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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Relatório De Olho nas Metas 2010 destaca aprendizagem como maior entrave para melhoria da qualidade da Educação no Brasil

Em evento realizado na manhã desta quarta-feira (01/12) em São Paulo, o Todos Pela Educação divulgou o terceiro relatório De Olho nas Metas. A publicação, que tem como intuito acompanhar e cobrar o cumprimento das 5 Metas da Educação, aponta avanços, mas também destaca que crianças e jovens ainda não têm seu direito a uma Educação de qualidade assegurado.

As Metas tratam de acesso, alfabetização até os 8 anos de idade, aprendizado adequado à série, conclusão na idade correta, financiamento e gestão da Educação em todo o País, regiões e unidades da federação.

Leia o Sumário Executivo aqui!

Durante o evento também foram apresentadas as cinco bandeiras norteadoras da atuação para os próximos anos. São elas:

1- Currículo: o País precisa ter um currículo nacional, com as expectativas de aprendizagem dos alunos por série/ciclo;

2- Valorização dos professores: o magistério deve ter uma formação adequada, com foco na aprendizagem dos alunos, além de contar com uma carreira mais atraente;

3- Fortalecimento do papel das avaliações: as provas aplicadas para medir a qualidade da Educação devem orientar as políticas públicas e as práticas pedagógicas. Por isso, é necessário que elas forneçam informações aos professores e aos gestores sobre o que os alunos aprenderam e deixaram de aprender;

4- Responsabilização dos gestores: os gestores brasileiros devem ser apoiados, mas também responsabilizados pelo desempenho dos alunos;

5- Melhora das condições para a aprendizagem: o País deve ampliar a exposição dos alunos à aprendizagem por meio do cumprimento das quatro horas diárias obrigatórias e da ampliação do turno de ensino, com utilização do contraturno para reforço escolar e recuperação;

O evento contou com a presença de porta-vozes do Todos e de especialistas que colaboraram com análises dos dados e do cenário da Educação brasileira.
Veja as matérias sobre o Evento no site do Todos Pela Educação - http://www.todospelaeducacao.org.br/
Veja apresentação:


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Vencedores do Prêmio Comunicador Parceiro da Educação participam de oficina em SP

Nos dias 29 e 30 de novembro será realizada, em São Paulo, a Oficina do Prêmio Comunicador Parceiro da Educação. O encontro reunirá os comunicadores vencedores para uma troca de experiências e conhecimentos acerca do tema educação.

A ideia é estimular, por meio desse aprendizado e do contato entre esses profissionais, a produção de matérias e reportagens cada vez mais qualificadas sobre a questão do ensino no país. A capacitação contará com convidados especialistas nos temas Educação e Mídia, bem como uma visita à redação da Editora Abril e à Unidade de Piracicaba da Fibria (empresa do Grupo Votorantim).

Além de contribuir para a formação de comunicadores especializados no tema, o prêmio é também uma forma de valorizar o papel dos comunicadores e das mídias locais na disseminação de informações sobre educação, tendo em vista sua proximidade com os desafios e as oportunidades existentes em cada município.

O Prêmio Comunicador é uma iniciativa do Instituto Votorantim, por meio do projeto Parceria Votorantim pela Educação.

Para conhecer o nome dos oito jornalistas vencedores e acessar as matérias premiadas, clique aqui.

Confira abaixo como será a programação da oficina.

Dia 29/11

• Boas vindas e apresentação dos participantes

• O projeto Parceria Votorantim pela Educação e as ações para a imprensa

• Apresentação da análise de mídia sobre a cobertura da educação na imprensa brasileira – Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)

• Conversa com Daniela Arbex, da Tribuna de Minas (MG) – “Jornalista Amiga da Criança”

• Apresentação do “Guia de Referência para a Cobertura Jornalística – Educação no Brasil” – ANDI

• Debate com Cristiane Parente, coordenadora do “Programa Jornal e Educação”, da Associação Nacional de Jornais (ANJ)

• Conversa com Fernando Rossetti, um dos fundadores da ONG Associação Cidade Escola Aprendiz e secretário-geral do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE)

Dia 30/11

• Visita à Editora Abril

• Visita à Unidade Piracicaba da Fibria (empresa do Grupo Votorantim)

Por equipe Blog Educação

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Programa Jornal Escola e Comunidade, de Santos/SP, com inscrições abertas até 3 de dezembro

No Programa Jornal Escola e Comunidade (JEC), da Tribuna (Santos/SP), o final do ano letivo é o momento em que a equipe recorda as experiências de sucesso com o uso do jornal em sala de aula e se prepara para receber, em 2011, a turma com novos inscritos. Até o dia 3 de dezembro ainda é possível fazer inscrições para participar do JEC em 2011.

Podem integrar o Programa escolas, instituições de ensino e ambientes sócio-educativos em geral, de toda a Baixada Santista. As unidades interessadas devem se cadastrar no site www.atribuna.com.br/jornalescola e preencher um formulário com os dados da unidade. Vale lembrar que o preenchimento não garante a participação, pois todos os inscritos serão avaliados pela equipe do JEC.

Das escolas que compuseram o JEC em 2010, vamos avaliar o desempenho dos professores, as atividades desenvolvidas, assim como o comparecimento aos eventos promovidos e a disposição dos coordenadores de sugerir alternativas que dinamizam o conteúdo programático e fomentam o hábito da leitura. Para quem ainda não participou da iniciativa, será avaliada a proposta de trabalho e utilização do jornal como recurso pedagógico, em campo a ser preenchido no próprio formulário.

Como nesse ano, serão disponibilizadas 100 vagas e cada instituição participante terá direito a uma assinatura diária de A Tribuna, além dos 40 exemplares, distribuídos semanalmente pela rede pacote - que ajudam os professores a viabilizar trabalho proposto por nossa equipe.

Para 2011, a coordenação do Programa optou por dar continuidade ao trabalho desenvolvido. Dessa forma, o JEC continuará a realizar encontros temáticos a cada bimestre e também concursos culturais voltados a estudantes e professores. Os eventos de confraternização ao final dos semestres continuarão a ser feitos, para entreter e integrar, ainda mais, os envolvidos no JEC.

Para a coordenadora do Programa, Carolina Viana Morgado, as atividades desenvolvidas em 2010 foram um sucesso. “Realizamos palestras nas unidades do JEC, trouxemos estudantes de diversas escolas da Região para conhecer A Tribuna. Isso nos motiva a continuar trabalhando para consolidar a visão do jornal como um aliado da Educação”. Segundo ela, a equipe do JEC incentivou as unidades a desenvolverem jornais escolares e a explorarem outros meios de comunicação, como Internet e Rádio, e essas iniciativas devem persistir em 2011.

Fonte: JEC - A Tribuna/SP

Tecnologias trazem desafios aos professores

Enquanto muito se fala das tecnologias aplicadas à Educação, mas será que as escolas e os professores estão realmente preparados para essa realidade? Com o acesso a milhões de informações, por meio da internet, os professores precisam adequar o discurso e melhorar a comunicação com os alunos.

As vantagens e desvantagens do uso das tecnologias em sala de aula foram o assunto da entrevista, feita pela equipe do projeto Jornal Escola e Comunidade, do jornal A Tribuna (Santos/SP) ao professor Wendel Freire (foto), autor de "Ensino-aprendizagem e comunicação" - obra publicada pela WAK Editora.

A escola está preparada para acompanhar os avanços da tecnologia e da comunicação?

Não sei se nós estamos preparados para acompanhar a tecnologia. Isso exige uma dedicação quase exclusiva para acompanhar as novidades que, nem sempre, valem a pena para um educador ou uma escola. No início do século passado, saíamos das graduações prontos. Essa sensação já não existe mais. Assim, buscamos a chamada formação continuada a fim de adotar uma postura mais fluida. Mas, estamos abertos a experimentar os suportes que surgem nas prateleiras e nas mãos dos alunos de modo a estimular a criação conjunta? O que queremos com isso? Nos perguntamos sobre tais dispositivos, sobre seus usos, e estamos instigando nossos alunos a pensar sobre eles? Essas questões, e outras, podem nos ajudar a lidar com o nosso algoz contemporâneo: a velocidade. E encarar essas interrogações independe da receita de cada gestor escolar, seja da rede particular ou pública.

A “arte de ensinar” persiste nas escolas, apesar das mudanças na sociedade?

Ensinar deve ser parte de aprender, do mesmo modo que teoria e prática, na etimologia da palavra praxis, são indissociáveis. Arte exige sensibilidade, muito trabalho e pesquisa. Se pensarmos na arte de ensinar-aprender nesses termos, sem dúvida, podemos afirmar que ela está presente em muitas escolas. Principalmente, nas práticas de professores inquietos que, junto de crianças e adolescentes que dispensam formação para o uso dos multimeios, fazem algo natural, questionam o processo comunicacional. Esses educadores aprendem com os usos criados pelos seus alunos e ensinam ao desnaturalizar usos e dispositivos técnicos.

A figura do professor como parâmetro para seus alunos se encontra fragilizada diante da velocidade e diversidade de informação?

Parâmetros e modelos são questionados intuitivamente pelos jovens o tempo inteiro. Certamente, a figura do professor arrogante, dono do saber que vai generosamente levar sua “luz” aos alunos, está destroçada! Quem pensa no processo de ensino e aprendizagem unidirecional entra em forte colisão com um educando habituado à multitarefa, à multidirecionalidade. O educando é um ouvinte-espectador-leitor em um novo contexto comunicacional, onde passa a ter o poder de emissão, passa a produzir e veicular com grande facilidade e liberdade seus conteúdos. Este novo contexto, bem explorado por um professor investigador de suas práticas, pode se revelar bastante proveitoso na transformação coletiva de informação em conhecimento.

Que alternativa o professor pode adotar para estimular a leitura e oferecer conhecimentos mais aprofundados?

A pergunta me fez pensar no ensino de literatura. Preso à historiografia, ao ensino da sucessão de escolas literárias no tempo, ao ensino do que estudiosos disseram sobre as obras que eles consideram as mais significativas, não tem levado os alunos a serem melhores leitores, antes ainda, não fomentam o hábito de leitura, um dos seus principais objetivos. Não precisamos, nem devemos, abandonar isso, mas é extremamente necessário estabelecer links com o que é produzido hoje. Não só o que sai em livros, mas toda inovação que usa áudio, vídeo e fotografia, no ambiente denominado cibercultura. Afinal, a experiência das inovações narrativas do vídeo-poema, da ciberpoesia e dos contos escritos coletivamente podem despertar o interesse pelos mais diferentes tipos de texto.

Você concorda com o uso da internet como ferramenta pedagógica?

A cultura emergente na rede deve ser alvo da apropriação pedagógica, sem dúvida. Aliás, com dúvidas. O que é a “interatividade” além de uma palavra bastante desbotada pelos usos comerciais? E “hipertextualidade”? Como a noção texto se altera com o ambiente digital? Já não basta pronunciar tanto esses termos sem vê-los, de fato, no cotidiano escolar? A sala de aula pode ser enriquecida com práticas de pesquisa, interpretação e avaliação crítica de textos digitalizados.

Quais seriam os meios seriam mais adequados para serem usados em sala de aula?

A internet pode dinamizar conteúdos curriculares, mas também servir de objeto de estudo, na produção midiática, e na produção de mídias escolares, usando blog, podcasting ou postando criações audiovisuais no youtube. A metodologia do webquest e a criação de mapas conceituais podem significar bons pontapés nessa direção. Quem tiver o interesse de realizar os mapas pode recorrer a um programa, o Cmaptool, que pode ser baixado livremente.

A inclusão digital proporciona o contato com milhões de informações de todo o mundo. As pessoas estão preparadas para interagir nesse ambiente?

Lembro de um documentário chamado “Periferia.com”, realizado pela TV Cultura, que mostrava a proliferação de lan houses pelas metrópoles. As crianças e adolescentes da periferia não têm dificuldade em encontrar esses espaços e estão sim utilizando com frequência a internet. Mas seus usos limitam-se, geralmente, aos games e às redes sociais. Bastará, então, termos computadores nos ambientes para que a internet democratize os acessos ao conhecimento e à produção do conhecimento? Talvez as pessoas estejam preparadas instrumentalmente, mas não devemos nos contentar apenas com esse uso. Incluir digitalmente demandará um compromisso que as lan houses e seus empreendedores não tem como assumir, a formação de leitores, ouvintes e espectadores críticos, mas também, e principalmente, de produtivos emissores de textos diversos.

Fonte: Projeto JEC - A Tribuna/SP

Aluno atrasado na escola tem mais chance de evadir, diz pesquisa

Estudar com mais idade que a esperada para a série escolar, devido à repetência ou abandono, aumenta as chances do aluno de São Paulo não se matricular no ensino médio. O quadro é mais crítico para os estudantes com notas baixas em avaliações oficiais do ensino fundamental, aponta um estudo do Instituto Unibanco, apresentado nessa quinta-feira (25/11), na capital paulista.

Estar um ano atrasado no ensino fundamental diminui em 20% a chance de se matricular no ensino médio para os alunos com baixo desempenho no Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) - que avalia o rendimento dos alunos do ensino fundamental. Para os atrasados com notas altas a probabilidade diminui 7%, segundo a pesquisa.

Para os alunos com mais de um ano de atraso, independente das notas nas avaliações oficiais, a probabilidade de ingresso no ensino médio reduz de 20% a 35%, aponta o estudo, intitulado “Relação entre Abandono Escolar no Ensino Médio e Desempenho Escolar no Ensino Fundamental Brasileiro”. A lógica se mantém para a permanência no ensino médio, segunda a pesquisa.

“Esses alunos estão em uma fase da vida em que não há forte preocupação com o futuro, principalmente quando há problemas para serem solucionados no presente, como falta de renda”, observou o coordenador da pesquisa, Amaury Patrick Gremaud. “Ele não se enturma com os colegas por ser mais velho e é caracterizado por já ter tido dificuldades no ensino fundamental”.

O diagnóstico da pesquisa foi observado na prática pela estudante do 1º ano do ensino médio Katarina Fernanda, de 16 anos, que sempre viu alunos abandonarem os estudos no colégio público em que estuda, em São José dos Campos (SP). “Muitos colegas pararam, pelos mais variados motivos, mas principalmente por problemas pessoais. Alguns voltaram e depois saíram de novo”.

Ele destaca que a evasão reduziu depois que a escola iniciou um projeto social para combater o problema. “Eu mesma não via muito sentido e não entendia porque estudar aquelas coisas”. Apesar disso, ela destaca que quando se fala em aprender o conteúdo, a classe ainda fica bem dividida. “Muitos alunos têm dificuldade de aprender o que é ensinado”.

“Combater a repetência iniciando projetos para evitar que ela aconteça é muito importante, porém é necessário garantir que os alunos aprendam”, observou o coordenador da pesquisa, durante o lançamento.

Metodologia

A pesquisa analisou dados do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) de 2007 e a situação de matrículas em 2008 e 2009. A pesquisa fica restrita a São Paulo por ser o único estado em que as notas das avaliações oficiais são cruzadas com outros dados dos alunos individualmente.

Rendimento

Assim como a idade, o mau rendimento nas avaliações oficiais do ensino fundamental diminui as chances dos alunos se matricularem ou permanecerem no ensino médio. Os estudantes com as piores notas têm 70% de chance de se matricularem nessa etapa do ensino, enquanto entre os com as maiores notas a probabilidade é de 97%, destaca a pesquisa.

Negros

Os alunos negros são os que têm mais chance de concluir o ensino médio, segundo dados analisados pela pesquisa. A probabilidade chega a ser 1,5% maior que os brancos. “Isso contraria o consenso habitual. Avalio que seja devido a um estimulo pela necessidade. Muitos têm uma ideologia maior que de outros grupos sociais e querem fazer a diferença”, observou Gremaud.

Além dos negros, as meninas cuja mãe tem ensino superior e que possuem computador em casa têm mais chance de concluir o ensino médio. A diferença entre os sexos só é observada na permanência, não na matrícula. Os alunos da zona rural têm maiores chances de evadir.

Fonte: Portal Aprendiz/ Texto: Sarah Fernandes - 25/11/2010

Mídia e Educação

Pesquisadores brasileiros e italianos participaram recentemente do Grupo de Pesquisa Núcleo de Infância, Comunicação e Artes (Nica), com sede na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O encontro serviu para discutir a rearticulação e a formação de professores e comunicadores para integrar ações pedagógicas que trabalhem utilizando a comunicação e os multi-meios.
Entre os participantes estava o professor de Didática e Tecnologia da Educação da Università Cattolica del Sacro Cuore, de Milão, Pier Cesare Rivoltella. Segundo ele, que também é presidente da Sociedade Italiana de Pesquisa sobre Mídia-Educação, não há mais espaço para discutir influências positivas ou negativas da mídia nos jovens.

É preciso integrar o processo de aprendizagem com os meios de comunicação. Rivoltella afirma que a escola tem que se preparar para lidar com a velocidade dos meios de informação e com o uso, cada vez maior, de multi-tarefas.

Segundo ele, os psicólogos afirmam que essas novas características fazem com que os jovens percam sua capacidade de refletir em profundidade, já que realizam várias atividades ao mesmo tempo. O que é o grande desafio a ser trabalhado pelos educadores.

Fonte: Folha de Londrina (PR) - 25/11/2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Fórum de Educação & Comunicação discutirá temas como Linguagem Eletrônica e Segurança na Internet

Dia 2 de dezembro, das 8 ás 18 h, no Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo, SEESP, acontecerá o Fórum de Educação & Comunicação, road show que faz parte do Movimento Inova Young, em prol da Inovação, e que reúne jovens e pesquisadores de todo o Brasil.

O evento contará com a participação de educadores, profissionais de diversos setores e especialistas em comunicação, que tratarão do universo juvenil e das novas abordagens das instituições de ensino com a implementação das novas mídias como formas de comunicação. O evento estará aberto à participação de pais e alunos da rede privada e pública.

O I Fórum de Educação & Comunicação terá a coordenação da advogada e especialista em Direito Digital, Patrícia Peck Pinheiro e do engenheiro e professor universitário da Universidade Anhembi Morumbi, Osmar Pastore.

As atividades começarão às 8h30, com a palestra sobre Projeto Educação Pré-Sal, com o deputado estadual Pedro Bigardi (PC do B), seguida da palestra Perfil da Educação & Comunicação, com o vereador Eliseu Gabriel. Desafios na Comunicação com a Geração Y, com a diretora de comunicação da MM&P Assessoria e Comunicação, Ana Lúcia Pita, será tema da última palestra da manhã.

Às 11h30, terá início o painel Linguagem Eletrônica e Jovens, com Eric Mark, do Festival Internacional da Linguagem Eletrônica FILE e Lúcia Jamli Abel, coordenadora de pós-graduação da Universidade Paulista.

O coordenador do evento, Osmar Pastore, além de Douglas Venditti, da Newbrand Solutions, apresentarão a palestra Uma Proposta de Universidade Multicorporativa, logo após o intervalo, às 14h. Em seguida, o professor universitário Edmundo Lobassi, fará a palestra Geração Y e o Mercado de Consumo. Às 15h30, Márcia Romano, do Grupo Ser, falará sobre Inteligência Emocional nas Escolas.

O último painel do dia será Família Mais Segura na Internet, com a coordenadora do evento e advogada Patrícia Peck Pinheiro, Aloma Ribeiro Felizardo e Elenice Silva, ambas do Programa Bullying e Cyber Bullying, Michele Schmitz, consultora da Terra Fórum Educação e Marcelo Figueiredo, coordenador de segurança das Lojas Marisa.

Inscrições pelo site
http://www.inovayoung.com.br/

Serviço
Fórum de Educação & Comunicação
Movimento Inova Young
Dia 2 de Dezembro
SEESP - dos Engenheiros no Estado de São Paulo
Rua Genebra, 25
Centro – São Paulo
http://www.inovayoung.com.br/

Fonte: InovaYoung