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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Grupo Projetos de Leitura lança segunda coletânea de textos criados por estudantes de Escolas Públicas

Um livro recheado de histórias surpreendentes, lirismo, muita emoção e grande incentivo pedagógico. Esses são apenas alguns predicados que classificam “As 50 Melhores Crônicas do Ler é Bom, Experimente – Volume 2”. O livro traz crônicas escritas por alunos da Rede Pública de Ensino, selecionadas a dedo, por meio de um concurso literário em escolas de todo o Brasil e, ainda, crônicas inéditas dos escritores Pedro Bandeira e Laé de Souza.


Publicado pela Editora Ecoarte, o lançamento do livro será realizado no dia 9 de novembro, às 20h, na UNICID - Universidade Cidade de São Paulo, e estará disponível pelo valor simbólico de R$5,00. Na ocasião o publico contará com a presença de alunos autores e ainda do coordenador do projeto, o escritor Laé de Souza, que irá autografar a obra juntamente com os estudantes.
Incentivo a Leitura
A obra, é uma das etapas do projeto “Ler é Bom, Experimente!”, desenvolvido em todo o país pelo Grupo Projetos de Leitura e que conta com o patrocínio da Cia de Seguros Aliança do Brasil.

Para o coordenador do projeto, a leitura e a escrita devem ser encaradas como práticas essenciais à construção de cidadãos mais conscientes. “Nosso trabalho tem como objetivo formar uma nova geração de leitores. Eu como educador sei que isso não é uma tarefa fácil, mas acredito que não seja uma missão impossível quando oferecemos condições”, destaca Laé de Souza.

Laé de Souza acredita ainda que a leitura e a escrita precisam ser fomentadas como uma forma de prazer e não de maneira obrigatória, tendo o professor um papel fundamental nesse contexto. “Muitas vezes é na sala de aula que se descobre o mundo mágico da literatura. Os educadores precisam mostrar aos estudantes que a leitura é uma das grandes ‘chaves’ para abrir um incrível mundo de possibilidades”, opina.

LANÇAMENTO:
Onde: UNICID - Universidade Cidade de São Paulo – Tenda da Caravana da Leitura – montada no Bloco Alfa
Rua Cesário Galeno, 448 – Tatuapé - São Paulo – SP.
Quando: 9 de novembro, às 20h
Preço no lançamento: R$5,00

Mais informações: http://www.projetosdeleitura.com.br/ Fonte: Assessoria de Imprensa

Site do Vamos Ler de cara nova!

O site do programa de Jornal e Educação Vamos Ler, do Jornal da Manhã, de Ponta Grossa/PR. está de cara nova. Uma das seções mais visitadas é a de atividades com jornal, por isso, compartilhamos com vocês uma atividade realizada pela professora Dayme Bençal, de Castro/PR. Parabéns à professora e a seus alunos pela iniciativa!

TRANSPOSIÇÃO DO TEXTO VERBAL PARA O NÃO-VERBAL
Atividade realizada em maio de 2010

Escola: Colégio Emília Erichsen

Cidade: Castro/PR

Professora: Dayme Bençal

Turma: 6ª série (ver foto abaixo)

Objetivo e Metodologia: Durante um estudo sobre as reportagens de jornal, a professora pediu que os alunos escolhessem uma delas e passassem para a linguagem não-verbal.

No momento, a turma estava também envolvida em uma campanha solidária, e isso motivou que a matéria escolhida fosse sobre uma campanha de arrecadação de roupas.

A escola está arrecadando agasalhos para doar às crianças de um bairro rural (Guararema), em Castro.





Resultados esperados e alcançados: “O resultado superou as expectativas, pois os alunos se mostraram preocupados com a questão da solidariedade.” (Professora Dayme)

Sugestão de atividade com jornal: “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying”

O jornal A Tarde (BA) publicou a matéria “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying” e a turma do programa A Tarde Educação já pensou em uma atividade a ser feita na escola com os alunos. Se você não é da Bahia, não há problemas. Você pode ler a sugestão de atividades e pensar em adaptar a sua cidade e a suas condições. Boa leitura!

Assunto: bullying
Tema Transversal: Ética
Áreas do conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática

Proposta de atividade:
Fazer Levantamento dos conhecimentos dos alunos em torno do tema bullying e de experiências pessoais
Leitura da matéria “Ministério Público do estado tem 20 registros de bullying”, publicada no jornal A Tarde no dia 29/10/10 pelos alunos.


Obs.: Professores(as) vocês podem usar matérias sobre bullying de jornais de dias anteriores ou retiradas do portal de jornais na internet.
  • Debater sobre o assunto, mostrando que aquilo que pensam ser uma simples brincadeira pode trazer algum sofrimento para o colega e que, de acordo com a intenção, repetição e motivação, pode ser caracterizado o fenômeno bullying.
  • Leitura do texto “Bullying: o exercício da intimidação”.
  • Pedir que os alunos pesquisem pela internet ou em bibliotecas sobre o assunto.Estimular a produção de questionário pelos alunos sobre práticas que podem caracterizar bullying e aplicar com alunos de outras turmas da escola que estuda.
  • Sistematizar em forma de gráfico após o levantamento dos dados do questionário.Colher depoimentos dos alunos relacionados à prática do bullying.
  • Divulgar das pesquisas realizadas na escola e que as outras turmas possam ter acesso.
  • Apresentar na escola de uma peça de teatro sobre bullying, escrita pelos próprios alunos.
  • Fazer montagem de um mural com exposição das pesquisas e descobertas, tentando sensibilizar toda a comunidade escolar.
  • Trabalhar criação artística ( rap, paródia, charge, tirinhas, etc.).Elaboração de um folheto informativo contendo os principais dados sobre bullying e suas características para ser distribuído na escola.

Fonte: Blog A Tarde Educação

Como falar de perda com uma criança?

Por Waleska Andrade / Blog O POVO na Educação
A dica de hoje é da leitura da Revista Educação Pública: Como falar de morte com uma criança? Um problema em que ninguém gosta de tocar, mas que inevitavelmente acontecerá com todos nós: a morte.

Como informar a morte para uma criança? De acordo com essa matéria, só depois dos sete anos ela percebe a morte como algo ruim.

Apesar disso, não se deve esconder dela esse acontecimento: dizer que a pessoa foi fazer uma viagem não é uma boa opção, pois a criança pode pensar que todos que farão uma viagem nunca mais voltarão.

A solução é responder às perguntas de forma simples e com frases curtas, de modo que a criança entenda que se trata de algo natural que acomete todos os seres vivos

Importante deixar claro que essa é uma ação que acontecerá com os animais, seus bichinhos de estimação, com as plantas e todos os outros seres vivos.

Pais, conversem mais com seus filhos. Diálogo é a educação do amor, da presença e da coragem!
Gera indivíduos mais corajosos, capazes de enfrentar com mais facilidade as adversidades da vida, sem mentiras ou falsas impressões. O texto é bem interessante e vale a pena!

Formulação no Brasil do 1º Plano Nacional da Criança

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) disponibiliza para consulta pública, até 12 de novembro, o primeiro Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. A ideia é que sugestões de órgãos públicos, pessoas físicas e organizações sociais ajudem a compor o documento final, para que ele seja incorporado ao orçamento público nacional.

O Plano foi elaborado a partir de demandas de conselhos municipais e estaduais, levantados durante a 8ª Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, realizada em dezembro de 2009. Ele é dividido em 67 diretrizes agrupadas em cinco eixos: Promoção dos Direitos, Proteção e Defesa dos Direitos, Participação de Crianças e Adolescentes, Controle Social da Efetivação dos Direitos e Gestão Política.

Além do Plano, a conferência subsidiou a elaboração da primeira Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes. Ela é dividida nos mesmos eixos do Plano e também será alterada a partir das demandas levantadas na consulta pública.

Os documentos estão disponíveis no site do Conanda e as propostas e as alterações devem ser enviadas para o e-mail conanda@sedh.gov.br.

Elas devem ser orientadas por princípios levantados na Conferência: Universalização dos Direitos com Equidade e Justiça Social, Igualdade e Direito à Diversidade, Proteção Integral para a Criança e o Adolescente, Prioridade Absoluta para a Criança e o Adolescente, Reconhecimento de Crianças e Adolescentes como Sujeitos de Direitos, Descentralização Político-administrativo, Participação e Controle Social e Intersetorialidade e Trabalho em Rede.

“Uma das prioridades dos documentos é promover a equidade de direitos e a justiça social para superar as desigualdades interregionais”, afirma a coordenadora-geral do Conanda, Margarida Manguba. “Nem todos os serviços oferecidos às crianças são iguais. As meninas, por exemplo, enfrentam diferenças no acesso em várias partes do país”.

“Temos foco em promover a participação do adolescente. O documento traz, ainda, diretrizes para ampliar acesso à educação integral e ao ensino médio, para reformar abrigos e para criar programas para descobrir talentos no esporte”, conta Margarida. “A ideia é que os governos estaduais e municipais formulem suas políticas para a infância a partir do previsto no Plano”.

A expectativa é que, até dezembro, o Plano e a Política estejam prontos e sejam incorporados no Plano Plurianual de 2011 a 2015 e na Lei de Diretrizes Orçamentárias. A presidente eleita Dilma Rousseff assinou um documento, ainda em campanha, se comprometendo a trabalhar pelas metas previstas na primeira versão do Plano, segundo o Conanda.

Fonte: http://aprendiz.uol.com.br

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Alunos da Oi KABUM! criam campanha para o exercício da cidadania

Os alunos da Oi Kabum!, Escola de Arte e Tecnologia criaram uma campanha que ultrapassou os muros da escola, instalada no Oi Futuro Ipanema, e é parte das comunidades virtuais. O tema é ATuaAção Transforma, e tem como objetivo incentivar o exercício diário da cidadania através de idéias novas para o desenvolvimento da sociedade.

Através do endereço eletrônico http://oikabumrj.tempsite.ws/index.html, o internauta é convidado a fazer parte da campanha, além de ter acesso a animações, e-flyers e fundos para twitter. A campanha ATuaAção Transforma faz um convite à reflexão: onde, como e quando se pode agir para melhorar a sociedade em que vivemos?

Os trabalhos foram criados por alunos da escola Oi Kabum! do Rio de Janeiro, que oferece para a juventude popular urbana, jovens entre 16 e 21 anos, cursos nas áreas de Web Design, Design Sonoro, Computação Gráfica e Oficina da Palavra.

Para a diretora de Educação do Oi Futuro, Samara Werner, na Oi Kabum! os jovens são considerados agentes de transformação social. “Os alunos aprendem a utilizar as mais avançadas tecnologias para expressar o talento e a criatividade. A campanha ATuaAção Transforma ultrapassou os muros da escola e agora é mais uma ação para contribuir com a transformação da realidade do país”, diz Samara.

A Oi Kabum!, através do Oi Futuro, investe desde 2002 na formação de jovens de comunidades populares. Na escola eles convivem em um ambiente de diálogo, conhecimento e cidadania, para ingressarem em condições de igualdade no mercado de trabalho, colocando em prática tudo o que aprenderam no programa.

Fonte: Oi Kabum!

Pesquisa revela o comportamento do jovem brasileiro na Internet

Realizada pelo Portal Educacional e coordenada pelo psiquiatra Jairo Bouer, a sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro” contou com a participação de mais de 10,5 mil alunos de escolas particulares de todo o Brasil, que responderam anonimamente a um questionário online.

Como os jovens brasileiros se comportam na Internet? Este foi o tema da sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro”, desenvolvido pelo Portal Educacional (www.educacional.com.br) para entender o comportamento dos jovens e refletir, junto com eles, sobre assuntos cruciais para sua vida. Neste ano, mais de 10,5 mil alunos de 13 a 17 anos, de 75 escolas da rede particular de ensino de todo o país, participaram da pesquisa. Eles responderam anonimamente a um questionário online sobre seus hábitos de uso da Internet, relações virtuais, exposição, violência e situações hipotéticas que podem ocorrer com quem usa a rede.

“Os dados sobre o uso da Internet pelo jovem revelam uma série de comportamentos que merecem ser melhor entendidos e discutidos. Como um espaço novo de relacionamento, ela exige uma série de cuidados e limites que não estão muito claros, nem para os próprios jovens, nem para os pais e professores”, comenta Jairo Bouer, médico psiquiatra e coordenador da pesquisa. Segundo ele, não é o caso de impor limites e regras e controlar a vida dos jovens na Internet, mas sim mostrar os riscos que existem. “É importante que eles próprios aprendam a criar seus filtros e a lidar com essas situações de uma forma mais segura e responsável”, diz Bouer.

Entre os participantes da pesquisa, 99% têm computador em casa, metade no próprio quarto, e 55% usam computador todos os dias, sendo que 40% usam Internet de 2 a 4 horas por dia durante a semana, mas 15% ficam conectados por mais de 8 horas. Nos finais de semana, o número de horas de conexão é maior, e as redes sociais (MSN, Facebook, Orkut) são a categoria mais acessada, o que sinaliza que muitos estão trocando horas de lazer e convivência com os amigos para ficar na frente do computador. Mais de 20% dos participantes avaliam que seu uso de Internet está acima do normal ou se consideram dependentes e 17% enfrentam conflitos com os pais por conta do excesso de uso.

A sexta edição do projeto “Este jovem brasileiro” confirma dados já observados em edições anteriores no que diz respeito à forma como os jovens estão se relacionando: 60% dos participantes da pesquisa já usaram a Web como forma de conhecer pessoas, sendo que desses, 27% usaram as redes sociais para tanto; 38% já fizeram amigos na Internet que trouxeram para a vida real e 25% já “ficaram” com pessoas conhecidas por meio da rede. Ao se aproximar de um desconhecido, 97% dizem não confiar logo de cara em quem conhecem pela rede - 44% admitem a possibilidade de marcar encontros reais, 32% seriam muito cuidadosos, 10% teriam algum tipo de cuidado, mas 2% não teriam maiores preocupações.

Outra questão importante é como o jovem se expõe na Internet e se ele tem noção do impacto que essa exposição pode ter em sua vida futura. As respostas revelam que 36% costumam postar comentários na Internet, e 71% costumam postar fotos; 7% já colocaram fotos ou filmes mais ousados na rede. 35% não usam filtros para impedir que qualquer um acesse as suas informações e quase 7% costumam abrir a webcam para pessoas que não conhecem. Do outro lado, muitos já enfrentaram problemas por causa dos conteúdos publicados na Internet: 17% no namoro, 11% na escola e 19% com os amigos. Além disso, 10% já enfrentaram problemas por causa de imagens ou posts publicados por outras pessoas na rede.

A violência também foi abordada na pesquisa, e entre os entrevistados, 69% concordam que o anonimato da Internet estimula as pessoas a ofenderem umas às outras, e 29% já fizeram algum comentário ou tiveram alguma atitude ofensiva com amigos ou desconhecidos na Internet. Nas respostas, 31% disseram que já foram vítimas de alguma forma de violência, 11% de preconceito e 15% já se sentiram mal em função de alguma agressão sofrida. Mais de 3% evitaram sair de casa, falar com alguém ou ir à escola por algum problema surgido na Internet.

A pesquisa também propôs uma série de situações que podem vir a acontecer com quem utiliza a Internet, pedindo que os participantes contassem se já tinham vivenciado ou conheciam amigos que tinham passado por essas situações, e que avaliassem a chance dessas situações acontecerem. Entre as situações hipotéticas estavam, por exemplo, sofrer ameaças ou pressões depois de abrir a webcam para desconhecidos, ter problemas no namoro em função de comentários publicados, ser vítima de preconceitos ou comentários maldosos ou sofrer restrições do uso da Internet pelos pais depois de algum tipo de exposição. Apesar da maioria ter dito que essas situações nunca aconteceram com eles ou com amigos próximos, os resultados mostram que os jovens estão por dentro dos riscos e sabem que essas situações vem acontecendo cada vez mais.

O projeto também procurou checar se alguns tipos de comportamento na Internet poderiam estar potencializados em alguns grupos de jovens. A conclusão é que quem falta muito e vai mal na escola, tem problemas emocionais frequentes, relação péssima em casa ou pai e mãe que já faleceram, fuma, usa drogas ou bebe com freqüência, tem maiores riscos de exagerar no uso da Internet, passando noites em claros e criando dependência, de desenvolver comportamentos que coloquem em risco sua segurança, criem problemas de relacionamento com os amigos ou causem exposição indesejada, e ainda de fazer comentários ou agir de modo ofensivo. “Para os jovens que fazem parte de algum dos grupos citados, é uma boa ideia prestar mais atenção no próprio comportamento na Internet e procurar alguma forma de ajuda caso sinta necessidade. E o mesmo vale caso se perceba esse tipo de risco e de comportamento com um amigo”, aconselha Bouer.

O projeto Este jovem brasileiro é realizado anualmente pelo Portal Educacional, abordando temas que preocupam pais, educadores e a sociedade. Neste ano, o questionário sobre como o jovem se comporta na Internet foi respondido no período de 01 de junho a 31 de agosto. Os resultados, comentados pelo Dr. Jairo Bouer, serão apresentados no Portal Educacional para os alunos e colocados em discussão, levando os estudantes a refletir sobre o tema. Nas edições anteriores do projeto, os estudantes responderam questionários e discutiram sobre Comportamento e risco, Valores e atitudes, Relações familiares, Sexualidade e Álcool.

O jovem brasileiro e a Internet
· 99% dos jovens que participaram da pesquisa têm computador em casa, metade deles com acesso ao computador em seu próprio quarto.
· 23% passam noites em claro por causa da Internet, e 24% já deixaram de fazer outras coisas, como tarefas, trabalhos ou sair com os amigos pelo mesmo motivo.
· 21% avaliam que seu uso está acima do normal ou se consideram dependentes da Internet.
· 38% já fizeram amigos na Internet que trouxeram para a vida real, 25% já “ficaram” e 13% já namoraram com alguém que conheceram na Internet, 9% já fizeram sexo virtual e quase 4% já fizeram sexo na vida real com alguém que encontraram na Internet.
·36% costumam postar comentários e 71% costumam postar fotos, sendo que 7% já colocaram fotos ou filmes mais ousados na rede e outros 7% costumam abrir a webcam para desconhecidos.
·31% já foram vítimas de alguma forma de violência, 11% de preconceito e 15% já se sentiram mal em função de alguma agressão sofrida na Internet.
·29% já fizeram algum comentário ou tiveram alguma atitude ofensiva com pessoas na web
·69% concordam que o anonimato da internet estimula as pessoas a ofenderem umas às outras e 34% já se valeram desse anonimato, principalmente para “espiar” a vida dos outros.

Fonte: Positivo Informática