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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ideias e biografias de educadores

A revista Nova Escola disponibiliza em versão digital o seu número especial, de julho de 2008, dedicado a grandes pensadores (aqui). Naturalmente, são autores diretamente relacionados com a educação (como Piaget, Vygotsky, Paulo Freire, entre outros) ou que tiveram ideias com influência nesse campo (Bourdieu, Foucault, Arendt, etc.). São mostradas as ideias básicas de cada um e pequenas biografias.

Um autor destacado, interessante para conhecimento dos cursistas do Mídias na Educação, é o inglês Lawrence Stenhouse (foto acima), que teve importante papel na formação da proposta do professor como pesquisador de sua própria prática.
 


Fonte: Mídias na Educação - NCE/USP (http://midiaseducacao.blogspot.com/2011/12/ideias-e-biografias-de-educadores.html)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Boletim Público na Escola


Leia o boletim Público na Escola, do jornal Público, de Portugal, editado por Eduardo Jorge Madureira. Neste número há um texto nosso de 2008 sobre o Programa Jornal e Educação da ANJ, que foi republicado no boletim.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Revista da Mônica chega ao número 500


Depois de 40 anos, em que a personagem mudou de casa - passando por três editoras - e até ficou mais fofinha, não gorducha, a revista da Mônica acaba de atingir a marca histórica de 500 edições. Criada por Mauricio de Sousa em 1963, a menina de vestido vermelho e coelho azul nos braços ganharia revista própria em 1970, pela editora Abril.


Duzentos números depois, em 1987, ela passaria a ser publicada pela Editora Globo, que lançaria 246 edições da revistinha. E, em 2007, chegaria em sua casa atual, a Panini, que mandou para as bancas, esta semana, o número 54 do gibi, equivalente à edição 500.
A personagem de Mauricio cresceu tanto nestes anos que ganhou até versão adolescente, com direito a namoro com seu amigo do bairro do Limoeiro, o Cebolinha. Mas, apesar do sucesso da turma jovem, a versão clássica da turminha continua firme e forte, com histórias espertas. É o que podemos ler nesta edição especial, de número 500.



São duas histórias em quadrinhos. Na primeira, Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Jotalhão descobrem que todas as lembranças destes 40 anos de aventuras desapareceram do quarto da memória. E, com a ajuda do lápis mágico da Marina, partem em busca do tesouro que deveríamos guardar dentro de cada um de nós. Poesia pura.


Na segunda HQ, estrelada pelo Cebolinha (cuja revista vai demorar dois anos e dois meses para chegar ao número 500, reclama ele), descobrimos o que aconteceria se outro personagem tomasse o lugar da Mônica na comemoração da marca histórica. E se ela nunca tivesse sido a garota mais popular - e forte - da rua? Só viajando no tempo para tentar consertar.


Fonte: O Globo/ Telio Navega - 20.06.2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Cartilha Educomunicação

Clique aqui! e tenha acesso à Cartilha Educomunicação, produzida pelo projeto Nossa Mídia, da Universidade Federal do Paraná.

Manual sobre medición del uso de las TIC en educación

El documento “Medición del Uso de las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC) en Educación- Manual del Usuario” representa una iniciativa innovadora tendiente a poner en práctica conceptos internacionales normalizados y especificaciones de los indicadores de medición que garanticen el uso e interpretación consistentes de estadísticas de TIC en educación.

El manual fue redactado por el Instituto de Estadística de la UNESCO (IEU) que es la oficina de estadística de la UNESCO y el depositario de la ONU en materia de estadísticas mundiales en los campos de la educación, la ciencia y la tecnología, la cultura y la comunicación.

Creado en 1999, su objetivo es mejorar el programa estadístico de la UNESCO y desarrollar y suministrar estadísticas fieles, oportunas y políticamente relevantes, requeridas en un contexto social, político y económico cada vez más complejo y en constante y vertiginosa evolución. La Sede del IEU se encuentra en Montreal, Canadá.

Para Hendrik van der Pol, Director del Instituto de Estadistica de la UNESCO; “este manual presenta un conjunto más completo de indicadores internacionales comparables sobre el uso de las TIC en la educación, junto con la definición estandarizada de los conceptos fundamentales, preceptos de medición detallada y una guia práctica en la interpretación adecuada de los indicadores”. Agrega, además, que “el conjunto de nuevos indicadores propuestos abarca una gama más amplia de los dominios conceptuales, que responde a las necesidades políticas, tanto a nivel nacional como internacional (por ejemplo, la CMSI, los Objetivos de Desarrollo del Milenio y la Educación para Todos). Los indicadores proporcionan múltiples ángulos de evaluación sobre la penetración de las TIC en los sistemas de educación en una perspectiva comparativa”.

Este documento está diseñado para ayudar a los Estados Miembros en el desarrollo de su capacidad y monitoreo de las metas nacionales en este ámbito. Su objetivo es también el establecimiento de normas en un campo de rápida evolución en el cual las tecnologías incitan a la utilización de nuevos dispositivos, normas y procedimientos diferentes para la enseñanza y el aprendizaje. Por tanto, el ISU producirá revisiones sistemáticas continuas de esta guía a fin de reflejar avances tecnológicos”.

Acceder al manual

Fuente: RELPE. Red Latinoamericana portales educativos

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Publicação aponta tendências e desafios para educação integral

Na última quarta-feira (30/3), durante o Seminário Internacional de Educação Integral, a Fundação Itaú Social, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) lançaram a publicação Tendências para Educação Integral. Fruto de estudos e investigações das três organizações, o texto traz também dados levantados pela pesquisa Perspectivas da educação integral, realizada junto a 16 iniciativas protagonizadas por governos municipais, estaduais e organizações da sociedade civil.

Júlia Ribeiro, oficial de programas do Unicef, destacou que a partir das experiências estudadas foi possível identificar algumas tendências, como a priorização do atendimento a crianças e adolescentes em territórios de vulnerabilidade e a diversidade de arranjos no desenvolvimento das iniciativas. “No âmbito do poder público, já é possível identificar a articulação de diferentes secretarias, ou seja, uma nova arquitetura de gestão está sendo desenhada”.

Segundo o estudo, outro ponto em comum encontrado na maior parte das iniciativas é o envolvimento de diferentes atores da comunidade. “O que se observa é a construção de uma rede de parceiros, por meio da qual todos os agentes envolvidos compartilham o planejamento e a intenções das propostas, buscando o fortalecimento de fluxos sistêmicos de comunicação”, afirmou Maria Estela Bergamin, gerente de projetos do Cenpec.

Outra questão levantada por Maria Estela é o foco no território. Em algumas das iniciativas observou-se que as instituições atuam de acordo com os desejos e necessidades das comunidades, buscando incentivar o uso de equipamentos públicos, como bibliotecas e parques, além de outros ambientes no entorno das escolas que possam ser incorporados ao processo de aprendizagem das crianças e dos adolescentes. “A cidade e o bairro são vistos como espaços educativos. Várias experiências usam a metodologia das cidades educadoras e do bairro-escola”.

Márcia Quintino, especialista da Fundação Itaú Social, aponta alguns desafios e oportunidades para a efetivação da educação integral. “É preciso buscar modos mais abertos e flexíveis de funcionamento para as instituições educativas diante de uma sociedade complexa e multifacetada como a nossa”. Investir na formação dos educadores, levando em consideração um processo de aprendizagem que vai além dos conhecimentos formais e incorpora saberes da família e da comunidade ao currículo escolar é outro ponto de atenção, segundo a especialista.

Para acessar a publicação Tendências para Educação Integral na íntegra, acesse: http://ww2.itau.com.br/itausocial2/pdf/ed_integral.pdf

Fonte: Fundação Itaú Social

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Pra que serve a literatura?


“Dá para imaginar que, por maiores e mais avançados
que sejam os recursos contemporâneos de transmissão
da informação, uma educação de qualidade pode
se dar ao luxo de dispensar a leitura de literatura, ou
de ter dúvidas sobre a sua importância, ou de ficar
discutindo em círculo sobre as diversas firulas que podem
(ou não) caracterizar métodos de se chegar lá?
Ou entendemos que não há educação sem leitura e
nos alarmamos com a situação brasileira, ou estamos
perdidos” (“Balaio”, de Ana Maria Machado, Editora
Nova Fronteira, p.168)


"Pra que serve a literatura?" - A partir dessa questão, a publicação homônima do Instituto Ecofuturo, reúne especialistas e oferece ao leitor uma série de textos que ajudarão a refletir sobre leitura e liberdade, literatura desde o berço, infância e livros e formação de leitores, entre outros temas. os autores são: Christine Castilho Fontelles, Maria Betânia Ferreira, Paulo Bloise, Yves de La Taille, Luiz Percival Leme e Britto, Nilma Lacerda, Lucila Pastorello, Betty Mindlin, Ana Maria Machado, Elizabeth D’Angelo Serra e Mariana Godoy.
Para acessar a publicação, basta clicar em http://www.ecofuturo.org.br/uploads/conteudos/textos_de_apoio/pra_que_serve_leitura.pdf

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Livro analisa 16 experiências brasileiras de educação integral

Publicação traz resultados de pesquisa Perpectivas da Educação Integral, a partir de experiências brasileiras

Resultado de uma pesquisa de dois anos desenvolvida em todo o país, a publicação foi apresentada durante o Seminário Internacional sobre Educação Integral, no dia 30 de março, em São Paulo, um dia após o lançamento do Prêmio Itaú-Unicef, que tem o objetivo de valorizar experiências de organizações na área da Educação Integral.

A publicação compreende a Educação Integral como uma política educacional que contempla o contexto de vida dos alunos em suas várias dimensões (física, afetiva, cognitiva, intelectual e ética).

Experiências de projetos como o Educa Mais, em Cuiabá (MT), Oficina do saber, em Sorocaba (SP), Oficinas Grão de Luz, em Lençóis (BA), Centro de Referência Integral de Adolescentes - CRIA, em Salvador (BA) e Proposta Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável (PE) são apresentados e mostram as diferentes possibilidades de se trabalhar a educação de forma integrada.

Para ler a publicação, acesse: http://ww2.itau.com.br/itausocial2/pdf/ed_integral.pdf

Fonte: ANDI Comunicação e Direitos

terça-feira, 29 de março de 2011

Projeto "Educação para os Média" da região de Castelo Branco, Portugal, ganha prêmio mundial

Veja abaixo notícia sobre o "Projecto Educação para os Média no Distrito de Castelo Branco", de Portugal, que ganhou um prêmio da Associação Mundial de Jornais em 2010 por seu estímulo á produção de jornais escolares. Ao final da matéria você pode acessar um link que permite que você baixe o DVD "Vamos fazer jornais escolares". O Projecto Educação para os Média no Distrito de Castelo Branco (Portugal), financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e pelo Semanário Reconquista, foi distinguido com um prémio internacional atribuído pela Associação Mundial de Jornais e de Editores de Notícias no concurso de 2010. A decisão coube a especialistas de países como Austrália, Polónia, Panamá, Brasil e África do Sul. O prémio será entregue em São Francisco, nos Estados Unidos, em Novembro. O anúncio público teve lugar no início de Setembro, em Paris e na cidade alemã de Darmstadt, tendo sido distinguidos projectos de 17 jornais de países como a Polónia, Singapura, Reino Unido, Rússia, Índia, Noruega, Alemanha, China e Turquia. O projecto português recebeu uma menção especial do júri, na categoria de Jornais e Educação, atribuída ex-aequo ao jornal australiano The Age. Esta menção especial refere que estes dois projectos são exemplos a acompanhar de perto. De acordo com o júri, o projecto desenvolvido no Distrito: “é o princípio de uma abordagem excelente e multifacetada, com potencial de ajudar os cidadãos do século XXI no desenvolvimento de capacidades de literacia crítica na análise de mensagens média, mas também no sentido de serem capazes de produzir as suas próprias mensagens”. O júri referiu ainda: “Embora os resultados sejam, para já, modestos, esperamos grandes resultados desta equipa”. A Associação Mundial de Jornais e de Editores de Noticias representa 18 mil publicações e três mil empresas jornalísticas sediadas em 120 países. De acordo com os dados daquela instituição, que atribui estes prémios desde 1998, esta é a primeira vez que um jornal português é distinguido no concurso. O PROJETO O projecto "Educação para os Média na Região de Castelo Branco" começou em Outubro de 2007, contactando as 29 escolas com 2º e/ou 3º Ciclos do Distrito de Castelo Branco, as quais foram convidadas a participar no projecto.

Ao mesmo tempo foi iniciada a melhoria técnica e de conteúdos do CD-Rom “Vamos fazer jornais escolares”, que passou a suporte DVD. O CD-Rom foi desenvolvido e testado no âmbito de uma dissertação de doutoramento já concluída e que teve o apoio da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

Ainda em Outubro de 2007 começou a ser implementado este sítio Internet de apoio ao projecto (que incluirá posteriormente todos os conteúdos do DVD-Rom), bem como um template de jornal escolar on-line, totalmente personalizável, já disponibilizado às escolas. Foi ainda produzido um tutorial para a utilização das aplicações multimédia (em suporte impresso e em pdf), que inclui também sugestões de utilização para os professores.

No início do ano lectivo 2008/2009 todos os recursos produzidos foram disponibilizados às escolas. Antes da sua utilização por professores e alunos, decorreram sessões de apresentação dos conteúdos, nas escolas, a cargo do jornalista Vitor Tomé, membro da equipa de investigação do projecto. O DVD pode ser utilizado em aulas de Português, nas três áreas não curriculares não disciplinares do Currículo Nacional do Ensino Básico (Formação Cívica, Área Projecto e Estudo Acompanhado), ou no Clube de Jornalismo.

Baixe do DVD "Vamos fazer jornais escolares" do Projeto Educação para os Média no Distrito de Castelo Branco. Basta clicar aqui! Fonte:Educação para os Media na Região de Castelo Branco/EducMedia e Literacia.PT

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Prensa Escuela


Quer conhecer o programa Prensa Escuela do jornal El Colombiano, de Medellin/Colômbia? Dá uma passada no blog http://www.ecbloguer.com/prensaescuela/. Assim você poderá ver o que estudantes e educadores estão fazendo por lá.

E se quiser conhecer a opinião de educadores, alunos, professores da Universidad Pontificia Bolivariana - parceira do programa - e coordenadores do Prensa Escuela sobre a relação Comunicação Educação e o desenvolvimento dos estudantes a partir do programa, pode ler a publicação El Taller 2010. Boa leitura!

Prensa Escuela

Quer conhecer o programa Prensa Escuela do jornal El Colombiano, de Medellin/Colômbia? Então dá uma passadinha no blog http://www.ecbloguer.com/prensaescuela/ e veja o que educadores e estudantes estão desenvolvendo por lá.

Você também pode ler a publicação "El Taller 2010", no qual encontrará a opinião de professores da Universidad Pontifícia Bolivariana - parceira do programa -, dos coordenadores do Prensa Escuela, de estudantes e educadores sobre como encaram a relação comunicação e educação e seu desenvolvimento a partir do programa Prensa Escuela, coordenado por Clara Tamayo Palacio.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Como fazer projetos inovadores


Sugerimos que você dê uma olhada na apostila "Como fazer projetos inovadores", da Microsoft/Conteúdos Educacionais, que dá dicas sobre como fazer projetos inovadores, mostrando experiências em vários lugares do Brasil.
Ela é destinada a todos os profissionais de educação que têm interesse em promover a inovação pedagógica por meio do uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
Para acessar a apostila, basta clicar aqui e fazer seu cadastro para baixar a publicação.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Rede Andi Brasil produzirá publicação colaborativa sobre os 20 anos do ECA

A Rede Andi Brasil está lançando o site http://10anos.redeandibrasil.org.br/. O endereço eletrônico é uma página wiki, software colaborativo que permite a edição coletiva de textos, e será utilizado na produção de uma publicação sobre os dez anos da rede e os 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O décimo aniversário da Rede Andi Brasil foi celebrado em março deste ano, enquanto o ECA completou 20 anos em julho.

O site e a publicação são apoiados pelo Instituto C&A por meio do programa Redes e Alianças. O programa tem o objetivo de promover a cooperação, a convergência e a multiplicação de esforços entre organizações e pessoas, de modo a contribuir para a garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A expectativa é que a publicação, escrita por representantes das ONGs que formam a Rede Andi Brasil, seja lançada em março de 2011.

A Rede Andi Brasil é uma articulação entre organizações não-governamentais com foco na defesa e promoção dos direitos da criança e do adolescente e atuação na área da comunicação. A rede é formada por nove organizações (ver lista abaixo) e uma secretaria-executiva.

Na elaboração do livro, cada organização social da Rede Andi Brasil produzirá um capítulo. À medida que os textos forem sendo escritos, eles serão disponibilizados no endereço eletrônico para que as outras organizações possam dar sugestões. Após esse processo, a secretaria-executiva da Rede Andi Brasil e a ONG GIRA Solidário, integrante da rede, coordenarão a edição do material.

O livro foi estruturado com base nos seguintes temas: 20 anos do ECA – do “menor” ao adolescente; dez anos da Rede Andi Brasil; comunicação pelos direitos da criança e do adolescente; redes; jornalistas na rede; análise de mídia; medidas socioeducativas; trabalho Infantil; e conselhos de direitos.

O conteúdo sobre a Rede Andi Brasil revisitará a história da rede, em especial o processo evolutivo de gestão interna, envolvendo princípios de horizontalidade, autogestão e corresponsabilidade. Tal história será contextualizada dentro do campo sociopolítico dos direitos da criança e do adolescente, no qual será abordado o ECA. A intenção é que a publicação sirva como estratégia de disseminação do Sistema de Garantia de Direitos (SGD) como rede.

O site e a publicação integram o projeto Infância e Imaginário, da Rede Andi Brasil, que visa resgatar a evolução dos direitos da criança e do adolescente no Brasil a partir da implementação do ECA. O projeto considera a importância das estratégias de comunicação e do papel da mídia, situando o trabalho da Rede Andi Brasil nesse contexto. Além da publicação, o projeto prevê a produção de um vídeo e a organização de um encontro de redes.

“A intenção do projeto é discutir o papel da comunicação na defesa dos direitos da criança, tanto no que se refere ao acompanhamento e fiscalização de políticas públicas, quanto na construção do imaginário da criança e do adolescente na sociedade”, explica Ciça Lessa, secretária-executiva da Rede Andi Brasil.


Organizações sociais que compõem a Rede Andi Brasil

*Andi – Agência de Notícias dos Direitos da Infância, de Brasília (DF)

* Agência de Notícias da Infância Matraca, de São Luís (MA)

* Auçuba – Comunicação e Educação, de Recife (PE)

* Catavento – Comunicação e Educação, de Fortaleza (CE)

* Cipó – Comunicação Interativa, de Salvador (BA)

* Ciranda – Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência, de Curitiba (PR)

* GIRA Solidário – Promoção e Defesa da Infância e Adolescência, de Campo Grande (MS)

* Instituto Recriando – Inclusão e Cidadania, de Aracaju (SE)

* Oficina de Imagens – Comunicação e Educação, de Belo Horizonte (MG)

Fonte: Fundação Abrinq

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Estante

Abaixo, compartilhamos algumas publicações que podem ser úteis a educadores, jornalistas e demais interessados em temas como trabalho infantil e exploração sexual de crianças e adolescentes. São assuntos complexos que precisam ser bem compreendidos!

TRABALHO INFANTIL: UM GUIA PARA JORNALISTAS

Citação: VIVARTA, Veet (Supervisão editorial); PROGRAMA INTERNACIONAL PARA ELIMINAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (IPEC) – Piores formas de trabalho infantil: um guia para jornalistas. Brasília: ANDI; OIT, 2007.

Resumo:Lançado em 2007, o livreto é um convite para que profissionais das redações de todo o país contribuam, de forma mais efetiva e sistemática, para a promoção do debate sobre as Piores Formas de Trabalho Infantil junto à sociedade e ao poder público.

Resultado da contribuição de jornalistas de diversos veículos, que construíram as recomendações aqui publicadas, este guia sistematiza uma demanda da própria imprensa: a necessidade de diversidade de fontes de informação. A expectativa é que os efeitos práticos desta iniciativa sejam refletidos em novas conquistas para o Brasil na prevenção e erradicação das piores formas de trabalho infantil.

Realização:ANDI/ OIT

Para acessar a publicação, basta clicar aqui!

EXPLORAÇÃO SEXUAL COMERCIAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: GUIA DE REFERÊNCIA PARA JORNALISTAS

Citação: AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DOS DIREITOS DA INFÂNCIA – Exploração sexual de crianças e adolescentes: guia de referência para a cobertura jornalística. Brasília: ANDI, 2007.

Resumo:Lançada em 2007, a publicação reúne orientações relevantes para o trabalho de repórteres e editores sobre temas relativos à Exploração Sexual Comercial e Crianças e de Adolescentes (ESCCA), crime que se constitui uma das mais graves violações dos direitos infanto-juvenis.

Os conteúdos organizados neste guia não esgotam as inúmeras possibilidades de enfoque do tema, mas servem como referência inicial para os jornalistas, oferecendo uma abordagem conceitual do fenômeno e elencando as principais políticas de enfrentamento e as diretrizes da legislação nacional e internacional.

Sugestões de pautas, glossário e guia de fontes complementam o material. Com esse trabalho, a ANDI e a Petrobras pretendem contribuir para aprimorar o tratamento editorial dispensado pela imprensa brasileira ao assunto, fomentando assim um debate consistente sobre essa forma de violência no âmbito da agenda pública.

Realização: ANDI
Patrocínio: Petrobras
Apoio: Unicef

Para acessar a publicação, basta clicar
aqui!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Você saber cuidar?

Compartilhamos com vocês a publicação Saber Cuidar, do Instituto Ecofuturo. Ela revela ideias bem sucedidas de educadores que trabalharam com conceitos como a sustentabilidade em sua comunidade escolar. É um excelente material para embasar educadores que querem participar do 2º prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, que está com inscrições abertas até o dia 15/09. E também uma prova de que com ações simples podemos ajudar o mundo a ser melhor para todos.

Abaixo, o texto de apresentação da publicação, escrito pelo presidente do Instituto Ecofuturo, Daniel Feffer, que você pode acessar clicando aqui!

"Muito se fala em sustentabilidade, o que tem até vulgarizado essa palavra, mas há ainda muitas dúvidas e entendimentos distorcidos sobre o que este conceito de fato encerra.
Para nós, sustentabilidade implica agir com respeito em relação às pessoas e ao planeta, construindo relações de longo prazo e permitindo que ciclos virtuosos possam ser repetidos.

Assim, a não-geração de desperdícios e o estímulo ao consumo responsável, a utilização correta dos recursos naturais, a prática de iniciativas básicas para evitar (ou conter) o aquecimento global, entre outras ações, são fundamentais para a sadia preservação da vida neste planeta.

Considerando o trabalho que o Instituto Ecofuturo vem realizando desde sua fundação, de gerar e difundir conhecimentos e práticas que contribuam para a construção coletiva de uma cultura de sustentabilidade, criamos em 2009 o Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, por entendermos que a educação é um dos instrumentos indispensáveis para que as pessoas sejam capazes de compreender, criticar e melhorar a vida.

Professores de todo o Brasil foram convidados a compartilhar ideias criativas para o aprendizado
da sustentabilidade em seu sentido mais amplo, e o retorno não poderia ter sido melhor: cerca de 400 trabalhos foram recebidos. A todos esses “mestres”, nosso mais sincero agradecimento, por terem aceitado nosso convite e, em especial, pelo seu enorme poder transformador.

Este Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade dá mais uma contribuição para que
temas de tamanha relevância venham a se tornar, rapidamente, alvo de uso tranversal nas diversas atividades desenvolvidas dentro das escolas em todo este país, transmitindo conhecimentos para que cada um de nós possa atuar de maneira consciente, autônoma
e sintonizada com o desenvolvimento sustentável.

Seguem aqui as ideias vencedoras desta primeira edição do Prêmio Ecofuturo de Educação para a Sustentabilidade, resultado de análise cuidadosa e criteriosa. Esperamos que elas possam motivar milhares, milhões de pessoas a agir de forma responsável e consciente, pois ainda há uma chance de corrigir erros do passado e viabilizar um mundo melhor para todos".

Aproveitem! Pratiquem!
Daniel Feffer
Presidente do Instituto Ecofuturo

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Guia sobre Educação

Compartilhamos com os nossos leitores o Guia de referência para Cobertura Jornalística "Educação no Brasil", editado pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância.

É ideal para jornalistas que cobrem a área de educação e também para educadores conhecerem alguns pontos sobre a educação brasileira.

Para acessar a publicação, basta clicar
aqui.