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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Esqueça o que você sabe sobre como estudar

Por Benedict Carey, do New York Times

Psicólogos descobriram que alguns dos mais sagrados conselhos sobre como estudar estão errados. “Reserve um espaço tranquilo; respeite o cronograma de tarefas; estabeleça metas e limites” -as conclusões contradizem grande parte dessa sabedoria comum. Na verdade, algumas técnicas simples podem melhorar de forma confiável o quanto um aluno aprende ao estudar.

Por exemplo, em vez de ficar em um só local, o simples fato de alternar o ambiente do estudo já melhora a atenção. O mesmo vale quanto a estudar habilidades ou conceitos distintos, mas correlatos, de uma só vez, em lugar de focar intensamente em uma coisa só. “Conhecemos esses princípios já há algum tempo, e é intrigante que as escolas não os tenham adotado, ou que as pessoas não os aprendam por tentativa e erro”, disse Robert Bjork, psicólogo da Universidade da Califórnia, Los Angeles.

Veja a noção de que as crianças têm estilos de aprendizado específicos -que algumas são mais “visuais”, enquanto outras aprendem “de ouvido”; ou que algumas usam mais o lado esquerdo do cérebro, e outras usam mais o direito. Numa recente revisão publicada na revista “Psychological Science in the Public Interest”, uma equipe de psicólogos não encontrou praticamente nada que corroborasse tais ideias. Eles consideraram “chocante e perturbadora” a popularidade de uma abordagem tão pouco comprovada.

Muitos cursos voltados para como estudar melhor insistem que o aluno encontre um local específico para trabalhar. A pesquisa concluiu justamente o contrário. O cérebro estabelece associações sutis entre o que é estudado e as sensações notadas naquele momento no ambiente. Ele dá ao Tratado de Versalhes as mesmas cores da luz fluorescente do alojamento estudantil, digamos; ou atribui ao Plano Marshall o tom de verde do salgueiro no quintal.

“O que achamos que acontece é que, quando o contexto externo varia, a informação é enriquecida, retardando o esquecimento”, disse Bjork. Da mesma forma, variar o tipo de material estudado em uma só sessão parece deixar uma impressão mais profunda no cérebro, em vez de se concentrar numa só coisa por vez.

A pesquisa também contraria a abordagem da “imersão intensiva”. Entupir apressadamente um cérebro é como tentar encher de repente uma mala vagabunda: ela segura o conteúdo por algum tempo, até que tudo se esparrama. Quando a “mala neurológica” é enchida de modo gradual e cuidadoso, ela retém o conteúdo por bem mais tempo. Uma hora de estudos por noite, uma hora no fim de semana, outra sessão daqui a uma semana: tal espaçamento melhora a rememoração posterior.

Ninguém sabe por quê. Talvez o cérebro, ao revisitar o material, tenha de reaprender parte do que havia absorvido, antes de incorporar mais coisas e pode ser que esse processo sirva de reforço. “A ideia é que o esquecer é amigo do aprender”, afirmou Nate Kornell, psicólogo do Williams College, de Massachusetts, e autor de um estudo sobre o aprendizado. “Quando você esquece algo, isso permite que você reaprenda, e o faça efetivamente da próxima vez que vir isso.”

Fonte: revistapontocom/

Dos cinemas de última geração para as salas de aula

Popularizada por recentes produções cinematográficas, a tecnologia tridimensional vem ganhando espaço em nosso cotidiano. Salas de projeção modernas, televisores 3D, conteúdos no Youtube, videogames e até em celulares. Por que não utilizar essas novidades em prol da educação? Além de prender a atenção dos alunos, a terceira dimensão pode proporcionar ou facilitar o aprendizado de conteúdos diversos. E alguns projetos já estão dentro das escolas.

Uma iniciativa pioneira acontece no Colégio Franciscano Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Desde o início do ano, o Consa é a única instituição de educação básica do país com um curso de produção 3D em sua grade. Alunos do 9º ano do ensino fundamental ao terceiro colegial podem optar pela matéria, que tem duração de dois anos. "Estou sempre pesquisando novas maneiras de fazer uso da tecnologia no colégio. A ideia é que a ferramenta não seja um fim, mas sim um meio, contextualizada no aprendizado. Observando meu filho de três anos, conversando com estudantes e analisando o mercado de trabalho, resolvi desenvolver um trabalho de terceira dimensão. O foco do curso é o entretenimento, mas as habilidades aprendidas aqui podem ser usadas em projetos de áreas variadas, como engenharia, arquitetura e física. É uma profissão de futuro", diz Fabiano Gonçalves, responsável pela área de Tecnologia Educacional do Consa.

A primeira etapa do curso tem foco nos recursos básicos de 3D, como ferramentas de modelagem, textura e iluminação. Os alunos começam criando objetos inorgânicos - como mesas, cadeiras e casas - e, conforme avançam, passam para figuras orgânicas, com expressões, movimentos e voz. O diferencial das aulas é oferecer uma situação-problema para que os estudantes resolvam, e não uma explicação teórica comum. Fabiano ressalta que em vez de aprender os conceitos e só depois ir para a prática, a escola estimula a aplicação do conteúdo na própria aula. "Trabalhamos com uma metodologia de problematização e colaboração", afirma. "O professor é um mediador, que explica os recursos técnicos que o aluno ainda não sabe sozinho. Mas ele não dá a receita pronta. São os jovens que constroem o desafio, interagindo com os colegas".

Vale destacar que parte da carga horária do curso é cumprida via EAD. Além dos encontros presenciais, os alunos devem apresentar trabalhos em um ambiente virtual. "Percebo que eles dedicam muito tempo fora da escola ao software, extrapolando o número de horas que pedimos. Mostram trabalhos para os colegas, compartilham links e tutoriais com a sala toda. Até os pais acabam envolvidos nesse processo", completa Gustavo.

Outro bom exemplo de projeto é o Fantástico Mundo 3D, desenvolvido pelo professor Guilherme Hartung, do Colégio Estadual Embaixador José Bonifácio, no Rio de Janeiro. O trabalho surgiu despretensiosamente, a partir de uma conversa entre o professor e alguns alunos, no intervalo das aulas. "Eles me questionaram sobre o recente sucesso de filmes em terceira dimensão, mostrando uma típica confusão entre vídeos com inserção de personagens criados em softwares de modelagem tridimensional, como Transformers, e aqueles que usam tecnologias de visualização 3D", lembra Guilherme. Alice, Avatar e Toy Story, por exemplo, ganharam versões específicas para salas de cinema diferenciadas, que contam com sistema de projeção 3D. O espectador consegue visualizar o efeito apenas se utilizar óculos com lentes especiais. Ele explica que "a produção tem o objetivo de ‘enganar' o cérebro, para fazê-lo acreditar que as imagens são realmente tridimensionais, dando a impressão que os objetos e personagens estão ‘saltando' da tela. Para isso, deve-se usar um óculos polarizado ou anáglifo [aquele com lentes vermelha e azul]".

A explicação não foi suficiente para acalmar a curiosidade dos jovens, que nunca haviam experimentado a nova tecnologia - em Petrópolis, ainda não há um cinema 3D. Diante do assunto, o professor enxergou uma possibilidade educativa. "Me dei conta da quantidade incrível de conteúdos de geometria, física e biologia que estavam envolvidos no tema. Ângulo de sobreposição dos olhos, polarização da luz, visão binocular, componentes, reflexão e refração da luz são só alguns dos conteúdos abordados. Foi então que percebi o gigantesco potencial pedagógico do tema, como uma tecnologia multidisciplinar, interdisciplinar e de grande atração para os jovens", diz Guilherme. Visando a incrementar suas aulas, ele ousou ao criar o grande trunfo do projeto: um sistema de exibição de baixo custo. Os filtros polarizadores, óculos polarizados e uma tela adaptada custaram menos de 200 reais. Somados aos dois projetores da escola, o resultado foi um verdadeiro auditório 3D.

Oportunidade de negócio

Algumas empresas estão se especializando em oferecer sofwares com material educacional em 3D para instituições de ensino. O Eureka, produzido pela Designmate, traz animações e gráficos com conceitos de diversas matérias do ensino fundamental, médio e superior. São 650 conteúdos em terceira dimensão, envolvendo Matemática, Ciências, Biologia, Física e Química. Embora as narrativas estejam em inglês, há a possibilidade de traduzir o software para o português e de ajustar os tópicos à realidade brasileira. Taís Ribeiro, analista de marketing da Absolut Technologies, que distribui o software no país, conta que, devido ao boom do 3D, a empresa criou asoluções para escolas do ensino fundamental, que vão desde um simples sistema de projeção portátil até um complexo auditório/cinema 3D. "Através da parceria com a Designmate, recebemos mais de 2.000 conteúdos didáticos, que estamos traduzindo. Eles também podem ser utilizados sem áudio, permitindo maior explicação do professor", diz.

No Brasil, o Iesde (Inteligência Educacional) acaba de lançar o projeto 'Como funciona', similar ao Eureka. É uma coleção de conteúdos para ser utilizada em sala de aula, colaborando, principalmente, para a visualização do aluno. Temas como relevo dos países, constituição do corpo humano ou geometria ganham nova roupagem com o recurso 3D. "O material agrega um diferencial na aprendizagem, motivando o aluno a uma interação com o assunto e o professor a partir de uma linguagem já conhecida e admirada por ele. É uma ferramenta perfeita para quem tem dificuldade de visualização por causa das três perspectivas dada às formas", analisa o coordenador de projetos do Iesde, Marco Antônio Ribas Vieira.

As tecnologias 3D podem contribuir de diversas formas para o processo de ensino-aprendizagem e até motivar até os jovens mais desatentos. "Nosso projeto é importante tanto pelas aulas - onde abordamos, de forma interdisciplinar, todos os conceitos curriculares exigidos para se entender a técnica (geometria, física, biologia) -, como pela utilização das imagens e vídeos produzidos pelo grupo, nas mais diversas disciplinas", afirma Guilherme Hartung. "Imagine visualizar um inseto, uma molécula, um relevo geográfico ou um sólido geométrico tendo a sensação de que esses objetos são tridimensionais e estão à sua frente. Além do grande atrativo lúdico, a técnica permite uma visualização muito mais completa que a do livro didático".

Fonte: Instituto Claro/ Texto: Marcella Petrere/ Foto: Guilherme Hartung - agosto 2010

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ismar de Oliveira Soares explica o curso de licenciatura em Educomunicação -

Dia Nacional da Leitura - 12 de Outubro

O Dia Nacional da Leitura é 12 de Outubro. O Programa Jornal e Educação da Associação Nacional de Jornais é parceiro do Instituto Ecofuturo na formação de novos leitores e estímulo à leitura. Se você é pai, educador ou conhece uma criança, ajude-a a tornar-se leitora. Compartilhe histórias, livros, notícias, imagens e muita imaginação! Faça a sua parte por um Brasil leitor.

Rede Andi Brasil produzirá publicação colaborativa sobre os 20 anos do ECA

A Rede Andi Brasil está lançando o site http://10anos.redeandibrasil.org.br/. O endereço eletrônico é uma página wiki, software colaborativo que permite a edição coletiva de textos, e será utilizado na produção de uma publicação sobre os dez anos da rede e os 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O décimo aniversário da Rede Andi Brasil foi celebrado em março deste ano, enquanto o ECA completou 20 anos em julho.

O site e a publicação são apoiados pelo Instituto C&A por meio do programa Redes e Alianças. O programa tem o objetivo de promover a cooperação, a convergência e a multiplicação de esforços entre organizações e pessoas, de modo a contribuir para a garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A expectativa é que a publicação, escrita por representantes das ONGs que formam a Rede Andi Brasil, seja lançada em março de 2011.

A Rede Andi Brasil é uma articulação entre organizações não-governamentais com foco na defesa e promoção dos direitos da criança e do adolescente e atuação na área da comunicação. A rede é formada por nove organizações (ver lista abaixo) e uma secretaria-executiva.

Na elaboração do livro, cada organização social da Rede Andi Brasil produzirá um capítulo. À medida que os textos forem sendo escritos, eles serão disponibilizados no endereço eletrônico para que as outras organizações possam dar sugestões. Após esse processo, a secretaria-executiva da Rede Andi Brasil e a ONG GIRA Solidário, integrante da rede, coordenarão a edição do material.

O livro foi estruturado com base nos seguintes temas: 20 anos do ECA – do “menor” ao adolescente; dez anos da Rede Andi Brasil; comunicação pelos direitos da criança e do adolescente; redes; jornalistas na rede; análise de mídia; medidas socioeducativas; trabalho Infantil; e conselhos de direitos.

O conteúdo sobre a Rede Andi Brasil revisitará a história da rede, em especial o processo evolutivo de gestão interna, envolvendo princípios de horizontalidade, autogestão e corresponsabilidade. Tal história será contextualizada dentro do campo sociopolítico dos direitos da criança e do adolescente, no qual será abordado o ECA. A intenção é que a publicação sirva como estratégia de disseminação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD) como rede.

O site e a publicação integram o projeto Infância e Imaginário, da Rede Andi Brasil, que visa resgatar a evolução dos direitos da criança e do adolescente no Brasil a partir da implementação do ECA. O projeto considera a importância das estratégias de comunicação e do papel da mídia, situando o trabalho da Rede Andi Brasil nesse contexto. Além da publicação, o projeto prevê a produção de um vídeo e a organização de um encontro de redes.

“A intenção do projeto é discutir o papel da comunicação na defesa dos direitos da criança, tanto no que se refere ao acompanhamento e fiscalização de políticas públicas, quanto na construção do imaginário da criança e do adolescente na sociedade”, explica Ciça Lessa, secretária-executiva da Rede Andi Brasil.


Organizações sociais que compõem a Rede Andi Brasil

*Andi – Agência de Notícias dos Direitos da Infância, de Brasília (DF)

* Agência de Notícias da Infância Matraca, de São Luís (MA)

* Auçuba – Comunicação e Educação, de Recife (PE)

* Catavento – Comunicação e Educação, de Fortaleza (CE)

* Cipó – Comunicação Interativa, de Salvador (BA)

* Ciranda – Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência, de Curitiba (PR)

* GIRA Solidário – Promoção e Defesa da Infância e Adolescência, de Campo Grande (MS)

* Instituto Recriando – Inclusão e Cidadania, de Aracaju (SE)

* Oficina de Imagens – Comunicação e Educação, de Belo Horizonte (MG)

Fonte: Fundação Abrinq

Educação para desenvolver o país

Transformar a profissão de professor em "objeto de desejo" e criar um indicador nacional capaz de medir o número de crianças alfabetizadas até 8 anos são, para Mozart Neves Ramos, conselheiro do Todos Pela Educação, os principais desafios que o próximo presidente terá de enfrentar. (Confira entrevista feita por Carolina Benevides/ O Globo a Mozart)

Quais os principais desafios para o próximo presidente?
MOZART:
Temos um déficit de 250 mil professores no ensino médio, área em que o Brasil estagnou nos últimos oito anos. Para mudar, o maior desafio é a valorização do professor. Em países como Coreia e Finlândia, os melhores querem ser professores, porque a carreira é pautada no mérito, a formação é excelente e as condições de trabalho são muito boas. Então, passa a ser objeto de desejo ser professor. É o que precisa acontecer por aqui. Além disso, o governo devia criar um exame que nos dê um indicador nacional do número de crianças alfabetizadas até os 8 anos.
O Ideb e a Prova Brasil foram um avanço, mas é preciso mais.

Como diminuir o analfabetismo funcional?
MOZART:
É preciso que sejam implantadas políticas públicas que possam ir além daEducação formal em sala de aula. Bibliotecas promovem conhecimento, mas lan houses também podem ser importantes. Jovens com baixo nível de escolaridade costumam frequentar, o que mostra que a tecnologia chega antes da escolaridade. É preciso alinhar a escola com programas culturais, como cinema, música e teatro. Hoje, 40% dos alunos que deixam a escola, desistem porque estão desmotivados.


O que é preciso para que mais pessoas tenham acesso à Educação?
MOZART:
Entender que a melhor forma de desenvolver o país é a partir da Educação, que pode consolidar o desenvolvimento econômico e o social. Um ano a mais de escolaridade impacta em 15% mais de renda. É essa riqueza que tem que ser distribuída.

Fonte: O Globo (RJ) - 03/10/2010

Sugestão de atividade com jornal:“Os “ismos” do totalitarismo”

O pessoal do programa A Tarde Educação sugere uma atividade a partir do artigo “Os “ismos” do totalitarismo”, publicado no jornal A Tarde. Você pode buscar o artigo e aproveitar a sugestão de atividade ou buscar outro texto e fazer uma adaptação para a sua realidade!

Assunto: Dia Internacional dos Animais
Temas Transversais: Ética
Áreas do conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática, História, Ciências, Informática e Educação Artística
Artigo: “Os “ismos” do totalitarismo”

PROPOSTAS DE ATIVIDADES:
Mostrar a imagem do artigo e pedir que os alunos façam uma análise e identifiquem de que assunto irá tratar o texto;
Pedir que eles leiam o primeiro parágrafo do texto;
Perguntar se identificaram o assunto e se está de acordo com a imagem analisada;
Questionar sobre o conhecimento deles sobre Dia Internacional dos Animais;
Pedir que os alunos pesquisem no artigo e compartilhem com os demais;
Fazer um levantamento de quantos alunos na sala possuem animal;
Suscitar o posicionamento dos alunos em relação ao dia;
Construir uma tabela contendo percentual na sala de quem cria animal e a proporção em relação ao gênero e a quantidade;
Pedir que os alunos escolham um animal (quem tiver, pode ser o que cria) e produzam um texto livre sobre o animal esse animal escolhido, contendo o máximo de informações (raça, tipo, classe) ;
Dividir a turma em grupos e pedir que construam uma atividade com os animais dos alunos que compõe aquele grupo. O professor(a) pode sugerir algumas atividades (cruzadinha sobre a classe do animal, caça palavras com nome de mamíferos, sete erros, etc. ) e principalmente acompanhar o processo de produção;
Quando as atividades estiverem prontas e corrigidas pelo professor(a), os alunos de grupos diferentes deverão responder.

Apresentar aos alunos a DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS(proclamada em assembleia da Unesco, em Bruxelas, no dia 27 de janeiro de 1978) Propor um debate sobre os artigos que compõem a declaração e a sociedade atual. Questões Norteadoras:
O primeiro artigo da declaração diz que “Todos os animais nascem iguais diante da vida, e têm o mesmo direito à existência”.

  • A sociedade torna válido esse direito ?

  • É responsabilidade da população seguir os artigos da declaração?

O artigo 6 diz: “O abandono de um animal é um ato cruel e degradante” .

  • No Brasil é frequente este ato?

  • É correto usar animais em pesquisas científicas?

  • Porque os vegetarianos apoiam a campanha da “segunda sem carne” ?

  • Qual a principal diferença entre o homem e o animal?

Propor a construção de um mural e panfletos, contendo o material trabalhado em sala, podendo levar o título: “Dia Internacional dos Animais – Não os maltrate”

DICA:
Nas escola em que o acesso a internet for fácil, levar os alunos para fazer as atividades sobre os animais (jogos, pesquisas) no computador.

LINKS SUGERIDOS:
DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS ANIMAIS

http://piquiri.blogspot.com/2007/09/direito-dos-animais.html

DIA MUNDIAL DOS ANIMAIS- Jogos, passatempos, multimídia e desenhos para colorir
http://www.smartkids.com.br/datas-comemorativas/4-outubro-dia-dos-animais.html

Fonte: Jornal A Tarde, 04 de Outubro de 2010. Primeiro Caderno, p.A2. Salavdor/BA.