no Brasil e na América Latina, ao mesmo tempo que enriquece seu trabalho, a partir do intercâmbio e do aprendizado com esses grupos de referência internacionais.

A articulação com as redes ANDI Brasil e ANDI America Latina continuam? De que maneira?

A articulação em rede é uma estratégia fundamental na história da ANDI e só tende a se ampliar. Nos alegra muito ver que as duas articulações tenham uma gestão cada vez mais independentes da ANDI, embora a organização ainda tenha uma participação muito ativa.

Apesar de manter uma articulação com o núcleo das estratégias da ANDI que deram origem, em 2000, a rede brasileira e, em 2003, a rede latina, elas também se apropriaram de outras ferramentas e outros instrumentos e seguem avançando a um movimento de novas formas de atuar no campo dos Direitos da Criança e da Adolescência a partir das ferramentas de comunicação.

Fonte: http://www.andi.org.br

ANDI lança novo portal e amplia sua atuação

O nome ANDI deixa de ser uma sigla (Agência de Notícias dos Direitos da infância) e torna-se uma marca: ANDI - Comunicação e Direitos. Além da área da Infância e Juventude, a organização formaliza duas novas áreas de atuação: Inclusão e Sustentabilidade e Políticas de Comunicação.

O novo portal conta com maior interatividade e acesso mais fácil aos conteúdos e amplia a oferta de materiais de referência para jornalistas e fontes de informação.

O lançamento do site também formaliza um novo momento institucional da ANDI. Para além da constante atuação em Direitos da Infância e da Juventude, a organização avança agora em duas outras áreas de atuação: a de Inclusão e Sustentabilidade e a de Políticas de Comunicação.

Para melhor refletir este momento, o nome ANDI deixa de ser uma sigla e torna-se uma marca: ANDI - Comunicação e Direitos.

De acordo com o secretário executivo da ANDI, Veet Vivarta, "o fortalecimento da agenda social nos últimos anos, especialmente ao longo desta última década, levou ao entendimento do conselho da ANDI de que deveríamos consolidar outros temas na missão da organização."

Estruturado a partir das três áreas de atuação, o portal oferece um acervo com mais de 240 publicações produzidas pela organização ao longo de sua trajetória, cerca de 200 documentos na biblioteca e mais de 100 vídeos nesses três segmentos de atuação.

Conheça as áreas do site

Infância e Juventude ganha três novas seções:

* Legislação - mais de 40 leis e decretos

* Help desk - perguntas e respostas frequentes sobre temas da cobertura jornalística

* Glossário - cerca de 100 conceitos

Além disso, os serviços tradicionais desta área foram aprimorados e o novo portal disponibiliza agora:

* Arquivo com mais de 13 mil notícias do boletim Infância na Mídia (IM), com filtros de busca por veículo, tema ou data.

* 700 pautas incluindo o boletim Direito ao Assunto e pautas de parceiros.

* Banco de fontes atualizado com aproximadamente 1.000 sugestões de contatos de todo o Brasil.

Inclusão e Sustentabilidade reúne os principais temas que a ANDI abordou nos últimos anos, como Mudanças Climáticas, Gênero, Responsabilidade Social Empresarial, Ciência e Tecnologia, entre outros.

Políticas de Comunicação disponibiliza entrevistas, artigos, publicações e links, além de uma série de textos de referência sobre as políticas de comunicação que serão publicados em módulos de forma periódica ao longo dos próximos meses.

A seção conta ainda com um boletim quinzenal em dois idiomas (português e espanhol) que traz informações sobre a cobertura do tema na América Latina.

Fonte: ANDI

Para especialista, jornal leva vida para a escola

A jornalista e professora Cristiane Parente de Sá Barreto, coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação da ANJ (Associação Nacional de Jornais), esteve na sede do GCN Comunicação na noite de ontem para palestrar no lançamento do projeto Jornal Escola 2011. A convidada falou sobre o tema “Educação: da leitura à cidadania” para os 60 professores e autoridades presentes no evento. O prefeito Sidnei Rocha (PSDB) e o deputado federal Marco Aurélio Ubiali (PSB), representando o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), participaram do encontro.

Cristiane Parente trabalha há 15 anos com pesquisas sobre a relação entre mídia e educação e acompanha programas entre jornais e escolas desenvolvidos por 60 veículos de todo o País associados à ANJ. De maneira extrovertida, ela relatou experiências do uso do jornal na sala de aula no Brasil e no exterior. Disse que numa cidade do Mato Grosso, próxima a Dourados, as crianças produziram um jornal e o produto se tornou o jornal da própria cidade, que não tinha veículo de comunicação.

Para Cristiane, o jornal é um parceiro dos professores e leva vida às salas de aula porque retrata o cotidiano vivido pelos alunos em suas comunidades. “Os livros didáticos têm conteúdos fixos e o jornal acrescenta vida, poesia, o texto das pessoas àquele livro que todo ano é o mesmo. Ele leva a vida que está lá fora para dentro da sala de aula e a possibilidade de refletirem sobre o que está acontecendo para atuarem no mundo que vivem e até mudá-lo”, disse.

O GCN espera receber quase seis mil visitantes do projeto Jornal Escola ao longo de 2011. Os alunos terão a oportunidade de conhecer como se produz um jornal ao visitarem as dependências do Comércio da Franca, Rádio Difusora AM, portal GCN e o Núcleo de Projetos Especiais, responsável pela produção das revistas do GCN. Para este ano, o projeto prepara um concurso de redação entre estudantes do 5º ano. O tema será Trânsito e os três melhores textos serão premiados.

Como em 2010, no segundo semestre deste ano, o GCN abrirá as portas para receber professores para um ciclo de oficinas que ensinam a utilizar o jornal como uma ferramenta de aprendizagem dentro da sala de aula. Doze escolas municipais e estaduais ganharão assinaturas regulares do jornal para utilizarem nas classes. Outras informações podem ser conferidas a partir da semana que vem no blog do programa (www.gcn.net.br/gcnblogs/jornalescola), que está sendo reformulado.

Cristiane apoiou as iniciativas do projeto Jornal Escola. “O fato do Comércio da Franca estar abrindo as portas para os professores e alunos é um passo fundamental para a formação de jovens e crianças com mais noção da sua responsabilidade social em termos de sua comunidade, de sua escola e o que podem fazer para um mundo melhor. Além do incentivo à leitura”.

A jornalista Sônia Machiavelli, presidente do Conselho de Administração do GCN, que teve a iniciativa de abrir as portas do jornal para os estudantes ainda na década de 70, ficou satisfeita com a apresentação de Cristiane Parente e pretende colocar em prática uma das ideias que a convidada sugeriu. “Achei de uma riqueza ímpar a apresentação dela. Ela nos trouxe experiências que conhece do uso do jornal nas escolas de forma muito leve, bem humorada e com muita simpatia. Achei a ideia ótima de trazer as crianças para apresentarem um programa na rádio Difusora. Vamos nos esforçar para tornar a ideia uma realidade”. Os participantes receberam certificado de participação ao final do encontro.

Autoridades prestigiam abertura do Jornal Escola
Além da participação dos professores, o lançamento do projeto Jornal Escola foi marcado pela presença de autoridades que compareceram na noite de ontem ao auditório “Jornalista Corrêa Neves”, na sede do GCN Comunicação. O prefeito Sidnei Rocha (PSDB), o vice-prefeito Ari Pedro Balieiro (PTB), a secretária municipal de Educação, Leila Haddad, o deputado federal Marco Aurélio Ubiali (PSB) e o presidente da Câmara Municipal, Marco Garcia (PP), prestigiaram a abertura do projeto.

Na abertura oficial, o prefeito afirmou aos convidados que o Jornal Escola é um incentivo para a leitura nas unidades educacionais. “Mais importante na escola é ensinar a ler e a escrever. Precisa haver o incentivo à leitura, não somente ler o que se escreve, mas também ler livros, ler jornais, ler revistas, enfim, ler tudo, até bula de remédio”.

A opinião é compartilhada pelo presidente da Câmara Municipal, Marco Garcia. Para ele, a tecnologia auxilia as pessoas em todos os segmentos, principalmente a internet, mas o foco se perde nos atrativos e não na leitura. “As crianças ficam no computador jogando e a leitura fica em segundo plano. Ao ver a estrutura do jornal, eles vão se interessar por vários assuntos. Daí podem surgir nossos futuros escritores, jornalistas, pessoas da comunicação”.


Fonte: Comércio da Franca

quinta-feira, 17 de março de 2011

Jornalista da ANJ abre Jornal Escola 2011

O GCN Comunicação fará na noite de hoje (17/03), às 19h30, o lançamento do projeto Jornal Escola 2011. O projeto tem como objetivo aproximar o jornal Comércio da Franca das escolas para incentivar entre os estudantes o hábito da leitura e contribuir para formar cidadãos mais críticos. A abertura será feita pela jornalista e professora Cristiane Parente de Sá Barreto, coordenadora executiva do Programa Jornal e Educação da ANJ (Associação Nacional de Jornais). Ela ministrará a palestra “Educação: da leitura à cidadania”.

A apresentação acontecerá no auditório “Jornalista Corrêa Neves”, na sede do GCN Comunicação. São esperados 70 convidados, entre professores e autoridades. O prefeito Sidnei Rocha; a secretária municipal de Educação, Leila Haddad; o deputado federal Marco Aurélio Ubiali e o presidente da Câmara Municipal Marco Garcia confirmaram presença.

“A Cristiane Parente é uma referência no trabalho entre imprensa e escolas e vai ensinar muito aos professores e também a nós, profissionais do GCN, para aprimoramos nosso trabalho”, disse Lívia Inácio, coordenadora do Jornal Escola.

Cristiane Parente trabalhou como repórter, redatora e editora em veículos impressos e televisão. Participa de estudos e pesquisas da relação entre mídia e educação há 15 anos. Na ANJ, acompanha programas entre imprensa e escolas desenvolvidos por cerca de 60 jornais associados, inclusive o Comércio da Franca. Costuma participar de oficinas, workshops, palestras e pesquisas sobre o tema no Brasil e no exterior.

Cristiane defende projetos educacionais como o Jornal Escola. “Os programas de Jornal e Educação têm ajudado a estimular a leitura entre os alunos, melhorar seu vocabulário, criar seu próprio jornal, para que deixem de ser apenas consumidores e passem a ser cada vez mais produtores de informação”, disse.

AVANÇOS
O GCN recebe estudantes para conhecer suas dependências e trabalho desde a década de 70. A iniciativa foi da jornalista Sônia Machiavelli, presidente do Conselho de Administração do GCN. Em 1994, o projeto recebeu o nome de Jornal Escola. Ao longo dos anos, passou por reformulações. As visitas de estudantes de Franca e região para conhecerem a redação integrada do Comércio da Franca, Rádio Difusora AM e portal GCN.net.br continuam.

Desde 1996 foram recebidos 65 mil visitantes. Neste ano, o projeto espera recepcionar quase seis mil alunos. Para auxiliar as escolas, o Comércio oferece assinatura gratuita, com entrega diária dos exemplares do jornal para 12 escolas públicas, que também são orientadas por profissionais do GCN sobre o uso das edições na sala de aula.

Como no ano passado, repórteres, radialistas e fotógrafos farão palestras nas escolas para contarem experiências profissionais e o processo de produção das notícias. Das 12 escolas parceiras, as três que desenvolverem os melhores projetos serão premiadas no fim do ano pela empresa. No segundo semestre, será retomada a série de oficinas do projeto “O jornal na sala de aula”.

O Jornal Escola ainda promoverá um concurso de redação sobre o tema Trânsito para alunos do 5º ano. Todas as notícias do projeto poderão ser acompanhadas pelo blog do Jornal Escola. Lançado no ano passado, o espaço está sendo reformulado e a partir da semana que vem poderá ser conferido pelo endereço www.gcn.net.br /gcnblogs/jorn alescola. Além de fotos e projetos, o blog terá sugestões de atividades para serem desenvolvidas com o jornal nas escolas.

Jornalistas revelam bastidores da notícia
No projeto Jornal Escola não são apenas os estudantes que visitam o GCN Comunicação. Repórteres, radialistas e fotógrafos também deixam a redação para ir até as escolas ministrar palestras para os alunos. Nos encontros, eles revelam aos estudantes os bastidores da notícia e curiosidades da profissão. Para 2011, estão programadas 12 palestras dos jornalistas nas 12 escolas públicas parceiras do Jornal Escola, que recebem exemplares do Comércio da Franca todos os dias, como cortesia da empresa.

Em 2009, a simpática Cintia Flávia, radialista desde 1999, viveu essa experiência e ministrou uma palestra na Escola Estadual “José Carlos Panice”, no Jardim Panorama, para mais de cem alunos. Compartilhou com eles as histórias vividas como radialista. “É sempre gratificante contar minha história e curiosidades da profissão que escolhi, principalmente para crianças porque elas ficam entusiasmadas”, disse Cintia, que sempre é recebida de forma carismática. “Fico emocionada quando os alunos falam ‘nossa, você é a Cintia Flávia, eu adoro sua risada, minha mãe e minha avó ouvem você no rádio’. É um reconhecimento muito gratificante mesmo”, disse.

Fonte: Comércio de Franca - 17/03/2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Desabrigados lêem jornal no Japão

Esta foto foi tirada na cidade de Otsuchi, norte do Japão. São desabrigados pelos recentes terremoto e tsunami. Há dificuldade para conseguir comida, água, energia. Mas a leitura para esse povo é fundamental. E o jornal chega onde eles estão. Uma bela imagem, de 16/03, para nos fazer refletir acerca do valor da educação em um país! (AP Photo/Yomiuri Shimbun, Yoichi Hayashi)

Sugestão de atividade com o jornal: a importância do plantio de caju

Compartilhamos uma atividade com jornal realizada por professores ligados ao programa A Tarde Educação, do jornal A Tarde (BA), a partir de matéria publicada no veículo. Você pode ler e inspirar-se para criar a sua própria atividade em sua cidade.

Modalidade: Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio

Tema Transversal: Meio Ambiente e Saúde

Áreas do conhecimento: Geografia e ciências naturais

Conteúdo: Agricultura

Matéria publicada no jornal A Tarde: “Mais de 200 áreas aptas para plantio de caju”

Propostas de atividade
Esta matéria enfoca que, apesar de a colheita de caju já ter acabado, vem aí um período de plantio e renovação deste cultivo. Além disso, destaca a figura da Bahia como importante produtor de caju no Brasil.

Seria interessante, de início, mostrar aos alunos dados concretos da produção baiana de caju, que a matéria traz. Mostrar para eles a importância, não apenas da Bahia, mas do Nordeste neste cultivo. Depois, peça que os alunos pesquisem os diversos modos de utilização do caju e da castanha, como doces, utilização da castanha em comidas típicas da Bahia, entre outros.

Na área das ciências naturais, é relevante também para os alunos buscarem as informações nutricionais do caju e da castanha. O valor calórico, se há benefícios e malefícios em sua utilização. Peça também que eles pesquisem as lendas e curiosidades que giram em tornos desses produtos, como por exemplo a castanha como alimento afrodisíaco.

Na área de geografia, observe também junto com os alunos o quanto a produção de caju tem influência na economia nacional, assim como no Nordeste e na Bahia. Veja qual a área atualmente utilizada para este plantio, se prejudica o solo. Além disso, tem a questão do clima nordestino, que pode ser favorável a tal plantio.

Utilizando o Jornal
Destaque, logo no início, um período que fala sobre as exigências para o plantio de caju. “O plantio do caju exige condições climáticas específicas, conforme explica o chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE), Vítor Hugo de Oliveira. “Com relação às chuvas, deve-se evitar as regiões nas quais as precipitações não atingem 600 mm, especialmente se o cultivo for feito sob regime de sequeiro. Neste último caso, a precipitação adequada está na faixa de 800 a 1.300 mm anuais”, destaca o técnico”. Neste período é interessante observar as especificações para este plantio e discutir com os alunos as mesmas.

Pegue também o trecho que destaca o Nordeste e a Bahia como polos importantes. “Quarto produtor Em anos normais, o Nordeste, responsável por 95% da produção nacional, produz cerca de 300 toneladas de castanha de caju por ano. A Bahia,como quarto maior produtor do País, vem aumentando a sua participação na produção nacional entre 5 e 10%”. Discuta com os alunos esta questão, mas não se limite ao caju, veja também outros cultivos que a região nordestina e a Bahia vêm ganhando espaço.

Para finalizar, observe com os alunos a pequena coluna que ensina a fazer omelete de caju.

Pesquise com ele informações sobre esta omelete, valor nutricional, benefícios e malefícios para a saúde e faça comparações com a omelete tradicional, assim como outras frutas e outros alimentos.

Fonte: Jornal A TARDE