Instituições de ensino públicas e particulares, de escolas a universidades, precisarão ter cadeiras especiais para obesos, sob pena de serem multadas em R$44.670 (22.132 Ufirs). A determinação deverá ser observada também em locais onde são realizadas provas de concursos. A lei estabelecendo a medida entrou em vigor no dia 23/09.
- É uma medida positiva. Os estudantes passam a maior parte do tempo sentados durante a aula e é preciso que tenham o mínimo de conforto. Só não sei avaliar se isso vai se tornar mais uma forma de discriminação. Temos reivindicado que o mesmo ocorra nos ônibus. Nos Estados Unidos, por exemplo, isso já é comum - disse a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).
As novas cadeiras terão que seguir determinações do Instituto de Pesos e Medidas do Rio (Ipem-RJ). Nas escolas estaduais, no entanto, as cadeiras ainda não estão disponíveis. A Secretaria estadual de Educação ainda estuda como implantar a medida.
Fonte: O Globo (RJ)/ Texto: Rafael D"Angelo
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
“Ensino Noturno” livro descreve projetos diferenciados
O ensino noturno é uma realidade brasileira de longa data, e estava na hora desta prática educativa ser pauta entre alunos, professores e outros especialistas.Por isso a obra
A validez da proposta se deve às aplicações do Projeto Noturno, iniciativa que contou com a participação de 152 escolas do Ensino Médio da rede pública do Estado de São Paulo, com a característica delas próprias criarem e executarem propostas originais baseadas nos problemas encontrados dentro de seus muros escolares. A autora acompanhou de perto o trabalho desenvolvido em seis escolas no ano de 1986.
Retomar os dados coletados em entrevistas com alunos, educadores e seus coordenadores para a produção do livro se deve à revalorização do tema cada vez mais atual, e também pelas “vozes entusiasmadas, às vezes embargadas pela emoção, dos diretores, coordenadores, professores e alunos que participaram do Projeto e me concederam seu tempo e suas ideias, acreditando que o seu falar faria alguma diferença para a melhoria do ensino noturno”, relata Almeida.
Entre as propostas sugeridas e aplicadas pelas diferentes escolas, percebe-se em comum a vontade em construir uma ligação de mais respeito e afeto com o aluno. Por isso, houve a preocupação em oferecer merendas fartas, tolerância e adequação de horários para alunos com compromissos (como trabalho), incentivo da própria sala de aula ser um local de estudo para as provas, plantões, debates e palestras, entre outros.
“Ensino Noturno” é repleto de depoimentos de todos os envolvidos, o que constitui e constrói uma visão muito particular e democrática das aplicações das aulas e seus resultados.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 112
Quanto: R$ 18
Onde comprar: Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/802442-ensino-noturno-descreve-projetos-diferenciados-para-melhoria-da-educacao.shtml
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/802442-ensino-noturno-descreve-projetos-diferenciados-para-melhoria-da-educacao.shtml
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Na era da Internet, mural offline vira canal de debate entre alunos de escola paulista
Se grande parte do interesse dos adolescentes está nas redes sociais, blogs e e-mails, os alunos de sétima e oitava série da Escola Estadual Carlos Maximiliano Pereira dos Santos, no bairro da Vila Madalena, na capital paulista, têm seguido por um caminho na contra mão dessa tendência para promover debates: um jornal mural, feito com recortes de revista, papéis coloridos e espaço para os alunos comentarem reportagens.
Com uma caneta na mão, os estudantes deixam no mural o que pensam a respeito da atuação do grêmio escolar, de casos de bullying e sobre perda da virgindade. Os responsáveis por levantar pautas, redigir reportagens e colar imagens do jornal “Junto e Misturado” são os 15 alunos da oficina de comunicação da escola, oferecida no contra turno das aulas, já que a escola estende a jornada educacional das 7h às 16h.
“Alguns alunos sentem falta da facilidade de pesquisar na Internet, mas percebemos que usando revistas e atividades manuais eles produzem de maneira mais criativa”, avalia o educador da oficina, Wagner da Silva. “Um dos participantes tem acesso à Internet no videogame portátil. Mas no dia que ele não levou [o aparelho], produziu de maneira mais livre e rápida”, observa.
O jornal mural é publicado, em média, a cada três semanas. A última edição trouxe para os estudantes a história da camisinha, além de impressões sobre perda da virgindade. A anterior cobrou o grêmio estudantil sobre as propostas prometidas na campanha. Em todas as edições existe um espaço para os leitores escreverem suas opiniões. O próximo “Junto e Misturado” deve abordar opções sexuais dos jovens.
“Uma professora contou que passou uma atividade de comunicação e os alunos da oficina questionaram sobre reunião de pauta. Eram etapas que ela não conhecia e aprendeu com eles, invertendo a ordem de aprendizagem”, conta Silva. “Com a oficina, os alunos passaram a fazer análises mais criticas e a colocar mais o que pensam”.
As oficinas de comunicação acontecem desde abril de 2008 e fazem parte do projeto Escola do Bairro, que tem o objetivo de promover educação integral na escola, unindo conhecimentos curriculares e saberes locais, integrando pais e professores. O projeto une ações desenvolvidas no Teatro da Vila e na Escola Técnica Estadual Guaracy Silveira, que funcionam no mesmo local da escola Maximiliano.
Além das oficinas de comunicação, os estudantes também podem participar de exibições de filmes e aulas de teatro e de canto. Desde junho, a escola conquistou apoio financeiro para manter as ações, por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Funcad) da cidade de São Paulo. Com o financiamento, a expectativa é a manutenção de uma equipe para o projeto e a replicação da iniciativa em outras escolas.
Fonte: Aprendiz
Com uma caneta na mão, os estudantes deixam no mural o que pensam a respeito da atuação do grêmio escolar, de casos de bullying e sobre perda da virgindade. Os responsáveis por levantar pautas, redigir reportagens e colar imagens do jornal “Junto e Misturado” são os 15 alunos da oficina de comunicação da escola, oferecida no contra turno das aulas, já que a escola estende a jornada educacional das 7h às 16h.
“Alguns alunos sentem falta da facilidade de pesquisar na Internet, mas percebemos que usando revistas e atividades manuais eles produzem de maneira mais criativa”, avalia o educador da oficina, Wagner da Silva. “Um dos participantes tem acesso à Internet no videogame portátil. Mas no dia que ele não levou [o aparelho], produziu de maneira mais livre e rápida”, observa.
O jornal mural é publicado, em média, a cada três semanas. A última edição trouxe para os estudantes a história da camisinha, além de impressões sobre perda da virgindade. A anterior cobrou o grêmio estudantil sobre as propostas prometidas na campanha. Em todas as edições existe um espaço para os leitores escreverem suas opiniões. O próximo “Junto e Misturado” deve abordar opções sexuais dos jovens.
“Uma professora contou que passou uma atividade de comunicação e os alunos da oficina questionaram sobre reunião de pauta. Eram etapas que ela não conhecia e aprendeu com eles, invertendo a ordem de aprendizagem”, conta Silva. “Com a oficina, os alunos passaram a fazer análises mais criticas e a colocar mais o que pensam”.
As oficinas de comunicação acontecem desde abril de 2008 e fazem parte do projeto Escola do Bairro, que tem o objetivo de promover educação integral na escola, unindo conhecimentos curriculares e saberes locais, integrando pais e professores. O projeto une ações desenvolvidas no Teatro da Vila e na Escola Técnica Estadual Guaracy Silveira, que funcionam no mesmo local da escola Maximiliano.
Além das oficinas de comunicação, os estudantes também podem participar de exibições de filmes e aulas de teatro e de canto. Desde junho, a escola conquistou apoio financeiro para manter as ações, por meio do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Funcad) da cidade de São Paulo. Com o financiamento, a expectativa é a manutenção de uma equipe para o projeto e a replicação da iniciativa em outras escolas.
Fonte: Aprendiz
Boa gestão é tão importante quanto investimento na educação
Participantes do debate ''A Capacidade do Brasil - O Papel da Educação'', promovido pela BBC Brasil e pela rádio CBN na segunda-feira, 21/09, afirmaram que o Brasil precisa ir além do consenso de investir mais no ensino e passar a melhorar a gestão das escolas e faculdades.
O conselheiro da ONG Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, disse que o Brasil investe no ensino menos que seus vizinhos. Enquanto Argentina, Chile e México gastam por ano cerca de US$ 2 mil com cada aluno, o Brasil investe cerca de US$ 1,4 mil. "Se a gente não profissionalizar a gestão, na primeira chuva esse dinheiro vira lama."
Para o economista e professor da FEA-USP e do Insper, Naércio de Menezes Filho, o gasto do governo com cada aluno é tão pequeno que, em alguns casos, o investimento anual equivale a uma mensalidade de escola privada. "Mas nem sempre os municípios que investem mais têm um desempenho educacional melhor. Não basta aumentar os recursos, é necessário aprimorar o modo como essa verba é usada", afirma Menezes.
Resistências políticasA diretora-executiva da Fundação Lemann, Ilona Becskeházy, disse que o primeiro passo seria aplicar a lei existente para regulamentar o investimento em educação. Se a lei for colocada em prática, o gasto do governo passaria de R$ 90 bilhões para R$ 190 bilhões por ano. "É preciso então dobrar o gasto", disse ela, observando que há "resistências" a esse investimento.
Para os debatedores, o principal entrave para ampliar recursos e aprimorar a gestão está na falta de vontade política que segundo eles existe em vários níveis do governo. "Muitos prefeitos preferem construir pontes", afirmou Menezes. Segundo os especialistas, questões politicas não representam entraves apenas no âmbito de governos - elas também pode ser um problema dentro dos muros dos colégios.
Ramos afirmou que "é inadmissível que em pleno século 21 ainda haja indicação política para diretor de escola", referindo-se a pressões que, de acordo com ele, são exercidas por líderes comunitários, vereadores e deputados. "Além das ações pedagógicas, um diretor administra o dinheiro público", afirmou. Menezes lembra ainda que há graves problemas de treinamento dos diretores: "Muitos não sabem lidar com números, por exemplo."
Pobreza inominávelBecskeházy dá a medida do custo dessa má administração: "O dinheiro até chega às Secretarias (de Educação), mas não na sala de aula." Nesse cenário, segundo a diretora, o que se vê Brasil afora são secretarias com muitos funcionários de um lado e salas de aula extramente pobres. "Mesmo aqui em São Paulo, que vem investindo bastante na educação, você entra na sala de aula e vê uma pobreza inominável."
Para Menezes, os problemas com gestão são uma boa oportunidade para escolas públicas aprenderem com escolas, e também empresas, privadas. "As particulares já trabalham para melhorar as práticas gerenciais, para criar um clima propício para o aprendizado e para avaliar constantemente os alunos." Além de investir na capacitação dos diretores, os especialistas foram unânimes em defender a valorização dos bons professores. "A carreira (de magistrado) tem de ser mais promissora", afirma Ramos.
Menezes diz que a questão não é apenas aumentar salários. "É preciso criar um mecanismo que atrele a progressão na carreira do professor ao aprendizado do aluno." Para ele, somente ao implementar a meritocracia você consegue atrair as melhores cabeças para ficar diante da lousa.
Realizado no Espaço Reserva Cultural, em São Paulo, o debate foi o segundo da série "O Futuro do Brasil". O próximo encontro acontece na próxima segunda-feira, dia 27, e tem como tema "O Brasil no Mundo - Política Externa e a Defesa do Meio Ambiente".
Participarão do encontro Ricardo Seitenfus, representante da OEA no Haiti, o ex-ministro das Relações Exteriores Luiz Felipe Lampreia, José Eli da Veiga, professor da Faculdade de Economia da USP, e Sergio Besserman, professor de Economia da PUC-RJ.
Fonte: BBC Brasil
O conselheiro da ONG Todos pela Educação, Mozart Neves Ramos, disse que o Brasil investe no ensino menos que seus vizinhos. Enquanto Argentina, Chile e México gastam por ano cerca de US$ 2 mil com cada aluno, o Brasil investe cerca de US$ 1,4 mil. "Se a gente não profissionalizar a gestão, na primeira chuva esse dinheiro vira lama."
Para o economista e professor da FEA-USP e do Insper, Naércio de Menezes Filho, o gasto do governo com cada aluno é tão pequeno que, em alguns casos, o investimento anual equivale a uma mensalidade de escola privada. "Mas nem sempre os municípios que investem mais têm um desempenho educacional melhor. Não basta aumentar os recursos, é necessário aprimorar o modo como essa verba é usada", afirma Menezes.
Resistências políticasA diretora-executiva da Fundação Lemann, Ilona Becskeházy, disse que o primeiro passo seria aplicar a lei existente para regulamentar o investimento em educação. Se a lei for colocada em prática, o gasto do governo passaria de R$ 90 bilhões para R$ 190 bilhões por ano. "É preciso então dobrar o gasto", disse ela, observando que há "resistências" a esse investimento.
Para os debatedores, o principal entrave para ampliar recursos e aprimorar a gestão está na falta de vontade política que segundo eles existe em vários níveis do governo. "Muitos prefeitos preferem construir pontes", afirmou Menezes. Segundo os especialistas, questões politicas não representam entraves apenas no âmbito de governos - elas também pode ser um problema dentro dos muros dos colégios.
Ramos afirmou que "é inadmissível que em pleno século 21 ainda haja indicação política para diretor de escola", referindo-se a pressões que, de acordo com ele, são exercidas por líderes comunitários, vereadores e deputados. "Além das ações pedagógicas, um diretor administra o dinheiro público", afirmou. Menezes lembra ainda que há graves problemas de treinamento dos diretores: "Muitos não sabem lidar com números, por exemplo."
Pobreza inominávelBecskeházy dá a medida do custo dessa má administração: "O dinheiro até chega às Secretarias (de Educação), mas não na sala de aula." Nesse cenário, segundo a diretora, o que se vê Brasil afora são secretarias com muitos funcionários de um lado e salas de aula extramente pobres. "Mesmo aqui em São Paulo, que vem investindo bastante na educação, você entra na sala de aula e vê uma pobreza inominável."
Para Menezes, os problemas com gestão são uma boa oportunidade para escolas públicas aprenderem com escolas, e também empresas, privadas. "As particulares já trabalham para melhorar as práticas gerenciais, para criar um clima propício para o aprendizado e para avaliar constantemente os alunos." Além de investir na capacitação dos diretores, os especialistas foram unânimes em defender a valorização dos bons professores. "A carreira (de magistrado) tem de ser mais promissora", afirma Ramos.
Menezes diz que a questão não é apenas aumentar salários. "É preciso criar um mecanismo que atrele a progressão na carreira do professor ao aprendizado do aluno." Para ele, somente ao implementar a meritocracia você consegue atrair as melhores cabeças para ficar diante da lousa.
Realizado no Espaço Reserva Cultural, em São Paulo, o debate foi o segundo da série "O Futuro do Brasil". O próximo encontro acontece na próxima segunda-feira, dia 27, e tem como tema "O Brasil no Mundo - Política Externa e a Defesa do Meio Ambiente".
Participarão do encontro Ricardo Seitenfus, representante da OEA no Haiti, o ex-ministro das Relações Exteriores Luiz Felipe Lampreia, José Eli da Veiga, professor da Faculdade de Economia da USP, e Sergio Besserman, professor de Economia da PUC-RJ.
Fonte: BBC Brasil
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Escolas de Embu das Artes criam sites para divulgar atividades culturais
Procurar pautas inéditas, entrevistar fontes, escrever textos e fotografar eventos. O que parece ser a rotina de um jornalista é, na verdade, o dia a dia dos alunos de três escolas públicas de Embu das Artes (SP), que criaram blogs para que os estudantes divulguem atividades culturais que ocorrem no município a preços populares. Os eventos sugeridos custam até R$ 5.Os blogs Asteca Catraca (Escola Estadual Maria de Almeida Asteca), Freire Catraca (Escola Municipal Paulo Freire) e Mauro Catraca (Escola Municipal Mauro Ferreira) são atualizados por alunos de 9 a 15 anos, que devem pesquisar os eventos oferecidos no município, procurar fotos, redigir textos e publicá-los no site. As atividades acontecem no contra turno das aulas, uma vez que os colégios participantes estendem a jornada das 7h às 14h ou das 11h às 18h.
Por serem consideradas escolas integrais, as ações das chamadas oficinas de mídia farão parte do Programa Mais Educação, uma iniciativa do governo federal que visa ampliar o tempo e o espaço educacional dos alunos da rede pública. A perspectiva é que, até o fim do ano, as escolas municipais Reinaldo da Gama e Elza Marreiro Medina também lancem seus blogs e participem da rede que reúne os sites das escolas em um espaço da Internet, chamada Palco Digital.
“Os alunos se interessaram em saber o que acontece na cidade e em aprender a usar as redes sociais e a editar imagens”, conta a coordenadora da iniciativa, Gisele Kubo. “Eles melhoraram sua capacidade de escrever, fazer pesquisas, seleções e de respeitar outras opiniões. Também passaram a ler jornal. Muitos nem sabiam que tínhamos jornais do município”.
O projeto começou nos primeiros meses de 2010, quando a organização social Faça Parte fez uma articulação com o Ministério da Educação. Na ocasião, o órgão público sugeriu que a Secretaria de Educação de Embu das Artes desenvolvesse o projeto.
Em junho, o Palco Digital foi aberto a outras escolas e associações comunitárias. Até meados de setembro já somavam 75 blogs em Rondônia, Maranhão, Pará, Ceará, Piauí, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
“Sempre sugerimos o uso de plataformas gratuitas, como o Wordpress e o Blogspot”, conta a coordenadora de relações com as escolas do Faça Parte, Luiza Marcondes. “A proposta é que os alunos façam a produção, que eles tenham bagagem cultural para ir atrás do que se interessam e que usem as redes sociais para divulgar eventos e cobrar coisas que faltam no seu município”.
A perspectiva do Palco Digital é fazer uma parceria com o Ministério da Cultura para que a iniciativa seja implantada em Pontos de Cultura.
Fonte: Portal Aprendiz/ Texto: Sarah Fernandes
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Estante 2
Compartilhamos pesquisa da Agência de Notícias dos Direitos da Infância - ANDI sobre como a educação é retratada na mídia impressa. A pesquisa é de 2005, mas vale a pena ler a publicação para compreender os aspectos metodológicos e a análise da mesma. Quem sabe você não resolve fazer uma pesquisa parecida?!A EDUCAÇÃO NA IMPRENSA BRASILEIRACitação: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DOS DIREITOS DA INFÂNCIA e MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – A educação na imprensa brasileira: responsabilidade e qualidade da informação. Brasília, 2005.
Resumo:Este documento apresenta resultados da pesquisa A Educação na Imprensa Brasileira, em sua versão preliminar que teve a finalidade de subsidiar as discussões do seminário nacional A Educação na Imprensa Brasileira: Responsabilidade e Qualidade da Informação, realizado no dia 18 de maio de 2005, em São Paulo.Compõem o primeiro bloco da publicação um Resumo Executivo – com um breve apanhado dos principais dados da pesquisa –, seguido de um Panorama Geral que apresenta uma avaliação aprofundada, dividida em 10 seções, dos diversos resultados quanti-qualitativos do estudo. Ao final, é descrita a metodologia utilizada na pesquisa e apresentado o rol dos consultores que participaram da elaboração das reflexões contidas no documento.A segunda parte da publicação agrega, em seus 13 capítulos, considerações sobre importantes aspectos da cobertura jornalística acerca de temáticas específicas relacionadas à Educação. Ao final, o ultimo capítulo oferece dados adicionais sobre a construção da notícia.
Pesquisa:A pesquisa avaliou ao todo 5.362 textos relacionados à Educação, publicados por 57 jornais durante o ano de 2004. A metodologia de análise das notícias foi aplicada de maneira diferenciada aos 3.976 textos jornalísticos que tratavam a Educação como foco principal, e aos 1.386 textos em que a menção à Educação era lateral. A amostra foi obtida por meio de 36 palavras-chave relacionadas ao tema.
Artigos:
* Richard Hartill – Mestre em Administração Pública, especialista em políticas de emprego e setor informal e diretor de Programa para a América do Sul da Save the Children Reino Unido
* Marcelo Coelho – Folha de S. Paulo
* Rosana Heringer – Coordenadora-geral de programas da Action Aid Brasil
* Jarbas Novelino Barato – Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em tecnologia educacional pela San Diego State University
* Richard Hartill – Mestre em Administração Pública, especialista em políticas de emprego e setor informal e diretor de Programa para a América do Sul da Save the Children Reino Unido
* Marcelo Coelho – Folha de S. Paulo
* Rosana Heringer – Coordenadora-geral de programas da Action Aid Brasil
* Jarbas Novelino Barato – Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em tecnologia educacional pela San Diego State University
Entrevistas:
* Antônio Góis – Folha de S. Paulo
* Fernando Rossetti – Diretor executivo do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE)
* Antônio Góis – Folha de S. Paulo
* Fernando Rossetti – Diretor executivo do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE)
Realização: Ministério da Educação/ ANDI
Apoio:Unesco
Fonte: www.informacao.andi.org.br/ culturamidiaeducacao.blogspot.com
Apoio:Unesco
Fonte: www.informacao.andi.org.br/ culturamidiaeducacao.blogspot.com
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