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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Todos Pela Educação comenta novo PNE

Diretora-execuitva e conselheiro do movimento analisam o conteúdo do documento

O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quarta-feira (15), o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020, e o Todos Pela Educação traz seu posicionamento sobre o conteúdo do documento. O texto ainda deverá passar pela avaliação dos parlamentares no Congresso para, então, servir como diretriz para todas as políticas públicas educacionais do País.

De acordo com Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento, o Plano dá "grande ênfase à Educação Básica", o que é fundamental para que toda criança e jovem tenha direito a um aprendizado com qualidade. "Se este Plano for cumprido, o País vai entrar em outro patamar na Educação. O texto está na direção correta."

"Alguns dos pontos positivos do texto são a preocupação em diminuir as desigualdades educacionais no País e, ao mesmo tempo, em elevar a qualidade da Educação; a valorização do magistério; e uma possibilidade de maior participação da sociedade para a garantia do direito ao ensino de qualidade, por trazer poucas metas e um texto objetivo e de fácil entendimento", aponta.

No entanto, adverte Priscila, falta ao texto destacar quais as consequências pelo não cumprimento das metas estratégicas. "O plano ainda carece de pontuar a responsabilização das ações na Educação. Em três estratégias específicas há a priorização de transferências voluntárias de recursos para estados e municípios que cumprirem metas. Mas essa responsabilização não ocorre para o PNE como um todo", explica.

Veja abaixo os destaques do movimento sobre o PNE 2011-2020:

Definição de currículo
"A estratégia 2.12 determina que as expectativas de aprendizagem para todos os anos do Ensino Fundamental estejam definidas até dezembro de 2012. Esse ponto é foco da Bandeira 1 do Todos Pela Educação, que trata do currículo. Toda criança e jovem do País deve ter o direito a certas habilidades e competências – e isso precisa ser especificado", diz Priscila

Alfabetização até os 8 anos
A meta 5 do PNE é exatamente a Meta 2 do Todos Pela Educação, e determina que toda criança seja alfabetizada até os 8 anos de idade. "Essa alfabetização é precondição para garantir o aprendizado em todas as séries", aponta Priscila. Uma das estratégias que compõem esta meta é a criação e aplicação de um exame específico para aferir a alfabetização das crianças.

O Todos Pela Educação em parceria com o Inep [Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira], Cesgranrio e o Instituto Paulo Montenegro contribui para a efetivação desta estratégia.

"No início do ano que vem será aplicado um exame, adaptando a escala do Saeb, para verificar como está a alfabetização no País das crianças de 8 anos. Esta experiência pode servir como incubadora para a nova avaliação que o Inep deverá conduzir", afirma Priscila.

Valorização do Professor
Uma tônica do texto é a valorização dos profissionais da Educação. "Este ponto é muito importante, porque não existe Educação de qualidade sem professores de qualidade. É um eixo fundamental para qualquer avanço na qualidade da Educação para todos", aponta o conselheiro do movimento, Mozart Neves Ramos.

A elevação do piso salarial do professor e uma carreira capaz de atrair os bons profissionais do Brasil, além de constarem no texto do PNE, fazem parte da Bandeira 2 do Todos Pela Educação. O movimento também defende a revisão curricular dos cursos de formação de professores – o que também está contido no anexo de metas do plano.

Universalização do acesso à escola
As metas 1, 2 e 3 do novo PNE tratam da universalização do acesso à escola de 4 a 17 anos, tema da Meta 1 do Todos Pela Educação.

No País, 91,9% das crianças e jovens de 4 a 17 anos frequentam instituições de ensino, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009.

Qualidade da Educação
A meta 7 do PNE 2011-2020 estabelece uma meta de aumento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que mede o aprendizado e o fluxo de estudantes na Educação do País. Com isso, trata também das Metas 3 e 4 do movimento – sobre qualidade da aprendizagem e conclusão dos estudos na idade adequada.

Para o movimento faltou ao plano uma estratégia para melhorar a comunicação dos resultados do Ideb. Os professores e gestores precisam ter ferramentas para se apropriarem do índice e reverter esse conhecimento em melhorias para a Educação.

Ampliação da jornada escolar
O movimento defende, em sua Bandeira 5, o aumento da exposição do estudante à aprendizagem e este tema é tratado na meta 6 do plano, que diz que a Educação em tempo integral deverá atingir 50% das escolas públicas.

"É preciso apenas fazer uma ressalva neste ponto do PNE. É importante que esta ampliação de turno esteja sob os princípios da superação das desigualdades educacionais e da melhoria da qualidade do ensino", pondera Priscila.

Fortalecimento da cooperação entre a União, estados e municípios
“O texto do PNE destaca o regime de colaboração entre os entes federados e fortalece a ideia de que não é possível melhorar a Educação sem uma ação articulada em todos os níveis de poder responsáveis pela oferta do ensino e pela formação do magistério”, afirma Mozart.

Financiamento
A Meta 5 do movimento determina que o investimento em Educação seja ampliado e bem gerido. A questão foi contemplada no PNE, que estabelece que, até 2020, o investimento em Educação atinja 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa meta de investimento poderá ser revista ao longo da década – e aumentada, caso necessário.

Neste ponto há uma preocupação do movimento: "Seria interessante saber o quanto desse montante de recursos deverá ser utilizado na Educação Básica", diz Mozart.

Baixe o PNE 2011-2020 aqui

Confira as metas do novo Plano

Fonte: Todos pela Educação


Sugestão de atividade com jornal: “Crack está em 98% do municípios brasileiros”

Veja a dica de atividade com jornal que o programa "A Tarde Educação", do jornal A Tarde (BA), deu a seus educadores!

Tema Transversal: Saúde

Áreas do Conhecimento: Língua Portuguesa, Biologia

Conteúdo: Fisiologia Humana

Matéria: “Crack está em 98% do municípios brasileiros”

PROPOSTAS DE ATIVIDADES:

Fazer um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos sobre o crack.

Pedir que os alunos leiam a matéria.

Levar os alunos a pensarem e levantar hipóteses para as seguintes questões:

  • Quais os motivos que levam o número de usuários aumentar?
  • O que faz com que tantas pessoas se entreguem ao narcótico?
  • Por que é tão difícil abandonar esse ciclo de autodestruição?

Entregar aos alunos ou peça para que eles acessem o link sugerido e leiam a matéria com título: “Confissões de quem saiu do inferno”

Chame a atenção para o trecho que explica a ação inicial do crack, o qual atua como um bloqueador da absorção da dopamina, substância presente no sistema de prazer e recompensa. Alguns podem dizer que o crack causa a sensação de prazer, e por isso leva ao vício. Não deixa de ser verdade, mas como esclarecer esse processo biologicamente?

Conte que no sistema nervoso central há uma rede complexa de neurônios constituintes do que chamamos sistema de recompensa. Trata-se de um circuito nervoso antigo em termos evolutivos e que provavelmente está ligado ao desempenho de funções vitais ao organismo. Esse circuito é ativado quando realizamos algumas atividades, como comer ou manter relações sexuais, o que nos encoraja a repetir a ação que o ativou de início, contribuindo para que o corpo se mantenha e se reproduza.

Entregue à garotada cópias do quadro “A Química do Prazer e da Morte” (abaixo) e comece a explorar o percurso dos neurotransmissores e a ação da droga. Relembre como se dá a sinapse química, ou seja, a comunicação entre neurônios pela liberação de substâncias químicas (neurotransmissores) no diminuto espaço entre o axônio da célula (que envia o sinal) e os dendritos (que o recebe). Essa região recebe o nome de fenda sináptica.

Comente que um dos principais componentes do sistema de recompensa é o que envolve o neurotransmissor dopamina. Ele é constituído de neurônios que partem de uma região do encéfalo denominada área tegmental ventral (ATV) e se projetam para o núcleo accumbens. A comunicação entre essas duas áreas se dá por meio da dopamina, cuja liberação desencadeia a sensação de prazer. A dopamina liberada na fenda sináptica, após estimular os receptores do neurônio pós-sináptico, normalmente é reabsorvida pelo neurônio pré-sináptico, podendo ser reutilizada. É justamente aí que o crack atua.



A sorrateira atuação da droga

1. A dopamina está contida em vesículas no axônio do neurônio superior. No dendrito do neurônio inferior, há receptores de dopamina. Entre ambos, está o espaço chamado fenda sináptica.

2. Quando um sinal atinge o axônio, a dopamina é liberada no espaço sináptico. Ela cruza essa região em direção ao dendrito, ao qual se liga, e estimula os receptores de dopamina. Depois, volta ao axônio e é recolhida pelos transportadores de dopamina, para ser utilizada posteriormente.

3. Quando uma pessoa consome uma droga, como a cocaína, esta se fixa aos transportadores de dopamina, impedindo que o neurotransmissor retorne ao axônio. Dessa forma, a dopamina permanece no espaço sináptico por longo tempo e ali continua a estimular os receptores do dendrito do segundo neurônio. A quantidade de dopamina liberada nessa região é muito maior do que o aumento provocado por sensações agradáveis, como a de praticar esportes. Daí a euforia experimentada por usuários de entorpecentes, que acabam viciados.

Destaque que essa droga é uma forma mais rústica da cocaína, mas ambos afetam o organismo. São extraídos da planta da coca (Erythroxylon coca), típica da América do Sul e comumente mascada por habitantes de regiões de elevadas altitudes. É grande a quantidade de turistas que consomem suas folhas para evitar a fadiga provocada pelo ar rarefeito nos Andes.

O crack, entretanto, age muito mais rápida e intensamente que a cocaína e seu efeito é mais curto, devido ao modo de consumo: ao ser fumado, seus vapores penetram nas vias aéreas, atingem os alvéolos dos pulmões, que são ricamente vascularizados, e em seguida entram em contato com a corrente sanguínea.

Levadas pelo sangue, as substâncias inaladas distribuem-se pelo organismo todo, chegando ao cérebro. Ali elas inibem o processo de reabsorção da dopamina, gerando um acúmulo desse neurotransmissor na fenda sináptica. O produto dessa concentração, por sua vez, é uma superativação do sistema de recompensa, causando a euforia e a sensação de prazer que os usuários da droga tanto desejam.

É importante ressaltar, contudo, que o uso recorrente da droga também dispara mecanismos que fazem com que o sistema nervoso central se adapte aos estímulos repetitivos, tornando-o menos sensível à dopamina. Disso resulta uma tolerância à droga e a sensação de euforia e prazer tende a se reduzir. Em conseqüência, o usuário aumenta o consumo na busca de obter a mesma sensação das primeiras vezes.

Paralelamente, o uso do narcótico acarreta uma sensibilização do sistema nervoso não apenas à substância em si, mas também aos estímulos que remetem a ela. Após um período de abstenção, essa sensibilidade pode emergir e provocar uma recaída no indivíduo diante de qualquer coisa relacionada ao entorpecente, como o ambiente em que costumava consumi-lo, os instrumentos utilizados ou ainda os parceiros do vício. Estudos sugerem que essa sensibilização pode durar meses ou até anos após a ingestão da última dose. Dessa forma, o usuário passa à condição de viciado e corre o risco de retornar às drogas, mesmo após afastar-se delas.

É interessante salientar que outros fatores que estimulam o sistema de recompensa podem suscitar mecanismos parecidos e eventualmente gerar vícios. É o caso de algumas substâncias que atuam de diferentes maneiras no organismo, mas que, em certo momento, desencadeiam o mesmo processo que leva à dependência, como o álcool e o fumo. É provável que aí se incluam, ainda, outras ações que podem se converter em compulsões, como comer e manter relações sexuais.

Para finalizar, assinale a dificuldade de enfrentar e superar o vício. Os alucinógenos freqüentemente trazem conseqüências funestas, tanto física como socialmente, e o tratamento deve ser observado concomitantemente nos aspectos biológico e psicológico. Na busca de soluções farmacológicas, é fundamental aprimorar o conhecimento dos processos bioquímicos envolvidos na dependência. Mas, como apontam os entrevistados na reportagem, o apoio das pessoas e o tratamento psicológico foram fundamentais para que pudessem reconstituir suas vidas.

Sugestão de atividade realizada com base no site: http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/cerebro-busca-euforia-499888.shtml

Fonte: Jornal A tarde, 14 de Dezembro de 2010, p. B8. Salvador/ BA.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Senac-SP está com inscrições abertas para cursos online

O Senac-SP está com inscrições abertas para mais de 60 cursos. Entre eles, cursos de pós-graduação. Sugerimos abaixo um dos cursos. Veja os detalhes!

Tecnologias na Aprendizagem
Curso de pós-graduação lato sensu que visa preparar profissionais que atuam ou que desejam atuar na gestão e mediação de projetos educacionais em espaços formais, informais, não-formais, integrando o uso das tecnologias da informação e da comunicação aos processos de ensino e aprendizagem.

Pré-Requisitos:
Candidato: ter graduação completa e disponibilidade de, no mínimo, 2 (duas) horas diárias para estudo; Disponibilidade para participar de 3 (três) encontros para avaliações presenciais obrigatórias (sempre agendadas aos sábados) na cidade de São Paulo (SP) e possuir acesso regular à internet, conhecimentos de uso de correio eletrônico (receber, responder e enviar mensagens) e navegação na web, em nível de usuário.

Computador: Acesso à internet (recomendável banda larga); Sistema operacional indows, Mac OS ou Linux; Possuir endereço eletrônico; Plug-in dos aplicativos: Flash Player, Windows Media Player, Acrobat Reader, Java Runtime Environment; Browser de navegação (Internet Explorer, Mozilla Firefox); Mínimo de 512 Mb de memória Ram; Placa de som (on-board ou off-board); Caixas de áudio ou fone de ouvido e Microfone (em caso de conferências de áudio).
Método

Este curso é oferecido no formato a distância. Acontecerá por meio do ambiente virtual de aprendizagem Blackboard, onde são disponibilizadas as disciplinas e seus respectivos recursos didáticos. As disciplinas dispõem de textos base que subsidiam conceitualmente os alunos. As propostas de atividades ancoram-se na interação e colaboração entre os participantes da turma e envolvem pesquisa, elaboração de propostas, exercícios, sínteses, aprofundamento teórico e prático, discussões, registros de percurso, produções coletivas para diferentes mídias e publicações. Também está disponível no curso o recurso de vídeo-colaboração, que permite a comunicação síncrona entre alunos e professores, com recursos de voz, texto e apresentação.

Programa
• Espaços Educativos no Século XXI
O significado da proposta das cidades educadoras frente à consecução de uma sociedade do conhecimento;
A conceitualização de espaços educativos formais e não-formais;
As abordagens do ensino e concepções de aprendizagem.

• Aprender por Projetos
A concepção sociointeracionista da aprendizagem;
A prática dialógica;
A aprendizagem significativa;
A metodologia de projetos.

• Avaliação e Mediação Pedagógica
O marco conceitual da avaliação;
Os modelos de avaliação;
A avaliação da aprendizagem;
Os instrumentos de avaliação.

• Reconhecendo o espaço
A disciplina pensa de que maneira os espaços do ser humano foram sendo modificados pelas tecnologias, alterando os modos de viver, de conhecer o mundo e interagir. Leva os alunos a refletirem também sobre as conseqüentes mudanças de espaços na Educação - nos quais as mediações tecnológicas se fazem cada vez mais presentes – e na Educação a Distância como uma forma organizada de utilizar esse tipo de mediação.

• Consumo e Produção – espaços de aprender e publicar: texto
A disciplina aborda o ciberespaço como lugar de aprendizagem e publicação. Leva o aluno a examinar alguns lugares onde se faz educação a distância, demonstrando como os mesmos podem ser ‘consumidores’ desses espaços. Capacita o aluno a utilizar a Internet para produzir conteúdos, publicando texto.

• Consumo e Produção – espaços de aprender e publicar: áudio e vídeo
A disciplina aborda o ciberespaço como lugar de aprendizagem e publicação. Capacita o
aluno a utilizar a Internet para produzir conteúdos, publicando áudio e vídeo.

• Gestão em educação a distância
Processos de gestão de cursos a distância: planejamento, elaboração, execução e avaliação.

• Educomunicação: espaço de intervenção
Histórico da Educomunicação. Educação formal, Educação não-formal. Programas de
Educomunicação. Tipos de mídia.

• Áreas da Educomunicação: leitura crítica
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual).

• Áreas da Educomunicação: produção coletiva de mídia impressa e de áudio
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual). Produção coletiva de comunicação nas mídias impressa e rádio.

• Áreas da Educomunicação: produção coletiva de vídeo
Leitura crítica de produtos comunicacionais em diversas mídias (impressa, áudio,
audiovisual). Produção coletiva de comunicação na mídia vídeo.

• Gestão da Educomunicação
Poder e responsabilidade. Tipos de gestão. Metodologia de Educomunicação.

• Metodologia de Pesquisa
Apresenta os fundamentos teóricos para as diferentes formas de pesquisa e produção
acadêmica, proporcionando condições ferramentais para que o aluno elabore o Trabalho de Conclusão de Curso. Fornece instrumentos de análise para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso de acordo com a proposta do curso, oportunizando a escolha do tema.

Período: Março de 2011 a Junho de 2012
Valor: Formas de pagamento: 21 parcelas de R$ 450,00 ou pagamento à vista com 10% de desconto (Informações sobre outras formas de desconto institucional pelo e-mail posead@sp.senac.br. Os valores são sujeitos a reajuste a partir da 13ª parcela.
Seleção: Inscrição on-line, carta de intenções, análise curricular, análise de documentos e entrevista on-line.
Taxa de inscrição: R$ 50,00
Número de vagas: 35

Coordenação: Adriana Clementino

Docentes:
Prof. Ms. Maria Salete Prado Soares
Graduada em Comunicações pela FAAP e em Letras pela USP. Mestre em em Ciências da Comunicação na ECA/USP, na área de Comunicação e Educação.

Prof. Dra. Adriana Clementino
Graduada em Administração de Empresas com Ênfase em Informática, pós-graduada (lato-sensu) em Administração de Bancos de Dados, Mestre em Educação e Doutora em Educação na Faculdade de Educação da USP.

Prof. Carlos Alberto Mendes de Lima
Radialista e professor de Língua Inglesa da Rede Municipal de Ensino de São Paulo com pós – graduação em Gramática da Língua Inglesa. Coordenador do Programa Nas Ondas do Rádio da Secretaria Municipal de Ensino de São Paulo e presidente do Comitê Gestor da Lei EDUCOM.

Prof. Ms. André Carrieri
Mestre em Educação pela Faculdade de Educação/USP pesquisador em Linguagem e Educação. Graduado em Comunicação Social da ECA/USP, com especialização em Rádio e Televisão.

Profª Ms Rosângela de Abreu Amadei Duarte
Graduada em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, é Mestre em Educação: currículo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, doutoranda em Educação: currículo na mesma universidade. Atua como Coordenadora Pedagógica em empresa especializada no desenvolvimento de projetos de Educação a Distância para a área Corporativa. Na área Acadêmica, atua como professora em cursos de especialização para o uso de tecnologia na educação.

Prof. Dr. Antonio Alberto Trindade
Doutor em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas, Mestre em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e Graduado em Ciências Sociais pelo Centro Universitário Fundação Santo André. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tecnologia Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: Fundamentos da Educação, Fundamentos Teóricos da Educação a Distância, Educação e Comunicação, Fundamentos da EAD Digital, Comunicação Pedagógica.

Mais informações: posead@sp.senac.br

Haddad homologa novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental

Ministro da Educação Fernando Haddad homologou as novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental.

Segundo Cesar Callegari, que foi um dos relatores, o parecer CNE/CEB nº. 11 de 2010 publicado no D.O.U. em 9/12/2010 e a Resolução CNE/CEB nº. 7/2010 oferecem orientações curriculares atualizadas que contribuem para a melhoria da qualidade da educação oferecida aos 34 milhões de alunos que frequentam o ensino fundamental.

Entre as novidades, a diretriz para que a alfabetização e o letramento sejam assegurados a todas as crianças até os 8 anos de idade. "Professores, escolas, famílias e autoridades devem oferecer os meios necessários e suficientes para que nenhuma criança seja retida por insuficiência de aprendizagem, especialmente nos 3 primeiros anos que devem ser concebidos como um bloco pedagógico não passível de interrupção. Contudo, o progresso contínuo dos alunos não pode ser transformado em "aprovação automática" e o combate à repetência não pode significar descompromisso com o ensino e com a aprendizagem", afirma Callegari.

Os conceitos, concepções e orientações curriculares contidos nas novas Diretrizes Curriculares Nacionais foram fruto de discussões em audiências públicas nacionais, apoio dos dirigentes e técnicos do MEC e da Câmara de Educação Básica do CNE, entre outros.

Fonte: Cesar Callegari

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A Gazeta lança nova página web e anuncia novidade com grande destaque na capa

Como parte de uma série de mudanças programadas, o jornal A Gazeta, no Espírito Santo, lança hoje sua nova página na web. Com muito mais informações, com novo projeto gráfico e com conteúdo atualizado ao longo do dia, a página faz parte do portal Gazeta Online e é lançada num momento especial: o portal acaba de atingir 1,5 milhão de usuários únicos por mês.
"O site será a maior referência sobre tudo o que acontece no Espírito Santo, com o noticiário publicado pelo jornal impresso atualizado pelos jornalistas da Redação Multimídia da Rede Gazeta”, afirma o diretor de Conteúdo, Antonio Carlos Leite.

E as inovações não se aplicam somente ao produto. O jornal anuncia o lançamento do seu site com grande destaque em sua primeira página.

“Essa ação deixa bem claro o caráter multiplataforma do jornal, mostrando os recursos e possibilidades de um produto completo, versátil e inteligente”, ressalta a gerente de marketing da mídia impressa, Flávia Tristão.

O lançamento da nova página também faz parte de um projeto amplo – iniciado com o Classificadões – de estar ao seu lado do leitor onde ele estiver, quando quiser e da maneira como preferir acessar a informação. O Classificadões deixou de ser do jornal A Gazeta e passou a ter marca própria. Com o slogan “A toda hora, em todo o lugar”, foi desenvolvido com o objetivo de disponibilizar o produto/serviço em diversas plataformas de comunicação, visando alcançar o maior número de pessoas.

Desde o dia 31 de outubro, o leitor tem a oportunidade de comprar um anúncio e tê-lo exposto em A Gazeta, Notícia Agora, na internet, no tablet (computador pessoal com formato de tablete ou prancheta) e nas redes sociais. O Classificadões traz uma forma mais moderna de organizar os anúncios, com visual diferenciado para facilitar a exposição e a busca do que é de interesse do anunciante e do leitor.

“Não pararemos por aqui. O jornal impresso ganhará novas seções. E a versão digital vai evoluir para ser acessada em todas as plataformas tecnológicas”, promete o diretor de Conteúdo.


Fonte: A Gazeta

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Oficina de radioescola em Horizonte/CE

Até o próximo sábado (11), professores e alunos de escolas públicas municipais de Horizonte (CE) participam de uma oficina de radioescola. A capacitação, que teve início em novembro, tem o objetivo de atualizar e integrar todos que fazem parte do projeto já implantado em dez escolas do município.

Na oficina, os mais de 50 participantes discutem as técnicas básicas do rádio, a linguagem radiofônica e o rádio como ferramenta educacional e de expressão. Os encontros são realizados nas escolas durante a manhã. “Queremos trabalhar a troca de experiências e reforçar a importância desse meio para a formação dos nossos alunos”, ressalta a secretária de Educação, Dione Soares.

Os estudantes envolvidos com a radioescola produzem programas e apresentam ao vivo no horário do recreio nas rádios instaladas nas escolas. O encerramento da oficina será dia 11 de dezembro com uma manhã de atividades entre todos os participantes.

Fonte: AD2M Engenharia de Comunicação/ O POVO na Educação

Jornal O POVO relança coluna do programa O POVO na Educação

Além do blog (http://blog.opovo.com.br/educacao/), O POVO na Educação, desenvolvido pelo jornal O POVO, de Fortaleza/CE, relançou a coluna quinzenal do programa a partir da contribuição dos educadores que têm trabalhado com jornal em suas aulas. Veja abaixo o conteúdo de uma das colunas:


Guabiras, ilustrador do jornal O POVO, participa das oficinas

História em quadrinhos

Sempre é possível fazer com que nas aulas de língua portuguesa, a leitura e escrita se tornem duas práticas interessantes para os alunos, e quando se trata de escrever. O professor precisa incentivar ao máximo a turma, para que todos possam ter o costume de produzir bons textos. Foi o que fez o Professor Jean Paulo, da Escola de Ensino Fundamental São José, localizada no bairro de Coqueiros, município de Horizonte – CE.

Jean propôs uma aula bem diferente para os seus alunos do 7º ano, tendo a intenção de explorar a criatividade e a produção de ideias, fazendo com que várias produções textuais, de temas diversos, fossem produzidas. Essa será a proposta da coluna do O POVO na Educação de hoje.
Confira no passo a passo, o que você professor, ganha, ao propor para os alunos uma produção textual, tendo como base as tirinhas de jornal encontradas no O POVO.

FINALIZAÇÃO
Os alunos trabalham interagindo no passo a passo.

É necessário que o educador tranquilize a turma, dizendo que quanto mais produções textuais desse tipo, forem realizadas, melhores ficarão, pois é uma prática que todos podem ter o domínio, basta ter perseverança. É importante lembrar que nas equipes, os que tiverem mais facilidade para o formato do desenho, podem ajudar a outros que não ainda não tem tanta prática.

CONTEÚDO
Leitura e Produção Textual

Objetivos

Incentivar a prática da leitura e da escrita;

Dinamizar a produção textual em sala de aula;

Materiais necessários:

Histórias em quadrinhos (tirinhas de jornal) do O POVO
Pincel atômico
Lousa
Folha de papel ofício tamanho A4
Lápis
Borracha
Canetinhas coloridas
Lápis de cor Desenvolvimento

1º PASSO

Para a realização dessa aula, o professor precisa ter vários exemplos de histórias em quadrinhos, para que a turma leia e tenham inspiração naquilo que irão produzir. A seleção das tirinhas de jornal precisa acontecer bem antes da aula, e deve ser de acordo com a faixa etária dos alunos. Lembrando que para um bom desenvolvimento do trabalho é preciso que a turma seja dividida em equipes, formadas no máximo por quatro alunos.

2º PASSO

Nesse momento, o professor dará um tempo para as equipes visualizarem todas as tirinhas de jornal, e se divertirem com as histórias que foram escritas, pois, é de inteira importância que todas as leituras em quadrinhos, entregues aos alunos nas equipes sejam visualizadas. Logo em seguida, quando todos já estiverem concluído , é hora de socializar a leitura que tiveram com os demais membros da turma, cada equipe escolherá uma história em quadrinhos e apresentará para o conhecimento dos demais.

3° PASSO

Posteriormente é apresentada as características existentes nas histórias, suas particularidades, e que elementos precisam ter , para que uma produção textual desse tipo seja completa.

4° PASSO

Apresente aos alunos, o formato dos desenhos, as expressões, emoções e sentimentos que são encontrados nos personagens, e que são transmitidos através das gravuras. Explique para eles que a parte textual deve ser colocada em balões, indicando a fala dos personagens, e que os quadrados, são os locais que ficam armazenados os desenhos indicando uma passagem de tempo, ou seja, uma sequência a ser realizada.

5º PASSO

Chegou a hora dos alunos, produzirem suas próprias tirinhas de jornal. Para facilitar a produção, oriente aos participantes da atividade que corte ao meio, no formato vertical a folha de ofício tamanho A4, e em seguida com o lápis risque dois traços também verticais, resultando assim em três quadrados, ficará dessa forma uma tirinha, facilitando a produção dos desenhos e da escrita nos balões.

6º PASSO

As histórias em quadrinhos precisam ter um tema, o professor pode deixar a turma livre para escolha, fazendo com que dessa maneira, os alunos fiquem confortáveis facilitando muito mais a produção textual, juntamente com os desenhos.

Para acompanhar as colunas basta acessar o link: www.opovo.com.br/colunas/opovonaeducacao/