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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV

O Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV 2011 será realizado no domingo 6 de março.
O tema será: As meninas são… Os meninos são… Veja texto do Unicef sobre a data:

O Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV (ICDB), que é celebrado anualmente no primeiro domingo do mês de março, é o dia em que emissoras de todo o mundo sintonizam nas crianças. Nesse dia, as emissoras de rádio e televisão transmitem programas sobre e para as crianças. E, mais importante ainda, permitem que meninas e meninos participem da programação e de sua produção, falem sobre seus sonhos e esperanças e compartilhem informações com outras crianças e adolescentes. Este ano, o tema do Dia é:
As meninas são… Os meninos são...


O que significa ser menina? E ser menino? Existem comportamentos, atitudes ou interesses inatos que sejam inerentes ao fato de ser menina ou menino? Há coisas que os meninos ou as meninas não podem fazer ou que não lhes são permitidas porque são meninos ou meninas? Tanto as meninas quanto os meninos desfrutam das mesmas oportunidades na vida?

Em todos os lugares do mundo, homens e mulheres desempenham funções distintas na sociedade. A adolescência é o momento em que meninas e meninos começam a entrar na idade adulta e passam a sentir a pressão para se adequar a determinados papéis relacionados a gênero. Por isso, é importante para o adolescente ver e escutar outros adolescentes se expressando sobre quem são e o que significa para eles ser menino ou menina.

O ICDB oferece uma plataforma para descobrir as opiniões de crianças e adolescentes, conhecer suas perspectivas e ouvir suas histórias. Não há uma resposta para o que significa ser menina ou ser menino. Para crianças e adolescentes, ver seus pares em diferentes papéis, com diferentes sonhos, é motivo de inspiração.

As emissoras podem criar programas especiais para o Dia ou reapresentar um pacote de programas, como uma maratona ICDB. O UNICEF oferece logos, componentes gráficos, spots e vinhetas para ajudar as emissoras na criação de uma imagem para o Dia.

Premiação
Os Prêmios Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV são outorgados anualmente para emissoras que oferecem a melhor programação sobre o tema do ICDB; envolvem meninos e meninas na produção e apresentação dos programas; e mostram compromisso em dar destaque à voz dos mais jovens durante todo o ano.

Brasil é reconhecido por sua programaçãoAs emissoras brasileiras de rádio e TV participam ativamente do ICDB desde a sua criação. A TV Cultura, de São Paulo, ganhou por três anos consecutivos (1998-2000) o prêmio Emmy especial Dia Internacional da Criança no Rádio e na TV; e foi finalista do prêmio em 2007. Foi também reconhecida, em 2004, por sua contínua e excelente contribuição para o ICDB e para uma televisão de qualidade para as crianças na América Latina.

Em 2008, a Rádio MEC, do Rio de Janeiro, ganhou o prêmio regional de rádio. E, em 2009, a Rádio Justiça do Brasil, emissora do Supremo Tribunal Federal brasileiro, ganhou o Prêmio Global ICDB de Rádio, por suas 24 horas de transmissão envolvendo crianças de comunidades populares e escolas públicas de Brasília.

Para mais informações sobre o Dia epara obter os materiais oferecidos pelo UNICEF, entre em contato com Karen CirilloProdutora Executiva, Iniciativas de Difusão InfantilDivisão de Comunicação, UNICEF em Nova IorqueTelefone: +1 212 326 7506E-mail: kcirillo@unicef.org

Obs: * A sigla ICDB vem do nome em inglês: International Children's Day of Broadcasting

Fonte: Unicef Brasil

Inscrições abertas para o curso “Jornalismo e Políticas Públicas Sociais

Estão abertas as inscrições para o curso “Jornalismo e Políticas Públicas Sociais”, promovido pelo Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) em parceria com a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI) e a Rede ANDI Brasil.

O objetivo é estimular a consciência crítica sobre o conteúdo da mídia quanto às questões sociais brasileiras, a partir do estudo de casos concretos. Além disso, o curso pretende analisar paradigmas que orientam as políticas públicas e abordar a forma como a mídia tem contribuído para a discussão dos temas sociais.

Os encontros serão realizados às segundas-feiras, das 10h às 12h, de 14 de março a 27 de junho de 2011, no Auditório Freitas Nobre da ECA. A carga horária total da disciplina será de 36 horas.As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 14 de fevereiro.

Para mais informações clique aqui ou acesse http://www3.eca.usp.br/node/1622.
Fonte: ECA/USP

Proibir celular em sala de aula é ineficaz, dizem pesquisadoras

Proibir telefone celular em sala de aula é ineficaz, dizem pesquisadoras ouvidas pelo R7. Os alunos driblam o veto facilmente e continuam usando os aparelhos nas escolas. A afirmação foi feita no dia 26 de abril do ano passado, dez dias depois que a Secretaria de Educação do RJ baniu o uso de celulares, bonés e das chamadas “pulseiras do sexo” nos colégios municipais. A capital paulista tem proibição similar quanto ao uso dos telefones. Pelo menos quatro Estados – Ceará, Rondônia, Pará e Rio Grande do Sul – também vetam os aparelhos nas escolas.

As mochilas dos alunos não são revistadas, diz Maria Elizabeth Almeida, professora de educação digital da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Ela ressalta que isso não é o ideal a ser feito, e que o correto seria orientar os estudantes sobre o uso do aparelho. “Os jovens usam pouco os celulares para falar. Eles preferem mandar mensagens, ouvir música, fazer fotos e vídeos. Por que não usar essa tecnologia de forma integrada com as aulas? É um potencial que pode ser aproveitado, a médio prazo, pelos colégios públicos, já que os aparelhos estão nas mãos da maioria dos adolescentes”, acredita a educadora.

Professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rosa Viccari também é contra vetar o aparelho. Ela conta uma experiência bem-sucedida que viveu na Finlândia, sobre o uso de celular nas escolas: “Acompanhei uma aula de biologia em um colégio para crianças. Elas fizeram uma trilha na natureza, e os celulares que usavam trazia a rota gravada em um GPS (sistema de localização digital). Os jovens também eram orientados a tirar fotos de plantas e animais encontrados no caminho e enviar, em tempo real, para o computador da escola”.

As duas participaram de um pré-encontro da conferência internacional sobre o impacto dos TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) na Educação, preparada pela Unesco (órgão da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura). Elas ponderam que os governos estaduais e a União deveriam pensar em políticas públicas que aproveitassem as tecnologias disponíveis, como celulares e câmeras fotográficas digitais, nas escolas. “As TICs vão além do uso de computadores e notebooks. É hora de correr atrás de uma integração dos aparelhos tecnológicos que já existem, levando em conta o ensino”, acreditam as professoras.

Fonte: noticias.r7.com/ Rafael Sampaio e Sala Aberta

Meios digitais na educação melhoram o ensino

Este ano os professores do Projeto Vamos Ler, desenvolvido pelo Jornal da Manhã (Ponta Grossa/PR) contarão com uma oficina sobre blog na educação. Quem nos conta mais sobre as vantagens dessa parceria é Talita Moretto, coordenadora do Vamos Ler, no texto abaixo. Boa leitura!

Projetos desenvolvidos por meio de blogs e aulas interativas incentivam maior participação dos alunos nas atividades escolares e proporcionam benefícios na aprendizagem!

A pesquisa de mestrado na Faculdade de Educação (FE) da USP, Experiências de fronteira: os meios digitais em sala de aula, da professora Lina Maria Braga Mendes, mostra que a inclusão de recursos digitais em salas de aula ajuda a aumentar a comunicação entre estudantes e professores. Lina acredita que a utilização de mídias digitais poderia começar a partir do primeiro ano do ensino fundamental, considerando que desde muito cedo as crianças têm contato com computadores em casa.

O blog auxilia no processo de ensino e aprendizagem ao passo que mantém os estudantes focados nos assuntos tratados na escola e também quando estimula a pesquisa e o aprofundamento dos temas tratados em sala de aula. “É possível conhecer melhor os estudantes que mantêm uma participação constante, e isso faz com que a escolha de métodos e material didático se torne mais fácil e eficiente”, esclarece o professor Maurício Bozatski.

Ele ainda afirma que através de um blog movimentado e alimentado constantemente com conteúdos e interação entre os diversos agentes do âmbito escolar (pais, docentes, coordenação, estudantes) é possível manter estes agentes sempre focados no melhor rendimento educacional, e também é uma forma de fazer com que os estudantes potencializem o uso da internet. “Porém, se não for direcionado, pode, infelizmente, girar apenas em torno de sites de relacionamento social, sem propósito educacional, ou em conteúdo inapropriado de toda ordem”, comenta.

Dicas de como criar um blog escolar
Se a escola não possui um servidor próprio e a possibilidade de criar um blog dentro do próprio domínio, a melhor opção é buscar um serviço gratuito oferecido por sites como este [Wordpress], Blogspot, Blogger, entre outros, que disponibilizam ferramentas fáceis de usar e um grande potencial para a interatividade.

“É preciso ter em mente que a criação do blog apenas não basta, é preciso direcionar e estimular os estudantes a visitá-lo e movimentá-lo, pois pesquisas recentes demonstram que, infelizmente os adolescentes tendem a ser cada vez mais lacônicos, preferindo serviços de microblog, como o Twitter ou o Facebook”, ressalta Bozatski.

Estes microblogs também podem e devem ser utilizados, mas para direcionar aos conteúdos discutidos e desenvolvidos no blog.

É possível criar posts que servirão como base para as discussões, mas o importante é manter o blog bem flexível, notando as possíveis discussões novas que os estudantes levantam, e então criar novos tópicos de discussão a partir disto.

Então, cabe aos docentes aprofundar esta discussão, com base nas suas disciplinas, mas visando a transdisciplinaridade, e fazer com que os estudantes reflitam a partir desta sua preocupação própria, tendo em vista os preceitos científicos, tendo assim possibilidade de formar sua opinião própria, com base naquilo que a ciência já discute sobre o mesmo assunto.

Fonte: Sala Aberta

O modelo de preparação docente que não tem funcionado


Compartilhamos abaixo texto da educadora e pesquisadora Rosa María Torres, adaptado de documento da UNESCO.
EL MODELO DE PREPARACION DOCENTE QUE NO HA FUNCIONADO
▸ Cada nueva política, plan o proyecto parte de cero
(se ignoran o desestiman los antecedentes, el conocimiento y la experiencia acumulados)
▸ Piensa la formación como una necesidad mayoritaria y principalmente de los docentes
(no también de los otros agentes vinculados al sistema escolar en diferentes funciones y niveles)
▸ Ve la formación aislada de otras dimensiones de la condición docente
(tales como: reclutamiento, salarios, condiciones laborales, mecanismos de promoción, etc.)
▸ Ignora las condiciones reales del magisterio
(motivaciones, intereses, inquietudes, conocimientos, tiempo y recursos disponibles, etc.)
▸ Es vertical, viendo a los docentes únicamente en un rol pasivo de receptores y capacitandos
(no consulta ni busca la participación activa del profesorado para la definición y el diseño del plan de reforma y del plan de formación en particular)
▸ Parte de una propuesta homogénea destinada a "los maestros" en general
(en lugar de buscar ajustar la oferta a los distintos tipos de docentes, a los diversos momentos de su carrera y a sus necesidades específicas)
▸ Se basa en una concepción instrumental de la preparación docente
(la formación en servicio es vista como una herramienta para implementar una determinada política, programa, proyecto o incluso texto)
▸ Asume que la necesidad de formación es inversamente proporcional al nivel y grado en que se enseña
(desconociendo la importancia y complejidad de la enseñanza a niños pequeños y en los primeros grados)
▸ Apela a incentivos y motivaciones externas
(puntajes, ascenso, escalafón, mejoras salariales, etc. antes que al objetivo mismo del aprendizaje y la realización profesional de los docentes)
▸ Se dirige a docentes individuales
(no a grupos o equipos de trabajo, o a la escuela como institución)
▸ Se realiza fuera del lugar de trabajo
(típicamente, se saca al docente de su escuela, en vez de hacer de la escuela el lugar de formación y aprendizaje permanente)
▸ Es puntual y asistemática
(no es parte de una política y una estrategia de formación y actualización continuas del magisterio, vinculada a su práctica docente)
▸ Se centra en el evento - curso, seminario, conferencia, taller - como la modalidad privilegiada y hasta única de formación
(desconociendo o viendo como secundarias otras modalidades: intercambio horizontal entre pares, trabajo en grupos, círculos de estudio, pasantías, viajes, autestudio, educación a distancia, etc.)
▸ Disocia gestión administrativa y gestión pedagógica
(lo pedagógico se considera patrimonio de los docentes y lo administrativo de los administradores, desconociendo la necesidad de desarrollar competencias integrales para ambas funciones)
▸ Disocia contenidos y métodos (saber la materia y saber enseñar) y privilegia los contenidos
(ignorando la necesaria complementariedad de ambos saberes y la importancia del saber pedagógico para el perfil y la práctica docentes)
▸ Considera la educación/ formación como un asunto formal, revestido de seriedad y solemnidad
(despreciando la importancia de crear un ambiente informal, relajado, apto para el diálogo, la comunicación, la diversión, el juego)
▸ Está centrada en el punto de vista de la enseñanza: enseñar como objetivo
(antes que en el punto de vista del aprendizaje: lograr aprendizajes significativos entre los alumnos y entre los propios docentes)
▸ Ignora el conocimiento y la experiencia previa de los docentes
(en lugar de partir de ellos para construir sobre ellos)
▸ Está orientada a mostrar y corregir debilidades
(antes que a identificar, valorar y reforzar fortalezas)
▸ Es academicista y teoricista, centrada en el libro
(niega la práctica docente como espacio y materia prima para el aprendizaje)
▸ Se basa en el modelo frontal y transmisivo de enseñanza
(la enseñanza como transmisión de información y el aprendizaje como digestión pasiva de dicha información)
▸ Es incoherente con el modelo pedagógico que se propone a los docentes para su práctica
(se les pide promover pedagogías activas, la participación, el pensamiento crítico, la creatividad, que no experimentan en su propio proceso de formación)


* Tomado y adaptado de: Rosa María Torres, Formación docente: Clave de la reforma educativa, en: UNESCO-OREALC, Nuevas formas de aprender y enseñar, Santiago, 1996.

Sugestão de atividade com o jornal: meio ambiente e cidadania

Compartilhamos abaixo dica de atividade com jornal do programa A Tarde Educação, do jornal A Tarde (BA). Você pode buscar uma matéria sobre o tema meio ambiente que tenha sido publicada em algum jornal de sua cidade e fazer as adaptações necessárias!

Modalidades: Ensino fundamental 1 e 2 e ensino médio

Tema transversal: Meio ambiente

Áreas do conhecimento: Ciências/biologia, português, geografia, história

Conteúdo: meio ambiente e da cidadania

Matéria: “Frequentadores do Costa Azul reclamam de abandono do local”

Propostas de atividades:
Levar os alunos a uma praça local e neste lugar pedir para que eles leiam a matéria de A Tarde e possam fazer uma comparação entre o Costa Azul e aquela praça em que eles estão.

Utilizar este material como base para que os alunos produzam redações que trabalhem com estes dois temas.

Pedir também que eles observem quais os danos que o abandono causam ao meio ambiente, como surgimento de animais venenosos, a questão do mau cheiro. Além disso, tratar também dos danos que são causados à geografia local, como as dificuldades quando ocorrem chuvas, alagamentos, danificação do solo.

E ainda pode-se sugerir aos alunos que busquem em livros ou pela internet como era o local antes de se transformar em parque, ou como era o parque antes do abandono.

A partir de todas essas abordagens, é interessante colocar questões como:

  • A importância de se preservar o meio ambiente no mundo atual, marcado pelo progresso técnico-científico, mas ao mesmo tempo, marcado também pela degradação do meio ambiente.

  • Como a sociedade que está em volta do lugar (ou lugares) em questão podem contribuir de maneira que possam ajudar a preservar aquele lugar.

  • Os prejuízos que são causados à sociedade, e não só àquela que está próxima ao local, mas a sociedade como um todo, que sofre com a destruição do meio ambiente.

Chame atenção para o trecho em que a aposentada Angélica Soares fala sobre o local. “Dá uma tristeza ver toda essa paisagem degradada, sem atenção”.

Destaque também o trecho que fala sobre como o espaço era. “Segundo Luiz Paulo, o local funcionava como um antigo viveiro de plantas, usadas para ornamentar o interior e os arredores do parque”.

A partir disso, é interessante contextualizar com conteúdos presentes no dia a dia dos alunos, como a questão do meio ambiente, tratada em biologia e geografia, ver o tipo de relevo do local.

Além disso, os alunos podem treinar seu poder de argumentação com uma redação, onde trabalhem com este tema expondo suas opiniões.

Por fim, é importante deixar bem claro a relevância de mantermos o meio ambiente, de modo que a convivência humana não necessite destruir o espaço natural, mas que ambos convivam de maneira que um contribua com o outro. E que a sociedade tem um papel importante neste processo, não penas os governantes, mas todos podem dar sua contribuição para que a convivência social torne-se mais agradável e o meio ambiente se já preservado.

Fonte: Jornal A Tarde, 14 de fevereiro, Primeiro Caderno, página A5.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ecofuturo lança 7º Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso. Programa Jornal e Educação é parceiro!

O Programa Jornal e Educação é parceiro do 7º Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso, do Instituto Ecofuturo. veja mais informações sobre o concurso abaixo. Anime-se e participe. As inscrições começam em 1º de março.
Com o tema “Vamos Cuidar da Vida”, o Instituto Ecofuturo lança o 7º Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso. Cerca de 70 mil escolas, 6 mil bibliotecas públicas e comunitárias e 800 organizações sociais em todo o Brasil foram convidadas a ler, conversar e escrever sobre os cuidados com a vida, de forma alegre, leve e inteligente.

A 7ª edição do Concurso será realizada 100% via internet. O site com as informações, o Passo a Passo para as escolas analisarem e selecionarem os textos mais expressivos e bem escritos que as representarão no Concurso e as instruções sobre Como Participar já está no ar. As inscrições abrem em 1º de março. No site do Concurso também há a Biblioteca Virtual, espaço com diversos materiais de referência que conta com publicações inéditas, produzidas especialmente para o projeto, além do Livro do Professor.

Com pesquisa e texto produzidos pela educadora Maria Betânia Ferreira, o Livro do Professor contextualiza como o tema pode ser tratado de forma atraente, intensa e criativa em cada uma das categorias previstas no Concurso, tudo pensado de forma muito cuidadosa, respeitando as características dos tipos diferenciados de público, seus desafios, necessidade e as facilidades de cada faixa etária. Estas informações são entrelaçadas por referências literárias, que são a base privilegiada de leitura e de reflexão nesta edição do Concurso.

Para contribuir com o clima de entrosamento e muito bate-papo em sala de aula, a escritora Heloisa Prieto foi convidada a resgatar o sentido de cuidado presente nas redações premiadas nos seis Concursos anteriores para compor o livro “Fazendo mágica com as palavras”: um material inédito e precioso para o professor, pois lá estão depoimentos de fonte direta sobre o que pensam, sentem e como se expressam as atuais gerações.

A publicação “Cuidados com a vida” foi idealizada para oferecer amplitude de reflexão sobre o tema aos participantes: 20 escritores e personalidades que fazem a diferença foram convidados a escrever sobre como o cuidado está presente em suas vidas pessoais e profissionais. Nesse livro, o rabino Nilton Bonder, a chef de cozinha Carla Pernambuco, o neonatologista Carlos Eduardo Ferreira, o filósofo Mario Sergio Cortella, a psicóloga, publicitária e deputada federal Mara Gabrilli, o astrólogo Osmar Quiroga, o velejador Lars Grael e muitos outros contribuem com a percepção sobre as diversas formas de cuidado que podemos ter com a nossa vida, a vida do outro e a vida do planeta.

A proposta do Ecofuturo é promover o pensamento, o bate-papo, e ouvir de fonte direta o que pensam crianças, jovens e adultos sobre os cuidados com a vida, partindo do princípio de que somos coautores de tudo o que ocorre ao nosso redor e, portanto, de uma vida melhor, sustentável e mais gentil: coisa que se faz no dia-a-dia e no detalhe de cada gesto.

Categorias e gêneros de texto
Na 7ª edição do Concurso podem participar crianças e jovens que estiverem cursando séries do ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio, estudantes das Escolas de Jovens e Adultos (EJA), professores e, pela primeira vez, profissionais de biblioteca e educadores sociais.
Todo o material de apoio incentiva à busca por fontes de referências que possam ser discutidas em sala de aula e usadas no esclarecimento de conceitos e idéias para a produção dos textos.


Para esta edição, a primeira totalmente realizada em ambiente virtual, a expectativa é atingir milhares de pessoas em todo o Brasil. Na última edição, realizada em 2007, cerca de 550 mil alunos foram impactados e 30 mil redações foram recebidas. Os 60 melhores textos, junto com 600 pérolas (fragmentos de texto que tocam o leitor) foram publicados no livro “Inventário do que Podia Ser Bem Melhor e Será o Melhor Lugar do Mundo”. Esta e todas as demais publicações realizadas pelo projeto estão disponíveis para consulta e download no site
www.ecofuturo/concursocultural.

Seleção dos textos e premiação
Um grupo seleto de jurados, formado por especialistas de diversas áreas de atuação profissional e formação, analisará os materiais que chegarem ao Ecofuturo na busca dos textos que mais brilharam em originalidade e criatividade. Trata-se de um olhar gentil que procurará salientar os textos que desvelam um pouquinho da própria essência de seu autor.

Os autores das 60 redações que melhor traduzirem o conceito sobre os cuidados com a vida ganharão um notebook e uma coleção de clássicos da literatura, além de receberem certificado, troféu e terem seus textos publicados em livro, a ser lançado pelo Instituto Ecofuturo. Os vencedores serão conhecidos durante evento cultural que acontecerá em São Paulo.

Inscrições
O site com as informações e os materiais de referência para a produção dos textos já está no ar. As inscrições poderão ser feitas no período de 1º de março a 30 de junho também pelo site.

Patrocinadores e Parceiros
O Concurso Cultural Ler e Escrever é Preciso é realizado pelo Instituto Ecofuturo e conta o patrocínio da Suzano Papel e Celulose, apoio do Ministério da Cultura, por meio da lei de incentivo à cultura, da EKA Chemicals, White Martins e Eternit.


A iniciativa conta com a parceria institucional da Associação Nacional de Jornais (ANJ), através do Programa Jornal e Educação e Organização dos Estados Ibero Americanos, com outros parceiros como: Ministério do Desenvolvimento Social; Ministério da Educação, pelo Plano de Mobilização Social; Fundação Manoel Pedro Pimentel (Funap); Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo; Fundação Bradesco; Fundação Gol de Letra; Aliança pela Infância; Todos pela Educação; Instituto C&A; Centro de Voluntariado de São Paulo; Alfabetização Solidária; Instituto de Co-Responsabilidade pela Educação (ICE); Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE) e Editora Paulus.

Sobre o Instituto Ecofuturo
O Instituto Ecofuturo é uma organização social de interesse público criada e mantida pela Suzano desde 1999. Para o Ecofuturo, a palavra é a ponte para a sustentabilidade, por isso, investe no Programa Ler é Preciso, por meio do qual promove a leitura e a escrita entre crianças, jovens e adultos em nível nacional. Também realiza projetos que promovem o desenvolvimento de práticas de gestão sustentável em reservas naturais e centros urbanos, como o Parque das Neblinas e o Programa Investimento Reciclável (PIR).


Fonte: Instituto Ecofuturo