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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Família é fundamental para a formação de novos leitores

Compartilhamos abaixo matéria pubicada no jornal A TARDE/BA:
Não foi na escola que César Vital, 4 anos, tomou gosto pelos livros – e diga-se, de passagem, que ele ainda não sabe ler. Na verdade, este é o primeiro ano que o garoto frequenta uma sala de aula, mas já chegou com boa bagagem, fruto de leituras feitas com a mãe, a advogada Cláudia Vital, 44; os três irmãos, Daniel, 23, Bianca, 20, e Gabriel, 18; e o pai, Milton Flávio Silva, que vez por outra são convocados a ler um dos exemplares infanto juvenis que ele tem em casa.

Os três irmãos mais velhos de César já estão na universidade e sempre se dedicaram à leitura, “uns menos, outros mais”, pondera a mãe, Cláudia. O caçula, então, passou a ter a atenção dos irmãos que sempre leem para Cesinha, como é chamado na família.

O prazer pela leitura só aumenta, conta a mãe. “Agora ele está empolgado, porque viu na livraria livros do desenho que ele vê na TV, Thomas e Amigos e sempre pede para alguém da família ler”.

A predileção de Cesinha ainda é pelos contos de fadas. Se ninguém ajudá-lo, ele mesmo se vira e vai contando a história, conformese recorda ou como consegue interpretar os desenhos. O segredo para que o garoto goste tanto assim dos livros? “A hora da leitura, para meu filho, é uma hora de deleite, de prazer. Nunca dizemos para ele: tem que ler, menino!”.

Imitar
“Uma das características principais da criança é querer ser aprovada pelo adulto”, explica a educadora Mary Arapiraca da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Para ela, o fato de ver os pais lendo faz a criança achar que ler é algo bom, a criança quer imitar o comportamento do adulto e quer ser aprovada. No entanto, Mary faz recomendações, a leitura deve ser incentivada e não “tutelada”. Ela frisa que é importante comentar o texto, “olha, isso que o autor escreveu quer dizer isso”, explica.

Para Mary, “a leitura é muito individual”. Além disso, a educadora critica a escola que delega essa tarefa aos pais. A escola também tem que dar ao aluno elementos “que o ajudem querer ler”, além da leitura obrigatória. Foi o que fez a Escola Girassol, no Itaigara/BA.

Troca de experiências
Os alunos da Escola Girassol, na Rua Sílvio Valente, participam do projeto Ciranda da Leitura. Além de um acervo de cerca de 5 mil livros, a escola estimula que os estudantes tragam de casa uma obra que tenham lido e que tenham gostado. A experiência da leitura deve ser compartilhada em sala. Os livros, segundo a diretora da instituição, Rosa Silvany, ficam na sala à disposição de todos.

Às sexta-feiras eles trocam, levando para casa, e na aula seguinte contam o que acharam do livro.

“Não é algo didático, é pelo prazer deles”, comenta.

A incidência da participação no momento da leitura é maior quando as crianças são menores, explica a professora Rosa. Por isso, a família também tem acesso à biblioteca e pode levar publicações.

“Aí cabe aos pais darem continuação em casa ao trabalho que aqui na escola é feito. E nós incentivamos essa participação”, explica Rosa.

Mesmo coordenando uma escola de 980 alunos, ela conta que é possível analisar quais salas de aula têm frequentado menos a biblioteca e tomado livros como empréstimo.

Depois de feita a análise, entra em cena o Varal da Literatura: “Penduramos em um varal os livros mais lidos e levamos à sala. É outra forma de incentivo”, diz.

Fonte: Jornal a Tarde, 22 de novembro de 2010. Primeiro Caderno, p.A6. Salvador/BA - Texto de Karina Costa

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Leer un periódico para entender cómo es el hombre

Dica de atividade com jornal para aula de filosofia. Quem sugere é a professora espanhola María Teresa Fernández Martínez, da cidade de Huelva, no sul da Espanha.

La profesora de Enseñanzas Medias en Huelva María Teresa Fernández Martínez publica en la revista 'Comunica 2' un ejercicio para que la clase de Filosofía sea más atractiva para el alumno. Propone atraer su atención analizando la información publicada en los periódicos.

Pensamiento abstracto
Según Piaget, el adolescente está capacitado para el pensamiento abstracto: tiene capacidad para emitir un discurso argumentativo. Es decir, pueden proceder de igual forma que se escribe un editorial, un artículo de opinión sobre la actualidad más candente, una columna, etc. El alumno, analizando los textos de las secciones de opinión, puede ejercitarse con libertad en los buenos y malos usos del discurso racional.

Opinión e información
Una vez seleccionados los artículos, hay que separar la opinión de lo puramente informativo, indicando cómo influyen las circunstancias personales en la opinión del autor. El profesor debe elegir aquellos textos que se aproximan más a la realidad del alumno. De esta forma garantizamos que el estudiante comprenda mejor de lo que se habla en el texto y así sea más fácil entenderlo.

La naturaleza humana
La visión subjetiva de algunos periodistas para elaborar ejercicios de Filosofía ayuda a explicar el concepto de 'hombre'. Al leer las noticias publicadas, las crónicas diarias, los alumnos serán capaces de comprender que el ser humano se mueve entre la dignidad más grande y la miseria más absoluta. Para hacerlo más evidente, la autora del artículo propone que los alumnos realicen varios 'collages', en los que se pegarán tantos titulares como sea posible y que en conjunto reflejen la naturaleza del ser humano.

Fonte: Aula/ El Mundo - Javier Munera

Estudantes da zona rural de Porto Velho criam o jornal “Notícias da Hora”

Uma forma bastante interessante dos professores desenvolverem em sala de aula as habilidades de pesquisa, reflexão, leitura, escrita e até fotografia com os estudantes são os jornais escolares.

Em Cujubim Grande, zona rural de Porto Velho (RO), alunos da Escola Municipal Deigmar Souza de Moraes, estão tendo a oportunidade de vivenciar essa experiência. Eles acabam de criar o “Jornal Notícias da Hora”, que servirá para divulgar as notícias da comunidade e os acontecimentos da própria escola. O projeto faz parte do programa Mais Educação, promovido pelo Governo Federal, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

As atividades do jornal são todas realizadas pelos próprios alunos que cuidam desde a seleção dos assuntos até a produção dos textos e revisão final. Para escolher um nome criativo para o jornal, a escola promoveu um concurso entre os alunos. Gisele Lima Ferreira, aluna do 5º ano do ensino fundamental, e autora do nome “Notícias da Hora” conquistou o primeiro lugar com 181 votos. A segunda sugestão mais votada – Jornal Interesse de Aprender – ficou com 75 votos. Os demais nomes selecionados para concorrer na final foram: Jornal da Escola Deigmar, Jornal do Estudante, De frente com o Conhecimento e Jornal do Aprendizado.

A estudante Maria Daiane Bernardo Batista, também do 5º ano, gostou da ideia. “Acho que vai ser legal porque é a primeira vez que tem um jornal na escola”, diz. Ela sugeriu que sejam publicados assuntos sobre meio ambiente e tratamento de lixo. A monitora do Jornal Escolar, Jamília de Souza, espera que o informativo alcance o sucesso almejado. Acredita que a união de ideias (de alunos e professores) pode resultar em um bom trabalho.

Mais Educação – Programa de Educação Integral criado pelo Governo Federal e executado em parcerias com as prefeituras.
De acordo com a diretora do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino da Semed, Gláucia Negreiros, 41 escolas do Município participam do programa. Os alunos são envolvidos em oficinas de cultura, arte, esporte, lazer, educomunicação, meio ambiente e inclusão digital. O jornal escolar faz parte das atividades de Educomunicação.

Os monitores de jornal das escolas municipais de Porto Velho receberão material de apoio para a aplicação das oficinas, contendo Guia de Programação Visual, Caderno de Apoio ao Educador e Guia do Jornal Escolar, elaborados pela Ong Comunicação e Cultura – Fala Escola (www.falaescola.org.br).

Conheça também os projetos da ONG Comunicação e Cultura nos seguintes endereços:
- www.comcultura.org.br
- www.jornalescolar.org.br
- e www.clubedojornal.org.br

Fonte: Blog Educação/ Jornal O Nortão

Mídia e Educação

Compartilhamos abaixo texto publicado no blog Escola, do jornal Tribuna do Planalto (GO).

Mídia e Educação
Os dedinhos frágeis tocam o computador. “Vou ser jornalista quando eu crescer porque gosto de pesquisar e descobrir tudo que está acontecendo”, explica o menino. Weverton Gabriel Cândido da Silva tem apenas 6 anos, mas a professora diz que ele é muito curioso, demonstra uma expressão oral fluente, raciocínio rápido e é bastante investigativo. O garoto é uma das crianças matriculadas no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Tio Romão que foi visitar a redação do jornal Tribuna do Planalto para conhecer, in loco, o processo de produção da notícia.
A visita é uma das ações previstas no projeto Conhecer a Mídia, desenvolvido pela instituição.

A proposta de informar as crianças sobre a produção da notícia partiu do interesse delas próprias, após uma brincadeira que a professora fez em uma roda de conversa sobre a televisão. Os educandos demonstraram curiosidade e passaram a questionar como as notícias chegam às pessoas. Segundo Dykla Cristina Abadia Lima Guimarães, professora que está desenvolvendo o projeto no CMEI durante este ano letivo, as crianças têm participado de diversas atividades relacionadas ao tema, como maquetes e desenhos, bem como assistiram a vídeos sobre o assunto.

Dykla afirma que oportunizar aos educandos a vivência prática dos conhecimentos adquiridos, torna a aprendizagem mais prazerosa e significativa e promover esse contato direto com a mídia favorece o desenvolvimento da leitura crítica do mundo e da notícia. “O trabalho com projetos nesse nível é muito importante, instigam a pesquisa e possibilitam novos saberes, assim como o desenvolvimento de valores. Conhecer o passo a passo da notícia despertou tamanha curiosidade nas crianças que, espontaneamente, elas passaram a narrar reportagens que viam ou até mesmo a trazer o jornal impresso para o CMEI”, comenta.

Educomunicação
Ismar de Oliveira Soares, professor da Universidade de São Paulo, é considerado um dos precursores da educomunicação no Brasil. Ele explica que a educomunicação consiste em um conjunto de atividades relacionadas ao conhecimento e uso dos meios de comunicação para a formação não apenas do aluno, mas de todas as pessoas para o exercício da cidadania. Ismar desenvolve projetos na rede municipal de ensino de São Paulo, em que promove a aprendizagem de como utilizar diferentes veículos de comunicação na escola, assim como da leitura crítica das mídias.

O professor descreve uma das experiências entre comunicação e Educação, a Rádio-Escola em São Paulo. “O projeto ocorreu entre 2001 e 2004 e tem continuidade hoje. Isso significou para nós um exercício de trabalho em rede. Não é trabalhar com 10, 15, 20 pessoas, mas trabalhar com 12 mil pessoas, discutindo com elas as práticas educomunicativas e levando o uso do rádio como solução para o problema da escola, especialmente aqueles relacionados a conflitos, a violência e a própria didática”.

Ismar ressalta que as pessoas, ao assimilar a linguagem midiática passam a discutir comunicação e a aprimorar outras linguagens. Jesús Martín Barbero, pesquisador sobre comunicação, em seu livro Pensando a Educação a Partir da Comunicação, também reconhece a importância da mídia como desencadeadora de um processo comunicativo e destaca que não se deve limitar a aplicação dos veículos simplesmente ao objetivo de assimilar uma nova tecnologia.

“O desafio é como inserir na escola um ecossistema comunicativo que contemple ao mesmo tempo experiências culturais heterogêneas, em torno das novas tecnologias da informação e da comunicação, além de configurar o espaço educacional como um lugar onde o processo de aprendizagem conserve seu encanto”, esclarece.

A influência direta da mídia na formação das crianças e jovens é inegável. Pensando nisso, os profissionais da Educação municipal têm realizado vários projetos relacionados aos meios midiáticos.

Leitura crítica
A coordenadora do CMEI Tio Romão, Leila Maria Pereira, comenta que, após o trabalho desenvolvido com as crianças utilizando os meios de comunicação, elas passaram a se tornar mais críticas diante das situações vivenciadas no ensino-aprendizagem. “Ao propor atividades em que elas são agentes de seu próprio conhecimento, a aprendizagem se torna mais prazerosa e, explorando suportes como a mídia, é possível ampliar a expressão linguística, assim como desenvolver a criticidade diante das informações recebidas pelos meios de comunicação”, avalia.

Herbert Marshall Mcluhan, pioneiro nas pesquisas das novas tecnologias de informação e comunicação, já na década de 70, estabeleceu o conceito de “aldeia global” em que a sociedade contemporânea estava confinando o homem a uma imensa aldeia global, onde as percepções humanas seriam modificadas pelas novas tecnologias da informação. Segundo o filósofo há uma verdadeira revolução tecnológica e de informação que transformou a maneira de ver o mundo. Ele enfatiza que a escola não pode ficar alheia a tais mudanças.

Pesquisas recentes do Ministério de Educação e Cultura, como as do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), identificam que realmente os educandos do século 21 estão em descompasso com a leitura e escrita ensinadas na escola. Nas avaliações realizadas com estudantes do Ensino Fundamental e Médio constata-se um baixíssimo nível de compreensão, interpretação e reflexão.

Em outra dimensão, isso se reflete, também, pela demonstração da falta de interesse pelas técnicas convencionais de Educação. As crianças interagem com os meios de comunicação, como a televisão e a internet, desde muito cedo, e o papel da escola é o de integrar essas linguagens ao processo educativo, é o que propõe Maria Aparecida Baccega em seu livro Televisão e Escola: Uma Mediação Possível?.

Ela valoriza a leitura reflexiva dos multimeios, revelando o que está implícito nas informações e o sentido ideológico destas e para isso, conforme afirma a pesquisadora, é necessário que os meios de comunicação sejam integrados à escola como ferramentas educativas. “Ou seja: ou a escola colabora para democratizar o acesso permanente a esse ecossistema comunicativo ou continuará a operar no sentido da exclusão, tornando maiores os abismos existentes”.

Texto de Edilene Paiva

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Prêmio Comunicador Parceiro da Educação divulga vencedores

A edição 2010 do Prêmio Comunicador Parceiro da Educação já tem seus vencedores. Os comunicadores serão contemplados com uma viagem a São Paulo para participar de um curso nos dias 29 e 30 de novembro, com as despesas de passagem, hospedagem e alimentação pagas pelo Instituto Votorantim. A capacitação contará com convidados especialistas nos temas Educação e Mídia, além de visitas a redações de veículos nacionais.

Nesta edição, a banca julgadora foi composta por representantes da Agências de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI); do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE); do movimento Todos Pela Educação; e do Programa Jornal e Educação da Associação Nacionais de Jornais (ANJ); além do próprio Instituto Votorantim.

As matérias selecionadas representam a diversidade de temas que podem ser adotados como pauta pela mídia. Confira os vencedores e suas respectivas matérias:
- Adriana Ferezim – Gazeta de Piracicaba (Piracicaba-SP):
“No universo musical
- Lílian de Souza – TV Paracatu (Paracatu-MG): “A leitura e o IDEB
- Paulo Giovani Araújo – Jornal Correio do Sul (Arroio Grande-RS): “Prêmio à educação de qualidade – Especial
- Fabiano Pereira – TV Unimep (Piracicaba-SP): “Relação entre família e escola e suas implicações o processo de aprendizagem
- Hellen Santos – Rede Vanguarda (Jacareí-SP): “Série isolados bocaina
- Paula Maria Almeida Ferreira – TV Atividade (Muriaé-MG): “Escola se destaca no Ideb
- Gilmar da Silva Henriques – Tribuna do Cricaré (Conceição da Barra-ES): “São Mateus desponta de novo no horizonte do Brasil
- Sérgio Correa – Rádio Difusora Fronteira (Arroio Grande-RS): “Jornal da Educação

Iniciativa pioneira
Pioneiro na premiação de matérias veiculadas em imprensa local sobre pautas de educação, o Prêmio Comunicador é uma iniciativa do Instituto Votorantim, por meio do projeto Parceria Votorantim pela Educação.

Seu objetivo é destacar e estimular a produção de matérias sobre educação, por comunicadores que atuam em veículos sediados, com audiência ou em circulação nos 39 municípios que integram o projeto. Além de contribuir para a formação de comunicadores especializados no tema, o prêmio é também uma forma de valorizar o papel dos comunicadores e das mídias locais na disseminação de informações sobre educação, tendo em vista sua proximidade com os desafios e as oportunidades existentes em cada município.

Fonte: Equipe Blog Educação

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Jornada 2010 reúne escolas do Espírito Santo

Cristina Barbiero (camisa cinza) e Letícia Lindberg (blusa branca), do jornal A Gazeta/ES,
entregando premiações a educadoras do Espírito Santo
Professores do Programa A Gazeta na Sala de Aula, do jornal A Gazeta (ES), se reuniram no dia 9 de novembro, no Centro de Convenções de Vila Velha, para participar do evento Jornada 2010. O encontro foi marcado pelas apresentações dos projetos inscritos no Concurso Mídias na Educação, que escolheu, entre os meses de setembro e novembro deste ano, os melhores trabalhos, envolvendo jornal e outras mídias.

O trabalho “O Brasil me deixa com...", da EMEF Antônio Nicchio, de Colatina, foi o vencedor na categoria atividade. Já a escola de EMPEIEF Fazenda Franz Schneider, de Santa Maria de Jetibá, que apresentou o trabalho “Lar doce lar: quanto vale a sua história?”, venceu como melhor projeto. “Agradeço ao programa por nos dar a oportunidade de apresentar nosso trabalho e mostrar a cultura pomerana”, afirma a professora de Santa Maria de Jetibá, Brunelle Gaiba Jastrow.

Todos os trabalhos que participaram da última etapa do concurso foram apresentados durante a Jornada.

Fonte: A Gazeta na Sala de Aula/ES

Uso responsável da internet


Vídeo da campanha da Safernet e do Ministério Público para promoção do uso seguro, responsável e ético da internet no Brasil. O filme está sendo veiculado pelas principais emissoras de televisão do Brasil e faz parte da estratégia de mobilização e sensibilização da sociedade para garantir e defender os direitos humanos também na internet. Assista, divulgue, comente, participe! O futuro da internet depende do que fazemos com ela.