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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Folha ampliará trabalho com educomunicação

Depois de participar das discussões entre sociedade civil e universidade para implantação do primeiro curso de graduação em educomunicação na USP (Universidade de São Paulo), a Folha da Região vai ampliar seus trabalhos dentro do projeto Folha da Região na Sala de Aula desenvolvido em parceria com a ANJ (Associação Nacional dos Jornais), há 16 anos, dentro do Programa Jornal e Educação, daquela entidade.

A educomunicação é uma novidade. Deve ser compreendida por uma série de ações sistematizadas que permitem profissionalizar a produção de conteúdo midiático - textos e imagens - com o objetivo de equilibrar a sociedade no que diz respeito ao direito à informação e à comunicação.
"O público precisa saber acessar, avaliar e produzir conteúdo que melhore as condições de vida de uma sociedade", defende Guilherme Canela, coordenador da área de Comunicação da Unesco no Brasil, um dos principais palestrantes do primeiro dia do 2º Encontro Brasileiro de Educomunicação.

EVENTO

Nos dias 23 e 24 de agosto, a Folha da Região esteve na USP para acompanhar o evento. Esta foi a segunda reunião. A primeira ocorreu em 2007 quando a universidade, em parceria com o Grupo Estado, desenvolveu um trabalho de 80 edições no Jornal da Tarde onde privilegiou a participação de pais e professores na construção de algumas páginas, desde a escolha dos assuntos tratados até a abordagem das matérias.

"A educação e a comunicação já se cruzaram. As universidades que não se abrirem estarão afastadas da realidade", provocou a professora doutora da USP, Dora Mourão, para acrescentar: "A educomunicação é uma demanda da contemporaneidade que procura aproximar os direitos humanos e sociais, porque todos eles passam pela mídia".

EM ARAÇATUBA

O projeto Folha da Região na Sala de Aula nasceu há 16 anos como um projeto de responsabilidade social cujo objetivo principal era incentivar a leitura de jornais. Juntamente com empresas cidadãs, que financiam parte do trabalho, o jornal oferece assinaturas gratuitas para as bibliotecas das escolas inscritas - públicas e particulares - mais uma coletânea de 20 exemplares semanais para trabalhos de pesquisa em classe, e desenvolve, ao longo do ano, algumas atividades como concursos (de poesias, contos, crônicas etc).

Atualmente, oferece uma série de atividades conjuntas como visitas monitoradas à redação e capacitação de professores, ambas iniciativas com o intuito de promover uma leitura crítica da realidade a partir do entendimento do processo de produção da notícia. Para os próximos meses, estão em fase de planejamento as oficinas livres de fotografia e vídeo, e para produção de conteúdo escrito: fanzines, jornais e blogs.

Fonte: Folha da Região/ Texto: Ayne Salviano

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Plano Nacional precisa levar direitos humanos para a sala de aula, diz Vanucchi

O novo Plano Nacional de Educação — em formulação para substituir o atual, valido até o final de 2010 — precisa incorporar a temática dos direitos humanos para que questões raciais, de gênero e ligadas à infância e à adolescência sejam trabalhadas em sala de aula. A sugestão é do ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, que participou da abertura do I Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos, realizado na segunda-feira (16/8), em São Bernardo do Campo (SP).
“Nós estamos em contato direto com Fernando Haddad para que o Plano incorpore a temática dos direitos humanos no processo educacional, para os temas irem para o currículo escolar e para a sala de aula”, afirmou Vannuchi. “Acreditamos que o caminho para combater o racismo, por exemplo, é a criança ou o jovem que acaba corrigindo o pai ou a mãe mesa quando fazem piadas racistas”.

Vanucchi lembrou que programas de direitos humanos devem estar atentos aos mais pobres, aos afrodescendentes, às pessoas com deficiência, aos gays e às mulheres. “No Irã a mulher foi condenada ao apedrejamento. Aqui no Brasil o preconceito é cotidiano, nas músicas ou no fato de as mulheres serem apenas 10% do Senado, da Câmara, das prefeituras ou dos governos estaduais”. Os idosos, as crianças e os adolescentes também merecem atenção especial, segundo o ministro. “O projeto de lei que proíbe castigos físicos para as crianças é um exemplo. E é um absurdo que a lei proíba apenas adultos. Antes dos 18 anos pode?”.

Durante o I Seminário Internacional de Educação em Direitos Humanos, que vai até quinta-feira (19/8), na Universidade Metodista, o ministro Paulo Vanucchi concedeu uma entrevista ao Portal Aprendiz.

Portal Aprendiz - A atual política de educação contempla os direitos humanos?
Paulo Vanucchi – É sempre meio copo cheio ou meio copo vazio, dependendo do otimismo da pessoa. Mas o momento da educação é bom, sobretudo porque 2010 é o ano que é preciso aprovar o novo Plano Nacional de Educação. Nós estamos contato direto com Fernando Haddad para que esse plano decenal incorpore mais do que nunca a temática dos direitos humanos, como leis da mulher — que já foram conquistadas —, as leis raciais e leis da criança e do adolescente. Elas devem ser incorporadas no processo educacional e aí irem para o currículo escolar e para a formação mais em sala de aula.

Aprendiz – Que reflexo um Plano Nacional de Educação atento aos direitos humanos pode ter na sociedade?
Vanucchi - Em educação você tem que sempre pensar em um processo de 10 anos. Acreditamos que o caminho para combater o racismo, por exemplo, é a criança ou o jovem que acaba corrigindo o pai ou a mãe na mesa quando eles começam a fazer piadas machistas ou racistas. Contando com isso nós vamos começar a preparar um Brasil em que as curvas de violência e assalto começarão a diminuir. Isso não existe em um país em que não combate a violência, que não gera emprego e em que a polícia atuava muito como bandida também.

Aprendiz - Na sua opinião como tem sido a abordagem da temática de direitos humanos nas eleições?
Vanucchi - A temática dos direitos humanos é absurdamente ampla. Quando houve o PNH3 [Plano Nacional de Direitos Humanos] teve gente que reclamou dizendo que nem tudo que estava no documento contemplava direitos humanos. Mas todos os especialistas disseram que tudo o que estava lá fazia parte da temática, isso porque meio ambiente é um direito humano e o modelo econômico também. Temos percepções novas que vão se formando o tempo todo. Então os direitos humanos são abordados nas campanhas o tempo todo quando se fala em criança e adolescente, saúde, educação, moradia e combate a pobreza.

Aprendiz – Como você vê a continuidade do trabalho da Secretaria de Direitos Humanos?Vanucchi – De uma forma muito positiva. Acho que a tendência em um caso ou outro [dependendo dos candidatos que vencerem as eleições para presidente em 2010] é de fortalecimento dos direitos humanos. É uma caminhada histórica e essa prova de fogo [processo de aprovação do Plano Nacional de Direitos Humanos] contribuiu para o debate dos direitos humanos. Eu meço isso pela mídia: dois anos atrás eu ia a um evento e a imprensa nunca falava comigo ou falava muito pouco. No meio da pancadaria, da discussão, nasceu um interesse da imprensa pelo tema. As matérias são publicadas, na televisão, no rádio e as pessoas vão cada vez mais avançando.
Fonte: Portal Aprendiz/ Texto: Sarah Fernandes 17/08/2010

Grupo de Estudo Educar na Cultura Digital

A Fundação Santillana e Fundação telefônica lançam o Grupo de Estudos (online) Educar na Cultura Digital, com apoio da OEI e execução da Editora Moderna e Educarede.

O Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital foi criado para apoiar educadores interessados em trocar experiências e debater com colegas de todo o Brasil sobre os desafios que as inovações tecnológicas da atualidade trazem para o cotidiano de ensino e aprendizagem na escola.

O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) na educação é um tema emergente no mundo todo. Professores, acadêmicos e gestores dos mais variados países cada vez mais se dedicam a estudar formas de aproximar a escola das constantes inovações da sociedade provocadas pela era digital. Se hoje a Internet não é mais uma rede de computadores, mas sim uma rede de pessoas, formar o cidadão do século XXI para as competências e habilidades que emergem de novas práticas sociais mediadas por dispositivos eletrônicos tornou-se o grande desafio para a educação.

▪ Como formar pessoas com capacidade crítica e criativa para o mundo atual?
▪ Como ensinar a capacidade de viver uma vida digna, responsável, produtiva, sustentável e saudável em um mundo globalizado?
▪ Como tornar os alunos conscientes de seus direitos e deveres preparados para aprender durante toda a vida?
▪ Como garantir o respeito à diversidade, compartilhando e produzindo conhecimento e cultura em um mundo impregnado por múltiplos idiomas e tecnologias?

Para debater essas questões é que o grupo foi criado. Ele será um espaço virtual, aberto e gratuito onde se poderá debater idéias, trocar experiências e compartilhar conhecimento!


O Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital tem como suporte um ambiente de formação online interativo (plataforma moodle), especialmente elaborado para valorizar a troca e a colaboração entre os participantes e, ao mesmo tempo, disponibilizar referências bibliográficas, fontes de pesquisa e materiais didáticos de diversas naturezas aos educadores.

Para reproduzir a mesma atmosfera criativa dos tradicionais grupos de estudos presenciais, o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital tem a colaboração de uma equipe de especialistas-moderadores para promover a orientação de estudos dos conteúdos selecionados e incentivar o debate e o intercâmbio de experiências.

Organizado em módulos temáticos não seqüenciais, é possível participar de um ou mais temas de discussão. O participante pode freqüentar o ambiente livremente sempre que desejar para encontrar colegas e /ou realizar atividades programadas, e ainda avaliar sua própria aprendizagem por meio de questionários oferecidos.

Os objetivos do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital são os seguintes:
- Incentivar a discussão e a troca de experiências entre educadores ;
- Proporcionar o aprofundamento teórico em relação aos temas de educação e cultura digital;
- Estimular o desenvolvimento de atividades práticas e desafiadoras .

Conheça os 5 módulos temáticos inter-relacionados:
1) O Mundo Digital: linha do tempo da evolução tecnológica (foco na passagem da Revolução Industrial à Era Digital)

2) A Geração Interativa: quem são, o que anseiam, como se comportam, hábitos, habilidades, competências.
3) Aprendizagem na Cultura Digital: pesquisar (análise crítica), comunicar (colaboração e compartilhamento) e publicar (autoria)
4) Inovação Pedagógica: diferença entre tecnologia e metodologia, a construção de um novo currículo
5) Avaliação em TICs: quais os avanços efetivos para o ensino e a aprendizagem

Informações importantes sobre o Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital:
- Mantém uma equipe de especialistas para mediação permanente;

- Disponibiliza conteúdo e materiais de referência em módulos temáticos não seqüenciais e de livre escolha;
- Promove a comunicação por meio de ferramentas síncronas e assíncronas (chat, fórum, e-mail e TV Web);
- Propõe atividades práticas desafiadoras optativas: resolução de problemas, aplicação dos conceitos, pesquisas, produção de materiais;
- Oferece questionários para auto-avaliação da aprendizagem e atestado de participação.

Para mais informações: http://www.educarnaculturadigital.org.br/

EducaRede disponibiliza publicações

O Portal EducaRede disponibiliza uma série de publicações para educadores. Colocamos algumas aqui para nossos leitores.

Inclusão Digital na Escola








Ensinar com internet - Como enfrentar o desafio








Sala de informática: Uma experiência pedagógica








Letras e teclado - Oficina de textos na Web








Comunidades virtuais: aprendizagem em rede

Entenda por que o Piauí entrou para a elite do ensino brasileiro

A capital do Piauí, Teresina, está no topo da educação brasileira. Os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2009 mostram que quatro escolas da cidade – todas da rede privada – estão entre as 26 melhores do País. Até a semana passada, quando um colégio paulista ganhou na Justiça o direito de revisão de notas, a primeira piauiense aparecia em segundo lugar no ranking. Agora, caiu para a terceira posição. A quarta melhor escola do estado estava em 25º e passou para 26º.

As quatro escolas da capital piauiense mais bem posicionadas no ranking do Enem são, em ordem, Instituto Dom Barreto (3º lugar), Instituto Antoine Lavoisier de Ensino (13º), Educandário Santa Maria Goretti (19º) e Colégio Lerote (26º). Apesar das 23 posições entre eles, apenas 27,54 pontos os separam nas notas dos alunos no Enem 2009.

O feito das escolas de Teresina só foi repetido pela capital paulista e superado pelo município do Rio de Janeiro, que possui oito escolas entre as 25 primeiras. Proporcionalmente, a conquista de Teresina chama mais a atenção. No Rio, 684 colégios públicos e privados oferecem o ensino médio. Em São Paulo, 1.239. Em Teresina, apenas 168.

O Inep só calcula as notas no Enem das escolas em que mais de dez alunos concluintes do 3º ano do ensino médio participam da prova. Do total da capital piauiense, 128 tiveram resultados divulgados. Dos 64 colégios privados do município que oferecem ensino médio, 52 tiveram notas. Os quatro primeiros representam 8% da amostra da rede privada de Teresina.

A diferença é enorme quando comparada ao Rio ou a São Paulo. Na lista dos que ganharam notas no exame, no Rio de Janeiro, aparecem 444 nomes. Entre os melhores da cidade, a maioria é escola privada, mas há uma federal e uma estadual. Os oito melhores do Rio simbolizam 2% do total das escolas particulares com conceito. Em São Paulo, os quatro melhores do Enem (todos privados) representam 1,4% dos 279 colégios dessa rede com nota.

Cidades com o mesmo porte de Teresina – que possui cerca de 802 mil habitantes e 62 mil alunos no ensino médio – não alcançaram nível educacional parecido com o da capital piauiense ainda. Natal, capital com 806 mil habitantes não possui nenhuma escola entre as 100 melhores. São Bernardo do Campo, que possui 810 mil moradores, por exemplo, tampouco. As duas cidades ainda possuem menos estudantes na etapa: 43 mil e 37 mil.

Receitas nada secretasO segredo das escolas de Teresina para obter tanto destaque é simples. Primeiro, elas investem em uma carga horária de estudos que impressiona. Das quatro escolas com mais destaque no Enem, em três a jornada diária de aulas supera sete horas. Na outra, é de seis horas e meia. A rotina semanal só termina aos sábados, com aulas regulares e simulados. E tanto esforço não se restringe aos alunos do 3º ano: já começam no ensino fundamental.

A metodologia semelhante não é mera coincidência entre as escolas de Teresina. Nem é uma orientação ensinada nas faculdades aos futuros professores da região. A resposta – dada pelos próprios estudantes ao iG, que visitou as quatro escolas na última semana – é a concorrência entre elas. “Há uma competição muito grande entre elas. Uma escola boa vai seguindo a outra”, admite André Acioli Lins, 17 anos, aluno do Educandário Santa Maria Goretti.

Para os alunos, a disputa por melhores notas é saudável. Segundo os estudantes, os colegas de outras escolas serão os concorrentes diretos na busca pelas vagas na universidade. E a disputa, até onde se tem notícia, se restringe ao universo intelectual. Grande parte dos professores dá aulas em mais de uma dessas mesmas escolas, inclusive.

Por fim, o sucesso das escolas de Teresina também pode ser explicado, segundo alunos, professores e diretores, pelo desejo de mudança dos estudantes. Primeiro, vontade de transformar a imagem que o Estado tem no País. “Acho que a gente se esforça também para dar mais visibilidade ao Piauí e mudar a visão que as pessoas têm daqui”, diz Felipe Adriano Bezerra, 17 anos, estudante do Instituto Lavoisier.

A segunda é a mudança física mesmo. Eles buscam as melhores instituições do País. Com a concorrência acirrada, estudam ainda mais. A vontade de sair do Piauí tem explicação. “Queremos buscar a melhor formação para depois podemos voltar e evoluir a condição do Estado”, pondera Marcus Vinícius Gonçalves, 17 anos, aluno do Lavoisier.

Fonte: Priscilla Borges, iG Brasília 17/08/2010 08:00

Encontro Nacional Mídia e Formação do Leitor

Acontece no Rio, no dia 16 de setembro, o Encontro Nacional Mídia e Formação do Leitor, promovido pelo programa O Dia na Sala de Aula, do jornal O Dia (RJ).
O evento acontece no Auditório da Universidade Estácio de Sá (campus Tom Jobim - Barra da Tijuca) e tem o apoio da WAK Editora e da Universidade Estácio de Sá.

As inscrições podem ser feitas a partir do dia 23/08/10 pelo e-mail: iac@odianet.com.br
A participação é gratuita e as vagas são limitadas.

Programação
09:00 - Credenciamento
09:30 - Abertura
09:45 - Mesa POLÍTICAS PÚBLICAS E MÍDIA-EDUCAÇÃO


  • Marcos Tadeu Tavares (Doutorando em Educação pela PUC-Rio. Jornalista e professor. Professor da PUC-Rio, da Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch e da UniverCidade. Colunista do Jornal O DIA. Membro do comitê científico do SBGames 2009/2010. Editor da revista eletrônica revistapontocom, da OSCIP Planetapontocom. Integrante da Rede de Trabalho do Instituto Alana. Editor do site do Centro Internacional de Referência em Mídias para Crianças e Adolescentes – Rio Mídia)
  • Marcos Ozório (Mestre em Educação pela PUC/Rio. Professor de Geografia das redes municipal, estadual e privada do Rio de Janeiro. Ex-Diretor de Mídia e Educação da MULTIRIO. Conselheiro Municipal de Educação (2005-2009). Integrou a equipe que elaborou o Plano Municipal de Educação do Rio de Janeiro)
  • Mediação de Maria Luisa Barros (Editora de Educação do Jornal O Dia)

12:00 - Almoço
14:00 - Palestras simultâneas
PENSAMENTO COMPLEXO, TRABALHO MULTIDISCIPLINAR

  • Carlos Henrique Carrilho (Formado em Letras e Pedagogia. Conferencista, Assessor na área de Educação, professor de Planejamento Educacional e Currículo: teoria e prática, coordenador do curso de Pedagogia da Universidade Estácio de Sá – Campus Madureira. Autor dos livros “Conselho de classe como espaço diagnóstico da prática educativa” e “Competências e habilidades: da proposta à prática”. Co-autor com Danilo Gandin de “Planejamento na sala de aula”.)

IMAGENS E PRÁTICAS ESCOLARES

  • Paulo Sgarbi (Mestre e Doutor em Educação pela UERJ, professor adjunto da Faculdade de Educação da UERJ, pesquisando conhecimento, cotidiano escolar e linguagens, com ênfase nas linguagens desenhadas no estudo de avaliação da aprendizagem, currículo na formação de professores.)

LEITURA DO JORNAL MEIA HORA EM SALA DE AULA

  • Phellipe Marcel (Graduado em Jornalismo pela UFRJ, mestre em Língua Portuguesa UERJ e doutorando em Estudos de Linguagem pela UFF. Tem experiência em edição de livros literários, assessoria de imprensa e comunicação comunitária. Atualmente pesquisa acerca da produção de sentidos sobre o brasileiro na mídia e em outras discursividades.)

16:00 - PRODUÇÃO TEXTUAL E HIPERTEXTO

  • Geraldo Peçanha de Almeida (Doutor em Educação pela UFSC. Professor da UFPR. Foi professor e coordenador de ensino superior do Grupo Positivo e da Fundação Getúlio Vargas. Atua como consultor para o Grupo Pitágoras e já prestou consultoria para o MEB. Autor de mais de 30 livros na área de educação)

18:00 - Lançamento de livros

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Site LivroClip transforma clássicos da literatura em animações multimídia

Com uma linguagem simples e interativa, o site LivroClip mistura televisão e internet a partir de conhecidas obras impressas. Lá, por exemplo, os estudantes encontrarão trailers animados das obras de Machado de Assis, José de Alencar, Mário de Andrade, Luís de Camões, Fernando Pessoa, Gil Vicente e muitos outros. Ao todo, são mais de 30 títulos voltados aos vestibulandos. Além das animações, no site, encontram-se resumos sobre a obra e curiosidades sobre o autor.

A iniciativa pioneira, que visa incentivar a leitura, principalmente em sala de aula, também é uma ferramenta educativa para auxiliar os professores. O portal reúne mais de 300 animações baseadas na literatura nacional e internacional. Todo o conteúdo está disponível para download gratuito.

Assista aos LivroClips:

Dom Casmurro
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=4

Senhora
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=84

Amar, verbo intransitivo
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=108

Os Lusíadas
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=13

O livro do desassossego
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=37

O Auto da Barca do Inferno
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=56