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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Professora sugere atividade para alunos com caderno de Economia

O programa POVO na Educação, do jornal O POVO, de Fortaleza (CE), sugere uma atividade com jornal realizada pela professora Adriana Rocha, da escola Francisco Paz de Oliveira, do município de Paracuru. Veja abaixo como ela trabalhou o caderno de Economia com seus alunos.

O que querem os jovens
A professora Adriana Rocha e os alunos da escola Francisco Paz de Oliveira, no Município de Paracuru, realizaram uma atividade de pesquisa, tendo como base as notícias encontradas no Caderno de Economia do O POVO.

Eles pesquisaram que tipo de bem material os jovens mais desejaram no ano de 2010. As respostas obtidas foram transformadas em um gráfico, que mostra bem como anda o desejo da garotada e o que eles mais estão pedindo aos pais.


Confira, no passo a passo, como você, professor, pode fazer a mesma atividade, fazendo com que a turma inteira se envolva e passe a interagir com outras pessoas, tendo como fonte pesquisa assuntos da área de Economia.

Conteúdo:
Leitura e produção textual;
Cálculo e porcentagem.
Objetivos:
Incentivar a pesquisa;
Praticar a oralidade em sala de aula;
Proporcionar interação;
Trabalhar a interdisciplinaridade.
Materiais necessários:
Vários cadernos de Economia do O POVO;
Cartolina;
Gravuras encontradas no Jornal;
Canetas coloridas;
Régua;
Cola.

DESENVOLVIMENTO:
1º PASSO
Explique aos alunos que ler jornal pode ser muito divertido, principalmente quando, através dessa leitura, podemos aprender diversas formas de como interagir com as pessoas que estão
ao nosso redor.

2º PASSO
Proponha uma leitura direcionada ao Caderno de Economia do O POVO, explique que, nesse caderno, de forma bem específica, podem ser encontrados diversos atrativos que são de interesse da maioria deles. Solicite aos alunos que façam uma pesquisa de alguns objetos, que muitas vezes são apresentados nessa parte do jornal e que fazem a cabeça da garotada.

Peça para eles buscarem nos textos as características do objeto, ou seja, se são interessantes,
úteis, modernos e se eles teriam interesse de ter um ou não.

3° PASSO
Terminada a leitura, peça para que alguns alunos da classe apresentem os objetos que encontraram no texto, tentando fazer com que os ouvintes se interessem por ele. Nesse momento, verifique a oralidade dos alunos e como eles se comportam descrevendo o conteúdo
que foi lido.

4° PASSO
uma segunda atividade de pesquisa, inspirada nas matérias encontradas, e peça para que listem os objetos encontrados durante a leitura, que possam ser do interesse dos jovens e façam entrevistas aos demais colegas da escola ou do bairro para descobrirem quais os objetos
mais desejados do momento. Faça com que os alunos se tornem motivados e envolvidos com a atividade, pois o resultado dela depende disso.

5º PASSO
Quando estiverem com o resultado da pesquisa, ensine aos alunos a fazerem um gráfico e que nele estejam os nomes dos objetos e a quantidade de vezes que foi mencionado pelos jovens
entrevistados.

6º PASSO
Para que o trabalho fique disponível para outras pessoas lerem, reproduza o gráfico em um cartaz, com letras visíveis, e que os objetos mencionados sejam ilustrados com figuras encontradas no próprio Jornal.

FINALIZAÇÃO
Caso a escola possua um jornal escolar, colabore publicando o texto da pesquisa para que os alunos que realizaram a atividades se sintam reconhecidos pelo trabalho, vendo o texto que escreveram publicados para toda a escola.
AVALIAÇÃO
Observe como os alunos se envolveram na atividade, tendo como base os comentários feitos em sala de aula. Perceba como a interação entre eles contribuiu em prol da socialização dentro e
fora da sala de aula.

Fonte: O POVO na Educação - 19/02/2011

Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias realiza conferência em Bogotá nos dias 9 e 10 de março

WAN-IFRA, la Asociación Mundial de Periódicos y Editores de Prensa, organizará los próximos 9 y 10 de Marzo de 2011, en Bogotá, Colombia, la primera edición de WAN-IFRA América Latina , conferencia internacional que pretende convertirse en el punto de encuentro obligatorio para los medios de comunicación latinoamericanos.

9 DE MARZO DE 2011
07.30 Registro
08.30 Bienvenida
D. Gerardo Araujo, Presidente de Andiarios y Gerente de El Universal.
D.Christoph Riess, CEO de WAN-IFRA, Alemania
08.45 Los periódicos hoy
D.Christoph Riess, CEO de WAN-IFRA, Alemania

09.15 La transformación del sector
D. Aldo van Weezel, Profesor de la Universidad de los Andes y Director del MMTC-LA, Chile

10.00 Pausa – Coffee break

10.30 La importancia de los contenidos
D. Raju Narisetti, Director Editorial de The Washington Post, EE.UU.

11.15 Fórmulas de éxito en Latinoamerica
D. Luis Miguel de Bedout, Director General de El Colombiano, Colombia
D. Ricardo Roa, editor General Adjunto de Clarín, Argentina
D. Christiano Nygaard, Director de Operaciones de Periodicos Grupo RBS, Brasil

12.30 Encuentro con los patrocinadores

12.45 Almuerzo de trabajo

14.15 El Tiempo, un periódico centenario con una de las redacciones mejor integradas del mundo
D. Roberto Pombo, Director General de El Tiempo, Colombia

15.00 Lo último en diseño de publicaciones
D. Francisco Amaral, Socio Director de Cases i Associats, España

15.45 Pausa – Coffee break

16.15 Los jóvenes, lectores de periódicos del futuro
Dña. Aralynn McMane, Directora ejecutiva de desarrollo de la audiencia joven de WAN-IFRA, Francia

16.45 Últimas tendencias en el área de producción.
Introducción- D. Aurelio Mendiguchía, Director técnico del Instituto Tecnológico y Gráfico Tajamar (ITGT-Tajamar), España
Calidad del color -D. Óscar Ávila, Gerente de Producción de El Universal, Ecuador
Lean Printing
Mailroom creativo

18.30 Cierre de la jornada

10 DE MARZO DE 2011
08.30 Panel de discusión: Libertad de prensa en América Latina, una región, múltiples desafíos
Dña. Catalina Botero, Relatora especial para la libertad de expresión en la Organización de Estados Americanos (OEA), EE.UU.
D. Carlos Cortés Castillo, Ex-director ejecutivo de la Fundación para la Libertad de Prensa, Colombia
Dña. Rocío Gallegos, Reportera en el Diario de Juárez, Méjico

10.00 Pausa – Coffee break

10.30 Mesa redonda: Internet, redes sociales y dispositivos móviles
Dña. Onintze Gutiérrez, Directora de móviles de Unidad Editorial, España
D. Tim Rowell, Director de desarrollo de producto de The Telegraph Media Group, Reino Unido
RT@News como atraer a la audiencia con las redes sociales -D. Álex Fuentes, Director de productos interactivos, Miami Herald, EE.UU.

12.30 Encuentro con los patrocinadores

12.45 Almuerzo de trabajo

14.15 ¿Todavía se pueden vender anuncios en medios de comunicación?
D. Mike Blinder, Presidente de Blinder Group, EE.UU.

15.00 Innovación y tendencias en la publicidad de periódicos. Caso de estudio: Folha de S.Paulo
D. Marcelo Benez, Director de publicidad de Folha de S.Paulo, Brasil

15.45 Pausa – Coffee break

16.15 Mesa Redonda los casos de éxito de la publicidad cross-media
D. Roberto de Celis, Director general de Internet para medios regionales de Vocento, España
D. Andy Phelan, Director editorial del Herald Express, Gran Bretaña
D. Alejandro Pardo, Director comercial de El Espectador, Colombia

18.00 Despedida y cierre de la jornada

Lugar de la conferencia:
JW Marriott Bogotá*****
Calle. 73 No. 8 – 60
Bogotá, Colombia
Tel. Recepción:+5714816000

10 perguntas que os pais devem fazer aos professores

O site do Projeto Educar para Crescer, iniciativa do Grupo Abril em parceria com o Ministério da Educação, sugeriu 10 perguntas que os pais de alunos devem fazer aos professores para participarem mais do cotidiano escolar dos seus filhos. Por meio de perguntas simples, como “Meu filho participa das aulas?” e “Como ajudar nas tarefas?”, os familiares dos alunos podem tomar conhecimento sobre a realidade escolar de crianças e adolescentes e contribuir para um melhor aproveitamento do ensino.

Confira abaixo algumas das perguntas que os pais podem fazer aos professores, seguidas de comentários de especialistas na área. se quiser saver mais, basta visitar o site. (Foto: Marcelo Almeida e Texto de Bruna Nicolielo - Publicados no site)

* Meu filho participa das aulas?
É importante saber se a criança tem feito as lições propostas em classe e participado das atividades. Independente da faixa etária, a participação indica o envolvimento do aluno. "O professor pode dizer se a criança demonstra curiosidade ou se é apática", explica Ana Inoue, coordenadora do Instituto Acaia, em São Paulo (SP).

Professores de crianças maiores podem ser perguntados sobre o interesse que os jovens demonstram -- ou não -- nas aulas. "Participar ativamente, fazendo e respondendo perguntas, evidencia o potencial de aprendizagem do estudante", completa Ana.

* Como posso me integrar à escola?
O professor explicará se a escola tem associações de pais e como aderir a elas. Além disso, falará sobre outras formas de inclusão da família na escola -- muitas têm projetos no contraturno e no fim de semana que envolvem toda a comunidade. O programa Tempero de Mãe, desenvolvido na rede municipal de Sud Menucci, no interior paulista, é um exemplo: envolve mães na preparação da alimentação escolar e por tabela, no dia-a-dia da escola. As candidatas são selecionadas, contratadas e remuneradas pela Associação de Pais e Mestres (APM).

Você também pode apoiar a abertura da escola do seu filho para a comunidade, organizar e participar de atividades extra-classe que acontecerem nas dependências da escola. "Se você é bom em música, por exemplo, ofereça ajuda" afirma Luciana Fevorini. A psicóloga alerta, porém, para a possibilidade de pais ocupados se sentirem discriminados e isso gerar conflitos com a escola. "A família pode ajudar, mas os professores não podem contar com isso".

* Como ajudar nas tarefas?
Algumas crianças, por força do hábito, só fazem o dever na companhia de um adulto. Nesse caso, os pais podem acompanhar a lição, claro, supervisionando a atividade e, assim, estimulando a autonomia. "A família não pode fazer a tarefa pela criança, jamais", ressalta Carmen Galuzzi.

Quando os pais não têm condições de ajudar na lição -- e não importa se o motivo é a falta de tempo ou o desconhecimento --, não há motivo para vergonha. Devem pedir orientações mais claras à escola e até contarem seus problemas, dizendo com franqueza que nunca aprenderam determinados assuntos. Mesmo porque os métodos mudaram muito, a começar pela alfabetização, com a substituição das velhas cartilhas por sistemas considerados mais modernos. Outro motivo comum é a dificuldade de alguns pais com pesquisas pelo computador. Se não puder ajudar, o melhor é informar a escola. Seu filho só tem a ganhar com isso -- e você pode tentar aprender o que não teve oportunidade de estudar antes.

* Como é a comunicação entre a família e a escola?
Saber a melhor forma de se comunicar com a escola e também como ela vai responder é fundamental. Assim, dá para entender como a escola se relaciona com os pais, com que freqüência organiza reuniões, como notifica problemas e até como procede em caso de acidentes. "A família precisa saber a quem recorrer e como agir diante de brigas do seu filho com colegas, dificuldades de entendimento da matéria, entre outros", diz a psicóloga Ana Inoue. A comunicação pode ser feita via agenda, bilhetes ou telefone. "Mesmo assim, os pais podem ligar para escola quando acharem necessário", diz Luciana.

Fonte: Blog da mobilização e Site Educar para Crescer

Educação em tempo integral pretende melhorar desempenho

O ministro da Educação. Fernando Haddad, se comprometeu a implementar o tempo integral no ensino médio, combinando atividades curriculares com aprendizado profissionalizante.

Para tanto, 7% do Produto Interno Bruto (PIB) será aplicado na educação, um aumento significativo, uma vez que o investimento hoje é de apenas 5,2%, cerca de R$ 70 bilhões.

Nos países desenvolvidos, os alunos permanecem na escola em média oito horas por dia, enquanto no Brasil, o período é de apenas quatro horas e meia. Pesquisas indicam que ao chegar em casa, os estudantes brasileiros passam o mesmo tempo diante da TV e/ou do computador, e só leem 7,2 livros por ano, dos quais 5,5 são didáticos ou indicados pela escola, ou seja, apenas 1,7 livro por escolha própria.

O levantamento aponta, também, que 46% dos estudantes não frequentam bibliotecas. Outro dado importante é que existe no Brasil cerca de 14 milhões de analfabetos com 15 anos ou mais.
Avaliação: No Programa Internacional de Avaliação de Alunos 2009 (Pisa), aplicado em 65 países, o Brasil ocupou a 53º colocação. A escala varia de 1 a 800 pontos, e o País atingiu apenas 401.

No quesito leitura, 49% dos estudantes avaliados obtiveram a nota mínima, desempenho que foi repetido também por 69% dos alunos em matemática e por 54% em ciências. O Pisa é aplicado em estudantes de 15 anos de idade.

Fonte: Estado de Minas (MG) e Blog O POVO Educação

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Para conhecer o moodle!

Compartilhamos vídeo sobre o Moodle da Educ@conTIC.

Moodle: plataforma de creación de contenidos from http://vimeo.com/educacontic on Vimeo.

O que é um blog?

Compartilhamos o vídeo Blog: Web 2.0 de artículos y comentarios de Educ@conTIC. esperamos que seja útil a vocês.

Blog: Web 2.0 de artículos y comentarios from http://vimeo.com/educacontic on Vimeo.

Educación Mediática y Competencia Digital

(Segovia. 13, 14 y 15 de Octubre de 2011)

“Educación audiovisual, alfabetización digital, educomunicación, educación para los medios, alfabetización informacional, educación mediática, educación multimedia, alfabetización informática, competencia digital, educación en materia de comunicación, alfabetización mediática, comunicación educativa, nuevas alfabetizaciones y multialfabetizaciones, … Profusión (¿y confusión?) terminológica que responde al interés de numerosos profesionales y expertos por abordar las relaciones entre comunicación y educación en la era digital.

Fruto de este mismo interés es también el Congreso de Educación Mediática y Competencia Digital. Un
grupo de Investigadores y profesionales de la educación y la comunicación unen aquí sus esfuerzos para crear un foro de discusión abierto a todos los interesados, y para proponer acciones y estrategias de educación mediática.”
El CONGRESO INTERNACIONAL DE EDUCACIÓN MEDIÁTICA Y COMPETENCIA DIGITAL consta de una modalidad virtual y otra posterior presencial, independientes, pero complementarias entre sí. Se intenta que sean dos dimensiones de un mismo encuentro que puede iniciarse en la Red y que culminaría con la fase presencial en Segovia.
Con este sistema tratamos de evitar que se repita una vez más el esquema de tantos congresos donde hablan unos pocos y escuchan (en el mejor de los casos) muchos otros. Vamos a intentar que cada entorno, cada medio, cada momento sea utilizado para lo que mejor pueda servirnos.

En la Red compartiremos información, experiencias, opiniones; daremos a conocer nuestro trabajo, y en la fase presencial tendremos la ocasión de conocer personalmente a aquellos compañeros con quienes ya hemos compartido información e intereses en la fase no presencial.

Utilizaremos Internet para exponer ideas, documentos, materiales multimedia, para presentar nuestras teorías, mientras que en la fase presencial habilitamos tiempos y espacios para el diseño de proyectos conjuntos, damos prioridad a las relaciones interpersonales facilitando reuniones y encuentros entre los asistentes.