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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Jogo da literatura | Língua Portuguesa | Nova Escola

Nao deixe de testar seus conhecimentos e compartilhar essa experiência com seus alunos. Para acessar o jogo, basta clicar no link abaixo.
Jogo da literatura Língua Portuguesa Nova Escola

Portal dá acesso a coleções dirigidas a professores da educação básica

Estão disponíveis no portal Domínio Público do Ministério da Educação (MEC) a Coleção Educadores, com 62 títulos, e a Coleção História Geral da África, com oito volumes. Concluídas em novembro de 2010, as obras são dirigidas aos professores da educação básica e às instituições de educação superior que atuam na formação de docentes, mas o acesso é livre no portal.

Paulo Freire, Anísio Teixeira, Jean Piaget e Antônio Gramsci, dentre outros, fazem parte da Coleção Educadores, que começou a ser distribuída este mês pelo MEC às escolas da educação básica do país. Integram a coleção 31 autores brasileiros, 30 pensadores estrangeiros e um livro com os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959.

Na coleção, professores e estudantes de pedagogia e de cursos de licenciatura encontram um ensaio sobre cada autor, a trajetória da produção intelectual na área, uma seleção de textos, que corresponde a 30% do livro, e cronologia. A última parte traz a bibliografia do autor e das obras sobre ele.

Cada livro tem, em média, 150 páginas. Preparada pelo MEC desde 2006, a coleção integra as iniciativas do governo federal de qualificar a formação inicial e continuada de professores da educação básica pública.

África - A coleção História Geral da África tem cerca de dez mil páginas, distribuídas nos oito volumes. Criada por iniciativa da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), aborda desde a pré-história do continente africano até os anos 1980. Cerca de 350 pesquisadores, a maioria deles africanos, trabalhou durante 30 anos no levantamento de dados e na produção da obra. Em 1980, a Unesco lançou a coleção em língua francesa, depois traduzida para o inglês e o árabe. Agora, o MEC oferece a versão para uso no Brasil e nas nações que integram a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). Oito mil exemplares (conjuntos) impressos da coleção serão distribuídos pelo MEC nas bibliotecas públicas do país, universidades, conselhos de educação e ministérios públicos estaduais. Além de objeto de leitura e estudo, o conteúdo dará sustentação à produção de material didático para as escolas da educação básica. Integra, ainda, uma série de iniciativas do MEC para enriquecer a formação de professores e o currículo dos estudantes, conforme prevê a Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que trata das diretrizes curriculares nacionais para a educação etnorracial nas redes públicas de ensino.

Visite: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Fonte: Nota 10

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Conflitos na Líbia e Liberdade de Imprensa

Você já pensou em trabalhar o tema Liberdade de Imprensa a partir das notícias sobre os conflitos na Líbia?

Veja como há expressões como "teria dito" nas matérias. Isso porque não há como confirmar as informações, já que a imprensa não tem liberdade p/ trabalhar por lá.

O que a falta de Liberdade de Imprensa ocasiona? Liberdade de Imprensa tem a ver com democracia? Por quê? Converse com seus alunos sobre o assunto.
E se você quer saber mais sobre a Líbia, pode buscar algumas informações no Klick Educação, que tem um arquivo dedicado ao país.

O país em resumo
  • Nome oficial: Grande República Popular Socialista Árabe da Líbia (Jamahiriya al Arabiya al Libiya ash Shabiya al Ishtirakiya).
  • Capital: Trípoli.
  • Localização: norte da África.
  • Nacionalidade: líbia ou líbica.
  • Área: 1.758.610 km2.
  • População: 5,6 milhões (2001).
  • Densidade: 3,06 hab./km2.
  • Língua oficial: árabe.
  • Composição étnica: árabes e berberes.
  • Religião: islamismo.
  • Governo Sistema de governo: república parlamentarista.
  • Chefe de Estado: coronel Muammar Kadhafi (desde 1969).
  • Primeiro-ministro: Mubarak al-Shamikh (desde 2000).
  • Legislativo: unicameral.
  • Congresso Geral do Povo, com 760 membros eleitos indiretamente para um mandato de três anos.
  • Partido único: União Socialista Árabe.
  • Economia PIB: 40 bilhões de dólares (2001).
  • Agropecuária: oliva, cevada, frutas cítricas, tâmara, trigo e criação de gado (ovinos e caprinos).
  • Mineração e exportação: Petróleo.
  • Moeda:dinar líbio.

Fonte: Klick Educação

Como fazer projetos inovadores


Sugerimos que você dê uma olhada na apostila "Como fazer projetos inovadores", da Microsoft/Conteúdos Educacionais, que dá dicas sobre como fazer projetos inovadores, mostrando experiências em vários lugares do Brasil.
Ela é destinada a todos os profissionais de educação que têm interesse em promover a inovação pedagógica por meio do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
Para acessar a apostila, basta clicar aqui e fazer seu cadastro para baixar a publicação.

Pra que um jornal escolar?

"O jornal escolar, juntamente com outras formas e canais de expressão, pode ser um espaço importante de os alunos tomarem a palavra e darem a conhecer o que acham significativo ou que precisam; tornarem públicas as suas inquiteações e os seus sonhos; trazerem ao debate os assuntos quentes; desenvolverem as distintas linguagens gráficas; expressarem as suas capacidades e os seus gostos; exercerem a crítica e a sugestão. Ao fazê-lo, não são apenas os conteúdos que adquirem importância, mas igualmente os processos e as aprendizagens absolutamente essenciais que a prática do jornalismo escolar possibilita".
(SANTOS, A & PINTO, M. O jornal escolar, porque e como fazê-lo. Porto: Edições ASA, 1992
Obs: Na foto, alunos que participam do projeto Vamos Ler, do Jornal da Manhã, de Ponta Grossa (PR). Eles criaram o jornal Voz da Liberdade, vencedor do Prêmio Mundial Jovens Leitores, da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA), na categoria Jornal Escolar. O tema era Liberdade de Imprensa.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

7 pecados da reunião pedagógica

Veja dicas da revista Gestão Escolar sobre como fugir dos erros mais comuns e acertar no trabalho coletivo durante uma reunião pedagógica!

1. Participação facultativa
2. Ausência de regularidade das reuniões
3. Inexistência de plano anual de formação
4. Indefinição de pautas
5. Inadequação do espaço
6. Uso de atividades de motivação
7. Dispensa dos alunos

1. Participação facultativa
O que acontece
A escola não obriga os professores a comparecer aos encontros de formação, pois: - A rede não paga pelos horários de estudo coletivo. - Os docentes trabalham em mais de uma escola. - A prioridade é dada às tarefas individuais (como corrigir lição de casa), em detrimento das coletivas.

Por que é um erro
Se alguns docentes participam da formação e outros não, o ensino na escola não se desenvolve como um todo: os alunos dos professores que vão atrás da formação aprenderão, enquanto os outros, não. Também não há troca de experiências ou aperfeiçoamento de estratégias. "O trabalho pedagógico pede um esforço conjunto para o planejamento de maneiras eficazes a fim de que os alunos avancem. Caso contrário, há um empobrecimento do currículo e dos processos didáticos", diz Inês Assunção de Castro Teixeira, pesquisadora, socióloga e professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Como corrigir
Se o problema é o não-pagamento das horas de formação, a categoria tem o direito de pedir a regulamentação junto à Secretaria de Educação. Até que haja mudanças, é preciso buscar alternativas, como montar um calendário que preveja encontros regulares do coordenador com os professores, agrupados por série, ciclo ou disciplina - que também resolvem o problema quando parte da equipe não cumpre jornada integral. Contudo, se os docentes são dispensados, os gestores precisam rever seus conceitos sobre a qualidade do ensino e procurar capacitação.

2 Ausência de regularidade nas reuniões
O que acontece
Às vezes, o problema da obrigatoriedade é solucionado, mas não existe periodicidade para os encontros porque: - As reuniões não estão previstas no calendário. - Os encontros, quando marcados, são cancelados. - A equipe só se reúne quando há alguma urgência.

Por que é um erro
É impossível desenvolver uma sequência formativa bem encadeada quando os encontros ocorrem de vez em quando. "Sem regularidade, o coordenador pedagógico não consegue acompanhar o uso das estratégias para ver se elas estão dando resultados e dar retorno para o grupo a tempo de fazer os ajustes necessários no planejamento", diz Marisa Garcia, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz (Isevec), em São Paulo.

Como corrigir
É imprescindível que o coordenador monte um cronograma prevendo a frequência do trabalho pedagógico coletivo e respeite-o. Encontros semanais ou quinzenais, com duração de mínima de duas horas, são o ideal.

Quer saber mais? Acesse o site da gestão escolar clicando aqui!

Avianca traz para o Brasil exposição “Dores da Colômbia”, de Fernando Botero

“Dores da Colômbia”, exposição com 67 trabalhos, entre pinturas a óleo e desenhos, do artista plástico colombiano Fernando Botero, está de volta ao Brasil pelas asas da companhia aérea AVIANCA, desta vez com temporada em quatro cidades brasileiras.

A estréia será em 15 de março em Brasília; em 10 de maio, Curitiba; 20 de julho, São Paulo; e 12 de setembro, no Rio de Janeiro .

Na primeira temporada brasileira, 2007, “Dores da Colômbia” foi vista por cerca de 25 mil pessoas em apenas uma mês de exposição. Os trabalhos, realizados entre 1999 e 2004, foram selecionados e doados pelo próprio artista ao Museu Nacional da Colômbia, em Bogotá. Na ocasião desta doação, Botero - conhecido pelas formas arredondadas e bem humoradas de suas figuras humanas - teria declarado “sentir-se na obrigação moral de deixar um registro sobre a violência então vivida pelo seu país”.

As peças retratam os atentados a bomba e ilustram a transformação das casas, da população, fas paisagens e dos costumes do país pela violência.

A produção da exposição itinerante ao Brasil está a cargo da empresa Aori Produções Culturais, empresa que desenvolve, gerencia e produz conteúdos culturais.

Considerado um dos mais importantes artistas plásticos latino-americanos da atualidade, Botero hoje, aos quase 80 anos, vive parte de seu tempo em Paris e em sua cidade natal, Medellin. Suas peças, esculturas e pinturas, fazem parte de importantes museus de todo o mundo e a exposição “Dores da Colômbia”) já percorreu várias cidades européias e latinas.

Agenda - Dores na Colômbia
Data : 15 de março a 01 de maio de 2011
Local : CAIXA Cultural - Brasília - DF

Data : 10 de maio a 10 de julho de 2011
Local : Museu Oscar Niemeyer - Curitiba - PR

Data : 20 de julho a 02 de setembro de 2011
Local : CAIXA Cultural - São Paulo - SP

Data : 12 de setembro a 30 de outubro de 2011
Local : CAIXA Cultural - Rio de Janeiro – RJ